Gaby tinha um pequeno negócio de pelúcias em um espaço no centro. Seu tio, irmão da sua mãe, tinha a ferragem bem ao lado há quase dois anos. Se viam quase todos os dias. Numa quinta-feira à tarde, enquanto fechavam, ele comentou que estava com vontade de ir para a casa dele no interior para desconectar uns dias. Disse que a casa estava sozinha, que não tinha vizinhos por perto e que a piscina já estava limpa. Gaby já tinha ido antes com toda a família, mas nunca sozinhos. Estava há dias estranhos com o namorado, discussões bobas e silêncios pesados. Aceitou. Saíram na sexta de manhã. O caminho foi tranquilo. Falaram do negócio, do centro, da família. Ele colocou música e de vez em quando oferecia água. Gaby ia de short e uma blusa folgada. Chegaram perto das três. A casa ficava nos arredores do povoado, cercada de árvores, sem vizinhos à vista. Ele abriu, subiu as sacolas e mostrou o quarto de hóspedes. Gaby deixou a mala sobre a cama e começou a desfazer. Tirou o biquíni azul, a toalha, o protetor. Tinha deixado o pelo semidepilado, escuro e espesso no monte. Ouviu passos no corredor. Não deu importância. Tirou a blusa e o sutiã para se trocar. Naquele momento a porta se abriu. Seu tio entrou sem bater. Trazia duas cervejas na mão. Ficou parado no batente. Gaby cobriu o peito com os braços imediatamente, mas ele já tinha visto tudo: as tetas macias, os mamilos claros e duros, a barriga um pouco arredondada, a marca do sutiã na pele. —Desculpa —disse, mas não se moveu de imediato—. Trouxe isso. Estendeu uma cerveja. Gaby pegou com uma só mão, ainda se cobrindo. Estava vermelha até o pescoço. Enquanto ele saía pensou: “Com certeza achou que eu já tinha me trocado… ou tocou sem querer… qualquer um pode errar de porta”. Tentou se convencer de que não tinha sido de propósito. Quando desceu para o terraço ele já estava sentado. Sorriu para ela. —Fica bem nesse biquíni. Gaby riu nervosa e se ajeitou uma alça.
—Tá velho. Quase não uso.
Entrou na água sem dizer mais nada.
Nadaram. Ele entrou também. Começaram a brincar: ele a empurrava, a segurava pela cintura, a levantava e soltava. Nesses agarros teve vários toques que já não pareciam tão acidentais. Uma vez a mão escorregou pelo lado do peito. Outra roçou a bunda dela ao empurrar. Gaby ria nervosa e se afastava, mas não parava a brincadeira.
Durante a tarde ficaram tomando cerveja na varanda. Falaram do bar, dos clientes, do estranho que era não poder checar o celular. Na hora do jantar Gaby já estava meio bêbada: ria mais fácil e as palavras meio que se embolavam. Depois do jantar ele sacou a tequila. Serviu dois copos. Sentaram-se de novo lá fora. Foi aí que ele pôs a mão no joelho dela.
A mão ficou ali um tempo. Ele acariciou a pele com o polegar. Ela soltou o ar e riu baixinho, nervosa.
—Tá tensa desde que chegamos —disse ele.
—É que antes de vir a gente brigou de novo com meu namorado. Por uma bobagem.
—Por isso aceitou vir.
Gaby não respondeu. A mão subiu um pouco mais pra parte de dentro da coxa. Ela não tirou. Falaram da falta de sinal. Depois voltaram pra piscina, já de noite.
A água estava mais fria. Gaby já tinha bebido bastante e dava pra ver. Ele, ao vê-la mais pra lá de Bagdá, começou a tocar com menos disfarce. Passava a mão pela cintura e deixava mais tempo, roçava a bunda, segurava os lados. O frio deixou os bicos ainda mais duros e ficaram marcados claros através do tecido azul do biquíni.
Ele olhou de frente, sorrindo de canto.
—Tá com os bicos durões.
Gaby baixou o olhar, viu os próprios bicos marcados e sentiu um calor forte subir no rosto. Riu nervosa, cruzou os braços um instante e depois baixou.
—É o frio, só isso… —murmurou.
Quando saíram por causa do frio entraram na casa. Ele tirou o copo dela, segurou pela nuca e beijou. Gaby ficou tensa. Depois, bem devagar, ela correspondeu. Se beijaram um tempo na sala. Ele abaixou as alças do biquíni dela e tocou os peitos por cima. Os mamilos estavam duros contra a palma da mão. Ela se deixou, mas quando a mão desceu mais, ela se afastou um pouco.
—Melhor… melhor a gente ir dormir.
Ele assentiu. A acompanhou até o quarto. Quando fez menção de ir embora, Gaby segurou o pulso dele.
—Não vai. Não quero dormir sozinha.
Ele ficou. Se deitaram. Ela de lado, ele atrás. Ficaram calados vários minutos. Gaby sentia o peito dele contra as costas. Sem dizer nada, abaixou a mão e roçou o volume por cima do biquíni. Ele ficou tenso, mas não se mexeu.
