No capítulo anterior fomos ao cinema e, ao chegar em casa, tivemos um momento muito mágico; no final, ela me manda uma mensagem com uma imagem anexada. Naquela noite, não conseguia dormir, vi um milhão de vezes a foto que ela me mandou; ela estava com uma camiseta branca, que marcava o busto, e aquele bendito short super apertado. De madrugada, tive que me masturbar 2 ou 3 vezes naquela noite. Lá pelas 1 ou 2 da manhã, acordei com muita sede, então desci até a cozinha para pegar um pouco de água gelada. Meu olhar se volta para o quarto onde ela está; me pergunto: será que ela pensa em mim, do mesmo jeito que eu penso nela? Meu primeiro impulso é andar até o quarto dela, vê-la, mas minha lógica me diz para parar, que seria um erro, então volto para o meu quarto com o copo. Uma vez dentro do quarto, bebo a água gelada para matar a sede, pego meu celular, continuo olhando a foto dela até o sono me vencer. No dia seguinte, domingo. Foi um dia terrivelmente maravilhoso para mim. Meu pai me acorda lá pelas 8 da manhã com a gentileza e o carinho que só um pai pode dar: Pai: Levanta e me ajuda a montar a churrasqueira, sua mãe e sua tia foram comprar a carne e o resto. Dany: Já vou, já vou. Meu pai me conta que vamos passar a tarde no quintal, que eu ligue a bomba para encher a piscina. Eu ainda sob efeito de Morfeu, respondo que sim. Minha mãe e minha tia chegam na hora com as compras. Meu pai e eu estamos arrumando tudo para acender a churrasqueira. Quando terminamos, a churrasqueira já está acesa, a carne e a cebola estão assando, enquanto isso minha mãe e minha tia preparam o molho. Lá pelo meio-dia, está tudo pronto, nos sentamos para comer; minha mãe traz o molho, minha tia... minha tia... minha tia estava usando um top preto justinho, um short de tecido cinza claro, estava divina, apertava as coxas dela, deixando-as ainda mais grossas. Fiquei pasmo, me recomponho rápido para meus pais não perceberem. Todos comemos, e meu pai diz: aí está a piscina. pra a gente usar já tá pronta, eu decido entrar o mais rápido possível pra ninguém ver minha ereção. Já que eu tava só com uma camiseta esportiva e um short. Minha mãe só senta na borda e coloca os pés, meu pai se recosta na cadeira bebendo. Mas minha tia, ah caramba, não satisfeita com aquela visão linda, pensando que não podia melhorar ou piorar a situação, eu escuto ela falar pra minha mãe: Kary: Ei, posso entrar então, pra tirar o short, tô de biquíni, como você me falou que a piscina ia tá pronta, por isso já vim com ele. Mãe: Claro, aqui não tem ninguém de olheiro, ninguém passa por aqui, fica tranquila. Naquele momento exato e lindo, eu vejo ela abaixar o short, e aparecem pra me deliciar, aquelas bundas, duras, firmes que ontem tavam em cima de mim. Ela entra na água, mas fica do lado da minha mãe conversando, mas ela tá me dando a melhor visão possível que eu poderia ter. Ver como elas se mexem na água, faz minha mente se perder entre elas. Pra elas não perceberem como eu tava ficando alterado, comecei a nadar de um lado pro outro. Nesse momento, escuto minha mãe dizer que vai ao banheiro, que já volta. Vejo ela se levantar, entrar em casa, meu pai perdido no mundo dele. Minha tia, ao me ver me aproximando, me fala: Kary: E... gostou da foto? Pra ser sincera, não sei por que fiz isso, mas achei um gesto bonito. Dany: A verdade é que eu não esperava, mas adorei. O que mais me deixou louco, foi que ela se encostou nas costas da borda, então eu tinha na minha frente aquele par lindo, que ficava ainda mais evidente porque o biquíni ficou translúcido. Ela, ao ver pra onde meu olhar tava indo, diz: Kary: Ai Dany, meu menino safado, onde você tá olhando hein? Gostou delas? Na hora que ela fala isso, faz um movimento que faz elas balançarem mais. Dany: Er... é... es... tá... Nesse momento minha mãe volta, nos vê, e eu pra disfarçar, falo pra ela: - Fiquei entretendo ela pra não ficar entediada até você chegar. Assim elas ficaram mais alguns minutos, mas nesse momento minha tia ela diz que quer nadar um pouco. Pra clarear a cabeça e desestressar. Aí minha mãe fala que tudo bem, que ela vai entrar também, e nesse momento fala pro meu pai que se ele não entrar junto vai ter um golpe de calor. Aí meu pai segue ela e os dois entram em casa. E eu caio na ficha: A GENTE TÁ SOZINHO NESSE EXATO MOMENTO! Pra ela não perceber minha empolgação, minha alegria, comecei a nadar, e nisso ela me fala pra fazer uma corrida, quem chegar primeiro do outro lado ganha e o perdedor deve um favor ao vencedor. Aceito e ela diz: O