Consuelo, a vizinha mais gostosa

No último episódio, deixei a Dona da casa, dona Josefa, ou seja, minha esposa, e como os leitores da série devem lembrar, professora prematuramente aposentada aos 27 anos por engravidar, e por herdar uma fortuna do seu primeiro e falecido marido, digo que a deixamos castigando a Esperança, sua atual empregada e antiga aluna, uma garota bonita, submissa, e com tendências lésbicas que estava se apaixonando por quem era, aos olhos de todos, sua Ama, em todos os sentidos.

Naquela época, para ser sincero, estava há uns dias chateado com minha esposa, que parecia estar ligada só na empregada e antiga aluna, tinha pegado um ciúme dela, que não a deixava em paz nem um minuto, como prova vou contar o que aconteceu no dia em questão no café da manhã.

-Esperança, pode me dizer o que houve com os ovos fritos, estão duros, e você sabe que eu gosto bem molinhos.

-Sinto muito, Senhora, não sei o que aconteceu, quer que eu faça outros?

-E esses? Vão pro lixo? Você acha que pode ficar jogando comida fora assim, à toa?

-Não, Senhora, sinto muito de verdade.

-E vai sentir muito mais, quando o senhor sair, me lembra de te castigar, que até você provar a chinelada, não começa a funcionar.

-Sim, Senhora, sinto muito, Senhora.

-Vamos ver, Josefa, os ovos estão perfeitos, quer deixar a Esperança em paz? Você passa o dia ameaçando ela, e batendo nela, coitada da garota.

-Não gosto que você me desautorize, querido, isso a gente já tinha conversado, e a Esperança é minha empregada, e vai fazer o que eu mandar, está claro?

-Não fala comigo assim, que eu te lembro que sou seu marido, e a gente vai ter uma conversa você e eu.

Tão bravo que estava que joguei o guardanapo na mesa, fulminei minha mulher com o olhar, mas ela sustentou o olhar, então me levantei, vesti o paletó e saí de casa batendo a porta.

Enquanto isso, Josefa ficou magoada com a desautorização do marido, a quem adorava e amava loucamente, mas também ficou Gostava de se mostrar altiva, autoritária e déspota com a criada sem que ninguém a repreendesse nem um pouco, e aquela desautorização doeu nela. Olhou para a pobre Esperanza, que não sabia onde se meter, e cuspiu:

— E você, o que está olhando?

— Nada, senhora. Desculpe, minha senhora.

— Nada? Agora, quando eu terminar de tomar meu café, você vai ver. Vai se preparando.

— Sim, senhora. Como a senhora mandar.

A garota já sabia que vinha uma boa surra, e se gostava dos açoites da patroa, gostava ainda mais das ameaças e do anúncio de uma boa surra. Então, quando a patroa mandou ela ir se preparando, não conseguiu evitar molhar a calcinha.

Enquanto isso, fui ao Círculo Cultural, centro nervoso da vila, onde a gente importante se reunia. Lá eu leria o jornal e almoçaria bem — tristeza com pão e vinho diminui. Mas antes de chegar, ao passar pela casa da minha sogra, vi ela pela janela, e ela me viu também. Nos cumprimentamos com entusiasmo, e decidi fazer uma visita.

— Bom dia, Pedro. Que prazer te ver por aqui. Aonde você vai tão cedo com esse frio?

— Olha, sogra, se eu for sincero, venho indignado de casa. Sua filha está insuportável há dias, essa é a verdade. Pra você ver, mal tomei café da manhã.

— Mas como pode ser? Senta aqui, que eu já te preparo o que você quiser. Quer um pouco de toucinho com ovos fritos e um bom café?

— A senhora é uma mãe, dona Maria. Uma mãe.

— Não me chama de dona, e não me trata por senhora, que isso me envelhece. E eu não estou tão velha assim, estou?

— Claro que não. A senhora está bem viçosa... perdão, você está bem viçosa, Maria. A verdade é que me custa te tratar por você.

— Então não custe, filho, que eu gosto muito. E adoro a palavra viçosa. Dá pra ver que você é professor. Nesse povinho de agricultores e caipiras, acho que ninguém conhece essa palavra.

— Algum vai conhecer, mulher.

— Como você, ninguém. Eu que te digo. Enquanto a mulher me fazia o café da manhã, eu ficava olhando ela por trás, e olha, ela mantinha um corpão, usava um roupão azul-marinho que batia na altura dos joelhos, mas bem colado no corpo, então dava pra apreciar todas as curvas direitinho. O fato de ser tão justo deixava ela muito atraente, pelo menos aos meus olhos. Isso somado àquele jeito tão provocante que ela tinha de falar comigo, e como eu tava há uns dias sem dar uma foda, me deixou meio tarado, mas eu tinha que tirar aquela ideia da cabeça, era minha sogra, porra.

A mulher me serviu um café da manhã farto e apetitoso, e enquanto preparava o café, me disse com toda a naturalidade:

— Agora me conta o que aconteceu com essa minha filha.

