JURO QUE ME EMPUTECÍ POR CULPA DO MEU MARIDO 1
O que vou contar pra vocês, até hoje me parece impossível...
Mas, 10 anos depois, ainda continuo vivendo isso.
Eu tinha 19 anos, fazia seis meses que tinha me casado, depois de 5 anos de namoro.
A uma quadra do nosso apartamento, tinha um bar, e como em todos os bares, na frente se juntava uma turma de vagabundos pra tomar cerveja. (nesse caso eram 8 ou 9, 2 ou 3 morenos e 4 ou 5 negões... tudo uns porcos).
-Desculpem minha linguagem, mas naquela época eu ainda era uma moça fina e delicada...
Quase todos os dias, eu comprava ali os cigarros pro meu marido.
E claro, toda vez que me viam, não perdiam a chance de falar alguma coisa. Uma noite, depois de comprar os cigarros, saí rumo à minha casa... e ao passar na frente deles, um disse...
-!!!Que pedaço de raba você tem, gostosa!!!...
É verdade que eu, apressada e distraída, não tinha trocado os shorts escandalosos que tinha usado durante a tarde pro meu esposo. Mas, isso no fim das contas, não autorizava aqueles negões sujos a falarem as porcarias que falavam.
-!!!Olha isso!!!... Olha como o short corta a raba dela no meio...
Eu ignorei, e continuei andando, mas ouvi um deles dizer...
-Essa gatinha, depois que eu arrebentar esse cú na pancada, vocês vão ver que puta que ela vai virar...
Me virei e consegui ver qual deles tinha sido. Eu deveria ter adivinhado, exatamente o pior da turma, um negão de mais de 2 metros, sempre desleixado e com barba de dois ou três dias...
Não me engano se disser que ele era o líder da gangue, e que além disso era um bandido que já tinha sido preso...
Atravessei a rua e entrei na parte mais escura do meu caminho, aqueles 40 metros restantes até minha entrada, era um breu total...
De repente ouvi a voz do negão, ele tinha vindo atrás de mim...
e começou a falar as safadezas e vulgaridades mais sujas que eu já tinha ouvido.
-Eu tô com a pica dura, putinha, você me enlouquece rebolando essa raba desse jeito...
-Você parece uma puta. vadia de rua procurando piroca...
- E... Você vai acabar achando mesmo...
Eu caminhava como se não tivesse ouvindo...
- De repente me dizendo... - Até amanhã, puta de rabão...
Ele se despediu sem vergonha nenhuma...
Nunca tinha sido tratada tão vulgarmente, mas o negão ao me tratar como uma qualquer, e me falar tanta sacanagem e grosseria...
Por mais que me custe admitir, me deixou excitada...
Por sorte meu marido estava dormindo e não acordou...
Porque se ele me tocasse, teria notado que eu estava encharcada...
Aproveito essa pausa pra fazer alguns comentários: nos 5 anos de namoro,
nós nunca tivemos relações sexuais, porque meu esposo entendia que eu deveria chegar virgem ao casamento...
Aceitei porque era a religião dele, a crença dele...
Às vezes, quando ficávamos um tempo sozinhos nos pegando e nos apalpando... Quando ele ia embora, eu ficava bem excitada, mas me virava fazendo umas punhetas daquelas, me tirando a porra na base de pepinos ou bananas. Logo a luxúria me mordeu e pensei: agora vou ter que usar berinjela...
Enquanto as imagens desfilavam na minha cabeça.
Com a questão da religião dele, eu nunca tinha visto a piroca dele, e na noite de núpcias, quando chegou o momento tão esperado, a verdade é que levei um susto feio, porque ele tinha uma coisa pequenininha, era tipo meu dedo indicador...
Eu não conhecia outra e achei que com aquilo eu ia me satisfazer...
Mas o que eu nunca imaginei foi que, depois da primeira semana, meu marido começasse a deixar passar cada vez mais dias entre uma noite de sexo e outra...
Ele era muito carinhoso, mas a verdade é que, mesmo sendo tão pequenininha, depois de ter provado eu queria mais, e tantos dias entre uma e outra me faziam ficar com muita vontade...
Meu marido tinha aceitado um aumento de salário proposto pelo chefe dele... Era uma boa oferta, a promoção implicava num aumento interessante e ainda vários benefícios extras, entre eles 15 dias de férias pagas.
Por pelo menos um ano, ele seria o Gerente de uma subsidiária da empresa numa cidadezinha a 200 km da capital.