Gaby riu baixinho.
—Tô bem bêbada…
Não tirou a mão. Depois, bem devagar, abaixou um pouco o tecido e tirou o pau dele. Estava grosso, escuro, quente. Segurou sem mexer no começo, hesitando. Ficou assim um bom tempo.
—A gente não devia… —sussurrou.
Ele beijou o ombro dela. Ela começou a mover a mão devagar. Ele passou um braço por cima e tocou a barriga macia, depois subiu até um peito e beliscou o mamilo claro. Quando enfiou a mão entre as pernas dela e afastou o biquíni, ela abriu um pouco as pernas. Sentiu-se o pelo grosso e molhado. Ele esfregou o clitóris com os dedos. Gaby mordeu o lábio e empurrou um pouco os quadris.
Ficaram assim um bom tempo. Quando ele se ajeitou atrás dela e sentiu a cabeça do pau roçando a entrada, Gaby ficou tensa de repente e pôs uma mão na coxa dele.
—Espera… põe camisinha. Por favor.
Ele parou. Procurou na carteira, colocou com calma e se ajeitou de novo. Levantou um pouco a perna dela e foi entrando devagar. Gaby soltou um gemido longo e escondeu o rosto no travesseiro. Sentia ele grosso dentro dela. Começou a se mover com calma, bem fundo. Ela gemia baixinho, com o rosto escondido, mas de vez em quando empurrava um pouco pra trás. Ouvia-se o som molhado da buceta dela.
Quando ele gozou, se ficou quieto, respirando pesado contra o pescoço dela. Depois saiu com cuidado. Gaby não se mexeu. Estava com o biquíni todo bagunçado, os pelos molhados e a respiração ofegante. Ele tirou a camisinha e se ajeitou atrás dela de novo. Passou um braço pela cintura dela. Ela não se afastou. Ficaram calados por muito tempo. Lá fora dava pra ouvir os grilos. No final, Gaby falou, bem baixinho: —Amanhã… não fala nada. —Não. Ela assentiu de leve e fechou os olhos. Ficou grudada no peito dele, ainda sensível, com os mamilos claros roçando no braço dele. Lá fora continuava sem nenhum sinal. Ninguém ia ficar sabendo de nada. — Gaby acordou antes dele. Estava com a boca pastosa e o corpo sensível. Ficou parada olhando pro teto por um bom tempo. Lembrou da noite anterior com clareza demais. Levantou, vestiu só a camiseta dele e desceu pra cozinha. Colocou água pra ferver pro café. Quando ele desceu, ela já estava sentada na mesa, com as pernas recolhidas. —Como você acordou? —perguntou ele, coçando a barba. —Estranha —respondeu—. Como se eu ainda estivesse sonhando metade do que rolou ontem. Ele riu baixinho, sem deboche, e se serviu de café. Sentou na frente dela. —Eu dormi como uma pedra. Fazia anos que eu não ficava tão acabado. Gaby olhou pra xícara. Deu um gole. —Traí meu namorado. Com meu tio. Na casa da família. Tá pesando. Bastante. Mas já foi. Ele assentiu, sério dessa vez. —Te chamei pra vir porque eu queria que acontecesse. Faz tempo. Não foi coincidência. Se for sincero, tava há meses pensando em como te tirar da cidade por um fim de semana. Gaby soltou o ar e negou com a cabeça, quase sorrindo. —E eu aceitei. Isso é o que mais me irrita em mim mesma. Ficaram calados um tempo. Ele falou de novo, mais suave: —Você se arrepende? —De momento em momento. Agora sim. Ontem, enquanto tava acontecendo… nem tanto. Ele assentiu de novo e não forçou mais o assunto. Ficaram tomando o café enquanto a luz entrava forte e dava pra ouvir os pássaros. —Vou tomar banho —disse ela por fim. —Vai. Eu vou preparando algo de café da manhã de verdade. Gaby subiu sozinha. Ficou embaixo da água quente mais tempo do que precisava. Quando saiu, ainda nua e com o cabelo molhado, ele estava sentado na beira da cama dela. Ela parou na porta, surpresa. —Achei que você estava na cozinha. —Subi pra te deixar roupa limpa. E… a verdade é que eu queria te ver. Ele tirou a toalha devagar. Gaby ficou nua na frente dele: peitos macios, mamilos claros já duros de novo, barriga um pouco arredondada, pelos semidepilados escuros e grossos no monte. Ele pegou a calcinha cinza de algodão que ela tinha trazido, se agachou e segurou pra ela enfiar os pés. Subiu com cuidado até ajeitar. Depois colocou o sutiã, ajeitou os peitos dentro das taças e fechou o fecho atrás. Gaby se deixou, com o rosto quente. —Me sinto como se tivesse quinze anos —murmurou. —Não tem —respondeu ele enquanto passava a blusa—. Mas eu gosto de fazer isso. Sempre fui dos que curtem os detalhes. Segurou o short, subiu e deu um tapinha leve na coxa dela quando terminou. —Pronto. Já parece gente de novo. Desceram. Tomaram café com ovos e feijão que ele tinha esquentado. Falaram do negócio dos pelúcias, de um cliente que sempre queria pechinchar, do quanto os grilos se