Emilio caminava com um ritmo confiante, as mãos nos bolsos da calça jeans, enquanto ao lado dele, Carolina balançava o corpo curvilíneo com uma graça casual. O cabelo preto e cacheado quicava a cada passo, e os olhos verdes se perdiam na paisagem com uma cara de tédio divertido.
O ar cheirava a terra molhada e aos jasmins que cresciam por perto. Foi então que Emilio parou de repente. Seu olhar, que vinha percorrendo o ambiente com despreocupação, cravou-se num ponto fixo atrás de Carolina.
sentada sozinha, tinha uma garota. Não era nada de outro mundo, não era modelo de capa, mas tinha algo nela que roubou o ar de Emilio. Ela usava um vestido colorido com meia-arrastão que se colava nos quadris a cada movimento leve, deixando à mostra a silhueta das pernas longas e torneadas. O cabelo castanho caía sobre um ombro, revelando um pescoço esbelto. Emilio engoliu seco, o ritmo dos passos dele mudou por um instante, e ele não conseguiu evitar imaginar como seria tirar aquele vestido, descobrir o que estava escondido por baixo. Carolina, que tinha notado a parada súbita e a fixação do amigo, seguiu o olhar dele. Um sorriso safado, cheio de malícia, se desenhou nos lábios dela. Ela se aproximou e deu uma cotovelada leve nas costelas dele. "Você viu ela, né?", sussurrou, a voz um murmúrio sedutor que só ele podia ouvir. "Você tá olhando pra essa gostosa como um cachorro olhando pra um osso". Emilio não negou, só assentiu, sem tirar os olhos da garota no banco. Carolina riu, um som baixo e quente. "Te aposto uma coisa", propôs, se aproximando ainda mais, o peito roçando o braço dele. "Eu consigo que essa garota aceite transar com você agora mesmo. Mas se eu conseguir... Você vai ter que transar com nós duas". Emilio finalmente virou a cabeça pra olhar pra ela. Os olhos castanhos dele se arregalaram um pouco, processando a proposta. Era uma loucura, uma aposta das mais absurdas. Mas a imagem das duas garotas, a desconhecida e a Carolina, se contorcendo de prazer debaixo dele, foi forte demais pra ignorar. "Você é maluca", disse ele, mas um sorriso começava a surgir no rosto. "Aceita", sussurrou ela. "Aceita, safado". Ele respirou fundo, assentindo mais uma vez. "Aceito". Com uma confiança que Emilio invejava, Carolina ajustou o sutiã, passou a língua nos lábios e caminhou direto até a garota. Emilio ficou pra trás, observando, se sentindo um voyeur antes da hora. Viu Carolina sorrir pra ela e dizer algo que fez a garota levantar o olhar.
A garota sorriu de volta, meio tímida no começo, mas depois mais solta. Emilio não conseguia ouvir a conversa, mas via a linguagem corporal: a inclinação da cabeça de Carolina, o jeito que a desconhecida ria com os olhos. O resto da conversa foi um borrão, um salto cinematográfico na mente dele. De repente, eles não estavam mais no parque. O apartamento de Carolina cheirava a sândalo e lavanda. Era um espaço aconchegante, com livros empilhados no chão e plantas penduradas no teto. Mas Emilio não prestava atenção na decoração. A atenção dele estava nas duas mulheres na cama à sua frente. A desconhecida, cujo nome ele descobriu ser Josselyn, e Carolina. Não houve palavras. Só um entendimento silencioso, uma corrente elétrica percorrendo o quarto. Carolina foi a primeira a se mexer, aproximando-se de Josselyn e, com uma delicadeza que contrastava com a ousadia da aposta, envolveu a cintura dela com um braço. Os lábios delas se encontraram num beijo que começou terno e rapidamente ficou profundo e faminto.
Emilio observou, sentindo o pau endurecer dentro da calça, enquanto as mãos de Carolina deslizavam pelas costas de Josselyn, abrindo o zíper do vestido dela. O tecido caiu no chão, revelando um corpo esbelto e pele pálida. Josselyn retribuiu, desabotoando o vestido de Carolina e liberando aquelas tetas generosas e firmes.
Carolina empurrou Josselyn suavemente para a cama. Sem mais delongas, Emilio pegou Josselyn. Colocou-a de costas no colchão, abriu suas pernas com firmeza e se ajoelhou entre elas. Seu olhar percorreu a buceta dela, já molhada e ansiosa. Inclinou-se, não para beijá-la, mas para cuspir na entrada, lubrificando-a com a saliva. Depois, sem aviso prévio, guiou a pica dura e afundou de uma só vez, numa estocada profunda.

