Andrés esperava a chegada da sua esposa, era o dia mais ansioso dos últimos quinze dias, era o dia da visita íntima. Sim, e é que por erros da sua vida, ele estava preso há 2 anos, e ainda faltavam 3 para cumprir.
Foi aos 26 anos que Andrés, se envolvendo em negócios escuros, acabou parando numa prisão, onde foi condenado a 5 anos de detenção. Durante todo o processo, sua esposa, com quem havia se casado aos 22 anos, ficou ao seu lado; ela e sua sogra foram as únicas pessoas que o apoiaram, e vinham visitá-lo durante os períodos de visita, já que sua própria família não quis mais saber dele.
Agora, como em outras ocasiões, Andrés esperava com muita vontade o dia da visita íntima, no qual tinha a oportunidade de ficar a sós com sua esposa e satisfazer todos os seus desejos sexuais, reprimidos durante tantos dias de reclusão. Seu pau estava completamente duro imaginando o momento em que o chamassem e dissessem para ele entrar no quarto onde poderia saciar seus desejos mais quentes e intensos.
Mas as horas foram passando e ele não era chamado, o que estava acontecendo, será que sua esposa não viria no dia mais importante do mês, começou a ficar um pouco inquieto, fazia vários dias que não se masturbava, esperando por esse momento, sentia suas bolas completamente cheias de porra, era difícil se controlar em algumas ocasiões e reprimir a vontade durante tanto tempo.
Às quatro da tarde, quando terminou o período de visitas íntimas, Andrés estava muito triste e preocupado, o que teria acontecido para que sua esposa não tivesse vindo à visita, ele sabia que ela o esperava com ansiedade, será que estaria doente, ou teria acontecido algo que a impediu de vir. Agora deveria esperar até domingo para ter notícias dela quando viesse visitá-lo junto com sua sogra, que era quem a acompanhava durante as visitas familiares. Embora nunca tivesse tido um bom relacionamento com aquela senhora, ela sempre apoiou a filha nos momentos em que precisava, inclusive quando ela vinha ver o marido preso numa cadeia. Ainda durante as visitas familiares, sua sogra não conseguia disfarçar o quanto ele lhe causava repulsa, nunca havia concordado que ela se casasse com o filho dela.
Desiludido e ao mesmo tempo preocupado, Andrés se dispôs a voltar para sua cela com um tesão tremendo que sabia que não aguentaria muito mais tempo.
Mas a coisa piorou, chegou o domingo e a esposa dele não veio, ele esperou pacientemente o dia todo a chegada que nunca aconteceu, e assim passaram mais duas semanas, nem uma ligação, nenhuma visita, parecia que a esposa tinha desaparecido da face da terra. Andrés estava muito preocupado, o que teria acontecido para a esposa não ir visitá-lo.
Foi um mês depois, num domingo como todos os outros, ainda esperando a chegada da esposa, que ele viu a sogra no pátio de visitas. Seu coração se alegrou ao pensar que a esposa viria de novo vê-lo, mas sua surpresa durou pouco ao perceber que a sogra vinha sozinha. Ficou olhando ela caminhar pelo pátio em direção a ele. Embora não gostasse dela, Andrés não podia negar que a senhora se conservava muito bem; pelo que sabia, aquela mulher madura tinha 60 anos, era uma mulher muito fina, se vestia de forma bem conservadora, mas com elegância, era baixinha, seu corpo era voluptuoso, seu porte soberbo, algumas rugas ao redor dos olhos e da boca eram a única coisa que realmente denunciava a idade da senhora. Sabia que o marido a tinha abandonado há vários anos, por ter ido embora com uma garota mais jovem, por isso o jeito dela era seco e até um pouco amargurado. Por um momento, sua mente se distraiu percorrendo aquele corpo maduro, mas ainda atraente.
Como vai o Andrés?
E aí, dona Ines, tudo bem? E minha esposa, cadê ela? *respondeu logo, preocupado*
Bom, obrigado, Andrés, é por isso que estou aqui pra falar com você sobre a minha filha.
Será que aconteceu algo ruim com a minha esposa, sogra?
