Fui um abutre

Dias antes do Natal eu estava sozinho, porque minha família tinha viajado pra Buenos Aires pra passar as festas e eu ia me juntar a eles no dia 24 de dezembro. Na segunda-feira, dia 22, depois de visitar vários clientes e deixar tudo pronto pra sair de férias depois das festas, o último lugar que me faltava ir era na Jimena, uma cliente que eu tinha há vários anos. Essa cliente, além de ser professora de ensino médio, tinha como hobby fazer um pouco de assistência técnica de informática, e o que passava do conhecimento dela, ela me passava. Então, de vez em quando, ela acumulava uns trabalhos, eu passava lá, pegava, e uma semana depois voltava na casa dela com tudo reparado. Conheci essa cliente antes da pandemia, quando era febre o desbloqueio dos notebooks do governo, e foi assim que começamos a trabalhar juntos. Apesar de ter uma certa amizade, eu não sabia muito sobre ela, porque nossas conversas eram só de trabalho. Quando a conheci, ela tinha uns 30 anos, é filha de pais colombianos, então é meio mulata, com o clássico corpo de mulher colombiana: peitões e um quadril e pernas grossas. Muito linda e simpática. Com o passar do tempo, indo na casa dela, conheci o marido, com quem não troquei mais que um oi e tchau, porque ele vivia largado no sofá jogando videogame. Ele é bem mais velho que ela, calculo uns 50/55 anos. Também conheci a filha adolescente dela, que quando a conheci tinha uns 15 anos. Sempre achei estranha a diferença de idade na família deles, mas nunca perguntei. Nossas conversas, toda vez que eu ia na casa dela, eram só técnicas, enquanto ela me oferecia um café. Apesar da relação só comercial que a gente tinha, sempre passava pela minha cabeça chupar aqueles peitões e quicar naquele rabo lindo. Mas tenho como regra não avançar em mulher cujo marido eu conheço. Mesmo que eu não o conhecesse além de um oi e tchau, já que ele só jogava videogame enquanto eu estava lá. Geralmente eu passava por... chegar entre 19h e 20h porque antes muitas vezes ela não estava em casa por causa do trabalho. Naquela segunda-feira eu estava um pouco atrasado e mandei um WhatsApp dizendo que ia chegar um pouco mais tarde, quase 21h. Achei estranho ela não ter respondido minha mensagem e só ter deixado o visto. Mesmo assim continuei dirigindo e indo pra casa dela. Algumas quadras antes de chegar, tava morrendo de vontade de mijar e mandei outro WhatsApp avisando que já ia chegar. Senão eu me desviaria e pararia num posto de gasolina pra ir ao banheiro. Segundos depois ela respondeu minha mensagem: "tô no semáforo da avenida, te espero aqui". Achei estranho aquela mensagem tão seca e ela me esperando a várias quadras da casa dela no semáforo da rua da casa dela com a avenida. Ao chegar no semáforo, vi ela vindo direto pra minha caminhonete. Ela tava vestida com uma camiseta esportiva apertada que marcava bem as tetas e uma legging curta, com uns óculos de sol pretos grandes. Assim que parei, quase sem me deixar tirar o seguro da porta, ela subiu rapidinho. Sem cumprimentar e entre soluços me disse: "me tira daqui rápido, por favor". Eu arranquei e enquanto dirigia perguntava o que tava acontecendo, se ela tava machucada, o que tinha rolado, se queria que eu levasse ela pra polícia. Mal consegui entender pelo balbucio da voz dela, cortada pelo choro: "vamos pro lado do parque, não quero que meu marido me encontre". Foi o que consegui entender. Ao chegar na área do parque San Martín de Mendoza, parei numa rua pouco movimentada e apaguei as luzes da caminhonete, mas não desliguei o motor e deixei o ar-condicionado ligado porque tava muito calor lá fora. Nisso, o celular dela não parava de vibrar o tempo todo e ela não atendia. Assim, enquanto as primeiras sombras da noite começavam a cair, fiquei sentado ao lado dela em silêncio, completamente perdido na situação e sem saber o que fazer, também pensando em que merda eu podia me meter. Foi aí que fiquei muito nervoso quando ela viu um carro passar e se conta que era o marido dela que tava procurando ela e ela se agacha pra ele não ver ela. Foi aí que eu falei que ia ajudar ela no que desse mas que não dava se ela não me explicasse o que tava rolando. Foi aí que ela parou de chorar um pouco e começou a contar. Ela voltava da academia, tava no carro do marido porque tava muito calor e o ar