ouviam à noite. A estranheza ainda estava lá, mas já não era tão densa. Saíram pro centro ao meio-dia. Andaram um pouco pela praça, olharam algumas lojas e perto das três entraram na lanchonete. Pediram carne assada. Enquanto comiam, ele falou mais: —Faz anos que não vinha nessa lanchonete. Antes vinha com sua tia, quando a gente ainda estava junto. É estranho te trazer aqui. Gaby empurrou um feijão com a tortilha. —Esse fim de semana todo tá estranho. —E seu namorado? Já te escreveu? —Ontem à tarde. Falei que tava tudo bem. Nem sei por que respondi tão rápido. Cada vez que olho o telefone sinto que vai dar na minha cara. Não sei como vou fazer terça quando eu o ver. Sinto que a verdade vai sair só de olhar pra ele. Ele tocou o dorso da mão dela sobre a mesa. —Não vai dar nada na sua cara se você não quiser. Somos adultos. Ninguém tem por que saber. Já dormimos juntos ontem à noite. Quando voltarmos é melhor você subir suas coisas pro meu quarto. Não faz sentido a gente ficar em quartos separados. Gaby assentiu devagar. —É… faz sentido. Depois de comer pararam na farmácia. Ele entrou com ela. Pediu o Viagra em voz baixa. A farmacêutica nem levantou a sobrancelha. Ao sair Gaby riu nervosa. You may also like... La visita de mi suegra La sexy de mi tia solita para mi Un viejo nos fuck a mi mama y a mi —Nunca tinha entrado numa farmácia pra comprar isso. —Eu também não faz muito tempo. Mas preferi não fazer o ridículo hoje à noite se o corpo não responder. Quando chegaram em casa Gaby pegou a mala sem dizer nada e subiu direto pro quarto dele. Começou a arrumar a roupa numa cadeira e numa gaveta vazia. Ele observou da porta e não acrescentou nada. Deixaram as coisas e decidiram entrar na piscina. Subiram pro quarto juntos pra se trocar. Gaby, com menos pudor que no dia anterior, tirou a blusa e o short na frente dele. Ficou de sutiã e calcinha um momento, depois tirou também. Ele tirou a camiseta e a calça ao mesmo tempo. Tinha pouco pelo no peito, só uma linha fina que descia pra barriga, e um pouco mais nas pernas. O pau, ainda mole, parecia grosso e de tamanho médio, mais largo que comprido, com a cabeça um pouco mais escura. Se olharam nus um segundo. Ela colocou um biquíni preto que tinha trazido de reserva (o azul tinha usado no dia anterior), sabendo que ele a olhava. Ele colocou a sunga. Desceram pra piscina. A água estava fresca. No começo nadaram e se empurraram, mas os toques já não pretendiam ser acidentais. Ele ele acariciava o corpo, deixava as mãos na bunda, beijava o pescoço dela quando chegavam perto da borda. Gaby retribuía os beijos, passava as mãos pelo peito dele. Num momento ele desamarrou a parte de cima do biquíni preto e tirou completamente. Os peitos ficaram livres, mamilos claros já duros por causa da água fria. Se tocaram por cima e por baixo do tecido, se esfregaram, se excitaram, mas não chegaram à penetração. Ele abaixou a calcinha do biquíni dela dentro da água e enfiou os dedos. Ela se agarrou aos ombros dele e gemeu contra a boca dele. Depois ele devolveu, enfiando a mão dentro do traje de banho dela. Ficaram assim um bom tempo, se tocando e se beijando, até que o frio venceu. Saíram nus. A água escorria pelo corpo deles. Gaby pegou as duas peças do biquíni e o traje de banho dele e levou ao banheiro para pendurar e secar. Ele a seguiu. Ela pegou uma camiseta grande dele e vestiu, sem nada por baixo. Os mamilos claros ficaram marcados de imediato contra o tecido. Ele notou e sorriu de canto. —Dá pra ver. Gaby baixou o olhar por um segundo e riu nervosa. —Nada que você não tenha visto antes. Ele vestiu só a calça do pijama, sem camiseta. Desceram para a cozinha. Jantaram o que encontraram: queijo, pão, umas frutas. Abriram mais cervejas e se sentaram na sala. Conversaram bastante sobre como ela se sentia ao pensar na terça, de como tinha sido fácil cruzar a linha, de que os dois sabiam que isso não podia se repetir na cidade. Ele contou que às vezes se sentia velho e que esse fim de semana tinha lembrado que ainda podia desejar alguém com vontade. Ela confessou que tinha medo de olhar na cara do namorado e ao mesmo tempo não queria que o domingo acabasse. Quando já estava escuro e já tinham várias cervejas na cabeça, foram para o quarto. Tiraram o pouco que traziam. Se tocaram devagar. Ele colocou a camisinha. Comeu ela de lado, fundo, com calma. Gaby gemia baixinho, agarrada ao braço. Depois de um tempo ele perguntou, com a voz rouca perto do ouvido dela:
—Onde você quer que eu goze?
