Otavaleña de 23 anos que todo mundo no bairro já conhece de sobra. Cabelo preto comprido, pele morena, cara de menina boazinha… até abrir a boca ou tirar o anaco. Ela quase sempre vem com a blusa branca bordada, o cinto azul bem apertado e o anaco escuro que marca aquela bunda redonda e pesada. Parece a típica menina da feira, mas qualquer um que já provou sabe que é outra coisa: uma puta otavaleña de verdade. Quem conhece de verdade diz que é uma índia safada completa. Casada, sim, mas isso não importa pra ela. Trai o marido sem nenhum remorso e ainda se gaba. No bairro já passou de mão em mão: vizinhos, conhecidos, caras que só viram ela uma vez. Não cobra, mas também não nega. Ela gosta de ser usada. Gosta que tratem ela como o que ela é. Quem já ficou com ela conta a mesma coisa: essa puta otavaleña se molha na hora que empurram ela contra a parede ou jogam numa cama qualquer. Ela adora ser comida com força, agarrada pelo cabelo, levar palmadas fortes e ouvir putaria no ouvido. Não tem medo de ser usada por vários. Pelo contrário, fica mais excitada. Abre as pernas, levanta o anaco e pede pra ser preenchida. Adora chupar até o fundo, lamber as bolas e engolir tudo sem reclamar. Também curte levar surra, cuspida e ser tratada sem nenhum respeito. Dizem que uma vez que você prova essa índia safada, nunca mais esquece. Aquela buceta apertada, aquela bunda quicando, aquele jeito de te olhar enquanto chupa… e aquele sorriso de puta otavaleña satisfeita quando você goza dentro ou na boca dela. Ela não procura namorado nem promessa. Só quer ser usada, preenchida e esquecida até a próxima vez. No bairro ninguém se surpreende mais. Quando alguém pergunta por ela, a resposta é sempre a mesma: — Ela… a índia safada do anaco azul. A casada. A puta otavaleña. A que deixa fazer de tudo e ainda pede mais. Psdt: Ela adora e fica excitada com tribute e cumtribute.





2 comentários - indígena ninfomaníaca gostosa