Minha filha Sonia

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https://open.spotify.com/show/384kdLhggl4LAoK1sGyYWL?si=DsG2I-MlTyWuypVKPFDnrwMe chamo Alberto, tenho 48 anos, sou viúvo e tenho uma filha, a Sonia, de 25 anos. Minha mulher morreu ao dar à luz. Já fazem muitos anos desde então. A Sonia está casada há quatro anos e mora em outra província. Trabalho remoto, de casa, numa companhia de seguros, e levo o que se pode chamar de uma vida tranquila. Sou um homem de hábitos simples; acordo bem cedo — por volta das 7h — e trabalho até, mais ou menos, as 13h. Depois, tomo algo num bar perto de casa que costumo frequentar. Lá, converso com os outros frequentadores ou com o Felipe, o dono, sobre a atualidade ou futebol, e depois volto pra casa, preparo algo pra comer e tiro uma soneca rápida. À tarde, saio um pouco pra fazer as compras essenciais pro dia seguinte. De vez em quando, umas duas vezes por mês, me encontro com uma amiga de foda, às vezes na casa dela, às vezes na minha. Nesse quesito, minhas necessidades sexuais eu considero resolvidas. No verão, tiro quinze dias de férias no litoral, na companhia dessa mesma amiga, e no inverno, uma semana na montanha esquiando. Como eu disse, uma vida sem sustos.
Um dia, durante a minha soneca, a campainha tocou e quando abri, minha filha, a Sonia, carregando só uma maletinha de mão, se jogou em cima de mim e me abraçou chorando. Ela tinha acabado de terminar com o marido.
Passamos a tarde arrumando o quarto dela, e à noite, depois do jantar, acompanhando umas taças de vinho, conversamos longamente sobre os motivos da separação até altas horas da madrugada.
Na hora de ir dormir, surpreendentemente, ela me perguntou se podia dormir comigo. Naturalmente, recusei de cara e, no fim, cada um foi pro seu quarto. No meio da noite, acordo e sinto uma presença na minha cama, era minha filha. Pergunto o que ela tá fazendo ali, e entre súplicas e cara de choro, ela me diz que, por favor, eu deixe ela dormir do meu lado, só naquela noite, que ela não tá acostumada a dormir sozinha... e enfim... Acabo cedendo. Na manhã seguinte, quando acordei, a Sonia dormia de frente pra para mim, um braço sobre minha cintura. Por uns instantes, parei contemplando o rosto dela, lindo até no abandono do sono. Depois, aos poucos, pra não acordá-la, fui me deslizando pra fora da cama. Enquanto preparava os cafés da manhã, ela apareceu só de pijaminha: um conjunto de seda cor salmão, duas peças. A blusinha, curta e sem mangas, deixava o umbigo de fora e caía sobre os peitos dela, marcando só uns biquinhos que pareciam olhar pro céu. O shortinho, curto e de pernas largas, deixava entrever, a cada movimento, o começo das coxas e o início da bunda, e então, pela primeira vez na presença da minha filha, senti uma pulsação no baixo-ventre e o desejo despertando. — Bom dia, pai. — Bom dia, filha — respondi morosamente, envergonhado com a situação. — Dormi que nem um bebezinho — e, se aproximando, me beijou —. Graças a você, pai. Eu, meio desconfortável, tentei desviar a conversa propondo: — Me ajuda com as torradas enquanto eu cuido do bacon e dos ovos? — Claro, pai. Eu observava, pelo canto do olho, cada movimento dela: o balanço suave do quadril, o tremor mole da bunda sob a seda, a leve oscilação dos peitos acompanhando o movimento dos braços, a linha limpa de uns ombros de contornos suaves que desciam até uns braços delicadamente moldados. O cabelo castanho claro, preso num coque gracioso improvisado, deixava à mostra a nuca, o pescoço de cisne e a pulsação tênue das têmporas sob a pele cor de caramelo. Havia no jeito dela de se mover algo que convidava a prolongar o olhar além do decente. Num gesto inconsciente, sacudi a cabeça pra espantar os pensamentos insanos que começavam a fervilhar na minha mente. — O que foi, pai? — Nada, filha, é que você é muito gostosa. — Obrigada, pai. Te amo muito. Você sabe, né? — Eu também te amo, filha. Naquela tarde, fomos ao shopping. A Sônia tinha comprar alguma roupa, pois além de um vestido leve e suas peças mais íntimas, na maleta pequena que tinha trazido consigo não cabia mais nada.