— Então olha, Maria, pra ser sincero, eu acho ela muito obcecada com aquela garota que tá em casa, a Esperança. Sempre em cima dela, não para de perseguir, de brigar, até de bater. Mas aí eu falo alguma coisa, e ela sai em defesa, me manda não me meter. Sei lá, eu acho ela meio obcecada com essa empregada, pra falar a verdade, e o pior é que ela me deixou meio abandonado.

— Abandonado? Então você não pode deixar isso acontecer, Pedro. Ela é sua mulher, e ela te deve obediência, então faz ela saber disso.

— Às vezes me dá vontade de pegar ela à força e dar uns bons tapas na bunda dela, acho que faria bem, sinceramente.

Maria, que vinha com uma bandeja cheia com a cafeteira, o açucareiro, umas xícaras e uns doces, levantou a cabeça, fechou os olhos, e antes de colocar a bandeja na mesa, disse:

— Mmmmmm, que inveja dessa minha filha.

— Inveja? Por que você diz isso, Maria?

— Por ter o marido que tem... Um marido assim teria feito falta pra mim, alguém que me colocasse nos eixos quando eu precisasse, que, aliás, era bem frequente, eu admito.

Eu já tava gostando muito do rumo que aquela conversa tava tomando, então enquanto saboreava aquele café da manhã maravilhoso misturando os ovos com o bacon... bem frito eu disse pra minha sogra.

- Vou te falar uma coisa, Maria, eu também tenho uma certa inveja do meu falecido sogro.

- Inveja do seu sogro? Mas o que você tá dizendo? Por que você fala isso, filho?

- Ora, pela mulher que ele teve.

- Ah, que coisa você fala, meu filho, mas se eu sou bem normalzinha.

- Não fala isso, Maria, você é uma mulher de arrasar, e há uns anos atrás nem quero imaginar, e não é só o seu físico que eu valorizo, você também é alegre, disposta, divertida, o que eu te digo, eu tenho inveja do meu falecido sogro, mas me diz uma coisa, você fala que às vezes precisou, mas que ele nunca te botou na linha.

- Nunca, Pedro, nunca, e eu te garanto que mais de uma vez eu mereci, mas meu pai era outra coisa, meu pai sim era um homem como Deus manda, na minha casa quem saísse da linha provava a correia, e te digo que ele te botava no lugar, pode crer que botava, eu sempre fui uma mulher rebelde, mas se meu pai me olhava sério eu me mijava toda, com perdão da palavra.

- Era tão durão assim?

- Buf, você não faz ideia, lembro de um dia que eu quis ir numa festa de carnaval, eu não passava de uma adolescente, e me agarrei na ideia de ir, minha mãe não deixava, e eu fiquei tão insistente que ela tirou a chinela e me deu uma boa surra, mas eu era uma égua teimosa, então aproveitando que ele não tava em casa, eu fugi e fui pro carnaval; meia hora depois eu vi ele aparecer pela porta, veio na minha direção e me deu dois tabefes enormes, no segundo ele me jogou no chão, me puxou pela orelha, e quando a gente tava na porta eu vi ele começando a tirar o cinto.

- "Pai, com o cinto não, no meio da rua não, pelo amor de Deus, eu te imploro."

- Mas ele não falou nada, ele era homem de poucas palavras, me levou pela cidade inteira na ponta do cinto, nunca passei tanta vergonha na minha vida, quando chegamos em casa, ele me levou pro meu quarto, e ali em cima da cama, terminou a surra, e no dia seguinte eu fiquei sabendo que ele deu outra surra na minha mãe por ter me deixado escapar, pra você ver. que aprendesse… aquilo eram homens, Pedro, e você me lembra muito meu pai, por isso te digo que com minha filha não afrouxa, que ela é outra potra como eu era, e precisa ser domada.
- A senhora não a domou quando ela era criança?
- Não acredita, filho, fiz o que pude, essa aí provou da chinela dia sim, dia também, mas não é a mesma coisa uma surra de mãe, que uma boa palmada de pai, você me entende, né?
- Perfeitamente, Maria, perfeitamente, e te prometo que vou fazer algo a respeito, não vou deixar ela se desmandar, eu vou botar ela nos eixos, não se preocupa.

A mulher madura e atraente suspirou, fechou os olhos e se levantou com os restos do café da manhã para a pia, enquanto se lamentava dizendo:
- Que pouca sorte eu tive nessa vida, buaaaa, e começou a chorar de forma lamurienta.

Acho que ela fez isso de propósito pra eu me levantar e consolá-la, e assim poder se sentir perto de um homem, ou talvez fossem lágrimas sinceras, o caso é que me levantei e abracei ela por trás enquanto ela estava com a torneira aberta, fingindo que lavava a louça, embora a verdade é que ela só fazia era soluçar de forma lastimosa.
- Não chora mais, Maria, agora tá tudo bem, e vai ficar ainda melhor.
- Me perdoa, filho, me perdoa, você não tem culpa de nada, mas eu tô tão sozinha, e sei que nessa altura da vida não vou encontrar nenhum homem, e sinto tanta falta disso.