condicionado dela não funcionava. Quando chegou a poucos metros da casa dela, ia entrar na garagem mas não conseguia porque o caminhão do lixo tava parado na porta da casa dela. Teve que esperar vários minutos dentro do carro, e enquanto esperava a música parou e por causa da proximidade da casa dela conectou no som do carro pelo Bluetooth o celular do marido. E aí escutou a voz de uma mulher e na tela do carro dizia que era uma chamada com uma tal de Silvana, que é uma professora colega dela. O que ela conseguiu ouvir é que a Silvana tava falando pra ele: "vou te chupar a pica até tomar todo o meu leite" ou algo assim. Chocada com a chamada e sem saber se o marido ainda tava ouvindo, ela fala: "Silvana, o que você tá fazendo falando com meu marido?" E a Silvana cortou a chamada. Quando entrou em casa, o marido não tinha percebido que ela tinha ouvido parte da ligação. Aí rolou uma briga daquelas e depois de muito grito e recriminação, a Jimena saiu de casa só com o celular. Depois de andar um pouco, ela me encontrou. Enquanto ela contava o que tinha acontecido, o celular dela não parava de vibrar. Até que num momento a Jimena atendeu. Aparentemente o marido perguntava onde ela tava e ela falou que ia de Uber pra casa da irmã dela. Não sei o que mais o marido falou porque ela começou a xingar ele mais ainda e de repente falou: "sabe o que eu vou fazer? Vou me vingar, vou dar agora pro primeiro cara que aparecer na minha frente". Depois disso ela abriu a porta e espatifou o celular no chão. Aí ela me falou pra gente sair dali porque o marido sabia onde ela tava. porque rastreava o celular. Também disse pra ela que era mentira que tava indo de Uber e que tinha desativado a conta e o cartão de crédito. Enquanto ela me contava isso, eu liguei o carro e saí rápido da área. Aí ela me pede pra levar ela na casa da irmã, que não era muito longe de onde a gente tava. A Jimena não parava de chorar o caminho inteiro até a casa da irmã. Da minha parte, eu não via a hora de chegar lá e sair daquela merda, porque não queria trombar com o marido, já que não era problema meu, mas por outro lado também ficava pensando no que ela tinha dito, que ia dar pra cima do primeiro cara que aparecesse. Quando tô prestes a virar na rua da irmã, a Jimena vê a caminhonete do marido esperando ela. Então segui em frente. Como ela tinha quebrado o celular e não sabia de cabeça o número da irmã, não tinha como saber o que tava rolando. Nisso, já passava das 10 da noite. Dirigi pra longe da área e parei numa rua pra acalmar a Jimena, porque ela tava muito alterada. De novo deixei o motor ligado com as luzes apagadas e o ar-condicionado no talo. Tirei o cinto de segurança, me aproximei e abracei ela pra consolar. Minha caminhonete era uma Ford Explorer e o banco da frente era semi-inteiriço, o que facilitava eu encostar meu corpo no dela e abraçar. Ela respondia ao meu abraço envolvendo meu pescoço com os braços. As lágrimas dela escorriam pela minha bochecha. O peito firme dela encostava no meu. Por causa do frio do ar-condicionado, dava pra notar os bicos dos peitos dela durinhos. Enquanto abraçava ela, o urubu dentro de mim aflorou, tentando consolar e aproveitar da situação. Então, enquanto ela continuava chorando, eu acariciava o cabelo dela e massageava o pescoço. Um minuto depois, ela não chorava mais, mas continuava me envolvendo com os braços em silêncio. Só se ouvia a respiração dela, meio ofegante. De repente, afastei meu rosto do dela e, enquanto ela me olhava com os olhos inchados, com meus dedos eu tirava as lágrimas do rosto dela. Enquanto fazia isso, eu dizia pra ela confiar em mim, que eu ajudaria no que precisasse e que me importava que ela estivesse bem. De repente, não sei por quê, quando tirei o dedo de uma das lágrimas dela no queixo, levei o dedo à boca e chupei aquela lágrima salgada. No mesmo instante em que fiz isso, ela me deu um beijo na bochecha e voltou a chorar, dizendo que não sabia o que fazer, que não queria voltar pra casa nem ver o marido. Eu abracei ela forte de novo e dizia que não ia abandonar ela. Ela me fala que tinha que fazer alguma coisa porque eu precisava ir pra casa com minha família. Aí eu contei que tinha todo o tempo do mundo e que estava sozinho. — Obrigada, você é um bom amigo. Ela disse enquanto me dava outro beijo na bochecha. Em