Minha crush proibida

Me chamo Manuel, tenho 25 anos e moro no México, tenho 1,78 m de altura. Corpo médio, cabelo ondulado, rosto ovalado, pele branca, mas estou bronzeado por causa do tipo de trabalho, já que trabalho como funcionário de uma loja de vendas e serviços de celulares. Moro sozinho no meu apartamento, que tem 2 quartos, sala de estar com jantar, cozinha, um banheiro e uma área de serviço. Meus pais moram na mesma cidade, só que em outro bairro. Meu pai se chama Alan, tem 65 anos, aposentado. Minha mãe, Carmen, de 60 anos, é dona de casa de carteirinha, e minha irmã Sofia, que tem 20 anos, é estudante de universidade. Feitas as apresentações, agora sim, o relato que vocês vieram ler.

Como já sabem, moro sozinho, meu trabalho é em dois turnos: entro às 8:00 da manhã e saio à 1:00 da tarde, volto às 4:00 da tarde e saio às 7:30 da noite. O caso é que normalmente nos fins de semana vou visitar meus velhos e minha irmã. Mas toda vez que vou, sempre escuto brigas entre meus pais e minha irmã, por qualquer besteira, pra ser sincero. Que se foi pra festa, que pintou o cabelo, que comprou sei lá o quê, sempre tem motivo pra briga.

Deixa eu descrever meu pai: é um senhor de 65 anos, já com cabelos brancos, rugas, olhar cansado, já que trabalhava numa repartição do governo municipal, barriga, corpo grosso sem ser muito gordo. Minha mãe é uma mulher com aquele jeitão de dona de casa, fiel até a medula, com a ideia de que "marido é cruz": se saiu bom, ótimo, e se saiu mulherengo, sou a esposa e tenho que aguentar. Tem corpo de senhora, tudo no lugar certo, sem ser modelo.