Gaby hesitou só um segundo.
—Dentro… quero sentir.
Ele saiu, tirou a camisinha e voltou a entrar. Dessa vez foi diferente. Mais quente, mais direto. Quando ele gozou dentro ela ficou parada, com as pernas ao redor da cintura dele, sentindo o pulsar e o calor do esperma. Ela gostou. Percebeu que gostava de se sentir preenchida.
Mais tarde, já no escuro, estavam abraçados. Gaby tinha as costas contra o peito dele. Ele acariciava o braço dela.
—Amanhã a gente volta —disse ela.
—É. E na terça no bar a gente age como sempre.
—Como sempre —repetiu ela.
Ficaram em silêncio. Lá fora dava pra ouvir os grilos. Gaby estava com os olhos abertos no escuro, sentindo o corpo grande dele atrás dela.
Lá fora continuava sem sinal.
Ninguém ia ficar sabendo de nada.
—
Gaby acordou nua. O lençol cobria só até o quadril. Ele continuava dormindo de barriga pra cima, respirando pesado. Ela ficou olhando ele por um momento. Lembrou do esperma da noite anterior ainda um pouco grudento entre as coxas.
Se ajeitou devagar. Desceu pela cama até ficar na altura do quadril dele. Puxou um pouco o lençol. O pau estava mole, grosso, pesado sobre a coxa. Gaby olhou por um segundo e depois aproximou o rosto. Pôs a língua pra fora e começou a lamber devagar, só com a ponta, da base até a cabeça. Ele se mexeu um pouco entre sonhos. Ela continuou, passando a língua chata por baixo, rodeando a cabeça, sentindo como ia endurecendo aos poucos na boca dela.
CAPÍTULO 2
Quando já estava meio duro ela enfiou inteiro. Foi um pouco difícil por causa da grossura. Desceu até sentir tocar a garganta e ficou ali um momento, respirando pelo nariz. Depois começou a subir e descer com calma, chupando, molhando tudo. Ele acordou com um grunhido baixo e pôs uma mão no cabelo dela. Gaby levantou o olhar por um segundo, olhou pra ele, e continuou. Se ela chupou com vontade, babada. Ele estava completamente duro agora. Ele a puxou suavemente para cima. Se beijaram. Ela se ajeitou montada e foi colocando devagar, sem camisinha. Estava sensível e molhada. Sentou até o fundo e ficou parada um momento, sentindo ele pulsar dentro. Depois começou a se mover. Ele segurava os quadris dela. Os peitos dela balançavam suaves, mamilos claros duros. Gaby ficou por cima bastante tempo. Gozou assim, apertando ele com as pernas. Ele a virou e ficou por cima. Penetrou fundo, olhando pra ela. Depois a ajeitou de joelhos. Segurou pelos quadris e empurrou com mais força. Dava pra ouvir o som molhado. Por último se ajoelhou na cama, a ajeitou deitada de lado na beirada e meteu em pé. Segurava ela por uma coxa. —Onde você quer que eu goze? —Dentro… de novo. Ele se enterrou e gozou. Gaby sentiu o pulsar quente enchendo ela. Ficou parada, curtindo a sensação. Se separaram devagar. Ficaram deitados um tempo em silêncio, suados. Depois desceram pra cozinha. Fizeram café e esquentaram pão com ovo. Sentaram na mesa e falaram do que tinha acontecido no fim de semana, da culpa que ia e voltava, de que os dois sabiam que na cidade não podiam repetir. Gaby disse que precisavam passar numa farmácia pra pegar a pílula do dia seguinte. Ele concordou. Subiram pra tomar banho. A água quente batia neles. Se ensaboaram. Gaby se agachou e pegou o pau dele na boca de novo. Dessa vez chupou mais devagar. Ele se apoiou na parede e acariciou o cabelo dela. Chegou na beira mas não terminou de vez. Gaby se levantou e ele a beijou. —Eu te imaginava com a buceta toda depilada —disse ele—. Completamente lisinha. Gaby riu nervosa embaixo d'água. —Meu namorado gosta só depilada. Por isso quase sempre deixo assim. Dessa vez deu preguiça e deixei meio depilada. Ele passou a mão entre as pernas dela, tocando os pelos molhados. Saíram do chuveiro. Gaby, ainda molhada, pediu pra ele: —Me veste de novo… como ontem. Ele pegou uma calcinha preta de algodão, segurou e subiu devagar. Depois colocou