Josselyn gemeu, um som agudo que se cortou num arfar. Emilio começou a comê-la, com estocadas longas e potentes, olhando nos olhos dela, curtindo cada expressão de prazer que cruzava seu rosto. Depois de vários minutos nesse ritmo implacável, ele se afastou. O pau dele, brilhando com os sucos de Josselyn, pulsava no ar. Virou-se para Carolina, que os observava de olhos bem abertos e a mão enfiada entre as próprias pernas. "Sua vez", ordenou. Colocou-a de barriga pra cima e ela abriu as pernas, mas ele assumiu o controle. Agarrou-a pela cintura e começou a foder,
enchendo-a por completo. Ele a fodeu com a mesma força, mas com uma familiaridade que só os dois tinham. Depois, mudou de novo. "Agora vocês vão me montar. As duas. Uma de cada vez", disse, sentando-se na beira da cama. Carolina foi a primeira. Ela se posicionou de costas para ele, apoiando as mãos nas coxas dele, e começou a agachar, subindo e descendo no pau dele com uma força que fazia os peitos dela quicarem selvagemente. Emilio agarrou o cabelo dela, puxando de leve, o que a fez gemer mais alto. Depois de um tempo, mandou ela descer. Josselyn tomou o lugar dela.


O estilo dela era diferente, mais suave no começo, mas o Emilio não deixou. "Mais forte, porra", ele rosnou, dando um tapa tão forte que deixou uma marca vermelha na pele clara dela. A Josselyn gritou, misturando dor com prazer, e começou a montar nele com a mesma ferocidade que a Carolina. Finalmente, o Emilio tava pronto pro final. "De quatro. As duas", ele ordenou. Elas se ajoelharam na cama, uma do lado da outra, com as bundas pro alto e as bucetas expostas.


Ele se posicionou atrás de Carolina primeiro. Meteu nela sem piedade, segurando-a pelos ombros e socando com uma força bruta que fazia a cama ranger. Deu mais umas palmadas na bunda dela, curtindo o balanço da pele e os gemidos abafados no travesseiro. Depois, sem dizer uma palavra, passou pra Josselyn. Ficou atrás dela, mas dessa vez foi diferente. Meteu com uma intensidade e uma paixão que eram quase violentas.




Cada golpe era mais fundo, mais rápido. Ele a segurou com tanta força que os dedos marcaram a carne dela. Não era só uma foda; era uma posse, uma reivindicação da aposta ganha. Josselyn já não gemia, gritava, o corpo tremendo sob o ataque brutal de Emilio, que só acelerava, se perdendo no calor e na apertura da buceta dela, decidido a levá-la ao limite.



O ritmo de Emilio não cessava, seus quadris se moviam como um pistão impulsionado por uma fúria contida, cada estocada mais profunda que a anterior. Josselyn gemeu, seu corpo arqueado num ângulo impossível, as mãos agarradas aos lençóis como se fossem sua única salvação. O choque de suas pelves ecoava no quarto, um som cru e úmido que se misturava aos ofegos dos três. "Assim, cachorra, geme pra mim", sibilou Emilio, seus dedos apertando os quadris de Josselyn com tanta força que deixaram marcas vermelhas na pele pálida dela. O orgasmo de Josselyn explodiu como uma tempestade repentina. Suas costas se arquearam violentamente, um grito rouco escapou de sua garganta enquanto suas pernas tremiam incontrolavelmente. Emilio sentiu a buceta dela se contraindo ao redor do pau dele, apertando com força, e isso só aumentou seu desejo. Sem dar tempo pra ela se recuperar, ele se retirou com um movimento brusco e, antes que Josselyn pudesse protestar, penetrou de novo com uma única estocada.