vencedor pode pedir um desejo pro outro. Ok? Balanço a cabeça confirmando as condições. A gente se prepara e começa a nadar, mas nisso eu percebo que a tanguinha do biquíni dela entra no meio da bunda, me dando uma visão daquele rabo lindo e soberbo, eu juraria até hoje que ele tava falando comigo. Por causa daquela visão linda e sublime, acabei perdendo a corrida, mas VALEU A PENA. Ela comemorando, pulando na água e eu vendo os peitos dela balançando, tava mais que feliz. Eu me aproximo e ela fala: Kary: Ganhei, ganhei! Então... você me deve um favor e não pode dizer não. Dany: Tá bom, mas que não seja nada ridículo... espero... Kary: Sei lá, vou pensar e te falo. Me diz... se você tivesse ganhado, o que você teria pedido... embora eu imagine o que seja... Apontando pra minha ereção que tava totalmente evidente. Antes que eu pudesse responder, ela se vira, me dando as costas, apoiando os braços na borda da piscina, e ao fazer isso faz aquele rabo parecer ainda mais potente. Nesse momento, ela solta um suspirozinho e eu pergunto: Dany: O que você tem, tá bem? Kary: Tô sim, só sinto falta do que é ser amada, desejada, tratada com carinho. Sabe, ele no começo era atencioso, mas depois mudou ou melhor, mostrou as garras. Não seja assim com as mulheres, Dany. Vem, preciso de um abraço. Não sei se era de propósito ou se bateu um momento de nostalgia, vi ela vulnerável, e obedeci, esquecendo completamente que eu tava de pau duro ao vê-la assim. Quando a abracei por trás, não consegui evitar o contato com a bunda dela. Ela dá um pulo de susto e vira pra me olhar. Kary: Dany! Você me assustou. Mas ela não faz nenhum movimento ou sinal pra eu me afastar, então fico abraçado com ela do jeito que estava, minhas mãos dentro da água, mas uma na barriga dela, minha cabeça colada na dela, com o queixo no ombro dela, ficamos assim por um momento, curtindo o momento. Quando começo a notar que ela mexe levemente o quadril pra trás, minha ereção tá batendo nela. Ela começa a soltar suspiros MMM...MMM... Continuo colado nela, mas olhando e SENTINDO aquela bunda, minhas mãos foram subindo em espiral até roçar a borda da parte de baixo do biquíni, ela continua sem reagir, só soltando aquele som de aprovação MMM...MMM... Num momento de impulso, subo uma das mãos e coloco de novo no peito dela, consigo sentir o mamilo duro, toco, começo a brincar com o polegar no mamilo, e ela: Kary: Dany, seu menino safado! O que você tá fazendo com a sua tia? Não é certo a gente fazer isso, seus pais podem nos ver. Ahhh... não me aperta assim. As objeções dela eram incongruentes com as ações. Depois ela começou a mexer aquela bunda imponente, empurrando pra trás em minha direção, só o tecido do biquíni dela e meu short era o que impedia a gente de transar, ela começou a gemer um pouco mais alto. Kary: Ahhh, Dany, Danyyyy, não, a gente não deviaaa ahhh... Dany: Ahh Kary, para de se mexer assim, não vou aguentar muito, e sinceramente tá uma delícia. Kary: Ahhh, Danyyyy, me segura que eu tô perdendo as forças AHHHH.... Naquele momento, sinto que tô gozando, ela pelo visto também porque tava tremendo, segurei ela porque os braços dela realmente perderam a força, e aproveitei pra abraçá-la com as duas mãos e colocá-las nos peitos dela, e os mamilos dela estavam bem marcados e duros. Como conseguimos, nos recuperamos, nos separamos, ela vira pra me olhar, vejo o olhar dela que não soube interpretar naquele momento, mas não era de raiva, nem de raiva. Mas era um olhar que me fez sentir como se eu fosse um cordeiro pronto pra ser devorado por um lobo. Ela arruma o cabelo, ajusta o biquíni, vira pra mim com aquele mesmo olhar e me diz: Kary: Era pra eu ser a vencedora, então você ainda me deve o favor, ok? Dany: Sim, sim, sim... o que você pedir, eu cumpro. Kary: Combinado, Ela se aproxima, me dá um beijo nos lábios, um beijo carregado de paixão ou desejo, e me sussurra no ouvido: Meu menino travesso, mordendo meu lóbulo da orelha. Sai da piscina, rebolando o quadril até onde está o short, se inclina de um jeito que me deixa ver a bunda dela, vira pra mim, sorri, levanta e sai andando até entrar em casa feito modelo de miss universo. Fiquei na água processando o que acabou de acontecer. Uma vez calmo, ouço minha mãe me chamar pra ajudar com algumas coisas, coisas que fiz durante a tarde. Já de noite, todos na mesa do jantar, a gente conversa sobre tudo, mas minha mente está em outro lugar, numa lembrança. Ela, como sempre, com uma pijama que a deixa ainda mais gostosa, ou será que é impressão minha? Minha