Eu com as mãos nos ombros dela por trás, quis consolar aquela mulher e apesar de ser minha sogra não consegui evitar uma ereção bem evidente, e o pior é que estava roçando contra o roupão dela, mesmo que de forma quase imperceptível.
- Não diz que não vai encontrar um homem, Maria, você ainda é uma mulher muito gostosa, e com certeza aqui na cidade ou na capital você encontra os homens que quiser.

Ela se jogou um pouco pra trás se deixando abraçar enquanto continuava soluçando, dava pra notar que ela não queria sair daquela posição. - Eu não procuro um homem qualquer, não quero outro molenga como era o coitado do meu marido, Deus o tenha, eu quero um homem como era meu pai… ou como você, que saiba tratar uma mulher, e que saiba botar ela no lugar, e desses homens já não existe mais, Pedro, já não existe.

Esse discurso foi toda uma declaração de intenções, minha sogra foi se deixando cair contra mim, até ficarmos bem colados, mas o que mais me animou a dar o próximo passo, foi que a bunda dela não parava de se mexer contra meu pacote, começou bem suave, mas já não disfarçava, aquele corpo tava pedindo guerra e eu nem soube, nem quis dar o fora, então passei um braço por baixo dos peitos dela, e me encostei bem no rabo dela fazendo sentir meu membro, e falei no ouvido dela bem meloso.

- Você não acha que tá sendo um pouco sem-vergonha, Maria?

Acho que ela não esperava esse tipo de bronca, porque pude sentir ela corar, e como tentou instintivamente se afastar do meu corpo, mas não deixei, apertei ela contra mim de novo com força, pra ela sentir minha ferramenta em todo seu esplendor.

- O que você acha que seu pai teria feito nesse caso, Maria?

- Meu Deus, nem quero pensar na surra que eu teria levado…

- Pois eu não sou seu pai, mas acho que concordo bastante com ele, então vou fazer o que ele teria feito.

Me afastei dela, e dei três palmadas com a mão cheia, ZASSSSSSSSSSSSSS ZASSSSSSSSSSSSS ZASSSSSSSSSSSSSSSS foram espaçadas e fortes, pra ela sentir bem, e acho que ela saboreou uma por uma, não reclamou de nenhuma, só gemeu, com os olhos fechados, tava degustando, e dava pra ver que queria mais, muito mais, então peguei na mão dela, e falei.

- Vamos pro seu quarto, Maria, que eu vou te explicar lá. fosse uma garota pega no flagra, e foi assim que fiz, enquanto a levava segura pelo braço, notei como ela tremia de excitação, e para acalmá-la um pouco, de vez em quando dava um tapa naquele rabão que ela tinha, ao que ela respondia corando mais do que nunca, mas sem nenhuma intenção de me mandar parar.

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Chegamos ao quarto dela, e ela ficou olhando para o chão, com certeza estava interpretando o papel de garota pega no flagra perfeitamente, porque ela não era assim por natureza, era claramente um papel, e eu estava disposto a entrar na brincadeira.

-Tira o roupão, Maria.

Estávamos os dois de pé ao lado da cama, e ela me olhou sem dizer nada, lembro que ela tinha uma cara misturando rubor e prazer ao mesmo tempo, que não podia ser mais expressiva, e bem devagar começou a desabotoar o laço que segurava o roupão de casa, até ficar só com uma camisola cor creme que chegava nos joelhos, umas meias escuras, e uns chinelos quentinhos de casa xadrez marrom claro e marrom escuro, e pude notar que ela tremia de novo de pura expectativa e quero acreditar que de puro prazer.

-Agora vou te ensinar modos. E comecei a soltar o cinto.

Do fundo da alma dela saiu um gemido gutural antes de me dizer de forma submissa.

-Sim, Pedro, como você quiser.

-Vira de costas, e apoia as mãos na cama.

Ela não disse nada, só me olhou e obedeceu.

Aquela mulher tinha se entregado a mim sem condições apesar do laço familiar que nos unia, se hoje é um tema tabu, imaginem naquela época, mas o sexo sempre encontrou seu caminho apesar dos tabus, apesar dos tempos, e apesar de todas as circunstâncias que se interpuseram ao longo dos séculos, e talvez quanto mais coerção, mais tesão. mais desenfreado, a natureza sempre vence.
Apesar de ter o cinto dobrado em dois pra começar a açoitá-la, preferi apalpar as nádegas dela através do vestido fino que ela usava, dava pra ver uma calcinha branca e generosa, igual à bunda dela, e ali comecei a passar a mão do meu jeito, ela não dizia nada, só gemia, e se mexia de um jeito indecente, o que rendeu um belo tapa de mão aberta.
-ZASSSSSSSSSSSSSSS, tá achando bonito, Maria?
-Ai, me desculpa muito, Pedro, não sei o que tá acontecendo comigo, espero que você me perdoe, mas eu não consigo evitar.
-ZASSSSSSSSSSSSS ZASSSSSSSSSSSSSS ZASSSSSSSSSSSSSSS ZASSSSSSSSSSSSSSSSSSS
Vi ela morder o lábio inferior pra tentar abafar os gemidos de prazer que aquelas palmadas estavam causando, fim do primeiro capítulo, parte 2 na rede social do autor original, todos os direitos reservados
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