Esta história tem dono, é pra você, D.
Tava com meu amigo no verão passado, tomando uns drinks lá em casa. De vez em quando a gente transa, ele tem uma rola do jeito que eu gosto: grossa, cheia de veia e torta. Ele me fala: vamos ver um filme? A gente ficou procurando e não achou nada, então decidimos botar uma música e, como tava muito calor, fomos pro parque.
Ele me prepara outro gin tônica e do nada me solta: - Você comeria uma garota trans? - Você chegou tarde kkkk.
Ele abriu aqueles olhos azuis enormes, - Tá me zoando, né? - Não - Quando???
- Uns meses atrás, não lembro direito, de vez em quando a gente troca mensagem, ela é muito linda e muito gente boa - Cê tem foto? - Que que você tá tão interessado assim?, falei rindo
- Uhm, nada, nada, só queria saber - Ou você quer experimentar?, mostrando uma foto pra ele
- Ahhh que linda que é! - É a foto da pica, que linda??? falei, não conseguindo parar de rir. Já estava me molhando de tesão e vejo o volume começando a aparecer na calça dele. - Você tá afim de provar - Uhm, não, queria saber... eu, não - Vai, dá pra ver que você tá morrendo de vontade - Não... bom, na real é uma fantasia que eu tenho, nunca tive coragem... - Deixa eu mandar mensagem pra ela - Não, você tá louca - Vai, eu falo se ela quer vir com uma condição: quero ver vocês - Bom, a gente já transou várias vezes, mas sei lá, não tenho coragem. Me aproximando, começo a falar no ouvido dele - Imagina tocar nessa pica... - Não, Caro, não. - Nunca chupou uma? - Não, nunca - Se você tem vontade, por que não tentar? Naquele momento, eu tocava na pica dele, que tava explodindo na calça - Abre o zíper - e pegando meu celular, comecei a tirar fotos dele - O que você tá fazendo? - Tirando fotos pra mandar pra Gise - Não, você tá doida. Ele vinha atrás de mim tentando pegar meu telefone e rapidinho mandei a foto dizendo - Se você quer um inexperiente, vem. - Tarde amor, já mandei mensagem, falei rindo. Se aproximando, ele começou a me beijar e a apalpar meus peitos. Tava muito excitada, mas esperava a resposta que ia ser algo muito melhor, decidida a enrolar até ele me responder - Para, para, deixa eu fazer outro gin tônica - Agora??? - Sim e te faço outro também - Não mente que você não mandou - Olha, mostro a tela e vejo que a Gi tava digitando. - Ahhh ela tá respondendo - Vai Caro, não brinca - Ela deve ter gostado da sua pica, disse que em 15 minutos tá aqui. - Não seja puta, vem, deixa eu te comer - Não, nem sonha, vou te chupar um pouco até ela chegar, assim você fica bem duro quando ela chegar. Tirei toda a roupa dele, me ajoelhei no chão e mal tocava a pica dele com minha língua. Rodri tava duro, não pensava em deixar ele gozar. Me levantei e trouxe o drink - Toma, pra você ganhar forças kkkk - Que puta você é, não acredito que você é tão safada - Não perco isso por nada. Sentei em cima dele e continuamos nos beijando. Quando tocou a campainha.
Corri pra abrir a porta e, cumprimentando ela, falei: – Quero que você termine dando pra ele. Ela não se anima, mas dá pra ver que tá doida pra provar essa pica. – Deixa comigo, Caro, eu vou conduzindo.
Entramos na sala. – Rodri, ela é a Gise. Como você vê, já começamos e deixei tudo pronto pra você. A Gise se aproximou dizendo: – Que pica linda você tem, Ro, tô morrendo de vontade de provar. Ela se abaixou e enfiou tudo na boca. Nem "oi" falou, a safada, kkkk.
Tirei o top dela, deixando aquelas tetonas à mostra. – Amo suas tetas, falei. – Eu sei, toda vez que a gente se vê você fica apertando e chupando elas. Me agarrei numa das tetas dela, enquanto ela voltava pro que tava fazendo.
O Ro tava ofegante e, me olhando, dizia: – Caro, não acredito, você é tão puta, com você eu sempre acabo entrando em todas. Tirando o short que eu tava, virei e ofereci a bunda pra ele me tocar. Ele molhou um dedo e enfiou direto no meu cu. Eu só me mexia pra ele entrar mais fundo.
A Gise continuava chupando a pica dele, e ele segurava a cabeça dela pra entalar ela com ela. A Gise quase não conseguia respirar, mas dava pra ver a pica dele crescendo, quase saindo da mini.
