Edu vai ao psicólogo

O ar na sala de espera cheirava a lavanda artificial e a um silêncio sepulcral que apertava minha garganta. Minhas mãos, úmidas e trêmulas, não paravam de brincar com a barra da minha camisa, que parecia apertada demais sobre minha barriga. Eu me sentia exposto, mesmo vestido. A vergonha era um peso físico, uma massa densa que me afundava no assento de couro sintético. Eu tinha chegado ao limite. Meu vício em pornô gay já não era um passatempo secreto; era um buraco negro que consumia minhas horas, minha energia e minha autoestima. Eu precisava de ajuda, e o doutor Juan era a última esperança que me restava. Quando a porta se abriu, o mundo pareceu parar. Juan não se parecia com nenhum psicólogo que eu tivesse imaginado. Era um muro de músculos envolto em um terno cinza sob medida que mal continha a potência dos seus ombros e do seu peito. Seu cabelo loiro estava perfeitamente penteado para trás e seus olhos verdes me escrutinaram com uma intensidade predatória, um olhar que não buscava me compreender, mas me dissecar. "Pode entrar, Edu. Passa e senta", disse com uma voz profunda, um barítono que vibrou no meu peito. Entrei no consultório. O espaço era minimalista, com um divã de veludo escuro e uma iluminação fraca que criava sombras alongadas nos cantos. Sentei na ponta do assento, me encolhendo, tentando ocupar o menor espaço possível com meu corpo gordo e desajeitado. "Me conta sobre o seu problema", ordenou Juan, sentando-se na minha frente e cruzando suas pernas atléticas. "Eu... não consigo parar, doutor", gaguejei, desviando do olhar dele. "Passo horas assistindo vídeos. Me sinto sujo, vazio. Sinto que minha mente está quebrada." Juan se inclinou para frente. Pude sentir o perfume dele, uma mistura de madeira e couro que me deixou levemente tonto. "A vontade é um músculo, Edu. E o seu está atrofiado. Para te curar, preciso que você entregue o controle total da sua mente a alguém que saiba como lidar com ela. Você está disposto a fazer o que for preciso para se curar? Sim, o que for", respondi, hipnotizado pelo verde dos seus olhos. Juan tirou um pequeno pêndulo de metal da escrivaninha e começou a balançá-lo ritmicamente diante do meu rosto. O brilho do metal capturou minha atenção, movendo-se de um lado para o outro, de um lado para o outro. "Olha o metal, Edu. Esquece o barulho lá fora. Esquece a tua vergonha. Só escuta a minha voz. Tua mente é uma porta e eu tenho a chave. Quando eu contar até três, você vai entrar num estado de obediência absoluta. Um... suas pálpebras pesam. Dois... sua vontade se desfaz. Três." Um estalo dos dedos dele ecoou no quarto como um tiro. De repente, o mundo ficou borrado, exceto o Juan. Ele era agora o único centro de gravidade. Eu me sentia flutuando, despido de qualquer capacidade de julgamento. Meu corpo respondia às palavras dele antes mesmo de ele terminar de pronunciá-las. "Agora, tira a roupa. Tudo. Quero ver a insignificância do teu corpo diante do meu", ordenou com um tom gelado. Minhas mãos se moveram mecanicamente. Desabotoei a camisa, deixando-a cair no chão. Baixei as calças e a cueca. Fiquei ali, nu e tremendo, com a barriga pendurada e meu pau pequeno e encolhido, retraído pela submissão. Eu me sentia patético, uma massa de carne mole exposta ao olhar crítico daquele deus grego. Juan se levantou devagar. Tirou o terno com uma elegância letal. Quando baixou as calças, o ar escapou dos meus pulmões. O pau dele era um monstro, uma coluna de carne clara e cheia de veias que media uns vinte e quatro centímetros, pulsando com uma ereção feroz. As bolas, pesadas e firmes, pendiam embaixo de uma cabeça larga e brilhante que gotejava um fio de porra. "Olha isso, Edu. Olha a diferença entre um homem e uma coisa. Você é uma coisa. Minha coisa", sentenciou Juan, caminhando até mim. Ele me forçou a ajoelhar. O frio do chão contrastava com o calor que emanava do corpo dele. Juan agarrou meu cabelo, puxando para trás. para que olhasse para cima, expondo minha garganta. Abri a boca, ansioso. O