O Pecado do Tio Fernando

O Pecado do Tio Fernando

Porra, Jimena… olha essa obra de arte gostosa. Essa cara de anjo com lábios carnudos e brilhantes, olhando pro lado como se não percebesse o que provoca, mas eu percebo. Esses olhos escuros e essa pele macia, com uma pinta bem em cima dessas tetas que tão me deixando louco. Esse top vermelho de tricô, justinho, com o decote aberto até a alma… dá pra ver o vale profundo, as tetas grandes, pesadas, redondas, apertadas uma contra a outra, com aquele canal delicioso que pede aos gritos pra eu enfiar a cara e chupar até deixar marca. Elas se marcam perfeitas sob o tecido, e dá pra notar que são naturais, firmes mas macias, daquelas que quicam quando você tá comendo com força. E o corpo… curvilíneo, de cintura marcada e quadris que se adivinham largos sob essa calça jeans. Ela tem uma raba de puta: redonda, firme, daquelas que se levantam e se abrem quando ela se agacha, pronta pra agarrar com as duas mãos e meter até o fundo enquanto ficam as marcas dos dedos.
Eu imagino ela ali mesmo, nessa mesa branca, com essa cara de inocente mas com a boca aberta gemendo meu nome. Quero puxar o cabelo dela, descer esse top, tirar essas tetas pra fora e comer elas primeiro com a boca e com a pica, depois virar ela, descer o jeans e meter por trás olhando como essa raba mexe enquanto eu enterro fundo, até o rosto dela ficar vermelho e escorrer saliva pelo canto desses lábios pintados.
Jimena é uma gostosa perfeita: cara de santa, corpo de puta e uma atitude que pede aos gritos pra ser destruída. Eu comeria ela sem piedade, uma vez atrás da outra, até deixar ela tremendo e cheia.
MAS ELA É MINHA SOBRINHA.
A filha da minha irmã Verônica. Ela nunca conheceu o pai, foi criada só pela mãe. Eu sempre fui o tio solteirão, o que visitava no Natal e nos aniversários, o que dava presentes caros e dizia "como você cresceu, Jimenita". Mas nunca, jamais, tinha visto ela com esses olhos.
Tinha passado um ano de reformas na minha casa. Depois do meu divórcio, decidi ampliá-la, dar um novo ar. As obras estavam no ponto mais caótico e eu não podia morar lá. Foi então que Verônica, minha irmã, me ligou.
- Por que você não vem morar com a gente enquanto termina os ajustes? Você me paga o aluguel e a gente te arruma um lugar.
No começo, me senti mal. Como se estivesse invadindo o espaço delas. Mas me trataram bem desde que cheguei. Me deram o quarto da Jimena, porque só tinham dois na casa, e ela se mudou para um quartinho menor que usavam como depósito.
No início, tudo era normal. Verônica trabalhava o dia inteiro, chegava cansada, reclamava que a Jimena não fazia nada. A guria de 18 anos tinha largado os estudos. Dizia que não gostava, que os professores eram uns idiotas, que não servia pra aquilo. A mãe pedia pra ela então arrumar um emprego, mas ela recusava.
- Não quero que algum moleque da idade dela venha engravidar ela - dizia Verônica preocupada - Mas também não pode ficar em casa o dia todo olhando o celular.
Eu não me metia. Só escutava, concordava, dizia "já, Verônica, deixa ela, é nova". Mas algo estava mudando dentro de mim.
Comecei a notar ela com outros olhos. Aqueles shorts que ela usava em casa. Aquelas legging que marcavam até o último vinco. Aqueles tops sem sutiã que deixavam ver o volume dos bicos quando fazia frio.
Um dia, vi ela deitada de bruços no sofá, olhando o celular. Ela tava com uma legging cinza, tão justa que parecia pintada na pele. A bunda dela se erguia levemente, redonda, firme, perfeita. Senti um calor na virilha que não conseguia controlar. Minha pica endureceu na hora.
- Ai, Jimeninha - falei baixinho, quase pra mim - Como você é gostosa, sobrinha.
Ela não me ouviu. Continuou passando o dedo na tela, alheia ao predador que observava da cozinha.
Fui perdendo a sanidade aos poucos. Cada dia era pior. Acordava com a imagem dela na cabeça. Me masturbava no chuveiro pensando no corpo dela, na sua boca, em como ela gemeria se a tivesse debaixo de mim.
"Tô com a impressão que um desses dias vou te penetrar e te fazer minha mulher", pensava enquanto a via passar. "Cê já tá madura pra receber rola toda noite e na idade fértil pra me dar filhos."
Eram pensamentos proibidos. Doentios. Mas eu não conseguia pará-los.
Comecei a semear a discórdia. Dizia pra Verônica, sempre num tom de preocupação, que a Jimena precisava de disciplina, que devia trabalhar, que não podia ficar o dia inteiro à toa. Minhas palavras caíam como gotas de veneno, e as brigas entre mãe e filha ficaram mais frequentes.
