Minha cunhada gostosa

Me apresento, meu nome é Matías e minha cunhada se chama Ailín. Então, acontece que sempre que a gente se encontrava, dividindo um momento ou bebendo algo, ela sempre brigava com meu irmão, e ele sempre deixava ela sozinha, e a gente sempre acabava ficando só nós dois nessas ocasiões. Sempre rolava uns olhares, uns carinhos e um beijo ou outro, mas a gente nunca chegava ao ponto de transar. Sempre fui apaixonado pela minha cunhada, ela é ruiva, 1,65, peitos normais, nem grandes nem pequenos, e uma bunda de infarto. Ela é muito atenciosa, carinhosa, e sempre que a gente compartilhava um momento, ela tentava dar uma roçada ou fazer algum comentário com duplo sentido. Até que passou um tempo sem a gente se falar por causa dos problemas que ela tinha com meu irmão. Mas um dia, estando em casa, olhando o Facebook, ela apareceu como sugestão, então não hesitei em adicionar e começar a conversar com ela pelo chat. Eu: Oi Ailín, como você tá? Tanto tempo. Ailín: Oi Mati, tô bem, aqui tô de férias, aproveitando a última semaninha que me resta. Eu: Ah, que bom, eu tava justamente olhando o Face e você apareceu como sugestão, e não hesitei em te adicionar e te escrever. Ailín: Sério? E depois de tanto tempo você só agora lembrou da sua cunhada? Eu: Hahaha, lembrar? Eu sempre lembro de você e das coisas que rolaram, mas com tudo o que aconteceu, não queria incomodar. Ailín: Hmm, essas coisas são entre você e seu irmão, mas de mim você não precisava deixar de falar. Eu: Bom, agora já tá tudo certo, tô falando com você e quero saber de você. Ailín: Eu tô na mesma de sempre, estudando, falta o último ano, e depois lidando com as coisas do seu irmão, e agora vim passar uns dias de férias. Eu: Ah, que bom, falta pouco pra você se formar, espero que as coisas de vocês estejam bem. E eu aqui te incomodando, e você lá com meu irmão. Ailín: Primeiro, você não me incomoda, e segundo, vim sozinha porque seu irmão não quis vir, dizendo que tinha que trabalhar porque o mês ia ser complicado, então vim sozinha, mas já tô com saudade, quero voltar. Eu: Ah, tranquilo então, sozinha aí. mesmo sabendo como você é tão safado, não deve estar passando nada bem não, né? Ailín: hahaha, a verdade é que eu só fiquei olhando daqui, mas nada além disso. Eu: bom, melhor então. Ailín: melhor? Melhor pra quê, brother in law? Eu: melhor pra mim, assim quando você chegar, você me visita com vontade hahahaha. Ailín: aí sim hahaha, sempre tão engraçadinho você. Eu: cê não lembra das coisas que eu te fiz? Sempre fiquei com vontade de te ter, sister in law. (Foto do meu pau) Desculpa te mandar isso, mas é assim que você me deixa. (Por dentro eu pensava: ou ela me manda à merda ou rola). Fiquei nervoso segurando o celular na mão esperando a resposta. Ailín: aí, brother in law, que atrevido você tá hahaha, e o que você quer fazer comigo com isso? Eu: hmm, eu só quero te ver quando você voltar, é isso que eu quero. Ailín: (foto da buceta, ela tinha uma buceta linda, rosadinha, perfeita) assim? Quando eu voltar, essa hamburguesinha você vai comer. Eu: então te espero aqui ansioso. Bom, naquela semana a gente acabou conversando todos os dias e o dia inteiro ficávamos mandando fotos, pedíamos um ao outro pra fazer coisas que nos deixavam com tesão, e tem uma coisa que eu gosto muito, que são as fio dental, que são só um fiozinho, adoro como elas se perdem na bunda das mulheres. Aí eu falo que gosto disso e ela me responde: ah, sabe que eu nunca comprei uma dessas, acho desconfortáveis, e eu respondendo falo: então satisfaz teu brother in law, ela me responde dizendo: sim, por que eu não te satisfaria depois de você ter coragem de me cantar? Então peço o alias, mando dinheiro