– Levanta, Gi. Tirei a roupa dela, deixando ela só de uma fio dental minúscula, que já deixava a cabeça daquele pedaço de pica aparecendo. Tirei ela também e enfiei na minha boca.
Fiquei chupando ela, cuspindo, passando na boca, no rosto, levantei ela pra lamber bem as bolas. Ela gemia que nem uma louca, e o Ro se masturbava sem acreditar no que tava vendo.
Tirei ela da boca e falei: – Ro, vem provar. Ele se aproximou tímido, com aquela pica na cara. – Abre a boca, amor, chupa devagar, do jeito que você gosta que eu chupe a sua.
Timidamente, ele abriu a boca e chupou a cabeça. A Gise tem uma pica monstruosa, muito maior que a do Ro, o que deve ter intimidado ele, mas ele já tinha enfiado tudo na boca, se engasgando com ela.
A Gi segurava a cabeça dele e empurrava contra a pica dela. Ele não conseguia parar. olhá-los, eu estava tão excitada.
Pegando-os pelas mãos, levei-os para o quarto, me joguei na cama e abri minhas pernas, a Gi abriu minha buceta e enfiou a língua bem fundo. A Ro se aproximou e apertava meus peitos, beliscava meus mamilos e os mordia suavemente.
-Gi, me fode. Ela abriu minhas pernas, apontando o pau pra mim, enfiou até o fundo, levantou minhas pernas, colocou nos ombros dela e me comeu bem forte, do jeito que eu gosto.
-Ahh, assim, sua puta, abre bem minha buceta, quero sentir suas bolas batendo em mim. Ela se movia cada vez mais rápido -Assim, continua assim, que eu tô quase gozando. Senti jatos saindo da minha buceta -Que puta você fica, Caro, como você se molha toda.
Olhando pra Ro, eu disse -Que que você tá esperando pra comer ela??? Cuspindo no cu dela, apoiou a ponta do pau e enfiou até o fundo
-Ahhh assim, me come bem forte enquanto eu continuo comendo essa puta. A gente se movia num ritmo perfeito, com cada estocada dele, a Gise afundava mais dentro de mim.
Senti jatos de porra começando a me encher e quando o pau dele ficou mole, me levantei pra ver como a Ro, totalmente alucinado, abria aquele cu lindo.
Ela levantou ela pra ficar de quatro, com a bunda bem exposta, enquanto se movia sem parar. Nunca tinha visto ele tão excitado quando a gente tava junto.
Segurando na cintura dela, deu uma última estocada e, gemendo, soltou toda a porra. Ensopados de suor, se jogaram um do lado do outro.
-Você gostou, Ro? -Me enlouqueceu, Gise, você é incrível -Você também, como você fode bem.
A Ro foi pra cozinha e trouxe vinho e umas taças. Enquanto a gente bebia, a gente ria, entre o álcool e o tesão que continuava, a gente se tocava, se chupava e não demorou muito até o pau da Gi ficar duro de novo.
Rodri, já sem nenhuma inibição, agarrou a pica, chupando ela com barulho, passava na cara, engolia inteira, tava doido.
Queria que a Gise comesse ele, queria ver ela abrindo bem a bunda dele e enchendo de porra. -Agora é tua vez -Eu??? Nunca fiz isso -Bom, hoje é tua primeira vez, vem cá Ro, chupa minha buceta.
Abri as pernas e ele enfiou a língua bem fundo, me mordia e esticava o clitóris. Vi a Gi se levantar e começar a lamber a bunda dele, o Ro gemia cada vez mais alto. Num movimento só, ela afundou a pica até as bolas, o Ro gritou de dor e prazer ao mesmo tempo. -Continua chupando, não para.
O Ro levantou a bunda e gritou -Enfia até as bolas. A Gi comia ele bem forte, sem parar. Eu me molhava toda que nem uma louca, o Ro cuspia, me mordia, eu mexia a cintura, até que gozei ofegando que nem uma puta.
A Gi continuava furando a bunda dele e o Ro empurrava a bunda pra cravar cada vez mais fundo. A Gi deu um grito e gozou bem profundo. O Ro se levantou e me colocou de quatro.
Eu parecia uma boneca de pano, não conseguia reagir, só sentia ele afundando a pica cada vez mais.
Gemerindo com um grito profundo, ele encheu minha bunda.
Fiquei destruída, me encolhi num canto e dormi. Entre sonhos ouvi gemidos, acho que se resolveram bem sem mim.