Desta vez foi diferente. A mão direita dele envolveu o pescoço da Josselyn, aplicando uma pressão calculada que cortou parcialmente a respiração dela. Os olhos dela se arregalaram, uma mistura de pânico e êxtase no olhar. "Você gosta assim, né, foxy?", Emilio grunhiu enquanto a fodia com uma ferocidade renovada, cada estocada fazendo as tetas da Josselyn quicarem selvagemente. A resposta dela foi um grito abafado, o corpo completamente entregue ao prazer doloroso. Carolina observava tudo da posição dela, o corpo nu brilhando de suor. Cada gemido da Josselyn, cada batida surda de carne contra carne, fazia ela se mexer involuntariamente. As pernas dela estavam abertas, a buceta molhada e ansiosa. "Por favor, Emilio", ela sussurrou, a voz quase inaudível por cima do barulho da cama. "Me dá também". Emilio virou a cabeça para ela, um sorriso cruel nos lábios. "Sua vez vai chegar, princesa". Mas antes de mudar de alvo, ele se concentrou na Josselyn uma última vez. "Agora as duas de quatro, juntas", ele ordenou, saindo da Josselyn com um estalo molhado. As garotas obedeceram na hora, ficando de bruços com as bundas levantadas, uma do lado da outra como duas presas esperando o predador. A vista era incrível: duas bucetas abertas e molhadas, dois corpos prontos pra serem usados. Emilio massageou o pau, completamente ereto e brilhando com os fluidos da Carolina. Ele se aproximou primeiro dela, penetrando sem aviso com uma estocada que a fez gritar. Ele a fodeu rápido, brutal.
Quando entrou em Carolina, ela gemeu de gratidão. Estava mais apertada, mais quente, e ele notou na hora. "Assim, vadia, aguenta toda a minha pica", disse enquanto a segurava pelos quadris, os dedos afundando na carne dela. Carolina respondeu empurrando para trás, buscando mais profundidade, mais dor, mais prazer. Os gemidos dela eram diferentes dos de Josselyn, mais suaves, mas igualmente desesperados. De repente, Carolina se sentou. "Gente, tenho que ir", disse, procurando as roupas espalhadas pelo chão. Mas antes de sair, se aproximou de Emilio, os lábios roçando a orelha dele. "Espero amanhã ficar sabendo que você deu a melhor foda da vida dela", sussurrou com um sorriso malicioso. "Porque se não, vou inventar pra todo mundo que você é um pau pequeno que não sabe transar". Ela riu, um som agudo e desafiador, e saiu do quarto, deixando Emilio e Josselyn sozinhos. O silêncio que se seguiu foi elétrico. Emilio olhou para Josselyn, que ainda estava de quatro, tremendo de antecipação. A pica dele não tinha perdido nem um grama de dureza, se é que não estava mais ereta do que nunca. Sem dizer uma palavra, ele se jogou sobre ela, derrubando-a na cama.


Ele comeu ela de missionário primeiro, olhando nos olhos dela enquanto penetrava devagar, sentindo cada centímetro do interior dela. "Me olha quando eu tô te comendo", ordenou, e a Josselyn obedeceu, os olhos cheios de lágrimas de prazer. Depois ele virou ela, colocando de lado e levantando uma das pernas dela no ombro dele. Essa posição deixou ele ir ainda mais fundo, e cada estocada arrancava um gemido mais alto dela. Ele virou ela de costas de novo, dessa vez com as pernas dela nos ombros dele, dobrada quase no meio. "Assim, assim, assim", repetia como um mantra, suando pra caralho em cima dela. O cheiro de sexo tomava o quarto, um aroma denso e primitivo que deixava os dois chapados.
Finalmente, ele a colocou por cima dele, fazendo ela montar na sua pica. "Mexe essa cintura, me mostra o quanto você quer", disse enquanto apertava as nádegas dela, guiando o ritmo. Josselyn cavalgou desesperadamente, os peitos dela quicando na frente do rosto dele, depois Emilio a colocou de quatro e continuou comendo ela.



Quando sentiu que estava prestes a gozar, colocou ela de barriga pra cima e comeu ela bem forte até gozar.






Entra", implorou. "Por favor, vem dentro de mim". Emilio Com uma série de estocadas finais, violentas e profundas, explodiu dentro dela, sentindo o próprio gozo preenchendo sua buceta. Ficou assim por um momento, ambos tremendo, antes de desmoronar ao lado dela. Josselyn ficou com as pernas bambas, o corpo coberto de suor e porra, sentindo o líquido morno escorrendo lentamente dela. Tinha recebido exatamente o que queria: uma foda brutal, intensa, inesquecível. E no fundo da mente, sabia que Carolina ficaria sabendo de cada detalhe.