Dois dias depois, ele viajou pra assumir o posto e cuidar da subsidiária.
Me deixava sozinha por duas semanas...
- Meu amor, sei que você fica sozinha... Mas, tive que aceitar a oferta, mesmo que a gente tenha que se sacrificar por uns anos, acho que é muito boa...
- Você me entende?...
- Claro, meu amor, mas vou sentir muita sua falta...
- Você não vai me trair, vai?...
- Não, meu amor... - Você sabe que eu sou incapaz...
- É, até agora, mas os gerentes sempre aproveitam o cargo
pra ter uma secretária como amante...
Falei brincando... Se eu imaginasse que seria eu quem faria algo assim...
Ele foi embora, tomei um banho e, ouvindo música, fiquei lendo, até que... Perto das 10 da noite, lembrei que José tinha me deixado um dinheiro pra eu levar pro seu Pedro, o dono do bar, não sei por que motivo... nem me importa...
Me apressei pra chegar antes do seu Pedro fechar e atravessei pra levar o dinheiro...
Ao entrar, passei no meio da turma de vagabundos no balcão, entreguei o dinheiro pro seu Pedro e, me despedindo dele, saí do boteco rumo à minha casa...
Ao entrar na boca de lobo, que eram os 40 metros mais escuros do meu caminho. De novo, ouvi a voz do negão...
- É isso aí, gostosa!!!... - Continua andando assim... puta gostosa, que eu vou bater uma punheta olhando você rebolando esse rabão enorme que você tem!!!...
Me virei pra ver se ele era capaz de se masturbar no meio da rua... E... Era sim!!!... O negão tinha tirado pra fora uma pica bruta e caminhava atrás de mim se punhetando no meio da rua!!!...
Nunca acreditei que existissem picas daquele tamanho, achava que eram exageros dos vídeos pornô...
Não sei se foi pela situação ou pelo tamanho da pica que o degenerado tinha... Apesar do medo, da vergonha e do nojo que eu sentia do negão... Algum instinto obscuro me fez perder totalmente a sanidade... A partir daí, foi meu corpo quem assumiu o controle...
Não sei o que aconteceu comigo, mas não consegui frear as respostas que meu corpo dava a cada estímulo... Me desconhecendo, totalmente fora de controle, senti meus bicos incharem, endurecidos pela putaria que eu já não tentava mais segurar...
Sem pensar muito... Com a buceta ensopada e os bicos duros feito pedra... Comecei a andar mais devagar e muito mais provocante do que antes, o negão degenerado notou e me disse...
-¡¡¡Que gostosa que você tá, cachorra!!!...
- Nesses 15 dias que seu maridinho não vai estar...
- Você vai virar Minha puta...
- Vou te ter enfiada de manhã até a noite...
- E quando eu não tiver mais vontade, vou fazer você dar pra todos os meus amigos e depois te levo pra rua dar por dinheiro...
As coisas que ele me falava e principalmente aquela pica enorme, que não saía da minha cabeça... Me deixavam com um tesão que eu nunca senti antes...
Segui o caminho, naquela altura eu já sabia como aquilo ia terminar...
Pela primeira vez eu ia dar pra outro homem, meu marido tinha sido até agora, o primeiro e único na minha vida...
O negão caminhava tão perto de mim que eu sentia a respiração dele na minha nuca, de repente as mãos dele seguraram minha cintura, me puxaram pra perto e encostou na minha bunda aquela pedaço enorme de carne dura e quente...
- Como um reflexo condicionado, comecei a levantar a bunda...
O negão, passando a mão na minha bunda com aquela pica, me disse...
– Olha pra ela, puta... – Você quer ela, né?...
Sentindo aquela pica roçando na minha bunda...
Não me aguentei e olhei pra ela...
¡¡¡Meu... Deus!!!... ¡¡¡Que pica tremenda... eu nunca teria acreditado!!!...
- Vai, faz uma punheta... ele disse...
– Cê tá louco– respondi...
- Vai, não seja ruim... aqui tá escuro... faz uma punheta...
Insistiu...
Vendo que ele realmente queria que eu batesse uma pra ele na rua...
Com o tesão lá em cima e naquela altura totalmente puta... eu disse...
- Para... Negão filho da puta, pra que arriscar na rua, se eu tô sozinha no apartamento...
Espero que vocês me entendam, com a que tesão absurdo que eu tava naquele momento, apalpada por todos os lados pelo negão e tendo na minha mão aquele pedaço de pau preto, grosso, comprido, quente e pulsando...