Tava com meu amigo no verão passado, tomando uns drinks lá em casa. De vez em quando a gente transa, ele tem uma rola do jeito que eu gosto: grossa, cheia de veia e torta. Ele me fala: vamos ver um filme? A gente ficou procurando e não achou nada, então decidimos botar uma música e, como tava muito calor, fomos pro parque.
Ele me prepara outro gin tônica e do nada me solta: - Você comeria uma garota trans? - Você chegou tarde kkkk.
Ele abriu aqueles olhos azuis enormes, - Tá me zoando, né? - Não - Quando???
- Uns meses atrás, não lembro direito, de vez em quando a gente troca mensagem, ela é muito linda e muito gente boa - Cê tem foto? - Que que você tá tão interessado assim?, falei rindo
- Uhm, nada, nada, só queria saber - Ou você quer experimentar?, mostrando uma foto pra ele
- Ahhh que linda que é! - É a foto da pica, que linda??? falei, não conseguindo parar de rir. Já estava me molhando de tesão e vejo o volume começando a aparecer na calça dele. - Você tá afim de provar - Uhm, não, queria saber... eu, não - Vai, dá pra ver que você tá morrendo de vontade - Não... bom, na real é uma fantasia que eu tenho, nunca tive coragem... - Deixa eu mandar mensagem pra ela - Não, você tá louca - Vai, eu falo se ela quer vir com uma condição: quero ver vocês - Bom, a gente já transou várias vezes, mas sei lá, não tenho coragem. Me aproximando, começo a falar no ouvido dele - Imagina tocar nessa pica... - Não, Caro, não. - Nunca chupou uma? - Não, nunca - Se você tem vontade, por que não tentar? Naquele momento, eu tocava na pica dele, que tava explodindo na calça - Abre o zíper - e pegando meu celular, comecei a tirar fotos dele - O que você tá fazendo? - Tirando fotos pra mandar pra Gise - Não, você tá doida. Ele vinha atrás de mim tentando pegar meu telefone e rapidinho mandei a foto dizendo - Se você quer um inexperiente, vem. - Tarde amor, já mandei mensagem, falei rindo. Se aproximando, ele começou a me beijar e a apalpar meus peitos. Tava muito excitada, mas esperava a resposta que ia ser algo muito melhor, decidida a enrolar até ele me responder - Para, para, deixa eu fazer outro gin tônica - Agora??? - Sim e te faço outro também - Não mente que você não mandou - Olha, mostro a tela e vejo que a Gi tava digitando. - Ahhh ela tá respondendo - Vai Caro, não brinca - Ela deve ter gostado da sua pica, disse que em 15 minutos tá aqui. - Não seja puta, vem, deixa eu te comer - Não, nem sonha, vou te chupar um pouco até ela chegar, assim você fica bem duro quando ela chegar. Tirei toda a roupa dele, me ajoelhei no chão e mal tocava a pica dele com minha língua. Rodri tava duro, não pensava em deixar ele gozar. Me levantei e trouxe o drink - Toma, pra você ganhar forças kkkk - Que puta você é, não acredito que você é tão safada - Não perco isso por nada. Sentei em cima dele e continuamos nos beijando. Quando tocou a campainha. Corri pra abrir a porta e, cumprimentando ela, falei: – Quero que você termine dando pra ele. Ela não se anima, mas dá pra ver que tá doida pra provar essa pica. – Deixa comigo, Caro, eu vou conduzindo.
Entramos na sala. – Rodri, ela é a Gise. Como você vê, já começamos e deixei tudo pronto pra você. A Gise se aproximou dizendo: – Que pica linda você tem, Ro, tô morrendo de vontade de provar. Ela se abaixou e enfiou tudo na boca. Nem "oi" falou, a safada, kkkk.
Tirei o top dela, deixando aquelas tetonas à mostra. – Amo suas tetas, falei. – Eu sei, toda vez que a gente se vê você fica apertando e chupando elas. Me agarrei numa das tetas dela, enquanto ela voltava pro que tava fazendo.
O Ro tava ofegante e, me olhando, dizia: – Caro, não acredito, você é tão puta, com você eu sempre acabo entrando em todas. Tirando o short que eu tava, virei e ofereci a bunda pra ele me tocar. Ele molhou um dedo e enfiou direto no meu cu. Eu só me mexia pra ele entrar mais fundo.
A Gise continuava chupando a pica dele, e ele segurava a cabeça dela pra entalar ela com ela. A Gise quase não conseguia respirar, mas dava pra ver a pica dele crescendo, quase saindo da mini.