O ar cheirava a terra molhada e aos jasmins que cresciam por perto. Foi então que Emilio parou de repente. Seu olhar, que vinha percorrendo o ambiente com despreocupação, cravou-se num ponto fixo atrás de Carolina.
sentada sozinha, tinha uma garota. Não era nada de outro mundo, não era modelo de capa, mas tinha algo nela que roubou o ar de Emilio. Ela usava um vestido colorido com meia-arrastão que se colava nos quadris a cada movimento leve, deixando à mostra a silhueta das pernas longas e torneadas. O cabelo castanho caía sobre um ombro, revelando um pescoço esbelto. Emilio engoliu seco, o ritmo dos passos dele mudou por um instante, e ele não conseguiu evitar imaginar como seria tirar aquele vestido, descobrir o que estava escondido por baixo. Carolina, que tinha notado a parada súbita e a fixação do amigo, seguiu o olhar dele. Um sorriso safado, cheio de malícia, se desenhou nos lábios dela. Ela se aproximou e deu uma cotovelada leve nas costelas dele. "Você viu ela, né?", sussurrou, a voz um murmúrio sedutor que só ele podia ouvir. "Você tá olhando pra essa gostosa como um cachorro olhando pra um osso". Emilio não negou, só assentiu, sem tirar os olhos da garota no banco. Carolina riu, um som baixo e quente. "Te aposto uma coisa", propôs, se aproximando ainda mais, o peito roçando o braço dele. "Eu consigo que essa garota aceite transar com você agora mesmo. Mas se eu conseguir... Você vai ter que transar com nós duas". Emilio finalmente virou a cabeça pra olhar pra ela. Os olhos castanhos dele se arregalaram um pouco, processando a proposta. Era uma loucura, uma aposta das mais absurdas. Mas a imagem das duas garotas, a desconhecida e a Carolina, se contorcendo de prazer debaixo dele, foi forte demais pra ignorar. "Você é maluca", disse ele, mas um sorriso começava a surgir no rosto. "Aceita", sussurrou ela. "Aceita, safado". Ele respirou fundo, assentindo mais uma vez. "Aceito". Com uma confiança que Emilio invejava, Carolina ajustou o sutiã, passou a língua nos lábios e caminhou direto até a garota. Emilio ficou pra trás, observando, se sentindo um voyeur antes da hora. Viu Carolina sorrir pra ela e dizer algo que fez a garota levantar o olhar.
A garota sorriu de volta, meio tímida no começo, mas depois mais solta. Emilio não conseguia ouvir a conversa, mas via a linguagem corporal: a inclinação da cabeça de Carolina, o jeito que a desconhecida ria com os olhos. O resto da conversa foi um borrão, um salto cinematográfico na mente dele. De repente, eles não estavam mais no parque. O apartamento de Carolina cheirava a sândalo e lavanda. Era um espaço aconchegante, com livros empilhados no chão e plantas penduradas no teto. Mas Emilio não prestava atenção na decoração. A atenção dele estava nas duas mulheres na cama à sua frente. A desconhecida, cujo nome ele descobriu ser Josselyn, e Carolina. Não houve palavras. Só um entendimento silencioso, uma corrente elétrica percorrendo o quarto. Carolina foi a primeira a se mexer, aproximando-se de Josselyn e, com uma delicadeza que contrastava com a ousadia da aposta, envolveu a cintura dela com um braço. Os lábios delas se encontraram num beijo que começou terno e rapidamente ficou profundo e faminto.
Emilio observou, sentindo o pau endurecer dentro da calça, enquanto as mãos de Carolina deslizavam pelas costas de Josselyn, abrindo o zíper do vestido dela. O tecido caiu no chão, revelando um corpo esbelto e pele pálida. Josselyn retribuiu, desabotoando o vestido de Carolina e liberando aquelas tetas generosas e firmes.
Carolina empurrou Josselyn suavemente para a cama. Sem mais delongas, Emilio pegou Josselyn. Colocou-a de costas no colchão, abriu suas pernas com firmeza e se ajoelhou entre elas. Seu olhar percorreu a buceta dela, já molhada e ansiosa. Inclinou-se, não para beijá-la, mas para cuspir na entrada, lubrificando-a com a saliva. Depois, sem aviso prévio, guiou a pica dura e afundou de uma só vez, numa estocada profunda.

