Minha única amizade é a filha adorável do vizinho. ep5

Aos poucos fui ganhando confiança e coragem pra sair mais vezes na rua. Convivir um pouco com os moleques do bairro e cumprimentar os adultos educadamente. Não deram a mínima pra mim. Mas tudo bem, eu só queria conquistar os pais da Vane, minha doce vizinha.

Nem precisava chegar perto ou passar na casa dela, porque assim que me via, ela vinha correndo na minha direção, pra sentar por um tempão conversando e rindo. Foi assim que os outros moleques, que eram amigos dela, começaram a me aceitar. Agora eles passeavam e zoavam mesmo comigo no meio.

Na real, uma tarde a gente jogou esconde-esconde. A contagem regressiva ficou por conta de um gordinho que morava perto, enquanto os outros saíram correndo pra achar um esconderijo. Nem precisei virar pra olhar a Vane, ela já tinha me pegado pela mão e me levado pra algum lugar.

Chegamos numa casa abandonada que tinha um quintal na frente, cercado de muros altos, e entramos rapidinho. Eu tava exausto e morrendo; ela ria e de vez em quando espiada pra ver se ninguém tinha nos achado. Ela ainda não tinha soltado minha mão.

Aí, eu fiquei reparando na Vane com atenção, naqueles momentos em que ela se virava. As vistas que eu tinha eram gloriosas... dos pés à cabeça, ela era uma gostosa.

Ela tava com o cabelo preso num coque com lacinho rosa, um top que deixava a pele dos ombros e das costas de fora... dava pra ver clarinho o contraste entre a pele pálida dela e a parte bronzeada de tanto brincar no sol, e tava vestindo um short de lycra cinza. Eu jurava que era um número menor do que o que ela deveria usar, porque ficava curtíssimo e apertado demais. O relevo da calcinha dela tava bem evidente.

Era impossível pra mim me concentrar e raciocinar.

Não aguentei mais e puxei o braço dela, que ainda segurava minha mão. Ela deu uma virada brusca e acabou encurralada por mim, contra o muro. Ela parecia genuinamente surpresa e confusa. Me curvei pra ficar na altura dela e olhar de frente. Perguntei:Será que esses shorts não são curtos demais até pra você..?
  -O-o quê..? -
Abriu os olhos de surpresa e vergonha.E-e o que é que tem...?Ela desviou o olhar, parecendo envergonhada.Que se te marca a bunda... e a calcinha.Dito isso, desci minha mão direita até a bunda dela e apertei. Fiz ela corar e ela tentou esconder o rosto no meu ombro direito.
Ela estava encurralada, presa numa travessura da qual dificilmente escaparia.
Parei de rodeios e com a outra mão agarrei a outra nádega. Agora tinha a bundinha inteira dela à minha disposição, pronta pra brincar.

Comecei com uns massagens suaves e circulares nas nádegas macias dela. Sentia meus dedos se moldarem e esquentarem. Cada segundo me deixava mais tarado, aumentando a velocidade e partindo direto pra abrir as bundinhas dela até o máximo. Dando tapas com as mãos, cuidando pra não fazer muito barulho.
Isso fazia ela morder meu ombro, babando minha camiseta e abafando os gemidinhos nele.
As mãos dela estavam cravadas em mim, enquanto eu brincava com ela.

Me veio outra ideia perigosa.
Me levantei e virei ela, empurrando contra a parede. Peguei na cintura dela pra puxar pra perto de mim, deixando ela de pernas abertas.
Agora ela estava inclinada pra mim, e eu perdi o controle.

Primeiro meti as mãos por baixo do short de lycra e belisquei a calcinha dela, depois estiquei pra cima, fazendo "calcinha chinesa". Isso levantou ela uns centímetros do chão, marcando mais a bunda e deixando ela louca.
Em seguida, soltei a calcinha pra ela bater na pele e deixar marca.

Percebi que minha virilha estava apertadíssima, então tirei a rola crescida e inchada pra fora e deixei descansando sobre a bunda dela de lycra.E-espera! O que você tá fazendo..?Ela sussurrou nervosa, virando um pouco a cabeça.

Não dei atenção e apoiei todo o meu corpo no dela. Ficando curvado e dobrando as pernas para que meu pau ficasse na altura certa.

Aquela cena era absolutamente vulgar. Um homem e a filha dos seus vizinhos, posicionados como amantes prestes a fazer algo inapropriado. Se alguém nos visse assim... estávamos fudidos...

Queria rasgar o tecido, atravessar e penetrar ela com todas as minhas forças. Eu tinha o desejo de usar o corpo dela e inseminá-la. Mas uma parte de mim me impediu de fazer isso. Não era o momento certo...

Simplesmente agarrei ela pela cintura e comecei a me esfregar nela freneticamente, como cachorro no cio.

Ela não parava de ofegar enquanto pressionava o tronco do meu pau entre as nádegas dela. De vez em quando, minha cabeça batia na buceta dela, recém-molhada, deslizando e ficando encharcada com os fluidos dela.

Qualquer um que tivesse nos visto pensaria que eu estava comendo ela, mas não era bem assim.

Finalmente, o formigamento característico apareceu, momentos antes de eu gozar.

Com o braço esquerdo, envolvi ela pelos ombros, enquanto minha mão direita agarrou meu pau para pressioná-lo contra a bunda dela.

Soltai por vários segundos, jatos fortes que respingavam no chão e nas nossas roupas.

O pau ficou pulsando e avermelhado, depois de tanta fricção brusca.

Me levantei e caí apoiado contra a parede, me sentindo desfalecer. Ela continuava apoiada, com as pernas tremendo e o meu gozo escorrendo do short dela.

Recuperei a razão.- Me perdoa, Vane, eu não devia...Ela me lançou um olhar terno e aliviador, não havia rancor no seu rosto.T-tranquilo... vamos voltar para os outros...A voz dela soava melosa.Vem cá e deixa eu limpar a sua roupa.Ela obedeceu, eu tirei a cueca e fui passando por todas as áreas manchadas. Fiz isso com a delicadeza que me faltou pouco antes.
Terminei e não tive escolha a não ser guardar minha cueca no bolso.
Ficamos alguns segundos parados um na frente do outro, sem dizer nada. Pra acalmá-la, me aproximei e dei um abraço caloroso.
Combinamos de dizer que tínhamos nos encontrado depois de sair dos nossos próprios esconderijos.
As minas, amigas da Vane, não paravam de olhar pra ela e pra mim também. Quando chegamos, ficavam cutucando ela e fazendo sinais estranhos.
Tavam zoando ela sobre um suposto romance entre nós. O que tava começando a ser verdade, mas elas não tinham como saber, ha...
...
Na noite do mesmo dia, me atrevi a mandar mensagem na rede social dela, pra pedir desculpas pelo que aconteceu. Prometi que compraria sorvete e tudo o que ela quisesse.
Depois de alguns minutos, ela leu.Sem problema!! :)Ela respondeu ainda com um sticker de putinha com joinha. E completou:Na verdade... tem uma coisa que quero te mostrar...Recebi uma foto inesperada.

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