Foi assim que eu comi a namorada do meu primo
Sofia era a namorada do Gabriel, meu sobrinho de 25. Era bem alta, 21 anos, morena de cabelos lisos até a cintura, linda de rosto (aparentava muito menos idade), peitos firmes e empinados, cintura fina e uma bunda levantada… uma obra-prima por onde quer que se olhasse.
Era — como já disse — a namorada de um sobrinho da minha esposa, que a gente via em reuniões de família… era daquelas gostosas que um cara de mais de 40 como eu fica babando.
A empresa onde trabalho ia montar um estande numa exposição de nível internacional e coube a mim, como supervisor de Vendas, cuidar de tudo.
Como precisávamos de uma promotora, lembrei da Sofi, então decidi ligar pro meu sobrinho pra ele me passar o contato dela.
O Gabriel não deu muita bola e me passou o número pra eu ligar, o que fiz na hora. Expliquei pra gata qual seria a função dela, os dias que precisaria estar lá e o pagamento — que era muito bom —, e ela aceitou na hora, sem pensar duas vezes.
“… passa aqui em casa hoje mais tarde que eu termino de te explicar…” encerrei a ligação.
Naquela tarde, por volta das 18h, a Sofia estava na minha frente… vestida com uma calça jeans elástica que parecia colada na pele, bronzeada e com um top que valorizava os peitos… ela sabia que era gostosa e não fazia questão de se esconder.
“… olha, gata, a exposição dura 5 dias, a gente fornece a roupa e sua função é rebolando essa bunda e distribuindo folhetos pra atrair o máximo de gente pro estande… se a gente bater uma meta de adesões, você ganha um bônus extra…” falei.
“… Sim, Alex!!!, bora! Preciso de uma grana e praticamente não preciso fazer nada!!…!” ela riu, animada.
“… vem amanhã no escritório depois do meio-dia que você prova a roupa…” e a gente se despediu com um beijo.
A Sofia chegou perto das 2 da tarde no meu escritório, rebolando na frente de um monte de colegas de trabalho babões… o perfume dela deixava rastro por onde passava.
“… oi, Alex!…” ela disse. Ficando na ponta dos pés para me abraçar e me dar um beijo enquanto eu observava no espelho a imagem da bunda dela.
Ela sentou na minha frente e continuei comentando o plano de trabalho.
"… na quinta você vem às 7h30 da manhã e vai comigo no carro da empresa até Esperanza (a cidade onde rolava a expo). Montamos o estande e comemos alguma coisa, a movimentação começa às 15h e termina às 21h, então a gente volta pra cá. Na sexta eu passo aí na sua casa se você quiser e a gente fica o dia inteiro… no sábado aí já muda a parada, a gente tem que ficar lá porque não vou ter o carro da empresa e além disso termina muito tarde, então com certeza vamos pra um hotel dormir pra começar o domingo a todo vapor… essa noite também ficamos pra dormir pra segunda cedo desmontar tudo e voltar…" expliquei… "…agora experimenta a roupa, por favor.." acrescentei.
A roupa era um tipo de macacão azul e branco de tecido high com alças tipo regata na parte de cima, entreguei pra ela e saí do escritório pra deixar ela se trocar.
Depois de alguns minutos ela abriu a porta me convidando pra entrar.
Quase morri… era um inferno!!!… meu pau dava pulos dentro da cueca… os mamilos dela marcavam de um jeito delicioso, sensual, sem ser agressivo — e a bunda dela era a perfeição… a garota sabia o efeito que causava em mim e girava em si mesma perguntando se ficava bem.
"… eh… sim… perfeito… só que marca muito a calcinha…" falei feito um idiota.
"… mas Alex!!… com isso eu uso fio dental ou direto sem calcinha…" ela disse como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Peguei na mão dela e, colocando a outra na cintura, fiz ela girar… Sofia empinava a bunda toda vez que ficava perto de mim… soltei ela e ela se apoiou na mesa e, levantando ainda mais a bunda, começou a
capítulo 2
rebolando suavemente…
[13/8/2026 14:32] EroSAGA relatos eróticos: "… bem vadia ela…" disse soltando uma gargalhada. "… eu entro no estande mesmo que seja só pra ver essa bunda de perto..." comentei rindo. "... jaja... você é do tipo que não hesitaria em me convidar pra tomar algo..." disse ela de forma safada. "... é verdade... a gente começaria tomando algo..." respondi entrando na brincadeira dela. "... tira a roupa, ela tá colada em você..." "... ai tio!! na sua frente você quer que eu tire a roupa?..." ela soltou, pegando no cabelo e mordendo com cara de gata.