Josselyn gemeu, um som agudo que se cortou num arfar. Emilio começou a comê-la, com estocadas longas e potentes, olhando nos olhos dela, curtindo cada expressão de prazer que cruzava seu rosto. Depois de vários minutos nesse ritmo implacável, ele se afastou. O pau dele, brilhando com os sucos de Josselyn, pulsava no ar. Virou-se para Carolina, que os observava de olhos bem abertos e a mão enfiada entre as próprias pernas. "Sua vez", ordenou. Colocou-a de barriga pra cima e ela abriu as pernas, mas ele assumiu o controle. Agarrou-a pela cintura e começou a foder,
enchendo-a por completo. Ele a fodeu com a mesma força, mas com uma familiaridade que só os dois tinham. Depois, mudou de novo. "Agora vocês vão me montar. As duas. Uma de cada vez", disse, sentando-se na beira da cama. Carolina foi a primeira. Ela se posicionou de costas para ele, apoiando as mãos nas coxas dele, e começou a agachar, subindo e descendo no pau dele com uma força que fazia os peitos dela quicarem selvagemente. Emilio agarrou o cabelo dela, puxando de leve, o que a fez gemer mais alto. Depois de um tempo, mandou ela descer. Josselyn tomou o lugar dela.


O estilo dela era diferente, mais suave no começo, mas o Emilio não deixou. "Mais forte, porra", ele rosnou, dando um tapa tão forte que deixou uma marca vermelha na pele clara dela. A Josselyn gritou, misturando dor com prazer, e começou a montar nele com a mesma ferocidade que a Carolina. Finalmente, o Emilio tava pronto pro final. "De quatro. As duas", ele ordenou. Elas se ajoelharam na cama, uma do lado da outra, com as bundas pro alto e as bucetas expostas.


Ele se posicionou atrás de Carolina primeiro. Meteu nela sem piedade, segurando-a pelos ombros e socando com uma força bruta que fazia a cama ranger. Deu mais umas palmadas na bunda dela, curtindo o balanço da pele e os gemidos abafados no travesseiro. Depois, sem dizer uma palavra, passou pra Josselyn. Ficou atrás dela, mas dessa vez foi diferente. Meteu com uma intensidade e uma paixão que eram quase violentas.




Cada golpe era mais fundo, mais rápido. Ele a segurou com tanta força que os dedos marcaram a carne dela. Não era só uma foda; era uma posse, uma reivindicação da aposta ganha. Josselyn já não gemia, gritava, o corpo tremendo sob o ataque brutal de Emilio, que só acelerava, se perdendo no calor e na apertura da buceta dela, decidido a levá-la ao limite.



O ritmo de Emilio não cessava, seus quadris se moviam como um pistão impulsionado por uma fúria contida, cada estocada mais profunda que a anterior. Josselyn gemeu, seu corpo arqueado num ângulo impossível, as mãos agarradas aos lençóis como se fossem sua única salvação. O choque de suas pelves ecoava no quarto, um som cru e úmido que se misturava aos ofegos dos três. "Assim, cachorra, geme pra mim", sibilou Emilio, seus dedos apertando os quadris de Josselyn com tanta força que deixaram marcas vermelhas na pele pálida dela. O orgasmo de Josselyn explodiu como uma tempestade repentina. Suas costas se arquearam violentamente, um grito rouco escapou de sua garganta enquanto suas pernas tremiam incontrolavelmente. Emilio sentiu a buceta dela se contraindo ao redor do pau dele, apertando com força, e isso só aumentou seu desejo. Sem dar tempo pra ela se recuperar, ele se retirou com um movimento brusco e, antes que Josselyn pudesse protestar, penetrou de novo com uma única estocada.