Não, tranquilo, ela tá bem, só que…
Que foi, me diga senhora. *Andrés começou a se preocupar*
Minha filha decidiu não vê-lo mais, na verdade ela conheceu outro homem, e se apaixonou por ele, ela acha que pode reconstruir a vida ao lado dele, por isso foi morar longe daqui, ela me encarregou de te dizer isso, porque ela sentia que não tinha coragem de fazer, ela me disse que gostou muito dele, mas que isso não era vida, e que sentia que tinha chegado o momento de refazer a vida dela... *falou pausada e diretamente sua sogra*
Andrés ouviu calado cada palavra da sogra, sentia como cada uma delas atravessava seu coração, sentia uma grande tristeza crescendo dentro dele, uma amargura terrível e uma solidão tomavam conta dele. Quando a sogra terminou de falar, ele, olhando fixamente para ela com uma grande tristeza no rosto, falou tentando parecer forte.
Tá bom, senhora, se essa é a decisão da sua filha, não posso fazer nada…
De repente ele sentiu como se tudo desmoronasse dentro dele, e não conseguindo mais fingir ser o homem durão e forte, se abraçou à sogra e começou a chorar.
Por que, senhora, por que? não é justo, eu amo a sua filha, por que ela me deixou sozinho, eu a amo, sei que cometi um erro, mas pensei que ela me apoiaria…
Inês sentiu como seu genro se abraçava a ela e chorava forte, parecia indefeso, toda a rudeza que queria demonstrar havia desaparecido e o que restava era um homem completamente vencido pela sua tristeza e solidão.
Naquele momento Inês se sentiu mal, na verdade seu genro nunca tinha sido do seu agrado, sempre lhe pareceu um homem vulgar e rude e quando sua filha decidiu refazer sua vida com outro homem ela tinha se sentido bem, mais ainda, chegou à prisão quase curtindo o que ia dizer ao genro, mas agora o via ali abraçado a ela, vencido por seus sentimentos e isso era algo que ela não esperava.
Tentando consolá-lo, eu falo:
Relaxa, garoto, não chora, fica tranquilo…
Como vou ficar tranquilo, minha esposa me abandonou, me deixando sozinho aqui, o que vou fazer agora… *Andrés chorando desconsolado*
Inês se sentiu ainda pior, de repente sentiu pena do genro, lembrou o quão mal ela se sentiu quando o marido a abandonou por uma garota mais jovem, ela se sentiu completamente inútil e insignificante.
Andrés, tentando se recuperar, se afastou da sogra e, limpando as lágrimas dos olhos, falou com ela.
Desculpe, senhora, não devia ter me exaltado assim, só acho que é uma notícia muito pesada, além disso me senti muito sozinho, obrigado por se dar ao trabalho de vir até aqui me comunicar isso.
Inês, tentando ser um pouco gentil, disse:
Não, tranquilo, Andrés, você é um homem forte e vai superar isso.
Valeu, sogra, mas eu tô me sentindo meio mal, é melhor eu ir pra minha cela, e também não quero mais te incomodar, muito obrigado por tudo, porque acho que essa é a última vez que a gente se vê.
Até mais, Andrés, e se cuida.
Então eu olho como o genro dela, de costas, caminhou até a porta do pavilhão onde ele estava recluso.
Ela saiu da cadeia, na real se sentiu muito mal, de repente todo o prazer que sentiu ao curtir a notícia que daria pro genro, tinha virado pena, pobre cara, afinal, tinha sofrido pra caralho.
Foram muitos dias difíceis para Andrés, que sentia cada vez mais solidão e tristeza. Ele não entendia como sua mulher tinha sido capaz de deixá-lo abandonado naquele lugar quando ele mais precisava dela. Agora sim, ele estava completamente sozinho.
Foi depois de duas semanas que Andrés levou um susto, estando numa tarde de domingo no pátio de visitas sozinho, de repente viu uma figura conhecida aparecer na entrada de visitas. Era de novo sua sogra, estranhou muito vê-la ali, será que essa senhora lhe traria de novo notícias de sua esposa.
