Era a primeira vez que eu fazia cosplay. Escolhi a Super Creek porque senti que meu corpo era bem parecido com o da personagem. Sou alta, tenho medidas parecidas com as dela, principalmente por causa dos meus peitos, então achei que o cosplay ia cair bem em mim.
Quando finalmente cheguei, percebi que era bem mais revelador do que imaginava. O decote mal segurava meus peitos e a saia era tão curta que sentia que qualquer movimento podia mostrar demais. Mesmo assim, decidi ir pro evento. Os olhares começaram assim que entrei. Muitos caras pediam fotos e vários nem disfarçavam pra onde estavam olhando de verdade. Cada vez que me inclinava um pouco ou arrumava a peruca, sentia os olhos deles no meu peito. Tentava agir normal, mesmo que por dentro tava morrendo de vergonha. Foi enquanto esperava na fila das bebidas que conheci uma mina baixinha fazendo cosplay da Agnes Tachyon. Ela era completamente diferente de mim. Mais bagunçada. Mais hiperativa. Era muito sem preocupação com a saia curta dela. Começamos a conversar quase por acidente e acabamos andando pela convenção juntas. Depois de um tempo, comecei a notar algo estranho. Ela arrumava a saia a cada poucos minutos. No começo, pensei que era nervosismo, mas quanto mais andávamos, mais desconfortável ela parecia. Às vezes parava de repente ou olhava em volta antes de puxar o tecido pra baixo rápido, como se tivesse medo de alguém perceber algo. Achei que ela queria ir ao banheiro. Já tava agindo estranho há vários minutos, então enquanto descíamos uma escada menos cheia, perguntei: — Se quiser, a gente vai no banheiro um pouco. Ela negou rápido com a cabeça. — Não é isso… só… podemos sentar num lugar mais afastado? O tom dela tinha mudado um pouco. Não soava mais tão animada como antes. Acabamos atrás da área dos artistas, num corredor meio vazio onde quase não passava ninguém. Sentei do lado dela pensando que talvez ela tivesse mal por causa do calor. Mas quando olhei melhor, notei algo estranho. As pernas dela estavam completamente tensas. As mãos dela continuavam segurando a saia contra as coxas como se tentasse esconder algo. — Aconteceu alguma coisa? — perguntei mais devagar. Ela hesitou uns segundos antes de responder. — Acho que… o cosplay ficou mais apertado do que eu pensei. Continuava respirando estranho e evitando olhar diretamente pra mim. —Você tá bem mesmo? — perguntei de novo. Ela tava muito nervosa e me respondeu: —Você também não ajuda muito… —Como assim? Pela primeira vez desde que sentamos, ela levantou o olhar pra mim. Ou mais especificamente… pro meu decote. Senti minhas bochechas queimando. —Tá aparecendo demais — murmurou—. Tô tentando não olhar, mas literalmente não consigo. Cruzei os braços por reflexo, mas isso só piorou as coisas. Ela desviou o olhar rápido, toda vermelha. —Desculpa… é que seus peitos são enormes. Não soube o que responder. Quanto mais nervosa ela ficava… mais consciente eu ficava do meu próprio corpo. Ela começou a respirar cada vez mais rápido. Pensei que fosse falar que tava mal ou que precisava ir pra casa. Mas de repente ela se levantou. —Não aguento mais… Antes que eu pudesse perguntar o que tava rolando, ela levantou um pouco a saia. Fiquei paralisada. Por baixo do tecido justo, marcava um volume grande por baixo da calcinha. Minha cabeça demorou uns segundos pra processar. Olhei ela de cima a baixo, completamente confusa. A voz suave. O corpo pequeno. O jeito que ela se mexia. Tudo nela me fez presumir outra coisa desde que a conheci. Ela soltou uma risada nervosa ao ver minha cara. —É… normalmente não aparece tanto. Não sabia se ela tava envergonhada, nervosa ou simplesmente em choque. Ela continuava segurando a saia enquanto evitava me olhar diretamente. —Te falei que seu cosplay não ajudava… passei a tarde toda tentando ignorar. Eu olhava sem conseguir desviar o olhar. O silêncio do corredor começou a ficar íntimo demais. Dava pra ouvir a respiração ofegante dela e sentir o calor desconfortável preso dentro do meu próprio cosplay. Ela disse que precisava baixar a ereção um pouco porque já não conseguia mais andar daquele jeito. Desconfortável, perguntei como ela pretendia fazer. —Preciso me masturbar… senão isso não vai descer nunca — murmurou nervoso. Sugeri ir pro banheiro, mas ela negou na hora. —Nem louco entro assim no banheiro masculino. Vestida assim. Incomodei, falei pra ele então procurar qualquer lugar e pronto. Ele ficou calado uns segundos antes de olhar pra mim de novo. —Você se importaria se… eu fizer aqui? Hesitei um momento antes de responder. —Desde