Rimos e saí do meu escritório escondendo com as mãos nos bolsos a ereção que era impossível disfarçar.
Ela se despediu de mim combinando de estar na hora e dia marcados, e ao se despedir me sussurrou no ouvido: "... quando eu tiver saindo, te prometo que devolvo os olhos que você deixou grudados na minha bunda..." e me deu um beijo, indo embora.
Quinta-feira seria o primeiro dia de muitos onde o prazer se mistura com o trabalho...
Naquela quinta, Sofia chegou na hora marcada: cara lavada, leggings coloridas e blusa combinando... estava linda, principalmente pelas olheiras que tinham se formado sob os olhos dela por ter acordado tão cedo. Carregamos os panfletos e partimos pra Esperanza, onde um par de vendedores da filial local nos esperaria pra ajudar a montar o estande... tínhamos pela frente mais ou menos uma hora e meia de viagem.
"... quer que eu comece o chimarrão?..." ela perguntou. "... pode ser... junto com a mochila tem umas medialunas que comprei no caminho pro escritório...".
Sofia se sentou de pernas cruzadas e foi preparar o chimarrão. O joelho dela ocupava mais espaço que o assento, chegando quase até o meu: "... quer que eu afaste a perna ou não te incomoda?..." disse enquanto se ajeitava. "... não, tá de boa, deixa aí... sem problema..." respondi.
Depois de alguns minutos de viagem e já tendo parado de tomar chimarrão, começamos uma conversa que foi esquentando o clima.
"... o que o Gabriel falou do seu trabalho de promotora? ele ficou incomodado?..." quis saber. "... não... na real o Gabriel não sabe nada que eu trabalho esse fim de semana... bom, pra ser sincera, o Gaby não sabe nada de mim há quase dois meses... a gente não tá mais junto... ela confessou.
Olhei para ela surpreso… ela riu.
"… que tá olhando assim? sou uma garota solteira agora! … quase uma freira… imagina… dois meses sem dar!! …" e soltou uma gargalhada que deixava à mostra sua dentadura perfeita. "… desculpa, não sabia…" consegui dizer e instintivamente coloquei minha mão sobre o joelho dela num gesto de consolo. "… também não é o fim do mundo… algo me diz que esse fim de semana vou ter uma alegria…" acrescentou, deixando meu pau em alerta, que já começava a esquentar aos poucos.
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A imagem que o sol me presenteava entrando pelo lado do vidro dela era maravilhosa: os raios pareciam desenhar o contorno dos seios dela e me permitiam ver como os mamilos marcavam... minha ereção estava a todo vapor.
Chegamos no terreno e o pessoal da nossa filial local já estava nos esperando. Durante a manhã montamos o estande e perto das 13h fomos almoçar. Às 16h a mostra era inaugurada.
Meia hora antes da abertura, Sofia já estava trocada: cabelo liso, olhos maquiados estilo gata, lábios cor de amora... o catsuit caía perfeitamente nela... os seios elevados e firmes, a bunda dela um presente dos céus, mas me chamou a atenção que não marcava calcinha nenhuma.
"... Sofi... tá espetacular! Como você fez pra não marcar a calcinha?" "... fácil, não tô de calcinha..." ela me disse no ouvido rindo, e pegando uma das minhas mãos, guiou pela costa dela até as coxas... "... viu que não tô usando nada?" e saiu andando em direção ao movimento de gente, rebolando a bunda, com o catsuit enfiado entre as nádegas...
[13/8/2026 14:32] EroSAGA contos eróticos: Às 21h em ponto o terreno fechou, a tarde foi entediante já que quem percorria a expo eram empresários e autoridades locais, aquela primeira tarde era de entradas de protocolo, amanhã seria nosso primeiro dia de trabalho a sério. Voltamos pra nossa cidade depois de deixar os outros dois vendedores perto das casas deles. Sofia continuava com o catsuit vestido, a escuridão da estrada não me deixava ver muito, mas minha imaginação voava.
Ao chegar na casa dela, ela se despediu de mim com um beijo suave mas prolongado na minha bochecha enquanto com uma mão acariciava meu rosto.