De novo a senhora estava muito bem vestida, uma saia longa cobria completamente suas pernas, uma blusa conservadora de botões, seu cabelo preso num coque, realmente tinha uma imagem muito maternal, trazia uma pequena bolsa na mão. Ele a viu caminhar em sua direção.
Oi Andrés, como vai? *falou a sogra dele amigavelmente*
Oi, senhora, e você o que faz por aqui?
Vim visitar meu genro, na verdade me senti muito mal outro dia, vendo ele no estado que estava, então decidi vir visitá-lo, ainda mais sabendo que você está sozinho aqui.
Muito obrigado, senhora, por se preocupar comigo. Pra falar a verdade, ainda me sinto muito mal por causa da sua filha. Obrigado por vir me visitar, a senhora não sabe o quanto isso significa pra mim.
Andrés e sua sogra conversaram por alguns minutos. Para ele era estranho, nunca tinha se dado bem com aquela mulher e de repente ela vinha visitá-lo e fazer companhia, isso realmente o fazia se sentir melhor, ter alguém que se preocupasse com sua situação. No fim da tarde tinham conversado muito, principalmente sobre sua esposa. Andrés insistia em saber o que tinha acontecido com sua esposa, e sua sogra contava o que sabia.
De repente, no final da tarde, quando a visita estava prestes a acabar, Andrés agradeceu à sogra, que estava sentada no quintal num banco ao lado dele.
Obrigado, senhora, você não sabe o quanto significa pra mim que a senhora tenha vindo me visitar, tô tão sozinho e me sentia tão mal, sua visita me fez muito bem.
Dizendo isso, Andrés pegou a mão da sogra entre as suas em demonstração de carinho e olhava direto nos olhos dela. De repente, conhecia uma faceta da sogra que nunca pensou que ela tivesse, acariciando a mão dela em gesto de agradecimento, olhou direto nos olhos dela, podia ver as rugas ao redor dos olhos e da boca, sinais da passagem do tempo sobre ela.
Pela primeira vez seus olhares se encontraram fixamente, e então Andrés começou a sentir algo diferente, sentir a mão suave de sua sogra, e o calor do corpo dela perto do seu começaram a produzir nele sensações estranhas. Começou a notar como seu pau começava a despertar dentro da calça, formando um volume inconfundível na frente dela, além disso ele não usava cueca, então seu pau se marcava com mais facilidade sob o tecido.
Inês olhava fixamente para o genro, afinal ele lhe parecia um bom homem, sentiu as mãos dele se posarem sobre as suas em gestos de agradecimento, enquanto a olhava nos olhos, mas de repente começou a sentir a mudança no olhar dele, ficando mais intenso, então baixou os olhos.
Inês se surpreendeu ao inclinar o olhar e ver sem querer a enorme protuberância entre as pernas do genro, viu como o tecido da calça marcava um volume inequívoco que deveria ser o pau duro do genro, isso a deixou muito nervosa.
Andrés soltou as mãos da sogra, então, levantando-se rapidamente, disse a ela.
Bom, genro, acho melhor eu ir embora, já acabou o período de visitas.
Obrigado de novo, senhora, por se preocupar comigo.
Inês rapidamente se dirigiu à porta de saída, enquanto Andrés olhava a figura da sua sogra saindo dali.
Andrés voltou para o pavilhão, indo em direção ao banheiro, foi mijar, mas para sua surpresa, quando abaixou o zíper da calça, notou que seu pau ainda estava meio duro, o que tinha acontecido, de repente ele ficou excitado segurando a mão da sogra, sorriu para si mesmo, como era possível estar tão quente, que até segurar a mão de uma velha muito mais velha o tinha excitado, então olhando que não tinha mais ninguém no banheiro, sentou-se em um dos vasos sanitários, abaixando completamente a calça, começou a acariciar devagar seu pau, sentindo como crescia entre suas mãos a dureza do seu pau, com a outra mão começou a acariciar suas bolas, as apalpou, sentia elas cheias de porra, fazia muitos dias que não se masturbava, como estava curtindo aquelas sensações, seu pau completamente duro começou a lubrificar cobrindo sua mão daquele líquido escorregadio que tornava mais prazerosa sua masturbação, começou a fantasiar com a ideia de ter seu pau dentro de uma boceta ardente e suculenta, enfiar até o fundo enquanto a garota da sua fantasia gemia forte sentindo aquele enorme membro no mais profundo do seu ser, se imaginou fazendo a garota gemer enquanto ela convulsionava de prazer, e quando ele já não aguentava mais tirou seu pau e expulsou toda sua porra grossa e quente na boca da garota.
