O pacto 16

O jogo tinha deixado de ser uma simples caçada para virar uma guerra de desgaste. Esteban era um muro de lealdade, mas eu sabia que até o muro mais sólido tem uma rachadura se você souber onde pressionar. Durante os primeiros dias, a batalha foi travada no terreno digital. Paola, minha cúmplice e o motor dessa perversão, me repassava cada movimento em tempo real. [CHAT LAURA PARA ESTEBAN]: Laura mandou uma foto na frente do espelho do banheiro. Estava com um moletom meu, uma bunda firme e pálida aparecendo pela barra. A curva da cintura dela era um convite ao pecado. [CHAT ESTEBAN PARA LAURA]: "Lau, pelo amor de Deus, apaga isso... você vai me meter numa encrenca. Daniel é meu irmão, não posso fazer isso". [CHAT LAURA PARA ESTEBAN]: "Fica tranquilo, Estebanzinho... só quero que a gente se conheça bem a fundo. Pra um amigo, não se nega uma olhadinha 😉".O pacto 16Olhava a foto da minha namorada na tela do celular e sentia uma excitação doentia. Ver como ela usava aquele corpo — meu corpo, o que eu possuía toda noite — para derreter a vontade do "santinho" era um afrodisíaco mais potente que qualquer droga. [CHAT PAOLA PARA DANIEL]: "Olha seu santinho como se faz de difícil, meu Dani... mas fica tranquilo que esses são os que caem mais gostoso. A Laura tá com ele na palma da mão". A Descida ao Abismo A tensão escalou nos encontros escondidos que a Laura organizava enquanto eu fingia estar na academia. [ÁUDIO DE LAURA PARA PAOLA]: "Pao, você não imagina como foi o cinema. A gente sentou na última fileira e eu grudei tanto nele que sentia o pau dele duro contra minha coxa. Tirei uns beijos que quase matei ele ali mesmo enquanto ele tremia de nervoso. Tá a um passo de se entregar". [ÁUDIO DE PAOLA PARA LAURA]: "Continua apertando, mami, não dá respiro não. Quero que quando ele comer você, fique doendo a bunda de tanto te desejar". O clímax da tensão aconteceu dias depois num estacionamento escuro. Através dos relatos da Paola, fiquei sabendo que a Laura tinha encurralado o Esteban no carro. Obrigou ele a abrir a calça e se jogou no pau dele com um boquete agressivo e voraz. Mas o destino, ou a ironia, interveio: uma viatura da polícia estacionou bem do lado, iluminando o interior do veículo com lanternas potentes. Tiveram que se separar na hora, assustados e com a respiração cortada. [ÁUDIO DE LAURA PARA PAOLA]: "Pao, a polícia chegou! Tava no melhor, chupando aquele pau tão gostoso e a gente teve que parar na hora. Ficamos os dois fervendo... preciso meter ele numa cama JÁ!". [CAPTURA DE ESTEBAN PARA LAURA]: "Me deixou no meio, Laura... você não sabe a vontade que fiquei de te atravessar a noite inteira, sua puta". Me imaginei naquele momento e o pau ficou duro, eu já não me reconhecia mais, a excitação de ver no que a minha Lau estava se tornando era extraordinária.cornudoQuando li aquela mensagem do Esteban, senti um arrepio de triunfo. O santo tinha morrido; agora só restava o animal. O domingo chegou com uma coincidência perfeita. O carro do meu pai quebrou e ele me pediu pra acompanhá-lo na oficina. — Love, o carro do meu pai quebrou e vou passar o dia inteiro com ele na oficina mecânica. Você me acompanha? — perguntei pra Laura enquanto a gente se preparava pra sair. — Ai não, meu love, que saco ir pra oficina num domingo desses. Vai você mesmo que eu fico aqui descansando — respondeu ela com uma naturalidade que eu agora sabia ser só disfarce. Assim que fechei a porta do apartamento, Laura colocou o plano final em ação. [CHAT LAURA PRA PAOLA]: "Dani foi embora o dia todo. Vou meter ele na minha própria cama". Eu tava na oficina, com as mãos cheias de graxa e a roupa suja, com meu pai a um metro de mim me pedindo ferramentas e falando de motor. Nesse momento, meu celular vibrou no bolso. [CHAT PAOLA PRA DANIEL]: "Meu Dani... a Laura acabou de meter o Esteban lá em casa. Se conecta nas câmeras do quarto agora e olha a surpresa que eu tenho pra você". [CHAT DANIEL PRA PAOLA]: "Porra, Pao... isso é demais. Tô aqui com meu velho do lado e sinto que a pica vai rasgar minha calça. Não consigo nem me mexer". Me tranquei um instante atrás do carro do meu pai, conectei os fones e o mundo parou. Abri o aplicativo da câmera. Vi o Esteban entrar no meu quarto principal. Ele parecia assustado, olhando pra porta como se esperasse eu aparecer a qualquer momento, mas a Laura não deu tempo pra ele duvidar. Ela o despiu com uma urgência animal, puxando a roupa dele com uma voracidade que me tirou o fôlego. Laura se ajoelhou na frente dele. Vi ela pegar o pau do Esteban com uma devoção pura e lenta. Subia e descia pelo corpo da pica, chupando com força, lambendo as bolas e passando a língua no freio com uma técnica que ela nunca tinha usado comigo.cornudo
