Meu Pastor Me Prepara pro Casamento 3

Capítulo 3 O fogo que não se apagaMeu Pastor Me Prepara pro Casamento 3Eu caminhava mais rápido do que o normal em direção à casa do pastor Andrés. O sol da tarde esquentava minhas costas, mas aquele calor externo era insignificante comparado ao que ardia dentro de mim há dias. Cada passo fazia o tecido da minha saia longa roçar contra a pele sensível das minhas coxas, enviando pequenas descargas que me obrigavam a cerrar os dentes. Meu corpo já não era o mesmo de antes. Desde aquela noite em que me explorei com tanta intensidade, algo havia despertado definitivamente. Eu acordava no meio da madrugada com os peitos pesados e doloridos, os bicos eretos roçando contra o tecido fino da camisola, e uma umidade constante entre as pernas que me fazia sentir vergonha e uma estranha excitação ao mesmo tempo. Tentava rezar, tentava pensar em Santiago, no seu sorriso amável, nas suas mãos gentis que nunca tinham ido além de um beijo no rosto. Mas minha mente traiçoeira voltava uma e outra vez às sensações novas: o peso dos meus próprios peitos nas minhas mãos, a umidade escorregadia sob meus dedos, o prazer intenso que me fez arquear as costas e gemer contra o travesseiro. Eu estava ansiosa. Ansiosa para voltar àquela casa, para ouvir mais palavras do pastor, para entender esse fogo que crescia dentro de mim a cada dia com mais força. Queria me preparar para ser uma boa esposa. Queria estar pronta para Santiago. Pelo menos era isso que eu repetia uma e outra vez enquanto acelerava o passo. Cheguei quinze minutos antes da hora combinada. O coração batia tão forte que eu sentia na garganta. Parei em frente à porta de madeira escura, respirei fundo várias vezes e levantei a mão para bater. Mas antes que meus nós dos dedos tocassem a madeira, ouvi claramente. Um gemido baixo. Prolongado. Inconfundivelmente feminino. Depois outro som: úmido, profundo, carnal, como lábios que se encontravam com urgência e desejo cru.namoradaFiquei completamente paralisada. O pulso martelava nos meus ouvidos. Em vez de tocar, me movi furtivamente para o lado da casa, onde lembrava que havia um pequeno buraco na cerca de madeira que permitia ver parte do quintal. Me inclinei, prendendo a respiração, e olhei. O que vi me atingiu como uma onda quente e violenta que me deixou sem ar. O pastor Andrés tinha Ana pressionada contra a parede do quintal, segurando-a com seu corpo grande e forte. A beijava com uma paixão selvagem, quase animal. Sua boca grande cobria completamente a dela, e vi com clareza cristalina como sua língua grossa entrava e saía da boca de Ana sem nenhum tipo de pudor, profunda, molhada, dominante, explorando com movimentos lentos e possessivos. Ana gemia contra seus lábios, completamente entregue, com os olhos semicerrados de prazer e o corpo tremendo visivelmente. Suas mãos se agarravam desesperadamente à camisa do pastor, enrugando-a, como se precisasse se segurar para não cair.gostosaAs mãos grandes e fortes do pastor desciam sem nenhuma vergonha pelas costas da esposa até agarrar a bunda dela com uma possessividade descarada. Apertava com força, amassava, separava por cima do vestido, empurrando o quadril contra o dela com movimentos lentos mas firmes que faziam Ana arquear e se esfregar nele sem controle. O pastor mordeu o lábio inferior dela, puxando, e Ana soltou um gemido abafado e trêmulo que me atravessou o corpo como um raio. Uma das mãos dele subiu até o peito de Ana e apertou com força, beliscando o mamilo por cima do tecido enquanto continuava beijando como se quisesse devorá-la inteira. Era um beijo sujo, molhado, cheio de saliva e desejo cru. Os sons — o choque constante de lábios, as línguas se enrolando audivelmente, os gemidos entrecortados e desesperados de Ana, a respiração pesada e masculina do pastor — me acertavam direto no ventre. Senti que me molhava de repente, de um jeito intenso e vergonhoso. Minha calcinha ficou encharcada em questão de segundos. Meus mamilos endureceram dolorosamente contra a blusa folgada, sensíveis ao mínimo roçar do tecido. Um calor líquido, espesso e pulsante se concentrou na minha buceta, fazendo minhas paredes internas se contraírem sozinhas, vazias e desesperadas. Minhas coxas tremiam sem controle. Apertei as pernas com força, mas