tia e eu trocamos olhares furtivos, roçadas casuais por baixo da mesa, pra evitar suspeitas. Nisso, minha mãe nos interrompe e diz: Mãe: Kary, tenho notado ultimamente que você anda feliz, depois de todo aquele incidente, fico contente que você esteja bem. O divórcio te caiu bem. Kary: A verdade é que tenho o apoio de todos vocês, e principalmente do Dany, sou grata, ele me apoiou em tudo, me salvou e é meu herói. Então é por isso que estou feliz, me sinto uma mulher nova e renovada. E entrar na água me fez muito bem. Ao dizer isso, ela acaricia minha perna, chegando até minha coxa. Eu quase engasgo com a janta que estava na boca. Tive que fingir que minha boca ainda doía um pouco por causa do soco, mas era mais pela surpresa dela. Meus pais, ao terminarem de jantar, vão pro quarto porque meu pai precisa acordar cedo pra trabalhar. Minha tia comenta: Kary: Ai, tá doendo minha costas, talvez porque não estou acostumada a nadar tanto. Oi Dany, me faz UM FAVOR, pode me dar uma massagem nas costas, se não te incomoda? Minha mãe responde: Vai filho, dá uma massagem na sua tia, a gente vai descansar. Kary: Bom, onde você vai me dar? Dany: Hã? Kary: A massagem, bobinho, na sala ou no meu quarto? Dany: Onde você quiser, onde achar melhor. Kary: Nesse caso, vamos pro meu quarto. Entramos no quarto dela, ela se deita de bruços, vejo como os peitos dela balançam e se achatam ao tocar na cama. Mas o que se destaca é aquela bunda linda. Ela me diz que o creme está ali, e ela mesma levanta a camiseta, deixando as costas à mostra. Ela fala: Kary: Vai Dany, me dá uma massagem nas costas. Eu me posiciono ao lado dela, passo o creme nas costas dela e começo a massagear. Fica um pouco desconfortável pela posição, mas não importa, estou acariciando as costas dela. Meus dedos se movem suaves e lentamente, pressiono um pouco pra ela não perceber que é um carinho, e sim uma massagem. Ela começa a soltar sons que me fazem lembrar do que aconteceu na piscina. Kary: Mmmm, que mãos macias você tem, Dany, continua assim, tá aliviando minha tensão. Mmm…mmm.. Da minha parte, eu já tava com uma ereção que dava pra ver no meu short, continuei, e nesse momento ela fala: Kary: Deita em cima de mim, assim você fica mais confortável, não fica todo torto. Dany: Tem certeza? Não vou te machucar assim? Kary: Vai, bobinho. Eu subo, ela abre as pernas em V, eu fico no meio delas, de joelhos pra conseguir massagear bem as costas dela, ela começa a gemer cada vez mais, por causa da massagem que tô dando, aos poucos minha ereção vai se aproximando da bunda dela, vejo como ela balança a cada movimento que eu faço. Em um momento, minha ereção encosta na bunda dela, e ela fala: Kary: Dany, ahhh, menino safado, isso não tava nos planos ahh...mmm… Ela começa a se mover no ritmo da massagem, eu continuo movendo minhas mãos por todas as costas dela, mas ao mesmo tempo minha ereção Ela está rebolando a bunda. De repente, já não era mais massagem, era apalpação pura, minhas mãos percorriam não só as costas dela, os ombros, a nuca, iam pros lados e conseguia tocar a borda dos peitos dela. Kary: Ahhh, menino safado, ahhh como você massageia bem. Continua, continua, não para. Começo a me mover como se a gente estivesse transando, só de roupa, a gente continua assim, começo a beijar as costas dela, a nuca, ela geme mais alto. Kary: AHHHH, Danyyy, amor, continua, continua... AHHHH. Só fico segurando o prazer que estou prestes a derramar, nisso ela vira a cabeça um pouco pra me dar um beijo e me dizer: Kary: Vai, vai, já tá quase bebê, vai, vai, já tô chegando... Ahhhhh, AHHHHH... SIIIMM... MMMHHH... Ela termina mordendo o travesseiro pra ninguém ouvir, eu não aguento mais, deixo claro: Dany: Já vem, já vem... Kary: Solta, dá pra sua tia... seu menino safadooo! A gente goza ao mesmo tempo, sinto a vida saindo de mim, ela tem espasmos, começa a tremer, eu sinto 2-3-4 jatos saindo, contidos pela minha cueca e bermuda, mas mesmo assim atravessa um pouco e molha o short dela. Quando a gente relaxa, ela sorri, me diz: Melhor ir pro seu quarto, menino safado. Já demorou aqui... melhor sair. Vem me dar um beijo, a gente se beijou com carinho, saio do quarto dela. Caminho, feito alma perdida, até meus aposentos, chego, troco de roupa, me deito, em poucos minutos meu celular toca. Uma mensagem dela: Adorei a massagem. Beijinhos. E toma, você merece. E me manda outra foto dela, agora só de lingerie. A imagem é de referência de como ela estava na foto que me enviou.
7 comentários - Minha vida com minha tia parte 3