cheiro de sexo me inundou. Envolvi a cabeça do pau dele com meus lábios, sentindo a textura áspera e quente. Juan não foi gentil. Empurrou o membro pra dentro com um movimento brusco, me obrigando a engolir. Senti a ponta do pau dele bater na parede da minha garganta, me dando uma ânsia violenta. "Engole tudo, gordo. Não ousa cuspir", ele grunhiu, enquanto começava a meter na minha boca com força. O som era nojento e excitante: o chapisco da saliva se misturando com o pré-gozo, o barulho surdo das bolas dele batendo no meu queixo. Eu me afogava, meus olhos lacrimejavam e o ar faltava, mas a sensação de ser possuído por aquele órgão massivo era a droga mais potente que eu já tinha provado. Juan acelerou o ritmo, as cadeiras dele batendo na minha cara com violência, enchendo minha boca até não sobrar espaço pra nada além dele. "Vou te encher de porra, putinha", sentenciou Juan. Senti a contração dos músculos dele. De repente, um jato quente e grosso disparou contra o fundo da minha garganta. O gosto era salgado, metálico. Juan continuou bombeando, ejaculando rajadas violentas de esperma que me obrigaram a engolir compulsivamente pra não me sufocar. Quando terminou, tirou o pau com um som úmido, deixando um rastro de baba e porra branca pendurado nos meus lábios. "Diz", ordenou Juan, me olhando de cima. "Me diz quem você é". "Eu... eu sou sua putinha", soluçei, sentindo uma devoção escura nascer nas minhas entranhas. "Eu sou a putinha do Juan". "Bem. Agora, volta", disse Juan, estalando os dedos de novo. O véu caiu. Pisquei, confuso, com o gosto do sêmen ainda queimando minha garganta e minha nudez me expondo ao frio. Juan já estava vestido, sentado tranquilamente na cadeira dele, como se nada tivesse acontecido. "A sessão terminou, Edu. Você tem uma tarefa pra semana: proibido se masturbar. Nem uma única vez. Se fizer, o tratamento vai falhar. Te vejo em sete". dias". Saí do consultório em transe. Durante aquela semana, o desejo virou uma tortura. Toda vez que eu via uma imagem no meu celular, lembrava da voz do Juan e da sensação do pau dele na minha garganta. Eu mal conseguia dormir; sentia meu corpo vibrando, meu pau pequeno pulsando com uma necessidade desesperada. Mas a expectativa de vê-lo de novo, de me curar, de ser subjugado outra vez, era a única coisa que me mantinha são. A segunda sessão começou com o mesmo ritual, mas dessa vez, a antecipação fazia minhas mãos tremerem mais. Mal me sentei, o Juan já estava com o pêndulo na mão. "Olha o metal, Edu. Mais fundo dessa vez. Esquece que você tem vontade. Você só existe pra me servir." O estalo aconteceu e eu me afundei no abismo da obediência. Dessa vez, o Juan não perdeu tempo. "Tira a roupa. Agora." Me despi rapidinho, sentindo o ar frio bater na minha pele. O Juan se despiu com a mesma calma, revelando de novo aquele membro colossal que parecia ter crescido na minha imaginação. Ele me obrigou a me ajoelhar e a fazer sexo oral nele, mas dessa vez foi mais cruel. Me forçou a chupar cada veia, a lamber as bolas dele com uma devoção religiosa enquanto ele me humilhava, me chamando de porco, gordo, desperdício de espaço. Quando terminou de gozar na minha boca, o Juan não me deixou levantar. "Hoje a gente vai explorar seus limites, Edu", disse com um sorriso gelado. Ele me levou até o divã e me obrigou a deitar de bruços. Senti o roçar de cordas ásperas nos meus pulsos e tornozelos. O Juan me amarrou com força, esticando meus membros até eu ficar totalmente vulnerável, com a bunda pro alto e as costas arqueadas. Depois, ele tirou uma focinheira de couro preto. Ajustou ela apertada na minha mandíbula, silenciando meus gemidos e reduzindo meus sons a grunhidos abafados e desesperados. "Agora você vai aprender o preço do seu vício", sentenciou o Juan. A primeira chicotada caiu como um raio na minha nádega esquerda. O som foi um estalo seco que ressoou por todo o quarto. Soltei um grito abafado atrás da mordaça, sentindo a pele pegar fogo num calor abrasador. "Isso é por cada vídeo que você