Ele começou a gemer à medida que acelerava os movimentos da mão sobre seu pau duro, fechando os olhos de prazer sentiu suas bolas se contraírem expelindo todo o seu sêmen sobre a boca faminta da garota que naquele momento ganha rosto, ele via os lábios enrugados de sua sogra madura, se abrirem para receber no interior de sua boca, toda a carga de sêmen acumulada por tantos dias, essa imagem de sua sogra, o excitou mais, vários jatos potentes de sêmen saíram de seu pau batendo contra a parede do banheiro.
Andrés gemeu violentamente ao sentir o enorme prazer da sua ejaculação, seu corpo foi percorrido por uma enorme onda de prazer ao sentir a liberação de tanto esperma acumulado. Depois de vários minutos, ele se levantou do banheiro relaxando depois do enorme prazer que tinha experimentado, sorriu de novo, e pensou "Que mente tão perversa eu tenho, imaginar minha velha sogra recebendo meu esperma, o que faz passar tanto tempo sem ter uma mulher, as perversões que eu imagino".
Sem dar mais importância à sua fantasia, saiu do banheiro, rumo à sua cela.
Enquanto Ines se dirigia para casa, pensou em tudo o que tinha acontecido naquela tarde, tinha conhecido uma parte do seu genro que até então lhe era desconhecida, tinha percebido que ele era um bom homem, que por trás daquela atitude viril e bruta, havia um bom homem, de repente uma imagem veio à sua mente, e de novo ficou inquieta, lembrou durante a despedida quando seu genro a tinha olhado fixamente e ela tinha baixado o olhar, a enorme protuberância na calça dele, ficou inquieta, será que ela tinha sido a causadora daquela ereção, como era possível que uma mulher da idade dela pudesse despertar naquele jovem homem esse tipo de sensação, "NÃO" pensou "se aconteceu isso com ele é devido à enorme quantidade de tempo que passam sozinhos na prisão sem sexo, não à minha figura, como posso pensar que uma velha como eu possa chegar a excitar um homem como ele
Foi assim que Ines começou a visitar o genro, todos os domingos na prisão, cada vez ficavam mais amigos, ela se sentia bem podendo aliviar um pouco a solidão do genro e a sua própria, não podia negar que vir visitá-lo também diminuía a solidão em que vivia desde que o marido a tinha abandonado, Andrés agradeceu à sogra por ajudá-lo a não se sentir tão sozinho dentro da prisão.
Foi numa tarde em que Ines, notando o genro um pouco triste, perguntou.
O que aconteceu com o Andrés, por que ele tá tão triste?
Não é nada, senhora, são coisas sem importância.
E é que Andrés não queria contar pra sogra o que realmente estava acontecendo, porque, mesmo que a sogra fosse muito boa com ele, tinha necessidades que ela não podia resolver, e Andrés entendia isso quando olhava os colegas com as esposas, via os beijos e as carícias rápidas durante as visitas, e era algo que ele não tinha.
Vamos, confie em mim, Andrés. *insistiu sua sogra*
Tá bem, senhora, vou te contar, mas não leve a mal, você vai ver, eu agradeço muito que você me visita, mas você vai entender que às vezes eu preciso de algumas coisas que só uma esposa pode dar, espero não te ofender com meu comentário, mas acho que você vai compreender minha situação.
De repente, Andrés se sentiu estranho falando com a sogra sobre suas necessidades sexuais, teve medo de ofendê-la, então mudou rápido de assunto.
Mas são bobagens, senhora, é melhor a gente esquecer esse assunto.
A visita acabou, depois de se despedir, Ines de novo foi pra casa dela, se sentia um pouco inquieta com o que o genro tinha falado. Ela entendia muito bem o que ele quis dizer, era homem e tinha necessidades que só uma esposa poderia resolver, sabia que ele tava falando de sexo, mas o que ela podia fazer, se era só a sogra dele.
