Olá pessoal, este é o meu primeiro post. Quero compartilhar minhas experiências sexuais através de relatos, todo material que eu postar são situações reais que vivi e que vocês vão experimentar através da leitura. No ano, acho que foi, 2014, comecei o Curso de ingresso à universidade Jauretche, que fica entre Quilmes e Varela. Introdução Eu estava indo muito bem nos estudos e também estava notando a quantidade de minas gostosas que rondavam a universidade. Uma mais linda que a outra, magrinhas, gordinhas, novinhas, milf. Tinha de tudo, infelizmente minha timidez e minha falta de habilidades sociais tornavam quase impossível puxar conversa com qualquer mulher de lá. Passaram-se semanas e meses e eu ganhei uma pequena fama dentro das salas que eu frequentava. Como eu ia bem nos estudos, sempre respondia e as minas me "parabenizavam" e diziam que eu era um cara inteligente. Eu não dava muita bola, achava que estavam meio que zoando comigo. Naquele momento da minha vida eu não tinha tanta experiência de conquista, embora tivesse bastante experiência sexual porque já tinha tido namorada. 1) Uma das minhas colegas do curso de início à universidade se chamava Patricia, tinha uns 38 anos, eu tinha 19 na época. Um dia recebo uma mensagem dela no meu celular. Ela tinha me perguntado sobre algo da universidade, tinha conseguido meu número porque estávamos todos num grupo do nosso curso. Ela fala um pouco sobre uma matéria e depois me diz: +Com quem você vai sentar amanhã? -Não sei, acho que sozinho (respondi) +Senta comigo assim você me ajuda... Ou você vai sentar com a Melisa? Ela me disse que você gosta dela. Eu não acreditei muito, porque não tinha uma boa percepção de mim mesmo, não sentia que eu era bonito, respondo com outra pergunta. -Tá me falando sério? Ela te disse isso? +Sim, várias de nós gostam de você -E você?- me animei a perguntar +Você tem que descobrir... No dia seguinte fui à universidade e a Patricia sentou do meu lado, conversamos um pouco mas não aconteceu nada, estavam todos os Galera, a gente combinou de se ver no dia seguinte. Eram umas 20h, já tava tudo escuro, e a gente se encontrou no pátio da faculdade. Sentamos num banco e começamos a falar um monte de besteira. Do nada, ela começou a me encher de elogios: "Você é muito gato, não acredito que você tá aqui conversando comigo". Ela me contou que tinha se separado do marido fazia uns meses, com quem tinha ficado a vida toda. Disse que só conhecia aquela pica, que nem subia mais. Ela era bem gostosa, garota, baixinha, uns 1,54, não tinha muita bunda, mas ao mesmo tempo eu curtia porque sabia que se eu metesse minha pica modesta de 17 cm, ela ia sentir pra caralho.