"... obrigada por essa oportunidade de trabalho, 'tio'... algum dia espero poder retribuir o que você fez por mim..." ela disse quase sussurrando, o que só fez meu pau ficar duro na hora. "... não, meu amor!!! Graças a você por ter aceitado, senão eu teria que ter... sai pra procurar alguém e não
tinha tanto tempo, além disso o uniforme fica um charme em você… amanhã passo pra te buscar, não esquece…” Ela riu e desceu do carro. Caminhou pra casa com passos largos… os quadris dela balançavam maravilhosamente, fazendo eu levar a mão no meu pau e acariciar… aquela noite comi minha mulher igual um animal, gozando entre as tetas dela pensando na garota…
A manhã de sexta já vinha quente, mas minha surpresa foi vê-la sair de casa rumo ao carro: vestia uma minissaia jeans e uma regata branca básica que, com o frescor daquela hora, marcava violentamente os bicos dos peitos. Sofia subiu, me beijou – dessa vez bem perto dos meus lábios – e com aquela carinha de quem acabou de acordar perguntou se eu ia começar o mate.
Quando respondi que sim, ela se acomodou como no dia anterior, cruzando as pernas igualzinho chinês, só que dessa vez a mini ficou quase na altura da cintura, me deixando ver a calcinha branca dela. “… bom… pelo menos dessa vez dá pra ver que você tá de calcinha!!…” falei arregalando os olhos. Sofia riu e soltou: “… não te incomoda se aparecer um pouquinho, né??” “… imagina, me deixa feliz…” falei e rimos os dois. “… Ai, ai, ai… com tão pouco você fica feliz!!… então vou pensar em como te dar um pouco mais de felicidade, afinal tenho que ser grata a quem me arrumou o emprego…” e piscou um olho pra mim.
Coloquei minha mão no joelho dela, acariciando, enquanto ela começava a levantar a regata deixando a barriga de fora. “… vou aproveitar pra pegar um sol, não pensa que tô me despindo… pelo menos por enquanto…” e soltou uma gargalhada enquanto começava a preparar o mate.
Ajeitei meu pau que obviamente tinha endurecido e notei que ela olhou de canto, quase sem disfarçar… tínhamos uma hora de viagem pela frente e as cartas já estavam na mesa.
Chegamos… Sofia se trocou e começou a trabalhar. Ao meio-dia fomos pro mesmo refeitório do dia anterior. Depois do almoço subimos no carro e fomos atrás de um hotel para as noites de sábado e domingo. Esperanza não é uma cidade muito grande, é principalmente uma cidade de caras universitários, então não tinha muitos hotéis. O único que conseguimos tinha um só quarto de casal, então teríamos que dividi-lo… minha cabeça voava a mil mesmo faltando 24 horas para aquele momento acontecer. Sofia não disse nada, só que seria a primeira a tomar banho, isso era a única coisa que "não negociava", e eu topei sem pensar duas vezes, afinal, teria ela comigo por 48 horas.
Terminava o dia e, assim que fecharam o local, fomos arrumar as coisas… sentei na escrivaninha com as pernas abertas e a Sofia entrou com cara de cansada… chegou até onde eu estava e, se acomodando entre minhas pernas, me abraçou. "… ufa! tô morta… esses saltos me acabaram…"
Eu a envolvi pela cintura, acariciando o começo da bunda dela, e pude confirmar que não tinha calcinha… meu pau pulou, endurecido, e ela continuava ali parada. Me ajeitei melhor, fazendo ela sentir meu volume… Sofi não disse nada, só soltou meu pescoço e ficou de frente pra mim. Abracei ela com os dois braços pela cintura, ficando cara a cara.
"… muito cansada?" perguntei.
E fazendo biquinho com a boca, ela assentiu com a cabeça. Me abraçou de novo e dessa vez meu pau tava no talo na racha dela… desci da escrivaninha e, dando um beijo na testa dela, falei que a gente devia ir pra casa, amanhã seria outro dia puxado, tão duro quanto meu pau naquele momento. Nos despedimos dos vendedores — que olhavam e não entendiam nada — e, abraçados, fomos pro carro. Na volta, ela dormiu no meu ombro, e eu fiquei acariciando as pernas dela o tempo todo da viagem. Deixei ela na porta da casa… ela se despediu com um beijinho, limpando com os dedos a pintura que tinha deixado nos meus lábios… os dois sabiam que amanhã não seria um dia qualquer.