Como pensar nas possíveis consequências...
Assim aconteceu, no fim, o que todo mundo já deve ter adivinhado.
Subi com o negão pro meu apartamento...
Naquele momento deviam ser umas 10 e meia da noite...
Já no elevador ele começou a me chupar, tentei evitar por medo dos vizinhos, mas não consegui.
Quando chegamos no meu andar, ele já me levava com as tetas pra fora e toda arrepiada...
Mal entramos, ele perguntou onde ficava o quarto, apontei e ele praticamente me arrastou.
Ele já foi tirando minha roupa, e quando eu tava pelada me joguei na cama... Mas ele pediu...
-Fica de quatro, putinha... -Vou arrebentar essa sua bunda divina...
Minha resposta foi instintiva e sem hesitar obedeci...
Ele se posicionou me deixando entre as pernas dele, cuspiu no meu cu e com a mão começou a espalhar a saliva na entrada...
Sem pensar em nada... Meu corpo ou meu tesão me fizeram levantar a raba...
Senti a ponta da pica empurrando na minha entrada e uma dor forte percorreu meu corpo e eu me queixei bem alto
Ouvi ele dizer...
-Perdão, meu amor... -Você tá com o cu bem fechadinho...
Só então eu reagi... Tinha uma coisa que o negão não sabia, meu cu era virgem... Meu marido nunca tinha pedido e nem eu oferecido...
O negão empurrou de novo e a dor me fez implorar...
-Não, por favor!!!... -Pelo cu não, não seja mau!!!...
-Você tem ele muito grande e... -Nunca fiz por aí...
-Por favor!!!...
O negão me perguntou...
-Esse otário do seu marido não come seu cu?...
-Não...nunca me pediu meu cu...- respondi,
-Você tem a melhor bunda do bairro e seu marido não te fode? -
-Não, nunca fez por trás!!!...
-Que idiota do caralho!!!...
-Então você tem o cu virgem?...
-Sim... respondi quase sussurrando... -Sou virgem de buceta...
Foi só eu falar isso e ele se ajoelhou na minha frente, me fez abrir bem as pernas e começou a chupar minha buceta...
Fiquei com vergonha de dizer que nem meu marido fazia isso comigo...
A língua dele, longa, grossa e áspera, batia com força no meu clitóris, em alguns momentos chupava tão forte que achei que ia arrancar... Enquanto isso, os dedos dele começaram a brincar com meu corpo e, aos poucos, eu sentia eles passando pelo meu cu.
Ele estava me dando um duro, s
Todas aquelas sensações eram totalmente novas pra mim, nunca tinham chupado minha buceta daquele jeito... melhor dizendo, nunca tinham chupado mesmo.
Eu me sentia nas mãos de um homem, de um jeito tão primitivo, tão animal, que pela primeira vez na vida eu estava totalmente entregue a um macho e o sortudo era o negão...
Também enlouqueci
Não demorou muito e, com minhas pernas tremendo e as costas arqueadas, tive um orgasmo enorme, nunca sentido antes...
Vendo atônita um jato surpreendente sair da minha pepita...
Depois da minha gozada louca, acho que não desmaiei, mas perdi a noção de tudo.
Não sei quanto tempo passou, de repente reagi e o Arnoldo, comigo nos braços, estava me fazendo girar na cama...
Fica de quatro, ele disse, abrindo minhas nádegas.
Eu obedeci e ele enfiou a pica na minha buceta, com aquele pedaço descomunal de pau, e começou a me dar umas pancadas brutais...
Não podia acreditar, aquele cacete tremendo tinha entrado fácil...
Ao mesmo tempo que cada enfiada do negão me fazia soltar bufadas, como se eu fosse uma gostosa, eu continuava gozando...
Sentia minha buceta virando do avesso com a grossura daquele pau.
De novo ele mudou minha posição e me fez sentar em cima daquilo. O negão era como uma máquina me comendo.
Depois de tirar não sei quantas gozadas imponentes.
O negão deu uma pausa.
Tempo depois com o negão pelado na minha cama de casal...
Eu, também pelada... Ficava acariciando o pica dele e (confesso)...
Fazia comparações... Só ali me lembrava do meu pobre marido... quando comparava...
Eram 13 ou 14 cm contra 28 ou 29... De grossura nem se fala...
E além disso... Que macho!!!...
Tinha me dado 5 ou 6 gozadas... E tinha me feito gozar outras tantas...