Nos beijamos um pouco no banco, aproveitando que estava escuro e que tinha pouca gente porque era inverno, peguei na mão dela e a levei até meu pau já duro. Ela se assustou, elogiou o tamanho e ficou tocando disfarçado, acariciando minha cabeça. Passava o dedo no buraco do meu pau, que estava bem aberto, como se quisesse soltar a porra a qualquer momento. Passou a mão do meu pau para minhas bolas, que acariciou um pouco, e levou a mão ao nariz, cheirando fundo. "A gente tem que ir pra algum lugar mais privado" (ela me disse). Eu ainda não tinha trabalho, tava sem um puto, então não dava pra levar ela pra um hotel. Ficamos andando pela universidade bem tarados, nos beijando onde não tinha ninguém, até acharmos um lugar abandonado onde decidimos entrar pra fazer o nosso. 2) Entramos naquele lugarzinho que tava abandonado ou em construção na época. Tava escuro, não dava pra ver nada, mas pelo menos estávamos sozinhos. Tiro o pau da calça e falo que quero ver ela de cócoras. Rapidinho ela se ajoelha, troca o cigarro que tava na boca pelo meu pau, que chupa com muito entusiasmo, mas dava pra ver que tinha pouca experiência. Ela já tinha me contado que o otário do ex-marido dela não sabia foder e não tocava nela. Eu ajudei segurando a cabeça dela e metendo na boca dela, dava pra ouvir "gluc gluc gluc", com a saliva escorrendo enquanto ela me chupava ali no escuro. Levanto a perna dela por cima do meu ombro e faço ela chupar minhas bolas sem falar nada. Primeiro ela cheira bem, parece que o cheiro de bola deixava ela muito excitada, e eu tinha passado o dia todo com aquela roupa, então com certeza tava com um cheiro forte pra satisfazer o fetiche dela. Ela cheira bem minhas bolas e meu pau, sinto o nariz dela passando por ali e depois a língua nas minhas bolas. Tava muito frio, então a mudança de temperatura com a língua dela era muito gostosa. Faço ela se levantar, puxando pelo cabelo, e meto a mão na legging e na calcinha dela. Tava com a buceta muito muito molhada, Adorei. Uma buceta pequenininha, apertada, mas ao mesmo tempo era mais molinha e esticada do que as que eu conhecia, porque só tinha transado com minha ex até então, que tinha 19. Tava completamente melada e aproveitei pra bater uma pra ela um tempo, passava meus dedos no clitóris dela enquanto beijava ela, soltava um cheiro de cigarro da porra aquela boca, mas me deixava com tesão. Com a mão livre, pego no cu dela por dentro da roupa e fico tateando procurando o furinho. Tava bem molinho, não apertado, mesmo ela sendo virgem do cu. Enfio um dedo no cu dela enquanto bato uma com a outra mão, tudo isso em pé, porque a gente tava ali naquela sala da universidade. Fico atrás dela e procuro o buraco da buceta com a cabeça inchada da minha pica, assim crua, sem camisinha. Vou enfiando um pouquinho e sinto o quanto ela me aperta, a vadiazinha. -Dá pra ver que não usavam essa buceta, vadia. +Ai, não fala assim que me dá vergonha. -Mas te dá tesão, vadia. +Aai. Ela soltou um gemido jogando o cu pra trás, fazendo entrar toda a minha pica, senti a umidade da buceta dela tocando minhas bolas. Comi ela um tempo ali em pé, era lindo, bem gostosa, fácil de manobrar, sentia como eu abria ela toda enquanto batia uma no clitóris dela com uma mão e com a outra enfiava dois dedos na boca dela. Tiro os dedos da boca dela, inclino ela um pouco mais e enquanto como a buceta dela vou enfiando um dedo no cu, que entrou rapidinho. Ela tentava não gemer enquanto sentia minha pica entrando mais fundo do que ela nunca tinha sentido na pouca experiência sexual dela. Sinto que vou gozar e mando ela ficar de cócoras de novo, "me limpa a pica, falo pra ela". Ela chupa um pouco tirando todos os fluidos, e eu fico batendo uma na frente dela, mando ela abrir a boca e gozo um pouco na cara e na boca dela e muito na mochila dela que tava ali do lado. Ela se limpa como pode, a gente conversa mais um pouco e ela vai embora. Bom, essa foi. uma das minhas experiências, tenho melhores pra contar, mas escolhi essa pra ser a primeira. Comentem e me sigam se quiserem ler mais relatos.
