Desde que engravidou, a male dela (como minha esposa chama), minha mulher teve uma explosão hormonal e vive toda fogosa. Ela se masturba de manhã, quando chego do trabalho à tarde ela pede pra eu comer ela ou, se tô muito cansado ou demoro pra ficar duro, ela me obriga a lamber a buceta dela até ela gozar. Quis comprar um vibrador pra ela, mas ela não quis: só quer meu pau ou o pica de Ernesto. Com ele, eles se encontram uma vez por semana. Não esqueçam que ele tem esposa própria e filhos. Sexta ao meio-dia eu levo ela até o bar onde eles se encontram, beijo minha mulher, cumprimento o Ernesto de longe e "entrego ela" pra ele levar pra um hotel. Vou buscar ela umas 8h30 ou 9h no mesmo lugar e vamos pra casa, onde minha língua higieniza as partes usadas da minha esposa e assim faço ela gozar de novo num orgasmo bem barulhento. Algumas vezes que sabíamos que não viria família em casa, foi o Ernesto que veio e virou o dono da minha mulher até as 21h, quando ele ia embora pra família dele. No 5º mês, minha esposa teve que parar de usar a posição de missionário por causa da barriga. Desde então, ela monta no Ernesto e come ele assim, ou ele coloca almofadas debaixo da bunda dela e come ela sentado na cama. Do mesmo jeito ele come o cu dela, porque ela também não consegue ficar de bruços. Nas consultas do pré-natal eu vou com ela (sou o pai corno), mas na hora do parto (já conversamos) vai o Ernesto, porque ele quer ver o bebê dele nascer. O Ernesto vai embora depois, antes do resto da família chegar. Assim a gente leva a gravidez infiel da minha mulher. Com a excitação que ser livre desperta na minha esposa, com o prazer que nasce no amante macho por comer a gostosa de outro. E com o tesão natural de quem curte transar, mas também de ser corno.
6 comentários - Criando o filho que o amante fez na minha gostosa
Dos de mis hijos en realidad el padre es mi amigo Pepe que tiene una pija muy grande y potente. Desde que mi mujer la probo no quiere saber de la mía por que le baila y se sale de tan chiquita que es