Durante as provas, ela insistia em que eu desse minha opinião sobre como as diferentes peças caíam nela. Mas não era que, uma vez vestida, ela me convidasse a olhar; era que ela nem se dava ao trabalho de correr a cortina do provador e se despia na minha frente. Ela nem usava sutiã, o corpo dela ficava exposto sem artifícios, apenas velado por uma calcinha branca de algodão bem simples.
Eu travava uma batalha silenciosa contra o impulso de deixar o olhar parar onde não devia. Tentava me concentrar nos vestidos, nos cortes, nos tecidos, mas meus olhos acabavam voltando, uma e outra vez, para a tentação que se erguia diante de mim.
Ao menos — pensei comigo — ela não está usando uma daquelas fio dental horrorosas capazes de transformar a beleza natural do corpo feminino numa caricatura grosseira.
À noite, fizemos o jantar juntos. Sonia circulava pela cozinha com uma camisa minha com as mangas dobradas até os cotovelos — dizia que adorava vestir uma coisa do pai dela — concentrada em cortar uns legumes.
— Você colocou o sal? — perguntou enquanto abria uma gaveta procurando alguma coisa. Foi quando o pano de cozinha que estava no ombro dela caiu no chão.
— Eu te pego — disse.
Ela se abaixou com naturalidade, e para mim o tempo pareceu congelar por um instante naquele detalhe fugaz, apenas um segundo, mas suficiente para confirmar que ela não estava usando nada por baixo.
Quando ela se levantou, desviei o olhar imediatamente. Mas ela, percebendo meu constrangimento, perguntou:
— Aconteceu alguma coisa, pai?
— Não, nada.
Ela me observou por um segundo. Depois voltou para a bancada com um sorriso que não soube interpretar.
Mais tarde, na sala, a conversa parecia continuar como se nada tivesse acontecido. Falávamos de qualquer coisa, de um filme, de uma viagem pendente, mas entre nós dois pairava uma tensão não resolvida. Até que eu me levantei e anunciei que ia ia para a cama. Quando estava me despindo, senti seus passos atrás de mim e, em seguida, a pergunta que eu temia.
—Papai, posso dormir com você esta noite?
Custou um esforço sobre-humano, mas reuni convicção suficiente para negar:
—Não, filha, de jeito nenhum.
—Mas por quê, papai?
—Porque eu sou seu pai, Sonia, mas também um homem e você... você é uma mulher linda e muito desejável, e se voltarmos a dormir juntos vai acontecer o que não deve acontecer, minha pequena. Entende? — respondi com cada vez menos segurança.
—Então deixa acontecer, papai.
Aquela resposta soou como o convite para comer o fruto da árvore proibida. E minha vontade desmoronou como um castelo de cartas erguido sobre uma gangorra.
Ela passou os braços em volta da minha cintura e se apertou contra mim. Senti o calor da barriga dela e as coxas roçando meu pau definitivamente ereto. Aos poucos, Sonia foi aproximando a boca da minha, se oferecendo, e eu correspondi. Primeiro explorei o canto dos lábios dela, depois os mordisquei bem de leve, até nossas línguas se entrelaçarem.
O beijo foi crescendo sem pressa, como se ambos temêssemos quebrar um instante frágil demais. O mundo se desfocou ao nosso redor; só existia o leve toque da respiração dela, o perfume do cabelo e a cadência com que nossos lábios se encontravam de novo e de novo.
Quando finalmente nos separamos por alguns centímetros, ela encostou a testa na minha e sorriu com os olhos semicerrados.
—Faz tempo que eu imaginava esse momento, papai — sussurrou.