um top fino bege, sem sutiã. Os mamilos claros ficaram marcados na hora contra o tecido fino. Por último, ajudou ela a vestir uma saia de tecido fino cor terracota que chegava na metade da coxa. —Pronto. Desceram, terminaram de arrumar as malas e fecharam a casa. Antes de sair, ficaram parados na sala. Ele a pegou pela cintura e a beijou longo, profundo. Gaby correspondeu com intensidade. Se separaram e saíram. No carro, ele dirigia com uma mão e a outra na coxa dela. O tecido fino do top fazia os mamilos ficarem marcados cada vez que o ar-condicionado batia. Ele notou mais de uma vez. —Na terça, no lugar… —começou ele. —Agimos normal —completou ela—. Como se esse fim de semana não tivesse existido. —Ninguém fica sabendo. Nem seu namorado, nem a família. —Ninguém. Quando o sinal do celular começou a voltar, o estômago de Gaby se fechou. Começaram a chegar mensagens atrasadas do namorado. A culpa voltou de repente. Ela tirou a mão de cima da dele com suavidade. Pararam numa farmácia na estrada. Ele desceu e comprou a pílula do dia seguinte. Deu pra Gaby. Ela tomou com um gole de água. Chegaram no prédio dela perto das cinco. Ele desceu a mala e deixou na entrada. Ficaram parados na calçada. Ele se aproximou mais do que precisava, colocou uma mão na cintura baixa dela e a beijou uma última vez. Foi profundo, com língua, apertando ela contra ele. Gaby se deixou. Quando se separaram, ele roçou o lábio inferior dela com o polegar. —A gente se vê na terça. —Na terça. Ele voltou pro carro. Gaby subiu, entrou no apartamento e fechou a porta. Ficou encostada nela vários segundos. Depois deixou a mala no chão, tirou os sapatos e sentou no sofá sem acender a luz. O top bege ainda marcava os mamilos. Ainda tinha o cheiro dele. Desbloqueou o telefone. Abriu as mensagens do namorado. Leu devagar. No final escreveu: “Já cheguei. Tudo bem. O caminho foi pesado. Te conto depois.” Enviou. Deixou o telefone de bruços. Ficou sentada na penumbra, com as pernas recolhidas e a sensação do esperma da manhã ainda presente. Sabia que na terça o veria no local, que iam se cumprimentar como sempre, e que nenhum dos dois ia mencionar o fim de semana. Já não havia volta. E os dois tinham aceitado. Deixa uma resposta
—Melhor… melhor a gente ir dormir.
Ele assentiu. A acompanhou até o quarto. Quando fez menção de ir embora, Gaby segurou o pulso dele.
—Não vai. Não quero dormir sozinha.
Ele ficou. Se deitaram. Ela de lado, ele atrás. Ficaram calados vários minutos. Gaby sentia o peito dele contra as costas. Sem dizer nada, abaixou a mão e roçou o volume por cima do biquíni. Ele ficou tenso, mas não se mexeu.
Gaby riu baixinho.
—Tô bem bêbada…
Não tirou a mão. Depois, bem devagar, abaixou um pouco o tecido e tirou o pau dele. Estava grosso, escuro, quente. Segurou sem mexer no começo, hesitando. Ficou assim um bom tempo.
—A gente não devia… —sussurrou.
Ele beijou o ombro dela. Ela começou a mover a mão devagar. Ele passou um braço por cima e tocou a barriga macia, depois subiu até um peito e beliscou o mamilo claro. Quando enfiou a mão entre as pernas dela e afastou o biquíni, ela abriu um pouco as pernas. Sentiu-se o pelo grosso e molhado. Ele esfregou o clitóris com os dedos. Gaby mordeu o lábio e empurrou um pouco os quadris.
Ficaram assim um bom tempo. Quando ele se ajeitou atrás dela e sentiu a cabeça do pau roçando a entrada, Gaby ficou tensa de repente e pôs uma mão na coxa dele.
—Espera… põe camisinha. Por favor.
Ele parou. Procurou na carteira, colocou com calma e se ajeitou de novo. Levantou um pouco a perna dela e foi entrando devagar. Gaby soltou um gemido longo e escondeu o rosto no travesseiro. Sentia ele grosso dentro dela. Começou a se mover com calma, bem fundo. Ela gemia baixinho, com o rosto escondido, mas de vez em quando empurrava um pouco pra trás. Ouvia-se o som molhado da buceta dela.