– Levanta, Gi. Tirei a roupa dela, deixando ela só de uma fio dental minúscula, que já deixava a cabeça daquele pedaço de pica aparecendo. Tirei ela também e enfiei na minha boca.
Fiquei chupando ela, cuspindo, passando na boca, no rosto, levantei ela pra lamber bem as bolas. Ela gemia que nem uma louca, e o Ro se masturbava sem acreditar no que tava vendo.
Tirei ela da boca e falei: – Ro, vem provar. Ele se aproximou tímido, com aquela pica na cara. – Abre a boca, amor, chupa devagar, do jeito que você gosta que eu chupe a sua.
Timidamente, ele abriu a boca e chupou a cabeça. A Gise tem uma pica monstruosa, muito maior que a do Ro, o que deve ter intimidado ele, mas ele já tinha enfiado tudo na boca, se engasgando com ela.
A Gi segurava a cabeça dele e empurrava contra a pica dela. Ele não conseguia parar. olhá-los, eu estava tão excitada.
Pegando-os pelas mãos, levei-os para o quarto, me joguei na cama e abri minhas pernas, a Gi abriu minha buceta e enfiou a língua bem fundo. A Ro se aproximou e apertava meus peitos, beliscava meus mamilos e os mordia suavemente.
-Gi, me fode. Ela abriu minhas pernas, apontando o pau pra mim, enfiou até o fundo, levantou minhas pernas, colocou nos ombros dela e me comeu bem forte, do jeito que eu gosto.
-Ahh, assim, sua puta, abre bem minha buceta, quero sentir suas bolas batendo em mim. Ela se movia cada vez mais rápido -Assim, continua assim, que eu tô quase gozando. Senti jatos saindo da minha buceta -Que puta você fica, Caro, como você se molha toda.
Olhando pra Ro, eu disse -Que que você tá esperando pra comer ela??? Cuspindo no cu dela, apoiou a ponta do pau e enfiou até o fundo
-Ahhh assim, me come bem forte enquanto eu continuo comendo essa puta. A gente se movia num ritmo perfeito, com cada estocada dele, a Gise afundava mais dentro de mim.
Senti jatos de porra começando a me encher e quando o pau dele ficou mole, me levantei pra ver como a Ro, totalmente alucinado, abria aquele cu lindo.
Ela levantou ela pra ficar de quatro, com a bunda bem exposta, enquanto se movia sem parar. Nunca tinha visto ele tão excitado quando a gente tava junto.
Segurando na cintura dela, deu uma última estocada e, gemendo, soltou toda a porra. Ensopados de suor, se jogaram um do lado do outro.
-Você gostou, Ro? -Me enlouqueceu, Gise, você é incrível -Você também, como você fode bem.
A Ro foi pra cozinha e trouxe vinho e umas taças. Enquanto a gente bebia, a gente ria, entre o álcool e o tesão que continuava, a gente se tocava, se chupava e não demorou muito até o pau da Gi ficar duro de novo.
Rodri, já sem nenhuma inibição, agarrou a pica, chupando ela com barulho, passava na cara, engolia inteira, tava doido. Queria que a Gise comesse ele, queria ver ela abrindo bem a bunda dele e enchendo de porra. -Agora é tua vez -Eu??? Nunca fiz isso -Bom, hoje é tua primeira vez, vem cá Ro, chupa minha buceta.
Abri as pernas e ele enfiou a língua bem fundo, me mordia e esticava o clitóris. Vi a Gi se levantar e começar a lamber a bunda dele, o Ro gemia cada vez mais alto. Num movimento só, ela afundou a pica até as bolas, o Ro gritou de dor e prazer ao mesmo tempo. -Continua chupando, não para.
O Ro levantou a bunda e gritou -Enfia até as bolas. A Gi comia ele bem forte, sem parar. Eu me molhava toda que nem uma louca, o Ro cuspia, me mordia, eu mexia a cintura, até que gozei ofegando que nem uma puta.
A Gi continuava furando a bunda dele e o Ro empurrava a bunda pra cravar cada vez mais fundo. A Gi deu um grito e gozou bem profundo. O Ro se levantou e me colocou de quatro.
Eu parecia uma boneca de pano, não conseguia reagir, só sentia ele afundando a pica cada vez mais.
Gemerindo com um grito profundo, ele encheu minha bunda.
Fiquei destruída, me encolhi num canto e dormi. Entre sonhos ouvi gemidos, acho que se resolveram bem sem mim.

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