Lembrava da cara de tristeza do genro, devia ser muito duro para um homem tão jovem ficar privado de contato sexual com uma mulher por tanto tempo, era diferente para uma mulher, ela lembrava que depois que o marido a abandonou há uns 8 anos, ela não tinha sentido necessidade de ficar com nenhum outro homem, além disso já era velha e sexo nunca foi uma das suas prioridades, mas num homem era muito diferente e mais ainda se fosse tão jovem quanto o genro. Alguma coisa ela deveria fazer para ajudá-lo.
Andrés, se prepara que tem visita íntima! *gritou o guarda na frente da cela do Andrés*
Por um momento ele pensou que o oficial tinha se enganado, mas de repente uma ideia veio à sua cabeça: e se fosse que sua esposa tinha decidido voltar com ele e o esperava de novo no quarto de visita conjugal? Seu coração deu um salto de alegria e ao mesmo tempo de excitação, tinha sido tanto tempo sem mulher.
Ele foi até o banheiro, onde tirou a roupa e tomou um banho, se preocupando em lavar bem todo o seu corpo, principalmente seu pau, suas bolas, seu cu, queria que sua mulher o visse bem apresentado. Depois de se secar, vestindo uma camiseta e um jeans desbotado e justo, foi levado até o quarto de visitas conjugais. Seu coração batia forte de emoção.
Abriu a porta do quarto, esperando ver lá dentro a figura sensual da sua esposa, mas a surpresa foi ainda maior. Ali sobre a cama, sentada numa beirada, estava sua sogra. Ines, sua sogra madura, estava ali. Não conseguiu conter seu espanto.
Senhora, o que faz aqui? Pensei que…
Você pensou que talvez fosse minha filha, né, genro? *falou pausada e nervosamente a sogra dele*
Ei, então sogra, a verdade é que nunca esperei te encontrar aqui.
Sei disso e a verdade é que me dá muita vergonha estar aqui, mas a verdade, se estou aqui é pra te fazer um favor, lembra o que ele me disse outro dia, que estava muito triste porque tinha algumas necessidades que eu não podia dar, pois bem, genro, sei que não sou uma mulher jovem, nem bonita, nem tenho um corpo desejável e jovem como minha filha, mas sei o quão difícil deve ser pra um homem jovem como você ficar aqui tanto tempo sem uma mulher, então decidi vir e tentar te ajudar, se você achar que é possível, talvez pense que sou uma velha ridícula, mas a única coisa que quero é te ajudar.
Andrés não podia acreditar, tinha chegado ao quarto esperando encontrar sua esposa, e em vez disso tinha encontrado sua velha sogra que se oferecia para satisfazer seus desejos sexuais a fim de ajudá-lo.
Sei que não é muito o que posso te oferecer, mas se você quiser, pode pegar meu corpo velho e se satisfazer, genro.
Ela acrescentou a sogra e, enquanto dizia isso, timidamente levantava a saia longa que cobria suas pernas acima dos joelhos, revelando umas pernas brancas lindas e deliciosas.
Andrés olhava imóvel enquanto sua sogra madura levantava a saia mostrando as pernas, vê-la tão dócil e tão abnegada por ajudá-lo começou a excitá-lo, sentiu seu pau começar a crescer sob a calça. Sua sogra então começou a olhar a enorme protuberância que se formava na frente da calça desgastada do genro, sentiu medo.
Andrés, notando como sua sogra começava a ficar nervosa, caminhou até ela. Chegando bem na frente dela na beira da cama, colocou seu pau na cara dela.
Tira a sogra.
Inês sentiu medo, de repente toda a coragem que tinha juntado para tomar a decisão de ajudar o genro, sumiu,
Tira ela! *ordenou de novo Andrés*
Timidamente, Ines dirigiu as mãos até o zíper da calça, suas mãos tremiam enquanto abaixava o zíper. Pegando a calça pelos lados, ela a baixou.