e bom, tudo seguiu no fluxo. No dia seguinte eu tava almoçando e chega mensagem dela, eram várias fotos pra ver de uma vez só. Abro a primeira, era ela na frente do espelho com uma fio dental que se perdia na bunda, e assim fui abrindo foto por foto, e ela tinha comprado várias e eram todas pra me satisfazer, aí eu fiquei louco, excitado, queria que ela chegasse logo. Finalmente os dias passaram e ela chegou, me escreve à tarde dizendo: acabei de chegar agora, tô... Saindo do aeroporto, beleza, mais tarde eu escrevo. Bom, chegando aqui, terminei uns chats e tal, já estava com meu irmão. No dia seguinte, ela me escreve umas 20h me dizendo isso. Falei pro seu irmão que hoje a gente ia se encontrar com as minas. Me avisa se hoje você puder tomar um vinho ou algo com sua cunhada. Respondi em 5 minutos: show então, algum vinho especial? Ela: malbec, quero que você escolha. Eu: ok, que horas te espero? Ela: 21h30, me passa seu endereço. Eu: fechou, te espero, me avisa quando estiver vindo (mando o endereço). Chegou a hora e o telefone toca, era ela dizendo que tava a caminho. Ufa, fiquei nervoso, acendi um cigarro, sinceramente não sabia o que fazer, porque era minha cunhada, a namorada do meu irmão, mas o tesão e a sacanagem falavam mais alto. Enfim, chega minha linda cunhada na minha casa. Bom, a gente compartilhou, conversamos pra caralho até que percebo que já tínhamos tomado uma garrafa e meia de vinho. Nisso, ela pede pra ir ao banheiro, então mostrei onde era e voltei pra sala, já não queria mais ficar sentado na mesa, então fui pro sofá, servi mais vinho pros dois e fiquei esperando ela. De repente, ela sai do banheiro de sutiã, uma calcinha fio dental divina e meias de renda. Olhei pra ela, não podia acreditar na minha cunhada, a mulher que tanto me excitava. Não sei que cara eu fiz, mas ela me encarou e, se aproximando, dizia: não era isso que você queria, não queria ter sua cunhada à sua disposição? Foi instantâneo, meu pau ficou duro e me levantei do sofá pra agarrar ela e beijar. Ela correspondeu ao beijo, comecei a apalpar a bunda dela, depois meti o dedo na buceta, tava encharcada. Nisso, agarrei ela, puxei pro sofá, coloquei de quatro apoiada no encosto e me ajoelhei atrás dela, e comecei a chupar a buceta que tanto desejava, minhas mãos uma em cada lado daquela bunda linda, abrindo e passando a língua pelo rabo maravilhoso da minha cunhada, que gemia e me deixava ainda mais excitado. Fiquei um tempão comendo a buceta e o cuzinho dela até que virei ela e tirei minha roupa, e ela sozinha se levantou do sofá, ajoelhou e pegou na minha pica pra começar a chupar. E olha, ela é muito boa nisso, não soltava e me olhava com a carinha de menina boazinha. Aí comecei a falar: "como você é boa chupando pica, cunhadinha". Nisso ela tira a pica da boca e fala: "mesmo assim seu irmão não me come". Uf, isso me deixou mais louco ainda e cheguei a quase gozar, então tirei o doce da putinha da minha cunhada e usei ela de novo. Voltei a colocá-la de quatro e meti na buceta rosadinha que ela tem, e comecei a meter e tirar até não aguentar mais. Aí falo: "vou gozar", e ela sozinha sai daquela posição, se vira, ajoelha e enfia a pica na boca. E com a voz tão meiga fala: "me dá a porra na boquinha, cunhado". E ela se masturbava enquanto dizia: "já que seu irmão não me dá porra, você me dá, enche minha boquinha de porra, cunhado". E eu não aguentei e enchi a boca dela de porra, e ela engoliu tudo. Que sensação mais gostosa. Depois, como uma boa putinha, ela deixou minha pica limpinha e aí voltamos pro sofá pra tomar mais um drink. E na próxima eu conto como continuamos fodendo com minha cunhada...

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