Quando ele gozou, se ficou quieto, respirando pesado contra o pescoço dela. Depois saiu com cuidado. Gaby não se mexeu. Estava com o biquíni todo bagunçado, os pelos molhados e a respiração ofegante. Ele tirou a camisinha e se ajeitou atrás dela de novo. Passou um braço pela cintura dela. Ela não se afastou. Ficaram calados por muito tempo. Lá fora dava pra ouvir os grilos. No final, Gaby falou, bem baixinho: —Amanhã… não fala nada. —Não. Ela assentiu de leve e fechou os olhos. Ficou grudada no peito dele, ainda sensível, com os mamilos claros roçando no braço dele. Lá fora continuava sem nenhum sinal. Ninguém ia ficar sabendo de nada. — Gaby acordou antes dele. Estava com a boca pastosa e o corpo sensível. Ficou parada olhando pro teto por um bom tempo. Lembrou da noite anterior com clareza demais. Levantou, vestiu só a camiseta dele e desceu pra cozinha. Colocou água pra ferver pro café. Quando ele desceu, ela já estava sentada na mesa, com as pernas recolhidas. —Como você acordou? —perguntou ele, coçando a barba. —Estranha —respondeu—. Como se eu ainda estivesse sonhando metade do que rolou ontem. Ele riu baixinho, sem deboche, e se serviu de café. Sentou na frente dela. —Eu dormi como uma pedra. Fazia anos que eu não ficava tão acabado. Gaby olhou pra xícara. Deu um gole. —Traí meu namorado. Com meu tio. Na casa da família. Tá pesando. Bastante. Mas já foi. Ele assentiu, sério dessa vez. —Te chamei pra vir porque eu queria que acontecesse. Faz tempo. Não foi coincidência. Se for sincero, tava há meses pensando em como te tirar da cidade por um fim de semana. Gaby soltou o ar e negou com a cabeça, quase sorrindo. —E eu aceitei. Isso é o que mais me irrita em mim mesma. Ficaram calados um tempo. Ele falou de novo, mais suave: —Você se arrepende? —De momento em momento. Agora sim. Ontem, enquanto tava acontecendo… nem tanto. Ele assentiu de novo e não forçou mais o assunto. Ficaram tomando o café enquanto a luz entrava forte e dava pra ouvir os pássaros. —Vou tomar banho —disse ela por fim. —Vai. Eu vou preparando algo de café da manhã de verdade. Gaby subiu sozinha. Ficou embaixo da água quente mais tempo do que precisava. Quando saiu, ainda nua e com o cabelo molhado, ele estava sentado na beira da cama dela. Ela parou na porta, surpresa. —Achei que você estava na cozinha. —Subi pra te deixar roupa limpa. E… a verdade é que eu queria te ver. Ele tirou a toalha devagar. Gaby ficou nua na frente dele: peitos macios, mamilos claros já duros de novo, barriga um pouco arredondada, pelos semidepilados escuros e grossos no monte. Ele pegou a calcinha cinza de algodão que ela tinha trazido, se agachou e segurou pra ela enfiar os pés. Subiu com cuidado até ajeitar. Depois colocou o sutiã, ajeitou os peitos dentro das taças e fechou o fecho atrás. Gaby se deixou, com o rosto quente. —Me sinto como se tivesse quinze anos —murmurou. —Não tem —respondeu ele enquanto passava a blusa—. Mas eu gosto de fazer isso. Sempre fui dos que curtem os detalhes. Segurou o short, subiu e deu um tapinha leve na coxa dela quando terminou. —Pronto. Já parece gente de novo. Desceram. Tomaram café com ovos e feijão que ele tinha esquentado. Falaram do negócio dos pelúcias, de um cliente que sempre queria pechinchar, do quanto os grilos se ouviam à noite. A estranheza ainda estava lá, mas já não era tão densa. Saíram pro centro ao meio-dia. Andaram um pouco pela praça, olharam algumas lojas e perto das três entraram na lanchonete. Pediram carne assada. Enquanto comiam, ele falou mais: —Faz anos que não vinha nessa lanchonete. Antes vinha com sua tia, quando a gente ainda estava junto. É estranho te trazer aqui. Gaby empurrou um feijão com a tortilha. —Esse fim de semana todo tá estranho. —E seu namorado? Já te escreveu? —Ontem à tarde. Falei que tava tudo bem. Nem sei por que respondi tão rápido. Cada vez que olho o telefone sinto que vai dar na minha cara. Não sei como vou fazer terça quando eu o ver. Sinto que a verdade vai sair só de olhar pra ele. Ele tocou o dorso da mão dela sobre a mesa. —Não vai dar nada na sua cara se você não quiser. Somos adultos. Ninguém tem por que saber. Já dormimos juntos ontem à noite. Quando voltarmos é melhor você subir suas coisas pro meu quarto. Não faz sentido a gente ficar em quartos separados. Gaby assentiu devagar. —É… faz sentido. Depois de comer pararam na farmácia. Ele entrou com ela. Pediu o Viagra em voz baixa. A farmacêutica nem levantou a sobrancelha. Ao sair Gaby riu nervosa. You may also like... La visita de mi suegra La sexy de mi tia solita para mi Un viejo nos fuck a mi mama y a mi —Nunca tinha