nenhum momento a gente parou de se abraçar. De novo, movi minha cabeça pra perto da dela e acariciava o cabelo dela. Aos poucos, comecei a dar beijos na testa dela e ela não falava nada. Devagarzinho, fui descendo com beijinhos pela bochecha dela até procurar a boca dela, e eu dava beijos nos lábios dela. Mal sentia ela mexer os lábios. Então afastei meu rosto e perguntei se ela se incomodava com o que eu estava fazendo. Ela não respondeu nada, só caíam mais lágrimas dos olhos dela. Aí perguntei se era verdade o que ela tinha dito pro marido, que ia dar pra o primeiro cara que visse. Então ela me disse que estava tão brava com o marido e com a colega de trabalho dele que com certeza se vingaria transando com um cara. Mas que não faria isso comigo, porque não queria vingar ter sido corneada fazendo minha mulher de corna. Eu me joguei na piscina e abracei ela de novo pra ver o que rolava. Ela de novo me envolveu com os braços sem dizer nem fazer nada. De novo acariciei o cabelo e o pescoço dela e voltei a beijar a testa dela e descer pela bochecha até os lábios. Dessa vez ela encostou os lábios nos meus e deixava eu beijar ela. Depois de tentar várias vezes meter minha língua na boca dela, afastei meu rosto e perguntei se o abraço e os beijos não estavam sendo bons pra ela. Ela me respondeu: — não sei bem se sei. é bem, nunca soube como me sentir com afetos. Aí ela me contou que o marido dela foi o primeiro homem dela, que ele era filho de um amigo do pai dela e que ele estava sozinho e que o pai dela meio que arranjou pra ela casar com ele. Ela casou com 16 anos e pouco depois engravidou. Só transavam quando o marido queria, que não importava o que ela sentisse, a ponto de comerem no segundo dia depois que ela teve a filha. Que quando ela estava menstruada transavam do mesmo jeito, e como uma vez ele pegou uma infecção por causa do fluxo da menstruação, ele penetrava ela no cu quando ela estava naqueles dias. Aí entendi por que o marido dela era bem mais velho e ela com 36 anos já tinha uma filha de 19 estudando em Córdoba. Aí percebi que uma mulher não te conta essa intimidade sem dar o próximo passo. Comecei a dar em cima de novo e enquanto beijava ela, dizia que assim não se tratava uma mulher. Enquanto falava, beijava os lábios dela e com minha mão pegava a nuca dela. Minha língua já se entrelaçava com a dela e nossos narizes se batiam com o frenesi dos nossos beijos. O sinal de que eu estava ficando sem combustível nos interrompeu. Ainda bem, porque tava doendo a pica entre a vontade de mijar que eu tava e o quanto dura eu tava há um tempão. Voltei pro lugar do motorista e fui abastecer. Enquanto dirigia, ela tava bem quietinha. Depois de abastecer e mijar, fui direto pra um hotel. Procurei um bom, mas o que mais parecesse um hotel comum. No caminho, ela só continuava sentada do meu lado, calada. Só me pediu pra desligar um pouco o ar porque já tava com frio. Os bicos dos peitos dela mostravam isso. Pouco antes de chegar, falei que a gente ia entrar num hotel e comer alguma coisa e amanhã eu levava ela pra onde ela quisesse ir. Falei que a gente não podia continuar rodando à noite. Mas acima de tudo, falei que não ia acontecer nada que ela não sentisse vontade. Ela sorriu pra mim e falou: - nunca fui num motel. Ao pedir o quarto, já pela hora, pedi pra... pernoitar. Uma vez dentro do quarto, ela olhava tudo como que deslumbrada. Eu meio que dei um tour e expliquei como se configuravam todas as luzes, a música e a TV. Por onde vinha a comida. Como se usava o sofá erótico. Ela se sentou num sofá e não parava de se olhar nos espelhos, até no do teto. Enquanto isso, pedi algo gelado pra beber, depois fui ao banheiro e me higienizei um pouco, tava com a pica toda melada e babada. Quando saí do banheiro, a Jimena tinha ficado brincando com as luzes e tinha deixado tudo apagado na área do sofá e da cama, e luzes fracas no resto. Quando chegaram as bebidas, entreguei a dela e me sentei ao lado dela no sofá. Ao fazer isso, noto que ela se acomoda, e coloca entre nós o roupão que tinha pego de cima da cama, mas meio que se afasta um pouco de mim. Enquanto tomávamos o refrigerante, conversamos sobre o cheiro gostoso que tinha no lugar, ela me dizia que queria tomar um banho, já que ao voltar da academia não tinha se duchado. Depois disso, ela