Devagar, fui desabotoando a camisa dela. Ela, com um leve movimento dos ombros, deixou-a escorregar até o chão e ficou nua diante de mim, revelando um corpo esplêndido, que teria posto à prova a virtude do mais casto dos patriarcas do Antigo Testamento.
Beijei a nuca e o pescoço dela e fui descendo lentamente, beijando as axilas, continuando até os seios, como duas metades de limão, acariciando com a lambeu seus mamilos rosados. Depois a deitei, de través, com os quadris dela na borda da cama. Me ajoelhei e me demorei um instante no umbigo dela antes de descer até o monte de Vênus, onde me recebeu uma buceta de lábios bem fechadinhos, apenas uma leve abertura, mais parecida com a de uma donzela do que com a de uma mulher que estava casada há quatro anos. Deslizei meus braços por baixo das coxas dela até apoiá-los nos meus ombros e então, assim, à vontade, sem pressa, brinquei beijando o interior das coxas dela, antecipando o que viria depois: lambi com deleite o botãozinho mágico do clitóris e cutuquei com a língua entre os lábios dela até que se abriram como uma flor, depois continuei minha exploração pelo períneo até alcançar o anel do cu, no qual introduzi a língua.
Ela gemia, agonizando de prazer.
— Te desejo brutalmente, Sonia, minha vida.
Eu evitava chamá-la de filha numa tentativa desesperada de dissociar o corpo da mulher da identidade filial dela.
— Ah, meu deus! Papai, papai…!
E cada "papai" dela era uma martelada na minha consciência que me esfregava na cara o ato sacrílego que eu estava… estávamos cometendo. Mas longe de acalmar minha luxúria desenfreada, pelo contrário, despertava em mim um sentimento mórbido que me excitava ainda mais.
Já entregue de vez ao desejo insano, me preparei para profanar definitivamente o corpo da minha filha.
— Sonia, minha vida, eu tenho que te penetrar.
— Ah, pelo amor de deus, papai, faz logo! Entra em mim, me possuí, não quero nada mais.
Eu a penetrei com toda a ternura que fui capaz e comecei um vai e vem suave e cadenciado. Ela rebolava os quadris, enquanto me apressava.
— Empurra forte, papai, me fode mais fundo!
Com as pernas, aquelas pernas tão longas e lindas, ela apertou minha cintura enquanto avançava os quadris, me puxando com força para perto, para que nem um milímetro da minha masculinidade ficasse fora daquele ninho tão acolhedor, úmido e quente, que se contraía em volta do meu pau, até que anunciei o desfecho final. Me ia derramar nas entranhas da minha filha. E então, com um rugido rouco, quase animal, que brotou das profundezas mais sombrias da minha alma:
— Santo céu, filha, minha menina — dessa vez eu a chamei de filha — vou gozar dentro de você!
— Ah, sim, faz isso, papai! — exigiu quase gritando —. Goza dentro de mim, me enche do teu néctar, do teu sêmen, da tua porra, quero ficar suja de você!
No momento do clímax, a cada investida vinham à minha memória, como num flashback, imagens da nossa vida: a primeira vez que a segurei nos braços; a primeira fralda que troquei; a primeira comunhão dela, o dia do casamento… E longe de despertarem em mim sentimentos de horror ou vergonha, pelo contrário, não fizeram nada além de exacerbar meu desejo incestuoso, e eu me derramei nas entranhas dela numa ejaculação longa, descomunal, que inundou a buceta dela até transbordar e escorreu entre as pernas.
Depois, me larguei ao lado dela e, de mãos entrelaçadas, ficamos os dois em silêncio por alguns minutos. Eu meditando sobre as consequências da abominação que acabávamos de cometer. Até que ela, como se pudesse ler meus pensamentos:
— Papai, cometemos o mais horrível dos pecados, mas não me arrependo; se vamos queimar no inferno, antes vamos aproveitar nosso céu aqui, na terra.

1 comentários - Minha filha Sonia

😋🥰 lindo, queria uma coisa assim