Nos beijamos um pouco no banco, aproveitando que estava escuro e que tinha pouca gente porque era inverno, peguei na mão dela e a levei até meu pau já duro. Ela se assustou, elogiou o tamanho e ficou tocando disfarçado, acariciando minha cabeça. Passava o dedo no buraco do meu pau, que estava bem aberto, como se quisesse soltar a porra a qualquer momento. Passou a mão do meu pau para minhas bolas, que acariciou um pouco, e levou a mão ao nariz, cheirando fundo. "A gente tem que ir pra algum lugar mais privado" (ela me disse). Eu ainda não tinha trabalho, tava sem um puto, então não dava pra levar ela pra um hotel. Ficamos andando pela universidade bem tarados, nos beijando onde não tinha ninguém, até acharmos um lugar abandonado onde decidimos entrar pra fazer o nosso. 2) Entramos naquele lugarzinho que tava abandonado ou em construção na época. Tava escuro, não dava pra ver nada, mas pelo menos estávamos sozinhos. Tiro o pau da calça e falo que quero ver ela de cócoras. Rapidinho ela se ajoelha, troca o cigarro que tava na boca pelo meu pau, que chupa com muito entusiasmo, mas dava pra ver que tinha pouca experiência. Ela já tinha me contado que o otário do ex-marido dela não sabia foder e não tocava nela. Eu ajudei segurando a cabeça dela e metendo na boca dela, dava pra ouvir "gluc gluc gluc", com a saliva escorrendo enquanto ela me chupava ali no escuro. Levanto a perna dela por cima do meu ombro e faço ela chupar minhas bolas sem falar nada. Primeiro ela cheira bem, parece que o cheiro de bola deixava ela muito excitada, e eu tinha passado o dia todo com aquela roupa, então com certeza tava com um cheiro forte pra satisfazer o fetiche dela. Ela cheira bem minhas bolas e meu pau, sinto o nariz dela passando por ali e depois a língua nas minhas bolas. Tava muito frio, então a mudança de temperatura com a língua dela era muito gostosa. Faço ela se levantar, puxando pelo cabelo, e meto a mão na legging e na calcinha dela. Tava com a buceta muito muito molhada, Adorei. Uma buceta pequenininha, apertada, mas ao mesmo tempo era mais molinha e esticada do que as que eu conhecia, porque só tinha transado com minha ex até então, que tinha 19. Tava completamente melada e aproveitei pra bater uma pra ela um tempo, passava meus dedos no clitóris dela enquanto beijava ela, soltava um cheiro de cigarro da porra aquela boca, mas me deixava com tesão. Com a mão livre, pego no cu dela por dentro da roupa e fico tateando procurando o furinho. Tava bem molinho, não apertado, mesmo ela sendo virgem do cu. Enfio um dedo no cu dela enquanto bato uma com a outra mão, tudo isso em pé, porque a gente tava ali naquela sala da universidade. Fico atrás dela e procuro o buraco da buceta com a cabeça inchada da minha pica, assim crua, sem camisinha. Vou enfiando um pouquinho e sinto o quanto ela me aperta, a vadiazinha. -Dá pra ver que não usavam essa buceta, vadia. +Ai, não fala assim que me dá vergonha. -Mas te dá tesão, vadia. +Aai. Ela soltou um gemido jogando o cu pra trás, fazendo entrar toda a minha pica, senti a umidade da buceta dela tocando minhas bolas. Comi ela um tempo ali em pé, era lindo, bem gostosa, fácil de manobrar, sentia como eu abria ela toda enquanto batia uma no clitóris dela com uma mão e com a outra enfiava dois dedos na boca dela. Tiro os dedos da boca dela, inclino ela um pouco mais e enquanto como a buceta dela vou enfiando um dedo no cu, que entrou rapidinho. Ela tentava não gemer enquanto sentia minha pica entrando mais fundo do que ela nunca tinha sentido na pouca experiência sexual dela. Sinto que vou gozar e mando ela ficar de cócoras de novo, "me limpa a pica, falo pra ela". Ela chupa um pouco tirando todos os fluidos, e eu fico batendo uma na frente dela, mando ela abrir a boca e gozo um pouco na cara e na boca dela e muito na mochila dela que tava ali do lado. Ela se limpa como pode, a gente conversa mais um pouco e ela vai embora. Bom, essa foi. uma das minhas experiências, tenho melhores pra contar, mas escolhi essa pra ser a primeira. Comentem e me sigam se quiserem ler mais relatos.
1 comentários - Comi a uma colega da UNAJ