ficou olhando o reflexo dos dois no espelho que tínhamos na frente. Ela pegou o roupão e o arrumou como pra se levantar e ir ao banheiro. Então eu me aproximei dela e a segurei pelo queixo e comecei a beijá-la. Ela respondia aos meus beijos, mas não como tinha feito antes na caminhonete. Aos poucos, fui inclinando o corpo dela sobre o sofá e colocando o meu um pouco por cima dela. Uma das minhas mãos coloquei atrás da cabeça dela e a outra apoiei na barriga dela. Nossas línguas trocavam saliva enquanto eu, aos poucos, metia minha mão por baixo da camiseta dela. Com muito esforço, cheguei com minha mão numa das tetas dela. Quando apoiei no peito dela, ela colocou a mão dela por cima da minha como querendo tirar. Mas quando comecei a apertar os seios dela com força, a mão dela fazia mais força sobre a minha. Ela tentava me dizer algo, mas com minha língua dentro da boca dela, não conseguia. O corpo dela começou a se inclinar mais sobre o sofá e eu aproveitei e desci minha mão das tetas dela pra entreperna dela. Com Muito trabalho, meti minha mão dentro da legging dela e meus dedos começaram a tocar o clitóris dela, todo molhado. Enquanto eu a tocava, ela estava tão agitada que já não conseguia responder aos meus beijos. Enquanto eu fazia círculos com meus dedos na buceta dela, ela não parava de dizer: "O que você tá me fazendo, o que você tá me fazendo?" Eu peguei uma das mãos dela e coloquei no meu pau, ela só deixou apoiada. De repente, ela ficou parada e dura, como se tivesse um grande espasmo. Ela tinha tido um orgasmo. Eu pude sentir com a ponta dos meus dedos no clitóris durinho dela. Depois disso, eu não podia acreditar no que aconteceu. Ela começou a chorar. Eu pensei que era por causa do marido dela. Mas ela me disse que era a primeira vez que tinha um orgasmo. Ela ficou deitada, toda molhada de suor, o cabelo dela parecia que tinha tomado banho. Eu me levantei e a levei pra cama. Antes de ela subir na cama, eu disse pra ela tirar a legging. Quando ficou só de calcinha, pude ver bem a raba gostosa que ela tinha. Ela se deitou de barriga pra cima e eu me ajoelhei no chão e tirei a calcinha dela. De novo, meti meus dedos na buceta e com uma mão eu esfregava o clitóris e com a outra eu enfiava até 3 dedos dentro da buceta. Ela, deitada na cama, se olhava no espelho do teto enquanto eu brincava com meus dedos na buceta. Ela abria e fechava as pernas pra apertar meus dedos. Depois, ela colocou a mão dela em cima da minha e parecia indicar como queria que eu a tocasse. Eu agarrei as pernas dela e a puxei pra perto de mim. Coloquei meu polegar direito no clitóris dela e apertava, e aproveitei que ela tinha aberto bem as pernas e meti minha cabeça entre elas. Quando comecei a chupar a buceta, ela tentou me empurrar, mas eu fiz mais força e continuei enfiando a língua dentro dela. Tinha um pouco de pelos e estava bem salgada por causa do suor. Ela continuava perguntando: "O que você tá me fazendo?" Foi assim que senti o corpo dela tremer mais umas 2 vezes. Meu pau tava explodindo. Eu me levantei e tirei a roupa enquanto ela continuava deitada na cama olhando pro teto. Peguei uma camisinha e coloquei. Depois subi em cima dela e, enquanto levantava a camiseta dela pra deixar os peitos dela de fora, fui beijando ela e apontei minha pica pra buceta dela e, sem tocar com as mãos, comecei a penetrar devagar. Assim que enfiei até o fundo, comecei a comer ela bem devagarinho. Ela só soltava uns gemidos baixinhos, quase não dava pra ouvir. Ela cruzou os braços sobre os peitos pra eles não balançarem tanto. Não aguentei muito e gozei dentro dela. Depois disso, fiquei deitado em cima dela por uns segundos e então me deitei ao lado dela. A gente os dois olhava pro espelho no teto. O corpo dela estirado com as pernas ainda abertas, com uma perna minha cruzada por cima dela e minha pica mole ainda com a camisinha cheia de porra. Pra quebrar o gelo, falei pra ela tomar um banho enquanto eu pedia algo pra comer. Ela se cobriu com o roupão e foi pro banheiro. Eu pedi uma pizza e uma cerveja que chegou antes dela sair do banho. Quando ela saiu do banho enrolada no roupão, se surpreendeu ao encontrar o quarto com todas as luzes acesas e eu totalmente pelado sentado comendo pizza. Enquanto a gente comia, não falamos nada sobre o que tinha rolado, só sobre ela não saber