Depois de um conserto na casa da minha sogra, acabamos transando como loucos
O relato que conto é totalmente verídico, só vou trocar os nomes dos protagonistas. Meu nome é Eden, tenho 46 anos, meço 1,80, não sou gordo nem magro e sou casado. Minha sogra Elsa é viúva há muitos anos e, pelo que sabemos, nunca mais teve parceiro. É uma mulher muito alegre, baixinha e tem 60 anos. É magra e o passar dos anos está deixando marcas no corpo dela. A bunda dela já não é mais durinha e os peitos estão começando a sentir a gravidade.
Nunca tinha reparado nela como mulher desejável, mas recentemente, depois de ir fazer um conserto na casa dela, tudo mudou. Mandei ela subir numa cadeira pra segurar a cortina que eu precisava pendurar enquanto eu pegava umas ferramentas. Tava nisso quando, de repente, escutei a cortina caindo e ela se desequilibrando na cadeira. Larguei tudo correndo e fui até ela pra segurá-la e evitar que caísse no chão. Sem pensar, agarrei ela onde deu e minhas mãos foram parar na bunda dela. Mesmo assim, não evitei que a cadeira inclinasse e acabamos os dois no chão, o vestido dela todo levantado, mostrando a calcinha. A situação foi um pouco constrangedora e ficamos sem dizer nada por alguns segundos.
Na queda, ela bateu contra o móvel da sala. Ajudei ela a sentar e perguntei se queria uma massagem leve. Ela aceitou, mas parecia desconfortável com a situação. Eu, pelo contrário, continuei massageando do joelho até a coxa. Elsa parecia incomodada, mas eu notava que ela tava gostando, e eu também tava gostando, e meu pau começou a se mexer dentro da calça.
Depois de alguns minutos de massagem, comecei a subir um pouco mais até chegar na virilha. Eu tava cada vez mais excitado e ela tava bem quietinha, mas dava pra perceber que ela continuava gostando.
Por outro lado, eu tinha medo de continuar e ela se irritar e contar algo pra minha esposa, mas a tesão que eu tava já me fazia pensar mais com o pau do que com a cabeça e, quase sem perceber, minha mão se desviou pra buceta dela. por cima da calcinha dela. Afastei e ela me disse meio brava que parasse e que fosse embora. Pedi desculpas e implorei pra ela não contar nada pra minha mulher.
Levantei do sofá e fui consertar a cortina, mas minha cabeça tava pensando no que tinha acabado de acontecer. Quando terminei, fui guardando tudo. Continuava com a pica bem dura e dava pra ver claramente pela calça, mas não me atrevia a tentar mais nada com a Elsa.
Teve um momento enquanto eu guardava as coisas que vi ela olhando pro meu pacote. Eu tava confuso, sabia que ela tinha gostado da massagem, mas algo me segurava de tentar mais alguma coisa com ela.
Quando já tava tudo pronto e guardado, pedi um copo d'água. Ela foi pra cozinha pegar e eu fui atrás, quando ela se abaixou pra pegar a garrafa da geladeira meus olhos se cravaram na bunda dela, e minhas mãos foram direto pra lá.
Ela ficou parada e não disse nada, me aproximei e rocei minha pica na bunda dela, ela continuava sem se mexer, sem falar nada, tava gostando, mas ainda desconfortável, muito desconfortável.
Ela se endireitou, nos olhamos e sem dizer nada me aproximei e dei um beijo na boca dela, ela se afastou e falou, não pode ser, sou tua sogra, pensa na tua mulher.
Não respondi, e tentei de novo, já tava tudo perdido, beijei ela de novo e toquei nos peitos dela, amassava enquanto beijava e dessa vez ela não se afastou. Ficamos nos beijando molhado por minutos, despiei ela na cozinha e masturbei ela contra a mesa.
Naquele momento ela também tava fora de si, tava muito gostosa, escorrendo enquanto eu enfiava os dedos na buceta dela até ela ter o primeiro orgasmo. Naquela hora ela falou – Só hoje, isso não pode acontecer de novo – Levei ela pro quarto dela e lá tirei a calça e a cueca, já tava os dois pelados, eu por cima dela sem enfiar, mas roçando nossos sexos. Queria que ela aproveitasse e queria aproveitar eu o máximo de tempo possível.
Aos poucos fui descendo beijando ela por todo o corpo até chegar na sua monte de Vênus. Ali eu parei e comi com muito capricho até ela não aguentar mais e ter o segundo orgasmo. Nunca imaginei ela assim, gritando e gemendo daquele jeito até que ela me disse – faz muitos anos que não entra uma pica de verdade em mim – me fode. fim do primeiro capítulo, capítulo 2 na rede social do autor original, todos os créditos para ele:
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