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cornudo consentido—Fazia um tempão que eu tava esperando pra poder fazer isso direito em você... —sussurrou Laura no vídeo enquanto olhava pra Esteban de baixo—. Tava morrendo de vontade de provar essa pica. Senti uma raiva do caralho misturada com uma excitação avassaladora. Tava num oficina mecânica nojenta, cercado de sucata e graxa, sem um banheiro pra me esconder e bater uma, enquanto via minha mulher se entregando pro cara que mais devia me respeitar. A frustração física era uma tortura; sentia o volume da minha pica dura feito pedra estourando a costura da calça enquanto ouvia meu pai gritar lá do fundo: "Daniel, me passa a chave de 12!". Na tela, Laura se ajoelhou de quatro em cima do meu colchão, arqueando as costas e oferecendo a bunda num close obsceno. Esteban tirou uma camisinha, mas Laura o parou com um gesto autoritário.O pacto 16— Não, sem essa porra... —disse ela com a voz rouca—. Eu gosto assim, quero sentir bem fundo, direto na pele. Esteban não aguentou mais. Se posicionou atrás dela e a penetrou com uma única estocada violenta que fez Laura soltar um gemido abafado. O som do impacto foi visceral: Plap, plap, plap!. Esteban agarrou a cintura dela com força, se enterrando nela num ritmo frenético.cornudo—Daniel é um filho da puta muito sortudo... tem uma namorada gostosa pra caralho —rosnou Esteban enquanto a socava com raiva. Laura virou a cabeça e olhou direto pra câmera, como se soubesse que eu tava olhando ela lá da oficina. Ela mordeu o lábio inferior com uma expressão de prazer safado.cornudo—Sim, meu Dani é muito sortudo... mas você também vai poder aproveitar isso sempre que quiser, desde que saiba que isso é só nosso segredo e não dá pra misturar as coisas. O sexo escalou de intensidade. Laura subiu por cima, montando nele e cavalgando com uma força selvagem. Através dos meus fones, o áudio entrava limpo, perfurando minha cabeça. Dava pra ouvir cada ofegada, cada gemido safado e o rangido do colchão sob o peso dela.namorada vadia— ¡Aaah... sim! Você é muito melhor do que eu imaginava! —gritou Laura, gemendo sem vergonha enquanto os peitos dela quicavam contra o peito do Esteban. Ela se inclinou, olhando pra ele de cima com um descaro absoluto, e soltou a frase que acabou de foder minha cabeça—: ¡Adoro ser uma puta, isso é o melhor! Isso, meu amor, mete forte, não tem pena não! Me deixa bem marcada pra eu lembrar de você a semana inteira!cornudo consentidoEsteban, completamente fora de si com a provocação, respondeu igualmente sujo entre as investidas: —Você é uma puta deliciosa... não faz ideia da puta vontade que eu tava de te comer. Depois foram pro papai-e-mamãe; Esteban se enterrou nela até o fundo, e então aconteceu o que mais me destruiu: Laura beijou Esteban com uma paixão desesperada, entrelaçando os dedos nos dele e revirando os olhos num prazer que nunca tinha me mostrado. Se entregaram um ao outro com uma devoção obscena, gemendo fora de si enquanto o colchão da minha casa era profanado a cada estocada.O pacto 16

cornudoFinalmente, Esteban gozou fundo dentro dela com um gemido de alívio. Ele se vestiu às pressas, com o rosto transtornado por uma culpa que já era tarde demais pra remediar. Saiu do apartamento apavorado. Eu fiquei na oficina, suando frio, com a respiração ofegante e a mente completamente destruída pela imagem da minha mulher cheia do gozo do meu melhor amigo na minha própria cama.

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