que não faça nada estranho… Tentei me fazer de sonsa olhando pro outro lado, mas era impossível ignorar. Ele começou a se masturbar na minha frente enquanto respirava cada vez mais pesado. Eu fingia olhar pro celular ou qualquer outra coisa, mas de vez em quando acabava olhando pra ele de novo sem querer. Os gemidos dele eram suaves, quase femininos, e isso fazia a situação toda parecer ainda mais estranha. Também tinha um cheiro diferente no ar, misturado com o calor do lugar e o cheiro do pau dele. Toda vez que eu levantava a vista, via ele olhando pros meus peitos de novo. —Desculpa… juro que tô tentando não fazer isso. Senti minhas bochechas queimarem. Depois ele me perguntou, quase num sussurro, se podia tocar um pouco no meu peito. Não sei por que aceitei. Talvez por nervoso. Talvez por curiosidade. Ele apertava meus peitos com força enquanto continuava tentando gozar na minha frente, e aí percebi uma coisa desconfortável: já não tava mais ali só por pena de ir embora. O clima tava estranho. Íntimo demais. Ele me pediu pra ajudar ele a gozar rápido e eu aceitei, comecei a masturbar ele enquanto ele tocava meus peitos. O pau dele era bem grande pro corpinho pequeno, tava muito duro. Quando ele começou a respirar ainda mais ofegante, me avisou na hora. —Acho que já, já vou gozar… Posso gozar em cima de você? —Só não estraga minha maquiagem — falei. Na hora, ele disparou a porra quente e grossa nos meus peitos, era demais, parecia que não se masturbava com frequência. Meus peitos tinham ficado grudentos e o pau dele ainda gotejava um pouco. Até ficou um pouco na minha mão. Tirei um lenço umedecido da bolsa e tentei me limpar rápido enquanto ele continuava vermelho, evitando olhar diretamente pra mim. Aproveitei também pra secar o suor porque o cosplay já tava me matando de calor. Ele ficou me encarando enquanto eu me limpava. Passei o pano principalmente no decote e nas axilas. Quando terminei de me arrumar, conferi a maquiagem usando a câmera do celular. Surpreendentemente, ainda estava bem intacta. Respirei fundo, tentando agir normal de novo. E, mesmo que uns minutos atrás eu tivesse certeza de que queria sair correndo dali… acabei voltando andando pra convenção junto com ele como se nada tivesse acontecido. E cada vez que eu pegava ele olhando pro meu decote de novo… já não desviava o olhar tão rápido como antes.

Quando finalmente cheguei, percebi que era bem mais revelador do que imaginava. O decote mal segurava meus peitos e a saia era tão curta que sentia que qualquer movimento podia mostrar demais. Mesmo assim, decidi ir pro evento. Os olhares começaram assim que entrei. Muitos caras pediam fotos e vários nem disfarçavam pra onde estavam olhando de verdade. Cada vez que me inclinava um pouco ou arrumava a peruca, sentia os olhos deles no meu peito. Tentava agir normal, mesmo que por dentro tava morrendo de vergonha. Foi enquanto esperava na fila das bebidas que conheci uma mina baixinha fazendo cosplay da Agnes Tachyon. Ela era completamente diferente de mim. Mais bagunçada. Mais hiperativa. Era muito sem preocupação com a saia curta dela. Começamos a conversar quase por acidente e acabamos andando pela convenção juntas. Depois de um tempo, comecei a notar algo estranho. Ela arrumava a saia a cada poucos minutos. No começo, pensei que era nervosismo, mas quanto mais andávamos, mais desconfortável ela parecia. Às vezes parava de repente ou olhava em volta antes de puxar o tecido pra baixo rápido, como se tivesse medo de alguém perceber algo. Achei que ela queria ir ao banheiro. Já tava agindo estranho há vários minutos, então enquanto descíamos uma escada menos cheia, perguntei: — Se quiser, a gente vai no banheiro um pouco. Ela negou rápido com a cabeça. — Não é isso… só… podemos sentar num lugar mais afastado? O tom dela tinha mudado um pouco. Não soava mais tão animada como antes. Acabamos atrás da área dos artistas, num corredor meio vazio onde quase não passava ninguém. Sentei do lado dela pensando que talvez ela tivesse mal por causa do calor. Mas quando olhei melhor, notei algo estranho. As pernas dela estavam completamente tensas. As mãos dela continuavam segurando a saia contra as coxas como se tentasse esconder algo. — Aconteceu alguma coisa? — perguntei mais devagar. Ela hesitou uns segundos antes de responder. — Acho que… o cosplay ficou mais apertado do que eu pensei. Continuava respirando estranho e evitando olhar diretamente pra mim. —Você tá bem mesmo? — perguntei de novo. Ela tava muito nervosa e me respondeu: —Você também não