Jimena chorava. Verônica saía de casa furiosa, dizendo que não aguentava mais a filha. E lá estava eu, o lobo, esperando minha hora.
— Por que você tá chorando, sobrinha? — perguntei uma tarde, sentando ao lado dela no sofá.
— Minha mãe não me entende — soluçou, enxugando as lágrimas com as costas da mão — Ela diz que eu sou uma preguiçosa, que não sirvo pra nada. Mas eu não quero trabalhar num lugar horrível, atendendo gente idiota...
— Claro que não — falei, acariciando o cabelo dela — Uma princesa como você não precisa trabalhar. Com essa beleza, cê podia viver como uma rainha, Jimenita.
Ela me olhou, estranhando minhas palavras. Mas sorriu. Aquele sorriso foi meu primeiro triunfo.
Os dias passaram e ela começou a buscar meu consolo. Toda vez que brigava com a mãe, corria pra mim. Primeiro foram palavras. Depois, abraços. Eu a envolvia nos meus braços, sentindo o corpo trêmulo dela contra o meu, os peitos dela pressionando meu peito.
— Qualquer homem mataria pra ter você em casa — sussurrava no ouvido dela — Cê é gostosa demais pra se desperdiçar num emprego medíocre.
Ela levantava o olhar, os olhos brilhando de lágrimas, e eu via neles algo novo: curiosidade. Confiança. E talvez, só talvez, um vislumbre de desejo.
Foi uma tarde qualquer. Verônica tinha ido trabalhar, e a gente tava sozinho em casa. Jimena tava na cozinha, fazendo um chá. Tava vestindo um vestido curto que apenas cobria suas nádegas, sem sutiã, com os mamilos marcando sob o tecido.
Não aguentei mais.
Caminhei até ela, segurei seus ombros e a girei. Antes que pudesse reagir, meus lábios estavam sobre os dela.
Foi um beijo terno no começo. Suave, quase paternal. Mas então senti o gosto dela, a doçura da boca dela, e enlouqueci. Apertei o corpo dela contra o meu, sentindo as tetas dela esmagadas no meu peito.
Ela se afastou de repente, ofegante.
-O-que você tá fazendo, tio? - perguntou, com os olhos arregalados.
-Eu te quero, Jimena - disse, sem soltar ela - Não como tio. Como homem. Tô sonhando com isso desde que cheguei.
-Mas... a gente é família... minha mãe...
-Esquece a sua mãe - interrompi, acariciando a bochecha dela - Ela não te entende. Eu entendo. Eu sei o que você precisa.
Vi ela hesitar. O peito dela subia e descia agitado. Os lábios dela estavam molhados do beijo.
-O que é que eu preciso? - perguntou num sussurro.
-Alguém que cuide de você. Que te sustente. Que te dê tudo o que quiser sem pedir nada em troca. Eu posso ser esse homem, Jimenita.
-Mas como? O que eu falo pra minha mãe?
-Você fala que eu vou te botar pra estudar - menti - Mas a verdade é que vou te levar pra morar comigo na minha casa quando ela estiver pronta. Você vai mandar no lar, vai ser minha princesa, minha rainha. Nunca vai precisar trabalhar, nunca vai precisar se preocupar com nada. Só precisa... me aceitar.
Ela mordeu o lábio inferior. Os olhos dela brilharam com algo que não era medo. Era desejo.
-E o que mais eu teria que fazer? - perguntou, a voz trêmula mas curiosa.
-Ser minha mulher - respondi, chegando perto do ouvido dela - Em todos os sentidos, Jimenita. Minha mulher, minha amante. Tudo o que quiser ser, mas só minha.
A resistência dela dobrou como um junco ao vento.
Não sei se foi minha lábia, meu dinheiro prometido ou a necessidade de se sentir desejada. Mas naquela mesma noite, enquanto Verônica dormia profundamente depois do turno dela, Jimena veio pro meu quarto.
Tava vestindo uma camisola branca, curta, translúcido. Dava pra ver tudo por baixo do tecido: os peitos firmes dela, os bicos rosados, o triângulo escuro entre as pernas.
- Não consigo dormir - ela disse, com a voz rouca - Só fico pensando no que você me falou.
Eu a peguei nos braços e beijei com fúria. Dessa vez não teve ternura. Era um beijo de posse, de fome, de luxúria contida por meses.
- Quero te ver nua - ordenei - Quero ver tudo o que você vem escondendo.
Ela obedeceu. Tirou a camisola devagar, deixando o corpo nu na minha frente. Era perfeita. Os peitos grandes e redondos, o quadril largo, a barriga lisa, a buceta quase coberta por um pelo escuro e sedoso.
Eu a deitei na cama e desci minha boca até os peitos dela. Chupei os bicos até ficarem duros como pedra, mordi de leve a carne, deixando marcas vermelhas. Ela gemia, arqueando as costas, enroscando os dedos no meu cabelo.
- Chupa eles, tio - ela suplicou - Adoro como você chupa.
Mas eu queria mais. Muito mais.
- Fica de joelhos - eu disse, abrindo a calça - Quero ver você engolir.