Desta vez foi diferente. A mão direita dele envolveu o pescoço da Josselyn, aplicando uma pressão calculada que cortou parcialmente a respiração dela. Os olhos dela se arregalaram, uma mistura de pânico e êxtase no olhar. "Você gosta assim, né, foxy?", Emilio grunhiu enquanto a fodia com uma ferocidade renovada, cada estocada fazendo as tetas da Josselyn quicarem selvagemente. A resposta dela foi um grito abafado, o corpo completamente entregue ao prazer doloroso. Carolina observava tudo da posição dela, o corpo nu brilhando de suor. Cada gemido da Josselyn, cada batida surda de carne contra carne, fazia ela se mexer involuntariamente. As pernas dela estavam abertas, a buceta molhada e ansiosa. "Por favor, Emilio", ela sussurrou, a voz quase inaudível por cima do barulho da cama. "Me dá também". Emilio virou a cabeça para ela, um sorriso cruel nos lábios. "Sua vez vai chegar, princesa". Mas antes de mudar de alvo, ele se concentrou na Josselyn uma última vez. "Agora as duas de quatro, juntas", ele ordenou, saindo da Josselyn com um estalo molhado. As garotas obedeceram na hora, ficando de bruços com as bundas levantadas, uma do lado da outra como duas presas esperando o predador. A vista era incrível: duas bucetas abertas e molhadas, dois corpos prontos pra serem usados. Emilio massageou o pau, completamente ereto e brilhando com os fluidos da Carolina. Ele se aproximou primeiro dela, penetrando sem aviso com uma estocada que a fez gritar. Ele a fodeu rápido, brutal.
Quando entrou em Carolina, ela gemeu de gratidão. Estava mais apertada, mais quente, e ele notou na hora. "Assim, vadia, aguenta toda a minha pica", disse enquanto a segurava pelos quadris, os dedos afundando na carne dela. Carolina respondeu empurrando para trás, buscando mais profundidade, mais dor, mais prazer. Os gemidos dela eram diferentes dos de Josselyn, mais suaves, mas igualmente desesperados. De repente, Carolina se sentou. "Gente, tenho que ir", disse, procurando as roupas espalhadas pelo chão. Mas antes de sair, se aproximou de Emilio, os lábios roçando a orelha dele. "Espero amanhã ficar sabendo que você deu a melhor foda da vida dela", sussurrou com um sorriso malicioso. "Porque se não, vou inventar pra todo mundo que você é um pau pequeno que não sabe transar". Ela riu, um som agudo e desafiador, e saiu do quarto, deixando Emilio e Josselyn sozinhos. O silêncio que se seguiu foi elétrico. Emilio olhou para Josselyn, que ainda estava de quatro, tremendo de antecipação. A pica dele não tinha perdido nem um grama de dureza, se é que não estava mais ereta do que nunca. Sem dizer uma palavra, ele se jogou sobre ela, derrubando-a na cama.


Ele comeu ela de missionário primeiro, olhando nos olhos dela enquanto penetrava devagar, sentindo cada centímetro do interior dela. "Me olha quando eu tô te comendo", ordenou, e a Josselyn obedeceu, os olhos cheios de lágrimas de prazer. Depois ele virou ela, colocando de lado e levantando uma das pernas dela no ombro dele. Essa posição deixou ele ir ainda mais fundo, e cada estocada arrancava um gemido mais alto dela. Ele virou ela de costas de novo, dessa vez com as pernas dela nos ombros dele, dobrada quase no meio. "Assim, assim, assim", repetia como um mantra, suando pra caralho em cima dela. O cheiro de sexo tomava o quarto, um aroma denso e primitivo que deixava os dois chapados.
Finalmente, ele a colocou por cima dele, fazendo ela montar na sua pica. "Mexe essa cintura, me mostra o quanto você quer", disse enquanto apertava as nádegas dela, guiando o ritmo. Josselyn cavalgou desesperadamente, os peitos dela quicando na frente do rosto dele, depois Emilio a colocou de quatro e continuou comendo ela.



Quando sentiu que estava prestes a gozar, colocou ela de barriga pra cima e comeu ela bem forte até gozar.






Entra", implorou. "Por favor, vem dentro de mim". Emilio Com uma série de estocadas finais, violentas e profundas, explodiu dentro dela, sentindo o próprio gozo preenchendo sua buceta. Ficou assim por um momento, ambos tremendo, antes de desmoronar ao lado dela. Josselyn ficou com as pernas bambas, o corpo coberto de suor e porra, sentindo o líquido morno escorrendo lentamente dela. Tinha recebido exatamente o que queria: uma foda brutal, intensa, inesquecível. E no fundo da mente, sabia que Carolina ficaria sabendo de cada detalhe.
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