viu!", gritou Juan, descarregando outra palmada na nádega direita. A dor era aguda, elétrica, mas se misturava com uma excitação proibida. Juan não parou. As palmadas continuaram, rítmicas e brutais, deixando minhas nádegas vermelhas e inchadas. Eu podia sentir o calor emanando da minha pele, a pulsação do meu sangue batendo em cada golpe. Eu me contorcia contra as cordas, suando, ofegando através do couro da mordaça, enquanto Juan se masturbava na minha frente, observando meu sofrimento e meu prazer. A pica dele se movia rápido na mão, o som da fricção preenchendo o silêncio entre uma palmada e outra. Quando chegou ao clímax, Juan se posicionou sobre mim. "Olha como eu te uso, putinha", ele grunhiu. Ele disparou o esperma nas minhas costas e nas minhas nádegas. A porra quente escorria pela minha pele irritada, criando um contraste térmico que me fez estremecer. Eu me sentia quebrado, humilhado e completamente possuído. "Sou dele... sou a putinha do Juan", repeti mentalmente, enquanto ele me desamarrava e me libertava da mordaça. "Volta", estalou Juan. Ao acordar da hipnose, eu me sentia exausto, mas estranhamente em paz. O vício em pornô parecia ter recuado, mas no lugar dele, uma fome nova e mais voraz tinha criado raízes. Eu não queria mais imagens numa tela; eu queria a carne do Juan. Queria que ele me destruísse, que me preenchesse, que me fizesse desaparecer dentro dele. Durante a semana seguinte, me senti curado. Não sentia mais a necessidade de me masturbar. A tensão acumulada nas minhas bolas era uma pressão constante, um anseio que me fazia andar com dificuldade. Minha mente estava obcecada com a ideia de ser comido. Imaginava a pica do Juan rasgando minha entrada, preenchendo cada canto do meu interior. A expectativa virou uma tortura exquisita. Chegou o dia da terceira sessão. Nem esperei o Juan me cumprimentou. Mal cruzei a soleira da porta e tranquei o ferrolho, comecei a me despir com uma urgência frenética. Deixei minha roupa cair num monte bagunçado no chão, ficando nu e exposto, com a bunda levemente pra trás, me oferecendo a ele sem que houvesse palavra nem pêndulo. Juan me olhou com uma expressão de triunfo. Não teve hipnose dessa vez; o condicionamento estava completo. "Então você já sabe qual é o seu lugar, hein, porco?", disse Juan, se aproximando de mim. Sem aviso prévio, me deu um tapa sonoro que virou minha cabeça. Depois, começou a me dar palmadas fortes, com a palma da mão aberta, fazendo minha carne gorda vibrar a cada impacto. "Você tá com tesão, né? Quer que te comam", zombou Juan enquanto me empurrava pro divã. Juan se despir rapidamente. O pau dele já estava em ereção máxima, uma lança de carne que parecia pulsar com vida própria. Me obrigou a me ajoelhar mais uma vez. Enfiou o membro na minha boca e eu empurrei fundo. Me engasguei, meus olhos reviraram enquanto sentia a ponta do pau batendo na minha garganta uma e outra vez. O sabor era o mesmo, mas a fome era maior. Chupei com desespero, querendo absorver toda a essência dele. "Chega", ordenou Juan, me afastando bruscamente. "Fica de quatro no divã. Agora". Me posicionei, apoiando os cotovelos no veludo, erguendo minha bunda pra ele. Juan pegou um pote de lubrificante e derramou uma quantidade generosa no meu cu. Senti o frio do gel e depois o calor dos dedos dele. Juan começou a me dilatar. Enfiou o primeiro dedo com um empurrão seco. Gemi, sentindo meu esfíncter resistir antes de ceder. Depois entrou o segundo, depois o terceiro. O som era um squelch molhado, o roçar da pele lubrificada contra a mucosa interna. Quando enfiou o quarto dedo, senti que me abria, que estava sendo preparado pra algo massivo. "Você tá tão apertado... vai implorar pra eu te arrebentar", sussurrou Juan no meu ouvido. De repente, Senti a cabeça da pica dele pressionando minha entrada. Não teve preâmbulo. Juan empurrou com toda a força, me penetrando de uma só vez. Um grito dilacerante escapou dos meus lábios. Senti minhas entranhas se deslocarem, que o espaço interno do meu reto era insuficiente