Pensar, quantas vezes eu fingia orgasmos pro meu marido, pra ele não se sentir mal...
Nunca tinha sentido tanto prazer, tinha a buceta dilatada e inchada.
Num momento em que o negão foi ao banheiro, eu me agarrei, me abri e vi como ainda escorria gozo de mim.
Me sentia uma puta e gostava disso, o negão tinha me mostrado um jeito de gozar que eu não conhecia... queria continuar trepando.
O negão voltou do banheiro e evidentemente dava pra ver minha tesão e vontade de continuar...
Ele me perguntou: "você gostou?"
Eu, entregue e completamente puta.
Respondi: "O que você acha?".
Então o negão me disse...
"Bem, puta..., se você gostou, suponho que agora você vai se animar..."
E entregue, eu disse:
"Me animar pra quê?...".
"Não se faz de sonsa."
"Vem pro chão e fica de quatro..." Ordenou...
Eu, morrendo de medo, obedeci, desci da cama e no chão fiquei de quatro com a bunda bem empinada...
O negão encaixou o polegar no meu cu e começou a trabalhar pra me dilatar...
Pedi pra ele me deixar subir na cama porque o chão estava muito frio...
Subi na cama e ele não precisou dizer nada, sozinha voltei a ficar de quatro...
O filho da puta cuspiu e começou a cutucar meu cu com o pica, quando a cabeça entrou, eu, por instinto, empinei bem a bunda...
"Você se anima?"... Me perguntou de novo...
E eu, com medo, mas entregue, respondi:
"Vai..."
E aí sim, o negão não esperou mais e começou a me comer...
Longe de me tratar com cuidado, começou a empurrar com força, cada vez com mais firmeza, tentando abrir minha buceta pela primeira vez...
-Devagarzinho, por favor...
- Pedi
O negão, desesperado e cada vez mais violento, empurrou e empurrou até eu sentir um ferro, comprido, grosso e quente, que chegava até minhas tripas, depois saía quase tudo, e voltava a entrar batendo no fundo... Tava me arrombando o cu...
-¡¡¡Não tão forte não, tá doendo muito!!.. Falei...
O negão tirou, mas, ainda não satisfeito, na hora virou de costas, com aquela pica, bem dura, apontando pro céu como um mastro de bandeira e disse...
- Vem, senta, e eu, sem pensar, sentei nele...
Era uma pica do caralho, sentia minha bunda se abrindo, ardia e doía, mas a verdade é que eu tava gostando.
Sentada de frente pra ele naquela vara, soltei outra gozada gostosa no cu, e nessa altura já tava pedindo pra não parar...
- Quero mais pica, mais pica no cu... falei.
O negão, filho da puta, pra me usar, perguntou...
- O que que cê tem, puta, o que cê quer?
- Quero mais pica, muita pica no meu cu, respondi babando de tesão.
- Ué, não tava doendo muito?..
- Tava, mas eu gosto...
- E eu gosto de gozar pela bunda...
Com essa confissão, o negão se cansou de me dar pica no cu.
Enquanto teve força, ficou me comendo, me macetou tanto tempo e me enrabando tão forte, que saiu sangue do meu cu.
Mas também me tirou duas ou três gozadas inacreditáveis, que eu não acreditaria que dava pra ter com o cu...
E o negão dormiu...
Quando eram sete da manhã, sei porque ouvi o caminhão do lixo...
Ele acordou, me virou de novo de bruços...
E pulando em cima de mim, comeu meu cu, não sei se pela quarta ou quinta vez. E, como desde o começo, sem pena nenhuma.
Com a diferença de que agora, eu pedia mais pica e mais pica.
Até que o negão de novo encheu meu cu de porra e voltou a dormir...
O filho da puta, dormia todo esparramado e pelado, na nossa cama de casal...
Onde eu tinha chupado o pauzão até me entediar...
Onde chupei toda a porra que ele me dava...
Nossa cama de casal, com manchas de sangue que saíram do meu cu, quando deixei desvirginar o rabo, pelo negão dotado.
Enfim, na nossa cama de casal...
Onde pela primeira vez...
Ele me comeu...
UM MACHO!!!...
Depois eu continuo e conto pra vocês...
Tchauuu
Um beijo
Tatiana... Tati "A Dada"
(Protagonista dessa história)
Agradeço os comentários e lembro que se quiserem
me contatar meu email é
emputecidaporelorto@gmail.com
Mas Por Favor não me tratem com respeito, sou uma puta...