ajuda muito… —Como assim? Pela primeira vez desde que sentamos, ela levantou o olhar pra mim. Ou mais especificamente… pro meu decote. Senti minhas bochechas queimando. —Tá aparecendo demais — murmurou—. Tô tentando não olhar, mas literalmente não consigo. Cruzei os braços por reflexo, mas isso só piorou as coisas. Ela desviou o olhar rápido, toda vermelha. —Desculpa… é que seus peitos são enormes. Não soube o que responder. Quanto mais nervosa ela ficava… mais consciente eu ficava do meu próprio corpo. Ela começou a respirar cada vez mais rápido. Pensei que fosse falar que tava mal ou que precisava ir pra casa. Mas de repente ela se levantou. —Não aguento mais… Antes que eu pudesse perguntar o que tava rolando, ela levantou um pouco a saia. Fiquei paralisada. Por baixo do tecido justo, marcava um volume grande por baixo da calcinha. Minha cabeça demorou uns segundos pra processar. Olhei ela de cima a baixo, completamente confusa. A voz suave. O corpo pequeno. O jeito que ela se mexia. Tudo nela me fez presumir outra coisa desde que a conheci. Ela soltou uma risada nervosa ao ver minha cara. —É… normalmente não aparece tanto. Não sabia se ela tava envergonhada, nervosa ou simplesmente em choque. Ela continuava segurando a saia enquanto evitava me olhar diretamente. —Te falei que seu cosplay não ajudava… passei a tarde toda tentando ignorar. Eu olhava sem conseguir desviar o olhar. O silêncio do corredor começou a ficar íntimo demais. Dava pra ouvir a respiração ofegante dela e sentir o calor desconfortável preso dentro do meu próprio cosplay. Ela disse que precisava baixar a ereção um pouco porque já não conseguia mais andar daquele jeito. Desconfortável, perguntei como ela pretendia fazer. —Preciso me masturbar… senão isso não vai descer nunca — murmurou nervoso. Sugeri ir pro banheiro, mas ela negou na hora. —Nem louco entro assim no banheiro masculino. Vestida assim. Incomodei, falei pra ele então procurar qualquer lugar e pronto. Ele ficou calado uns segundos antes de olhar pra mim de novo. —Você se importaria se… eu fizer aqui? Hesitei um momento antes de responder. —Desde que não faça nada estranho… Tentei me fazer de sonsa olhando pro outro lado, mas era impossível ignorar. Ele começou a se masturbar na minha frente enquanto respirava cada vez mais pesado. Eu fingia olhar pro celular ou qualquer outra coisa, mas de vez em quando acabava olhando pra ele de novo sem querer. Os gemidos dele eram suaves, quase femininos, e isso fazia a situação toda parecer ainda mais estranha. Também tinha um cheiro diferente no ar, misturado com o calor do lugar e o cheiro do pau dele. Toda vez que eu levantava a vista, via ele olhando pros meus peitos de novo. —Desculpa… juro que tô tentando não fazer isso. Senti minhas bochechas queimarem. Depois ele me perguntou, quase num sussurro, se podia tocar um pouco no meu peito. Não sei por que aceitei. Talvez por nervoso. Talvez por curiosidade. Ele apertava meus peitos com força enquanto continuava tentando gozar na minha frente, e aí percebi uma coisa desconfortável: já não tava mais ali só por pena de ir embora. O clima tava estranho. Íntimo demais. Ele me pediu pra ajudar ele a gozar rápido e eu aceitei, comecei a masturbar ele enquanto ele tocava meus peitos. O pau dele era bem grande pro corpinho pequeno, tava muito duro. Quando ele começou a respirar ainda mais ofegante, me avisou na hora. —Acho que já, já vou gozar… Posso gozar em cima de você? —Só não estraga minha maquiagem — falei. Na hora, ele disparou a porra quente e grossa nos meus peitos, era demais, parecia que não se masturbava com frequência. Meus peitos tinham ficado grudentos e o pau dele ainda gotejava um pouco. Até ficou um pouco na minha mão. Tirei um lenço umedecido da bolsa e tentei me limpar rápido enquanto ele continuava vermelho, evitando olhar diretamente pra mim. Aproveitei também pra secar o suor porque o cosplay já tava me matando de calor. Ele ficou me encarando enquanto eu me limpava. Passei o pano principalmente no decote e nas axilas. Quando terminei de me arrumar, conferi a maquiagem usando a câmera do celular. Surpreendentemente, ainda estava bem intacta. Respirei fundo, tentando agir normal de novo. E, mesmo que uns minutos atrás eu tivesse certeza de que queria sair correndo dali… acabei voltando andando pra convenção junto com ele como se nada tivesse acontecido. E cada vez que eu pegava ele olhando pro meu decote de novo… já não desviava o olhar tão rápido como antes.
9 comentários - Meu primeiro cosplay e minha experiência com um femboy