Um pau grosso e comprido, completamente duro, saltou firme contra a barriga do genro. Inês se assustou ao ver o tamanho enorme e a grossura daquele membro duro. Em seus 60 anos de vida, jamais viu um pau tão grande. Lembrava que em toda a sua vida só tinha visto o do seu marido, que naquele momento não se comparava com o do genro que estava à sua frente.
Andrés levantou a camiseta por cima da cabeça e tirou, ficando completamente nu na frente da sogra. Ines percorreu por um minuto o corpo viril do genro, ele tinha um corpo muito bem cuidado, forte, definido, musculoso, além disso seu enorme pau era impressionante.
Levanta!
Ines timidamente se levantou da cama, então seu genro se aproximando começou a desabotoar sua blusa, ela estava nervosa, sentiu as mãos do genro soltando um a um os botões da blusa, sentiu ele tirá-la completamente.
Andrés olhou as tetas enormes da sua sogra, dentro do sutiã, eram muito grandes, embora um pouco flácidas e caídas, na verdade essa mulher tinha umas tetas muito gostosas, então pegando a saia dela pela cintura, soltou o fecho e foi abaixando, deixando-a cair nos tornozelos da sogra, agora a tinha na frente dele, coberta apenas por um sutiã e uma enorme calcinha de seda, que embora pouco provocante, revelava uma enorme e peluda buceta por baixo.
Chegando mais perto, começou a beijá-la no pescoço, sentia sua pele macia e enrugada contra seus lábios, isso o excitou ainda mais ao pensar que ia comer sua velha sogra, suas mãos foram até as enormes tetas dela e acariciando-as com força as tirou do sutiã, eram realmente grandes, seus mamilos eram escuros e grandes, descendo do pescoço, seus lábios foram até os mamilos de sua sogra e começaram a chupá-los com muita vontade, sua língua deslizava sobre as pontas de suas tetas redondas que começavam a responder ao carinho dele ficando duras.
Mmm… vejo que você gosta que eu chupe esses peitões tão gostosos, sogra mmm…
Suas mãos começaram a acariciar as nádegas gordas e caídas da sua sogra através do tecido da calcinha, apertando-as contra ele, seu pau duro estava colado contra a barriga da sua sogra. Uma das suas mãos segurou com força o elástico da calcinha, puxando-a para baixo com força, sua sogra gemeu e a calcinha escorregou até ficar presa entre os pés.
Andrés olhou como a boceta gorda e peluda da sua sogra aparecia na frente dele, ela tinha um enorme matagal de pelos que a cobria completamente, isso o excitou ainda mais, ele nunca tinha ficado com uma coroa mais velha e que tivesse a boceta tão peluda.
Meteu uma mão entre as pernas dela, sentiu o quanto estava quente, continuou explorando, sua mão deslizou entre as pernas até a racha da bunda e com desespero esfregava a mão por toda a região.
Inês começou a gemer, de repente seu corpo estava experimentando sensações muito prazerosas que não conhecia, começou a gemer suavemente ao sentir como a língua quente de seu genro brincava com seus peitos, sentiu a mão viril dele percorrer sua região genital, experimentando prazeres desconhecidos, sentia como sua velha buceta começava a lubrificar diante de tais carícias, então uma de suas mãos, impulsionada por seu desejo, segurou o enorme pau de seu genro, sentiu a dureza da carne, o quão quente estava, o que estava acontecendo, ela tinha vindo para ajudar seu genro, para saciar seus desejos, e era ela que estava começando a gozar da situação,
Mmm… que delícia de sogrinha, que delícia, peguei meu pau, mmm… isso, segura ele na mão.
Inês escutava as palavras do genro, que continuava mamando suas tetas. O cheiro do corpo viril do genro a excitava ainda mais; ela jamais imaginou que na sua idade pudesse experimentar todo aquele desejo.
Então Andrés levantou a cabeça de entre os peitos da sogra, subiu até o rosto dela e, procurando sua boca, colou-a na sua, sua língua penetrou profundamente dentro da boca da sogra, que excitada ao notar o ardor e a excitação do genro, respondeu ao beijo entrelaçando sua língua com a dele. Se beijaram ardentemente enquanto as mãos de Andrés acariciavam sua agora muito molhada buceta, enquanto ela acariciava ardentemente seu enorme pau na mão.