A Jimena desceu da cama e se ajoelhou na minha frente. Os olhos dela arregalaram quando viu minha pica. Não era a mais comprida, mas era grossa e dura, com a cabeça roxa e brilhando de tesão.
- Tá com medo? - perguntei, acariciando o cabelo dela - Não tem que ter. Só quero que você prove.
Ela engoliu seco e, devagar, abriu a boca. A língua tocou a ponta e um arrepio percorreu meu corpo. Depois, sem aviso, enfiou tudo pra dentro.
- Porra, Jimena! - eu gritei - Onde você aprendeu a fazer isso?
Ela não respondeu. Continuou chupando, movendo a cabeça pra cima e pra baixo, usando a língua como se soubesse exatamente o que fazer. Fazia barulhos molhados e obscenos, e eu via a mão esquerda dela deslizar entre as pernas, se tocando.
- Você é uma safada do caralho - eu disse, agarrando o cabelo dela e empurrando mais fundo - Você sempre gostou disso, né? Tava esperando um homem te dominar.
Ela gemeu com a pica na boca e eu senti ela gozar, O corpo dela tremia enquanto continuava me chupando. Eu a levantei do chão e joguei na cama. Coloquei ela de barriga pra cima, abri as pernas dela e me posicionei entre elas.
- Tá pronta, Jimenita? - perguntei, roçando a cabeça da minha pica contra a buceta molhada dela - Isso vai doer um pouco no começo.
- Não ligo - ela disse, com os olhos cheios de tesão - Quero te sentir dentro de mim. Quero que você me faça sua.
Empurrei devagar. A buceta dela era apertada, quente, molhada. Ela gemeu quando entrei por completo, os dedos dela cravando nas minhas costas.
- Me dá com força! - ela pediu - Me fode como sempre quis!
E eu dei. Com estocadas profundas, rápidas, selvagens. Os peitos dela quicavam a cada movimento, e eu agarrava, apertava, mordia. Os gemidos dela se misturavam com o barulho do meu corpo batendo no dela.
Coloquei ela de quatro, como sempre tinha imaginado. A bunda dela se erguia perfeita, redonda, e eu agarrava com as duas mãos enquanto penetrava por trás. Meus dedos afundavam na carne dela, deixando marcas vermelhas.
- Assim, tio! - ela gritava - Me fode mais forte!
Mas não era suficiente. Eu queria tudo.
Cuspi no cu dela, e ela se tensou.
- O que... o que você tá fazendo? - perguntou nervosa.
- Vou te penetrar por aqui, Jimenita - falei, pressionando a cabeça da minha pica contra a entrada dela - É novo pra você, né?
- Nunca... nunca fizeram isso comigo... - respondeu, tremendo.
- Então eu vou ser o primeiro. O único. Sempre o único.
Empurrei devagar, sentindo a resistência dela. Ela chorou, apertou os lençóis, mas não pediu pra eu parar. Aos poucos, fui entrando, sentindo ela se abrir pra mim.
- Você é minha putinha, Jimena - falei enquanto comia o cu dela - Toda minha, né?
- Sim - ela soluçou - Toda sua, tio. Só sua.
Acelerei o ritmo, sentindo o prazer acumular. O cu dela se ajustava à minha grossura, e ela gemia entre lágrimas e prazer. Quando não aguentei mais, gozei dentro dela, enchendo com meu leite quente.
Depois do ato, beijei ela. Abracei. Chupei os peitos dela até que ficaram vermelhas, até que ela gemeu de prazer mais uma vez. Depois, levei-a para o chuveiro e a lavei, acariciando cada centímetro do corpo dela.
– Agora você é minha – disse enquanto ensaboava ela – Não vai ter outro homem pra você, entendeu?
– Sim, tio – respondeu, com os olhos brilhando – Só você.
Na noite seguinte, quando Verónica dormia profundamente, me levantei. Fui até o quarto da Jimena e a encontrei acordada, me esperando. Ela sorriu quando me viu, e eu a peguei nos braços.
Levei-a para o meu quarto e comi ela mais uma vez. E mais outra. E mais outra. Até o sol começar a aparecer pela janela.
Os dias viraram semanas, as semanas viraram meses. A gente transava todo dia. Na cozinha, no banheiro, no sofá quando a Verónica não estava. A gente virou viciado um no outro.
Quando minha casa ficou pronta, cumpri minha promessa. Falei pra Verónica que ia levar a Jimena pra estudar.
– É o melhor pra ela – menti – Uma faculdade online, mas preciso supervisionar ela, que fique num ambiente adequado.
Verónica, agradecida, ajudou a gente a arrumar as coisas dela. Ela não sabia que a filha dela ia virar minha esposa, minha putinha, meu tudo. Ela não sabia o que acontecia atrás das portas fechadas.
Agora, a Jimena mora comigo. Estuda online, segundo a mãe dela. Mas a verdade é que ela passa a maior parte do tempo pelada, me esperando.
– Tio – ela fala quando chego do trabalho –, você vai me comer? Vai meter toda essa pica em mim?
E eu cumpro todo dia…

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