O que vou contar pra vocês, até hoje me parece impossível...
Mas, 10 anos depois, ainda continuo vivendo isso.
Eu tinha 19 anos, fazia seis meses que tinha me casado, depois de 5 anos de namoro.
A uma quadra do nosso apartamento, tinha um bar, e como em todos os bares, na frente se juntava uma turma de vagabundos pra tomar cerveja. (nesse caso eram 8 ou 9, 2 ou 3 morenos e 4 ou 5 negões... tudo uns porcos).
-Desculpem minha linguagem, mas naquela época eu ainda era uma moça fina e delicada...
Quase todos os dias, eu comprava ali os cigarros pro meu marido.
E claro, toda vez que me viam, não perdiam a chance de falar alguma coisa. Uma noite, depois de comprar os cigarros, saí rumo à minha casa... e ao passar na frente deles, um disse...
-!!!Que pedaço de raba você tem, gostosa!!!...
É verdade que eu, apressada e distraída, não tinha trocado os shorts escandalosos que tinha usado durante a tarde pro meu esposo. Mas, isso no fim das contas, não autorizava aqueles negões sujos a falarem as porcarias que falavam.
-!!!Olha isso!!!... Olha como o short corta a raba dela no meio...
Eu ignorei, e continuei andando, mas ouvi um deles dizer...
-Essa gatinha, depois que eu arrebentar esse cú na pancada, vocês vão ver que puta que ela vai virar...
Me virei e consegui ver qual deles tinha sido. Eu deveria ter adivinhado, exatamente o pior da turma, um negão de mais de 2 metros, sempre desleixado e com barba de dois ou três dias...
Não me engano se disser que ele era o líder da gangue, e que além disso era um bandido que já tinha sido preso...
Atravessei a rua e entrei na parte mais escura do meu caminho, aqueles 40 metros restantes até minha entrada, era um breu total...
De repente ouvi a voz do negão, ele tinha vindo atrás de mim...
e começou a falar as safadezas e vulgaridades mais sujas que eu já tinha ouvido.
-Eu tô com a pica dura, putinha, você me enlouquece rebolando essa raba desse jeito...
-Você parece uma puta. vadia de rua procurando piroca...
- E... Você vai acabar achando mesmo...
Eu caminhava como se não tivesse ouvindo...
- De repente me dizendo... - Até amanhã, puta de rabão...
Ele se despediu sem vergonha nenhuma...
Nunca tinha sido tratada tão vulgarmente, mas o negão ao me tratar como uma qualquer, e me falar tanta sacanagem e grosseria...
Por mais que me custe admitir, me deixou excitada...
Por sorte meu marido estava dormindo e não acordou...
Porque se ele me tocasse, teria notado que eu estava encharcada...
Aproveito essa pausa pra fazer alguns comentários: nos 5 anos de namoro,
nós nunca tivemos relações sexuais, porque meu esposo entendia que eu deveria chegar virgem ao casamento...
Aceitei porque era a religião dele, a crença dele...
Às vezes, quando ficávamos um tempo sozinhos nos pegando e nos apalpando... Quando ele ia embora, eu ficava bem excitada, mas me virava fazendo umas punhetas daquelas, me tirando a porra na base de pepinos ou bananas. Logo a luxúria me mordeu e pensei: agora vou ter que usar berinjela...
Enquanto as imagens desfilavam na minha cabeça.
Com a questão da religião dele, eu nunca tinha visto a piroca dele, e na noite de núpcias, quando chegou o momento tão esperado, a verdade é que levei um susto feio, porque ele tinha uma coisa pequenininha, era tipo meu dedo indicador...
Eu não conhecia outra e achei que com aquilo eu ia me satisfazer...
Mas o que eu nunca imaginei foi que, depois da primeira semana, meu marido começasse a deixar passar cada vez mais dias entre uma noite de sexo e outra...
Ele era muito carinhoso, mas a verdade é que, mesmo sendo tão pequenininha, depois de ter provado eu queria mais, e tantos dias entre uma e outra me faziam ficar com muita vontade...
Meu marido tinha aceitado um aumento de salário proposto pelo chefe dele... Era uma boa oferta, a promoção implicava num aumento interessante e ainda vários benefícios extras, entre eles 15 dias de férias pagas.
Por pelo menos um ano, ele seria o Gerente de uma subsidiária da empresa numa cidadezinha a 200 km da capital.