para aqueles vinte e quatro centímetros de músculo duro. A dor foi um flash branco, seguido imediatamente por uma onda de prazer tão intensa que quase desmaiei. "Ahhh! Juan! Me enche! Me rasga!", gritei, cravando as unhas no divã. Juan começou a me foder com uma brutalidade animal. Cada estocada era um impacto que sacudia meu corpo inteiro. O som dos ovos dele batendo na minha bunda era como um tambor molhado: shlick, slap, shlick, slap. Eu podia sentir a pica dele roçando minha próstata a cada entrada, mandando descargas elétricas direto pro meu cérebro. Juan aumentou a intensidade, os movimentos dele ficaram frenéticos, as mãos apertando minha cintura com tanta força que eu sabia que ia deixar marcas. "Você é uma puta gorda e nojenta! Olha como eu te abro!", gritava Juan, enquanto as estocadas ficavam mais profundas, mais violentas. Eu estava num estado de êxtase absoluto. A dor e o prazer tinham se fundido numa sensação só. Eu sentia meu corpo se desfazendo, que eu já não era o Edu, mas simplesmente um receptáculo pro prazer do Juan. A fricção gerava um calor insuportável, e o som dos nossos fluidos se misturando era a única música que importava. De repente, Juan soltou um rugido e deu uma última estocada devastadora, se enterrando até a raiz. Senti a explosão do esperma quente dele inundando meu interior. Foi uma descarga massiva, um jato que encheu meu reto e continuou bombeando por segundos que pareceram eternos. Naquele exato instante, a tensão de semanas explodiu em mim. Sem nem me tocar, o simples fato de ser preenchido pelo Juan fez minha própria pica pequena disparar uma quantidade inacreditável de porra. Eu gozei com uma força que eu nem sabia que tinha. manchando o divã e minhas próprias pernas, liberando todo o desejo acumulado num orgasmo que me deixou tremendo e sem ar. Juan se retirou lentamente, deixando que o pau dele deslizasse pra fora de mim com um som de sucção. Fiquei ali, desmoronado, com o semen do Juan gotejando do meu cu. "Limpa tudo, putinha. Usa a língua. Não quero que fique uma gota da minha porra nesse divã", ordenou Juan com frieza. Me arrastei sobre o veludo, lambendo o semen branco e grosso que tinha se espalhado. O gosto salgado me lembrou minha posição: eu era o cachorro do Juan, o brinquedo dele, o escravo dele. Mas Juan não tinha terminado. O pau dele, longe de amolecer, voltou a endurecer com uma força renovada. Ele se sentou no divã e me olhou com superioridade. "Sobe. Monta em mim." Me posicionei sobre ele, descendo lentamente meu peso sobre o membro dele. Senti ele entrando em mim de novo, me preenchendo mais uma vez. Comecei a subir e descer, sentindo o peso da minha barriga balançando sobre ele. Juan aproveitou a posição pra me dar palmadas sonoras enquanto eu gemia, sentindo o pau dele batendo no meu fundo uma e outra vez. O ritmo era mais lento agora, mais torturante, aproveitando cada centímetro de fricção. "Eu te amo quando você se sente assim pesado em cima de mim, porco", disse Juan, apertando minhas nádegas. Bem antes de chegar ao clímax final, Juan me agarrou pelos ombros e me jogou violentamente no chão. Caí com um baque seco, ficando estirado e ofegante. Juan se posicionou sobre meu rosto e, com um último espasmo de prazer, gozou diretamente sobre meus olhos e minha boca. O semen quente me cegou momentaneamente, cobrindo minha cara numa máscara branca e viscosa. Fiquei ali, olhando pro teto, sentindo o cheiro de sexo impregnando todo o ar. A sessão acabou. Me vesti em silêncio, sentindo o vazio dentro de mim que só o Juan podia preencher. Ao sair do consultório, percebi que não sentia mais a necessidade de procurar pornografia no meu celular. O vício nas imagens tinha desaparecido, mas tinha sido substituída por algo muito mais perigoso e profundo. Agora eu era viciada na humilhação, na dor e na posse absoluta do Juan. Eu tinha trocado uma corrente invisível por uma de ferro, e o pior de tudo era que eu não queria que ninguém me libertasse.

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