Agora vem minha irmã, é uma mulher de parar o trânsito. Tem 1,67 m, corpo curvilíneo, silhueta bem marcada, cabelo liso e preto, rosto ovalado, maçãs do rosto definidas, lábios carnudos. As medidas, olhando de longe, são 95 de busto, cintura 65, quadril 90, coxas bem definidas e grossas. Um olhar que te quebra. Pra falar a verdade, é mais por ela que eu vou lá. Bom, retomando o história, chego em casa e assim que minha mãe me abre a porta, escuto minha irmã Sofia reclamando:
- Não é justo, não é justo, minhas amigas vão, e eu por que não?
- Você não vai e ponto final – responde meu pai sentado na poltrona dele.
- Mãããe, fala alguma coisa, eu tinha te avisado desde o mês passado que queria ir no show do BTS (sim, ela é muito fã disso).
- Querida, seu pai tem a última palavra, você já sabe.
- Mas se eu não tô pedindo dinheiro, eu juntei pra comprar o ingresso. Não é justo que eu não vou porque o SENHOR não tá a fim.
- Cuidado com esse tom, mocinha – responde meu pai.
Eu entro na fofoca:
- E agora, o que que tá acontecendo, Sofi?
- Ah, que o papai tá com as frescuras dele, não me deixa ir no show do BTS, sendo que EU PAGUEI COM MINHAS ECONOMIAS, e agora acontece que eu não vou.
- Ela não vai nesse show, quem sabe a que horas termina e como você vai voltar, hein? – responde o velho.
- Calma, calma, escuta, pai, e se eu for com ela? Ainda assim não deixa? – E assim vocês ficam os dois tranquilos, sabendo que eu vou estar com ela, e se quiserem, pra não incomodar, ela dorme no meu apê, lá eu tenho o outro quarto montado.
Meus pais se olham, minha mãe diz que sim, meu pai ainda em dúvida, eu falo: olha, eu mando mensagem pra mãe dizendo que a gente já chegou em casa, mando a foto pra quando vocês virem de manhã, ficarem tranquilos. Que acham? Sob essa pressão, meu pai aceita.
A cara de felicidade da Sofi era um poema:
- OBRIGADA MANU, OBRIGADA, OBRIGADA, VOCÊ VALE MIL! – nesse momento ela me abraça, forte, eu sinto os peitos duros dela no meu corpo. As mãos dela vão pro meu pescoço, ela me dá vários beijos na bochecha, eu consigo sentir o cheiro dela, ela cheira deliciosa. Já dou uns tapinhas nas costas dela pra ela se afastar de mim (já tava começando a ter uma ereção).
- Já, já, vamos comer porque eu tô com fome.
Sentamos pra comer, meu pai contando sobre a violência que tem, minha mãe fofocas da vizinha, minha irmã diz que já tem a roupa dela pra ir no show, que já fez o cartaz dela pra todo mundo ver que ela é a FÃ Nº 1.. (de Mil que tem, Ja!). Terminamos de comer, falo pra ela que passo lá uma hora e meia antes do show pra gente chegar a tempo, porque sei que é um inferno entrar nesse tipo de evento. Vou embora e volto na hora combinada, minha mãe me abre a porta, e me diz pra cumprimentar meu pai e distrair ele, porque se ele chegar a ver ela como tá, vai dar briga. Faço o que ela pede, cumprimento meu pai, vejo minha mãe fazendo sinal pra ela sair sem ser vista, mas fico chocado ao ver ela com uma minissaia plissada estilo colegial, uma blusa decotada que marca os peitos dela de um jeito atraente. Umas meias pretas, e os sapatos dela, segurando o cartaz enrolado junto com a bolsa. Meu pai me dá instruções como sempre, falo que sim, que desculpe mas a gente já tem que ir senão não chegamos. Minha mãe se despede também lembrando de mandar mensagem e todo o resto. A gente vai, subimos no meu carrinho que eu tenho, rumo ao estádio onde vão cantar, ela toda animada cantarolando as músicas... de canto de olho vejo as pernas grossas dela, que ficavam mais apetitosas a cada segundo. Ela quebra minha concentração:
- Obrigada por me ajudar e me levar pro show!
- De nada, vou ficar por perto, me avisa quando terminar e vou estar te esperando, não vou longe, vou num bar ou dar uma volta por aí. Ok?
- Sim, sim, aliás vou te mandar fotos de lá cantando.
- Tá bom.
Ela se aproxima pra me dar um beijo na bochecha, fico nervoso, sinto meu pau subindo mais rápido, que já era um sofrimento ver ela vestida daquele jeito.
Deixo ela no estádio, falo e comento pra ela me ligar ou mandar mensagem, ela responde que sim, e vai.
De onde estou, escuto o show, tô andando por perto, nisso chega uma mensagem da Sofia.
- É a melhor noite da minha vida!
Com uma imagem anexada, vejo que ela tá nas arquibancadas, ao fundo os coreanos mandando beijo, mas aquele decote é o que mais me encanta nela.
Enquanto ela continua no show, eu vou ao shopping center mais próximo, e compro lingerie, uma pijama sexy, faço uma comprinha rápida de comida pra janta e outras coisas. Levo pro carro, coloco no banco de trás, vou me aproximando do estádio. Mando mensagem pra ela dizendo onde estou. Em poucos minutos vejo ela chegar, feliz, cantando, se mexendo e aquele par, se move no ritmo dela, abro a porta do carro, ela entra, falo que comprei algo pra jantar no apê, refrigerante e umas cervejas caso ela queira. Comentei que comprei algo pra ela dormir confortável no quarto, ela me pergunta o que é.. falei pra ela pegar, ela se vira pro banco de trás do carro, naquele momento vejo aquele par delicioso, me dá vontade de tocar. Coisa que faço, coloco minha mão perto da barriga dela, e vou subindo devagar, ela se surpreende:
- Ai Manu!, essa mão. -- Mas não fala brava, e sim surpresa com minha atitude.
- Desculpa, é que vi que você ia cair e te segurei, foi sem querer (Ahã, sim, que firme que tá)
Bom, vamos pra casa, já são 12:30 da manhã, os velhos já devem estar dormindo. Dirigi até casa, chegamos 1:20 da manhã, entramos, falei pra ela se trocar, vestir a pijama que dei, que por causa do incidente ela não tinha visto. Ela entra no quarto, quando de lá, ela me fala:
- Ammm, cê tem certeza que era pra mim?
- Sim, bom, era a única que tinha lá, peguei, não tinha muitas opções pra escolher. (haha, se ela soubesse que escolhi de propósito).
- É bem reveladora, e fica bem justa, digamos assim.
-Ok, bom, a ideia é que você se sinta confortável, mas se não, tudo bem.
- Não fala nada pro papai, porque ele pode me matar e me mandar pra um convento.
- Ok, ok, não falo nada, já sai pra comer e a gente dorme.
Nesse momento ela sai e eu achei que tinha morrido e ido pro céu… ver ela com aquele conjunto, fez minha cabeça explodir e meu pau disparou na hora. Tive que me beliscar pra não ficar todo duro. Mas quem resistiria?
Jantamos, eu todo nervoso, vendo ela com aquele micro-short vermelho, a camiseta branca dela que Ela ficava deliciosa. Me contava sobre as músicas, tirei foto dela (óbvio sem aparecer o short) e mandei pra nossa mãe, pra ela ver quando acordasse que chegou bem. Quando terminamos, ela foi escovar os dentes, ver ela era um deleite pros olhos, depois foi dormir, me deu boa noite, agradecendo por eu ter ajudado a convencer nosso pai a deixar ela ir no show. Falo que tá tudo bem, que quando ela quiser pode contar comigo. Ela vai feliz, fecha o quarto e eu vou pro meu, olhando a foto eu me masturbo pensando na minha irmã. Pra mim ela é minha mina dos sonhos, tem tudo que eu gosto, é linda, gostosa, corpo maravilhoso, que merece ser beijado, tratado com amor, com paixão. Então no decorrer da noite, antes do sono me vencer, eu bolo um plano pra conquistar o coração e o corpo dela. Essa história vai ser postada uma vez por semana, às terças. Esse capítulo vai ser grátis. Os próximos capítulos já serão pagos. Vai ser feito nesse formato de arquivo, porque o patreon derruba minhas publicações.Minha crush proibida

 
 

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