Dois dias depois, ele viajou pra assumir o posto e cuidar da subsidiária.
Me deixava sozinha por duas semanas...
- Meu amor, sei que você fica sozinha... Mas, tive que aceitar a oferta, mesmo que a gente tenha que se sacrificar por uns anos, acho que é muito boa...
- Você me entende?...
- Claro, meu amor, mas vou sentir muita sua falta...
- Você não vai me trair, vai?...
- Não, meu amor... - Você sabe que eu sou incapaz...
- É, até agora, mas os gerentes sempre aproveitam o cargo
pra ter uma secretária como amante...
Falei brincando... Se eu imaginasse que seria eu quem faria algo assim...
Ele foi embora, tomei um banho e, ouvindo música, fiquei lendo, até que... Perto das 10 da noite, lembrei que José tinha me deixado um dinheiro pra eu levar pro seu Pedro, o dono do bar, não sei por que motivo... nem me importa...
Me apressei pra chegar antes do seu Pedro fechar e atravessei pra levar o dinheiro...
Ao entrar, passei no meio da turma de vagabundos no balcão, entreguei o dinheiro pro seu Pedro e, me despedindo dele, saí do boteco rumo à minha casa...
Ao entrar na boca de lobo, que eram os 40 metros mais escuros do meu caminho. De novo, ouvi a voz do negão...
- É isso aí, gostosa!!!... - Continua andando assim... puta gostosa, que eu vou bater uma punheta olhando você rebolando esse rabão enorme que você tem!!!...
Me virei pra ver se ele era capaz de se masturbar no meio da rua... E... Era sim!!!... O negão tinha tirado pra fora uma pica bruta e caminhava atrás de mim se punhetando no meio da rua!!!...
Nunca acreditei que existissem picas daquele tamanho, achava que eram exageros dos vídeos pornô...
Não sei se foi pela situação ou pelo tamanho da pica que o degenerado tinha... Apesar do medo, da vergonha e do nojo que eu sentia do negão... Algum instinto obscuro me fez perder totalmente a sanidade... A partir daí, foi meu corpo quem assumiu o controle...
Não sei o que aconteceu comigo, mas não consegui frear as respostas que meu corpo dava a cada estímulo... Me desconhecendo, totalmente fora de controle, senti meus bicos incharem, endurecidos pela putaria que eu já não tentava mais segurar...
Sem pensar muito... Com a buceta ensopada e os bicos duros feito pedra... Comecei a andar mais devagar e muito mais provocante do que antes, o negão degenerado notou e me disse...
-¡¡¡Que gostosa que você tá, cachorra!!!...
- Nesses 15 dias que seu maridinho não vai estar...
- Você vai virar Minha puta...
- Vou te ter enfiada de manhã até a noite...
- E quando eu não tiver mais vontade, vou fazer você dar pra todos os meus amigos e depois te levo pra rua dar por dinheiro...
As coisas que ele me falava e principalmente aquela pica enorme, que não saía da minha cabeça... Me deixavam com um tesão que eu nunca senti antes...
Segui o caminho, naquela altura eu já sabia como aquilo ia terminar...
Pela primeira vez eu ia dar pra outro homem, meu marido tinha sido até agora, o primeiro e único na minha vida...
O negão caminhava tão perto de mim que eu sentia a respiração dele na minha nuca, de repente as mãos dele seguraram minha cintura, me puxaram pra perto e encostou na minha bunda aquela pedaço enorme de carne dura e quente...
- Como um reflexo condicionado, comecei a levantar a bunda...
O negão, passando a mão na minha bunda com aquela pica, me disse...
– Olha pra ela, puta... – Você quer ela, né?...
Sentindo aquela pica roçando na minha bunda...
Não me aguentei e olhei pra ela...
¡¡¡Meu... Deus!!!... ¡¡¡Que pica tremenda... eu nunca teria acreditado!!!...
- Vai, faz uma punheta... ele disse...
– Cê tá louco– respondi...
- Vai, não seja ruim... aqui tá escuro... faz uma punheta...
Insistiu...
Vendo que ele realmente queria que eu batesse uma pra ele na rua...
Com o tesão lá em cima e naquela altura totalmente puta... eu disse...
- Para... Negão filho da puta, pra que arriscar na rua, se eu tô sozinha no apartamento...
Espero que vocês me entendam, com a que tesão absurdo que eu tava naquele momento, apalpada por todos os lados pelo negão e tendo na minha mão aquele pedaço de pau preto, grosso, comprido, quente e pulsando...