entrado numa farmácia pra comprar isso. —Eu também não faz muito tempo. Mas preferi não fazer o ridículo hoje à noite se o corpo não responder. Quando chegaram em casa Gaby pegou a mala sem dizer nada e subiu direto pro quarto dele. Começou a arrumar a roupa numa cadeira e numa gaveta vazia. Ele observou da porta e não acrescentou nada. Deixaram as coisas e decidiram entrar na piscina. Subiram pro quarto juntos pra se trocar. Gaby, com menos pudor que no dia anterior, tirou a blusa e o short na frente dele. Ficou de sutiã e calcinha um momento, depois tirou também. Ele tirou a camiseta e a calça ao mesmo tempo. Tinha pouco pelo no peito, só uma linha fina que descia pra barriga, e um pouco mais nas pernas. O pau, ainda mole, parecia grosso e de tamanho médio, mais largo que comprido, com a cabeça um pouco mais escura. Se olharam nus um segundo. Ela colocou um biquíni preto que tinha trazido de reserva (o azul tinha usado no dia anterior), sabendo que ele a olhava. Ele colocou a sunga. Desceram pra piscina. A água estava fresca. No começo nadaram e se empurraram, mas os toques já não pretendiam ser acidentais. Ele ele acariciava o corpo, deixava as mãos na bunda, beijava o pescoço dela quando chegavam perto da borda. Gaby retribuía os beijos, passava as mãos pelo peito dele. Num momento ele desamarrou a parte de cima do biquíni preto e tirou completamente. Os peitos ficaram livres, mamilos claros já duros por causa da água fria. Se tocaram por cima e por baixo do tecido, se esfregaram, se excitaram, mas não chegaram à penetração. Ele abaixou a calcinha do biquíni dela dentro da água e enfiou os dedos. Ela se agarrou aos ombros dele e gemeu contra a boca dele. Depois ele devolveu, enfiando a mão dentro do traje de banho dela. Ficaram assim um bom tempo, se tocando e se beijando, até que o frio venceu. Saíram nus. A água escorria pelo corpo deles. Gaby pegou as duas peças do biquíni e o traje de banho dele e levou ao banheiro para pendurar e secar. Ele a seguiu. Ela pegou uma camiseta grande dele e vestiu, sem nada por baixo. Os mamilos claros ficaram marcados de imediato contra o tecido. Ele notou e sorriu de canto. —Dá pra ver. Gaby baixou o olhar por um segundo e riu nervosa. —Nada que você não tenha visto antes. Ele vestiu só a calça do pijama, sem camiseta. Desceram para a cozinha. Jantaram o que encontraram: queijo, pão, umas frutas. Abriram mais cervejas e se sentaram na sala. Conversaram bastante sobre como ela se sentia ao pensar na terça, de como tinha sido fácil cruzar a linha, de que os dois sabiam que isso não podia se repetir na cidade. Ele contou que às vezes se sentia velho e que esse fim de semana tinha lembrado que ainda podia desejar alguém com vontade. Ela confessou que tinha medo de olhar na cara do namorado e ao mesmo tempo não queria que o domingo acabasse. Quando já estava escuro e já tinham várias cervejas na cabeça, foram para o quarto. Tiraram o pouco que traziam. Se tocaram devagar. Ele colocou a camisinha. Comeu ela de lado, fundo, com calma. Gaby gemia baixinho, agarrada ao braço. Depois de um tempo ele perguntou, com a voz rouca perto do ouvido dela:
—Onde você quer que eu goze?
Gaby hesitou só um segundo.
—Dentro… quero sentir.
Ele saiu, tirou a camisinha e voltou a entrar. Dessa vez foi diferente. Mais quente, mais direto. Quando ele gozou dentro ela ficou parada, com as pernas ao redor da cintura dele, sentindo o pulsar e o calor do esperma. Ela gostou. Percebeu que gostava de se sentir preenchida.
Mais tarde, já no escuro, estavam abraçados. Gaby tinha as costas contra o peito dele. Ele acariciava o braço dela.
—Amanhã a gente volta —disse ela.
—É. E na terça no bar a gente age como sempre.
—Como sempre —repetiu ela.
Ficaram em silêncio. Lá fora dava pra ouvir os grilos. Gaby estava com os olhos abertos no escuro, sentindo o corpo grande dele atrás dela.
Lá fora continuava sem sinal.
Ninguém ia ficar sabendo de nada.
—
Gaby acordou nua. O lençol cobria só até o quadril. Ele continuava dormindo de barriga pra cima, respirando pesado. Ela ficou olhando ele por um momento. Lembrou do esperma da noite anterior ainda um pouco grudento entre as coxas.
Se ajeitou devagar. Desceu pela cama até ficar na altura do quadril dele. Puxou um pouco o lençol. O pau estava mole, grosso, pesado sobre a coxa. Gaby olhou por um segundo e depois aproximou o rosto. Pôs a língua pra fora e começou a lamber devagar, só com a ponta, da base até a cabeça. Ele se mexeu um pouco entre sonhos. Ela continuou, passando a língua chata por baixo, rodeando a cabeça, sentindo como ia endurecendo aos poucos na boca dela.