isso só fez meu clitóris inchado roçar contra o tecido molhado e me provocar um pequeno gemido que tive que abafar mordendo o lábio. Nunca tinha visto nada tão explícito. Tão carnal. Tão proibido. Minhas bochechas ardiam. Minha respiração tinha ficado entrecortada. Sentia a umidade escorrendo pelos meus lábios internos e descendo lentamente pela parte interna das minhas coxas. Queria desviar o olhar, queria sentir vergonha… mas não conseguia. Meu corpo ardia com uma força que me apavorava e excitava ao mesmo tempo. De repente, o beijo terminou. Ana estava com os lábios inchados, vermelhos e brilhantes de saliva. O pastor Ele sussurrou algo no ouvido dela e ela assentiu com aquela expressão submissa e satisfeita que eu já conhecia bem. Segundos depois, Ana saiu pela porta lateral da casa, ajeitando o vestido e o cabelo com as bochechas ainda coradas. Me escondi rapidamente e fingi que tinha acabado de chegar caminhando pela trilha. Ana me viu e sorriu com naturalidade, embora sua voz soasse mais rouca e suave do que o normal. —Valeria, você chegou cedo —disse amavelmente—. Eu estava justo saindo para a igreja, o pastor me pediu que levasse uns documentos urgentes. Hoje a sessão será só com você e ele. Entra, ele está te esperando. Assenti, incapaz de dizer mais que um "obrigada" entrecortado e trêmulo. Minhas pernas mal me sustentavam. A umidade entre minhas pernas era tão evidente que eu tinha medo de que se notasse ao caminhar. Entrei na casa. O pastor Andrés me recebeu com seu sorriso sereno e profundo, como se nada tivesse acontecido no quintal há apenas alguns minutos. —Valeria, bem-vinda. Entra e senta. Hoje estaremos sozinhos. Nos sentamos na sala. Tentei me comportar com normalidade, cruzando as pernas com força, mas meu corpo continuava ardendo. As imagens do beijo não saíam da minha cabeça: a língua do pastor entrando e saindo da boca de Ana, suas mãos fortes apertando aquelas nádegas, os gemidos entregues dela, o movimento dos seus quadris… —Você está bem? —perguntou o pastor depois de alguns minutos de conversa amena sobre os preparativos do casamento e como eu me sentia com a data se aproximando—. Te noto diferente hoje. Suas bochechas estão muito vermelhas, suas mãos tremem levemente e sua respiração está agitada. Aconteceu alguma coisa? Senti que minhas orelhas, meu pescoço e meu peito ardiam. —Só estou ansiosa e nervosa pelo casamento —menti, baixando o olhar para minhas mãos entrelaçadas—. É muita coisa para processar. O pastor sorriu com aquela compreensão profunda que parecia ver através de todas as minhas mentiras. —Entendo perfeitamente —disse com tom suave, quase divertido—. Parece que você está especialmente ansiosa na noite de núpcias. E falando nisso… tem algumas coisas que posso te dizer pra que essa noite seja muito mais prazerosa pra você e pro Santiago. Porque o corpo é complicado, Valeria. Às vezes a gente fica excitada sem querer… e outras vezes, quando quer, não consegue. O segredo tá em conhecer as zonas erógenas. Cada corpo é diferente, mas podemos tentar descobrir as suas… se você quiser. Cada palavra dele era como um carinho lento e deliberado na minha pele já hipersensível. Meu clitóris pulsava forte. Sentia a umidade escorrendo mais abundantemente. Não consegui resistir. —Tá bom —sussurrei, com a voz rouca e trêmula. O pastor assentiu devagar, satisfeito. —Então fecha os olhos, Valeria. E se em algum momento você se sentir desconfortável ou quiser que eu pare, só me avisa. Tá bem? —Sim, pastor… —Relaxa… Senta reta. Senti as mãos dele, grandes, quentes e firmes, pousarem nos meus ombros. Começou a massageá-los com movimentos lentos e profundos, pressionando os músculos tensos. A sensação foi imediata e avassaladora: a pele se arrepiou toda, um calafrio intenso desceu pela minha coluna e se concentrou no meu ventre. Tentei com todas as minhas forças imaginar que eram as mãos do Santiago. Meu noivo. O homem bom e gentil com quem eu ia me casar. Mas a lembrança do beijo no pátio era recente demais, vívida e poderosa demais.inocenteAs mãos dele desceram pelos meus braços, acariciando a pele por cima da blusa, depois voltaram aos meus ombros e desceram até a minha cintura, rodeando-a completamente com as palmas grandes. Ele me apertou com suavidade mas firmeza, me puxando um