Como pensar nas possíveis consequências...
Assim aconteceu, no fim, o que todo mundo já deve ter adivinhado.
Subi com o negão pro meu apartamento...
Naquele momento deviam ser umas 10 e meia da noite...
Já no elevador ele começou a me chupar, tentei evitar por medo dos vizinhos, mas não consegui.
Quando chegamos no meu andar, ele já me levava com as tetas pra fora e toda arrepiada...
Mal entramos, ele perguntou onde ficava o quarto, apontei e ele praticamente me arrastou.
Ele já foi tirando minha roupa, e quando eu tava pelada me joguei na cama... Mas ele pediu...
-Fica de quatro, putinha... -Vou arrebentar essa sua bunda divina...
Minha resposta foi instintiva e sem hesitar obedeci...
Ele se posicionou me deixando entre as pernas dele, cuspiu no meu cu e com a mão começou a espalhar a saliva na entrada...
Sem pensar em nada... Meu corpo ou meu tesão me fizeram levantar a raba...
Senti a ponta da pica empurrando na minha entrada e uma dor forte percorreu meu corpo e eu me queixei bem alto
Ouvi ele dizer...
-Perdão, meu amor... -Você tá com o cu bem fechadinho...
Só então eu reagi... Tinha uma coisa que o negão não sabia, meu cu era virgem... Meu marido nunca tinha pedido e nem eu oferecido...
O negão empurrou de novo e a dor me fez implorar...
-Não, por favor!!!... -Pelo cu não, não seja mau!!!...
-Você tem ele muito grande e... -Nunca fiz por aí...
-Por favor!!!...
O negão me perguntou...
-Esse otário do seu marido não come seu cu?...
-Não...nunca me pediu meu cu...- respondi,
-Você tem a melhor bunda do bairro e seu marido não te fode? -
-Não, nunca fez por trás!!!...
-Que idiota do caralho!!!...
-Então você tem o cu virgem?...
-Sim... respondi quase sussurrando... -Sou virgem de buceta...
Foi só eu falar isso e ele se ajoelhou na minha frente, me fez abrir bem as pernas e começou a chupar minha buceta...
Fiquei com vergonha de dizer que nem meu marido fazia isso comigo...
A língua dele, longa, grossa e áspera, batia com força no meu clitóris, em alguns momentos chupava tão forte que achei que ia arrancar... Enquanto isso, os dedos dele começaram a brincar com meu corpo e, aos poucos, eu sentia eles passando pelo meu cu.
Ele estava me dando um duro, s
Todas aquelas sensações eram totalmente novas pra mim, nunca tinham chupado minha buceta daquele jeito... melhor dizendo, nunca tinham chupado mesmo.
Eu me sentia nas mãos de um homem, de um jeito tão primitivo, tão animal, que pela primeira vez na vida eu estava totalmente entregue a um macho e o sortudo era o negão...
Também enlouqueci
Não demorou muito e, com minhas pernas tremendo e as costas arqueadas, tive um orgasmo enorme, nunca sentido antes...
Vendo atônita um jato surpreendente sair da minha pepita...
Depois da minha gozada louca, acho que não desmaiei, mas perdi a noção de tudo.
Não sei quanto tempo passou, de repente reagi e o Arnoldo, comigo nos braços, estava me fazendo girar na cama...
Fica de quatro, ele disse, abrindo minhas nádegas.
Eu obedeci e ele enfiou a pica na minha buceta, com aquele pedaço descomunal de pau, e começou a me dar umas pancadas brutais...
Não podia acreditar, aquele cacete tremendo tinha entrado fácil...
Ao mesmo tempo que cada enfiada do negão me fazia soltar bufadas, como se eu fosse uma gostosa, eu continuava gozando...
Sentia minha buceta virando do avesso com a grossura daquele pau.
De novo ele mudou minha posição e me fez sentar em cima daquilo. O negão era como uma máquina me comendo.
Depois de tirar não sei quantas gozadas imponentes.
O negão deu uma pausa.
Tempo depois com o negão pelado na minha cama de casal...
Eu, também pelada... Ficava acariciando o pica dele e (confesso)...
Fazia comparações... Só ali me lembrava do meu pobre marido... quando comparava...
Eram 13 ou 14 cm contra 28 ou 29... De grossura nem se fala...
E além disso... Que macho!!!...
Tinha me dado 5 ou 6 gozadas... E tinha me feito gozar outras tantas...