CAPÍTULO 2
Quando já estava meio duro ela enfiou inteiro. Foi um pouco difícil por causa da grossura. Desceu até sentir tocar a garganta e ficou ali um momento, respirando pelo nariz. Depois começou a subir e descer com calma, chupando, molhando tudo. Ele acordou com um grunhido baixo e pôs uma mão no cabelo dela. Gaby levantou o olhar por um segundo, olhou pra ele, e continuou. Se ela chupou com vontade, babada. Ele estava completamente duro agora. Ele a puxou suavemente para cima. Se beijaram. Ela se ajeitou montada e foi colocando devagar, sem camisinha. Estava sensível e molhada. Sentou até o fundo e ficou parada um momento, sentindo ele pulsar dentro. Depois começou a se mover. Ele segurava os quadris dela. Os peitos dela balançavam suaves, mamilos claros duros. Gaby ficou por cima bastante tempo. Gozou assim, apertando ele com as pernas. Ele a virou e ficou por cima. Penetrou fundo, olhando pra ela. Depois a ajeitou de joelhos. Segurou pelos quadris e empurrou com mais força. Dava pra ouvir o som molhado. Por último se ajoelhou na cama, a ajeitou deitada de lado na beirada e meteu em pé. Segurava ela por uma coxa. —Onde você quer que eu goze? —Dentro… de novo. Ele se enterrou e gozou. Gaby sentiu o pulsar quente enchendo ela. Ficou parada, curtindo a sensação. Se separaram devagar. Ficaram deitados um tempo em silêncio, suados. Depois desceram pra cozinha. Fizeram café e esquentaram pão com ovo. Sentaram na mesa e falaram do que tinha acontecido no fim de semana, da culpa que ia e voltava, de que os dois sabiam que na cidade não podiam repetir. Gaby disse que precisavam passar numa farmácia pra pegar a pílula do dia seguinte. Ele concordou. Subiram pra tomar banho. A água quente batia neles. Se ensaboaram. Gaby se agachou e pegou o pau dele na boca de novo. Dessa vez chupou mais devagar. Ele se apoiou na parede e acariciou o cabelo dela. Chegou na beira mas não terminou de vez. Gaby se levantou e ele a beijou. —Eu te imaginava com a buceta toda depilada —disse ele—. Completamente lisinha. Gaby riu nervosa embaixo d'água. —Meu namorado gosta só depilada. Por isso quase sempre deixo assim. Dessa vez deu preguiça e deixei meio depilada. Ele passou a mão entre as pernas dela, tocando os pelos molhados. Saíram do chuveiro. Gaby, ainda molhada, pediu pra ele: —Me veste de novo… como ontem. Ele pegou uma calcinha preta de algodão, segurou e subiu devagar. Depois colocou um top fino bege, sem sutiã. Os mamilos claros ficaram marcados na hora contra o tecido fino. Por último, ajudou ela a vestir uma saia de tecido fino cor terracota que chegava na metade da coxa. —Pronto. Desceram, terminaram de arrumar as malas e fecharam a casa. Antes de sair, ficaram parados na sala. Ele a pegou pela cintura e a beijou longo, profundo. Gaby correspondeu com intensidade. Se separaram e saíram. No carro, ele dirigia com uma mão e a outra na coxa dela. O tecido fino do top fazia os mamilos ficarem marcados cada vez que o ar-condicionado batia. Ele notou mais de uma vez. —Na terça, no lugar… —começou ele. —Agimos normal —completou ela—. Como se esse fim de semana não tivesse existido. —Ninguém fica sabendo. Nem seu namorado, nem a família. —Ninguém. Quando o sinal do celular começou a voltar, o estômago de Gaby se fechou. Começaram a chegar mensagens atrasadas do namorado. A culpa voltou de repente. Ela tirou a mão de cima da dele com suavidade. Pararam numa farmácia na estrada. Ele desceu e comprou a pílula do dia seguinte. Deu pra Gaby. Ela tomou com um gole de água. Chegaram no prédio dela perto das cinco. Ele desceu a mala e deixou na entrada. Ficaram parados na calçada. Ele se aproximou mais do que precisava, colocou uma mão na cintura baixa dela e a beijou uma última vez. Foi profundo, com língua, apertando ela contra ele. Gaby se deixou. Quando se separaram, ele roçou o lábio inferior dela com o polegar. —A gente se vê na terça. —Na terça. Ele voltou pro carro. Gaby subiu, entrou no apartamento e fechou a porta. Ficou encostada nela vários segundos. Depois deixou a mala no chão, tirou os sapatos e sentou no sofá sem acender a luz. O top bege ainda marcava os mamilos. Ainda tinha o cheiro dele. Desbloqueou o telefone. Abriu as mensagens do namorado. Leu devagar. No final escreveu: “Já cheguei. Tudo bem. O caminho foi pesado. Te conto depois.” Enviou. Deixou o telefone de bruços. Ficou sentada na penumbra, com as pernas recolhidas e a sensação do esperma da manhã ainda presente. Sabia que na terça o veria no local, que iam se cumprimentar como sempre, e que nenhum dos dois ia mencionar o fim de semana. Já não havia volta. E os dois tinham aceitado. Deixa uma resposta
0 comentários - Meu tio, eu e uma casa vazia