pouco para perto dele. Gemi baixinho, incapaz de segurar. Depois subiu pelas minhas costas e desceu de novo, roçando aquela região mais baixa onde já tinha me tocado antes, mas dessa vez com muito mais pressão, mais intenção, os dedos dele acariciando a curva onde a cintura encontra os quadris. O calor explodiu no meu ventre como uma labareda. —Assim… se deixa sentir —murmurou ele com voz baixa e calma perto do meu ouvido, o hálito quente roçando meu pescoço e provocando outro arrepio—. O fogo tá aqui. Uma das mãos dele se posou com decisão sobre meu ventre baixo, pressionando levemente bem em cima da saia, como se quisesse marcar o centro exato onde todo o calor se acumulava. A outra mão subiu devagar até se posar sobre meu peito esquerdo, cobrindo-o quase por completo por cima da blusa. Senti o peso da palma dele, o calor que atravessava o tecido, o jeito que meu mamilo duro e sensível roçava contra a mão dele a cada respiração ofegante. Cada pequeno movimento mandava descargas elétricas diretas e agudas pro meu clitóris inchado. O prazer era avassalador. Minhas coxas tremiam sem controle. Sentia minha buceta se contraindo ritmicamente, vazia, desesperada, implorando por algo que a preenchesse. A umidade encharcava minha calcinha por completo e descia lentamente pela parte interna das minhas coxas. Na minha mente, as imagens do pastor beijando Ana se misturavam com as mãos dele sobre mim. Tentava pensar em Santiago, mas o rosto dele ficava cada vez mais desfocado. —Quer que eu pare? —perguntou ele com voz rouca e baixa. —Não… —gemi, quase implorando, com a voz entrecortada e quebrada—. Não para, por favor… O pastor se levantou e se colocou na minha frente. As mãos dele voltaram pra minha lombar, mas agora com muito mais intenção. Apertava, amassava, me atraindo para o seu corpo. Percorreu minhas laterais com lentidão torturante, subindo e descendo, roçando a parte externa dos meus peitos. Depois seus polegares começaram a acariciar a parte de baixo deles com movimentos circulares, pressionando a carne macia e sensível, levantando-os levemente. Meus mamilos ardiam. Sentia que ia explodir só com aquilo. Deslizou uma mão pela minha coxa interna, subindo lentamente por baixo da saia longa. Seus dedos roçaram a pele macia e quente da parte interna, cada vez mais perto da minha buceta pulsante, parando a apenas centímetros de onde eu mais precisava. A outra mão continuava no meu peito, agora massageando com mais firmeza, beliscando de leve o mamilo entre os dedos por cima do tecido, puxando com delicadeza. —Se entrega ao fogo, Valeria… —sussurrou perto do meu ouvido, seu hálito quente contra meu pescoço—. Se abre. Deixa crescer. É lindo quando se permite arder… Eu estava quase gozando. Meus quadris se moviam sozinhos em pequenos círculos desesperados. Meu clitóris latejava forte, inchado e extremamente sensível. Sentia as paredes internas se contraindo uma e outra vez, implorando. O prazer subia, subia, quase insuportável, prestes a me quebrar por completo… E então ele parou completamente. Abri os olhos, ofegante, com o corpo inteiro tremendo e a mente nublada de prazer frustrado. O pastor me olhou com aquela calma serena, como se nada tivesse acontecido. —Acho que por hoje é o suficiente —disse suavemente—. Você avançou muito, Valeria. Descansa e reflete sobre o que sentiu hoje. Saí da casa dele atordoada, com as pernas fracas e trêmulas, a virilha completamente molhada e o corpo vibrando de um prazer frustrado que me deixava um vazio doloroso e profundo. Durante todo o longo caminho para casa só conseguia pensar em uma coisa: como era possível que eu quase tivesse chegado ao orgasmo só com as mãos e a voz dele? Como meu corpo tinha reagido daquela forma tão intensa, tão descontrolada, tão traiçoeira? E por que uma parte escura e nova de mim já queria voltar o mais rápido possível, mesmo que isso me apavorasse profundamente? Eu tinha medo. Muito medo. Mas o fogo já estava aceso… e cada vez era mais difícil apagá-lo. Nota do autor: Espero que você tenha curtido este relato. Se não quiser esperar pela próxima parte pra saber o que acontece, o relato completo e a versão narrada em áudio já estão disponíveis no Patreon. Ouça o áudio e leia antecipadamente aqui:

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