o que ia fazer do casamento dela. Ela ficou terminando a pizza e eu voltei pro banheiro e tomei um banho rápido. Saí do banheiro quase sem me secar e totalmente pelado. Me aproximei da Jimena, tomei um gole de cerveja e peguei na mão dela e levei ela de volta pra cama. Depois abri o roupão dela e fiquei de pé na frente dela e apontei a pica pra cara dela. Como vi que ela não fazia nada, peguei a cabeça dela e levei até minha virilha. Com a mão, guiei minha pica até a boca dela. Como vi que ela não fazia nada, perguntei se ela já tinha chupado uma pica alguma vez. Ela respondeu que nunca tinha feito isso. "Faz como se fosse um pirulito", falei. E empurrei minha pica pra dentro da boca dela. Minha cabeça foi abrindo caminho aos poucos entre os lábios dela. Como ela não tinha experiência, eu tentava não enfiar até o fundo e não sei o quê. Atragantada. Com muito cuidado, fui levando ela e deitando na cama. Terminou deitada de barriga pra cima com minha pica e minhas bolas na cara dela. Enquanto ela me chupava as bolas, ela pegou minha mão e levou até a buceta dela. Aí eu me virei e ficamos na posição de 69. Enquanto eu chupava a buceta dela, eu levantava as pernas dela e tentava alcançar com minha língua o cu dela. Foi assim que ela gozou enquanto eu afundava minha língua na buceta dela. Eu quase ia gozar, e se gozasse na boca dela seria demais pro primeiro oral dela. Me afastei, se eu acabasse não ia aproveitar o cu dela. Desci de cima dela e a fiz ficar de pé. Enquanto eu tirava o roupão dela, ela abaixou as luzes de novo. Depois ela se deitou de barriga pra cima de novo enquanto me dava uma camisinha. Então peguei na mão dela e levei pro sofá erótico. Fiz ela se apoiar pra frente e abrir bem as pernas. Fiquei atrás dela e penetrei de uma vez, ela soltou um suspiro, na real ela fazia isso toda vez que eu tirava e colocava a pica de novo. O cu dela fazia ondas toda vez que eu batia nele. Enquanto eu comia ela, eu explicava que o legal dos motéis é que você pode gritar e fazer todos os sons que quiser. A posição em que ela estava fazia com que às vezes a buceta dela soltasse um pum quando minha pica entrava até o fundo. Eu mantinha minhas mãos apoiadas nas nádegas dela, que já estavam todas suadas de novo. Ela afastava o cabelo molhado de suor pra poder se ver no espelho enquanto eu comia ela. Minhas mãos nas nádegas dela abriam mais o cu dela até meus polegares ficarem no cu dela. Num momento, meu polegar começou a se perder no cu dela. Uma das vezes que tirei a pica da buceta dela pra meter de novo, apoiei na porta do cu e ela não disse nada. Deixei cair saliva da minha boca pela fresta do cu. Ao chegar no cu dela, comecei a empurrar minha pica e aos poucos foi abrindo caminho no cu dela. Ela ficou bem quietinha enquanto eu enterrava minha pica até o fundo no cu dela. Quando comecei a comer ela com mais força... ela começou a gemer mais forte que antes. A luz do banheiro batia direto na bunda linda dela e eu podia ver meu pau entrando e saindo daquele cuzinho apertado. Depois de um tempo quicando naquele rabo, meu pau saía meio marrom clarinho. Me inclinei pra frente e peguei ela pelo cabelo pra arquear as costas dela. Assim gozei dentro do cu dela com minhas pernas câimbras. Depois a gente conversou um pouco e a Jimena quis me explicar o que ia fazer com o casamento dela, mas eu interrompi pedindo que não queria saber, que preferia manter a relação que a gente tinha antes daquele dia, que o que rolou naquela noite foi só sexo pra aliviar a tensão, e depois disso a gente dormiu como se fôssemos estranhos. Já de manhã, antes de eu acordar, ela pegou minha mão e levou até a buceta dela, guiando meus dedos mostrando como tocar. Ela teve uns orgasmos com meus dedos antes de eu comer ela de ladinho. Depois do banho e do café, ela foi de táxi pra casa da irmã. A partir daquele dia, a Jimena virou uma foda fixa. Quando a gente tá afim, a gente se encontra e transa sem falar nada, como se fosse uma formalidade. Com o tempo ela já aprendeu muita coisa e não é mais como comer uma boneca inflável e ficar com os dedos câimbras de tanto fazer ela gozar. Sei que ela continua com o marido, mas não sei como resolveram as coisas, mas tenho que confessar que às vezes sinto curiosidade e vontade de perguntar.

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