Pensar, quantas vezes eu fingia orgasmos pro meu marido, pra ele não se sentir mal...
Nunca tinha sentido tanto prazer, tinha a buceta dilatada e inchada.
Num momento em que o negão foi ao banheiro, eu me agarrei, me abri e vi como ainda escorria gozo de mim.
Me sentia uma puta e gostava disso, o negão tinha me mostrado um jeito de gozar que eu não conhecia... queria continuar trepando.
O negão voltou do banheiro e evidentemente dava pra ver minha tesão e vontade de continuar...
Ele me perguntou: "você gostou?"
Eu, entregue e completamente puta.
Respondi: "O que você acha?".
Então o negão me disse...
"Bem, puta..., se você gostou, suponho que agora você vai se animar..."
E entregue, eu disse:
"Me animar pra quê?...".
"Não se faz de sonsa."
"Vem pro chão e fica de quatro..." Ordenou...
Eu, morrendo de medo, obedeci, desci da cama e no chão fiquei de quatro com a bunda bem empinada...
O negão encaixou o polegar no meu cu e começou a trabalhar pra me dilatar...
Pedi pra ele me deixar subir na cama porque o chão estava muito frio...
Subi na cama e ele não precisou dizer nada, sozinha voltei a ficar de quatro...
O filho da puta cuspiu e começou a cutucar meu cu com o pica, quando a cabeça entrou, eu, por instinto, empinei bem a bunda...
"Você se anima?"... Me perguntou de novo...
E eu, com medo, mas entregue, respondi:
"Vai..."
E aí sim, o negão não esperou mais e começou a me comer...
Longe de me tratar com cuidado, começou a empurrar com força, cada vez com mais firmeza, tentando abrir minha buceta pela primeira vez...
-Devagarzinho, por favor...
- Pedi
O negão, desesperado e cada vez mais violento, empurrou e empurrou até eu sentir um ferro, comprido, grosso e quente, que chegava até minhas tripas, depois saía quase tudo, e voltava a entrar batendo no fundo... Tava me arrombando o cu...
-¡¡¡Não tão forte não, tá doendo muito!!.. Falei...
O negão tirou, mas, ainda não satisfeito, na hora virou de costas, com aquela pica, bem dura, apontando pro céu como um mastro de bandeira e disse...
- Vem, senta, e eu, sem pensar, sentei nele...
Era uma pica do caralho, sentia minha bunda se abrindo, ardia e doía, mas a verdade é que eu tava gostando.
Sentada de frente pra ele naquela vara, soltei outra gozada gostosa no cu, e nessa altura já tava pedindo pra não parar...
- Quero mais pica, mais pica no cu... falei.
O negão, filho da puta, pra me usar, perguntou...
- O que que cê tem, puta, o que cê quer?
- Quero mais pica, muita pica no meu cu, respondi babando de tesão.
- Ué, não tava doendo muito?..
- Tava, mas eu gosto...
- E eu gosto de gozar pela bunda...
Com essa confissão, o negão se cansou de me dar pica no cu.
Enquanto teve força, ficou me comendo, me macetou tanto tempo e me enrabando tão forte, que saiu sangue do meu cu.
Mas também me tirou duas ou três gozadas inacreditáveis, que eu não acreditaria que dava pra ter com o cu...
E o negão dormiu...
Quando eram sete da manhã, sei porque ouvi o caminhão do lixo...
Ele acordou, me virou de novo de bruços...
E pulando em cima de mim, comeu meu cu, não sei se pela quarta ou quinta vez. E, como desde o começo, sem pena nenhuma.
Com a diferença de que agora, eu pedia mais pica e mais pica.
Até que o negão de novo encheu meu cu de porra e voltou a dormir...
O filho da puta, dormia todo esparramado e pelado, na nossa cama de casal...
Onde eu tinha chupado o pauzão até me entediar...
Onde chupei toda a porra que ele me dava...
Nossa cama de casal, com manchas de sangue que saíram do meu cu, quando deixei desvirginar o rabo, pelo negão dotado.
Enfim, na nossa cama de casal...
Onde pela primeira vez...
Ele me comeu...
UM MACHO!!!...
Depois eu continuo e conto pra vocês...
Tchauuu
Um beijo
Tatiana... Tati "A Dada"
(Protagonista dessa história)
Agradeço os comentários e lembro que se quiserem
me contatar meu email é
emputecidaporelorto@gmail.com
Mas Por Favor não me tratem com respeito, sou uma puta...
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