Mmm… que delícia de sogrinha, olha como ela tá aqui embaixo, tá toda molhada, mmm… que delícia chupar essa buceta peluda e gorda, senhora, quanto tempo passou que ninguém tocava ela assim.
Então, se separando, Andrés levou a sogra até a cama; deitou ela de barriga pra cima e se colocou sobre ela, o rosto dele ficou na altura da buceta peluda dela, enquanto o pau dele ficava na frente da cara da sogra.
Com ardente desejo, Andrés enfiou a cabeça entre as pernas da sogra, chupando com desespero sua buceta quente, lambendo toda a região, sua língua brincava com o clitóris inchado da sogra, enquanto ela começava a gemer mais alto.
Ahhhhh… que delícia, mmm… que gostoso. Fim do primeiro capítulo. Parte 2 na rede social do autor original, todos os direitos reservados. https://x.com/memestodoslos24/status/2107104110461714831
Foi aos 26 anos que Andrés, se envolvendo em negócios escuros, acabou parando numa prisão, onde foi condenado a 5 anos de detenção. Durante todo o processo, sua esposa, com quem havia se casado aos 22 anos, ficou ao seu lado; ela e sua sogra foram as únicas pessoas que o apoiaram, e vinham visitá-lo durante os períodos de visita, já que sua própria família não quis mais saber dele.
Agora, como em outras ocasiões, Andrés esperava com muita vontade o dia da visita íntima, no qual tinha a oportunidade de ficar a sós com sua esposa e satisfazer todos os seus desejos sexuais, reprimidos durante tantos dias de reclusão. Seu pau estava completamente duro imaginando o momento em que o chamassem e dissessem para ele entrar no quarto onde poderia saciar seus desejos mais quentes e intensos.
Mas as horas foram passando e ele não era chamado, o que estava acontecendo, será que sua esposa não viria no dia mais importante do mês, começou a ficar um pouco inquieto, fazia vários dias que não se masturbava, esperando por esse momento, sentia suas bolas completamente cheias de porra, era difícil se controlar em algumas ocasiões e reprimir a vontade durante tanto tempo.
Às quatro da tarde, quando terminou o período de visitas íntimas, Andrés estava muito triste e preocupado, o que teria acontecido para que sua esposa não tivesse vindo à visita, ele sabia que ela o esperava com ansiedade, será que estaria doente, ou teria acontecido algo que a impediu de vir. Agora deveria esperar até domingo para ter notícias dela quando viesse visitá-lo junto com sua sogra, que era quem a acompanhava durante as visitas familiares. Embora nunca tivesse tido um bom relacionamento com aquela senhora, ela sempre apoiou a filha nos momentos em que precisava, inclusive quando ela vinha ver o marido preso numa cadeia. Ainda durante as visitas familiares, sua sogra não conseguia disfarçar o quanto ele lhe causava repulsa, nunca havia concordado que ela se casasse com o filho dela.
Desiludido e ao mesmo tempo preocupado, Andrés se dispôs a voltar para sua cela com um tesão tremendo que sabia que não aguentaria muito mais tempo.
Mas a coisa piorou, chegou o domingo e a esposa dele não veio, ele esperou pacientemente o dia todo a chegada que nunca aconteceu, e assim passaram mais duas semanas, nem uma ligação, nenhuma visita, parecia que a esposa tinha desaparecido da face da terra. Andrés estava muito preocupado, o que teria acontecido para a esposa não ir visitá-lo.
Foi um mês depois, num domingo como todos os outros, ainda esperando a chegada da esposa, que ele viu a sogra no pátio de visitas. Seu coração se alegrou ao pensar que a esposa viria de novo vê-lo, mas sua surpresa durou pouco ao perceber que a sogra vinha sozinha. Ficou olhando ela caminhar pelo pátio em direção a ele. Embora não gostasse dela, Andrés não podia negar que a senhora se conservava muito bem; pelo que sabia, aquela mulher madura tinha 60 anos, era uma mulher muito fina, se vestia de forma bem conservadora, mas com elegância, era baixinha, seu corpo era voluptuoso, seu porte soberbo, algumas rugas ao redor dos olhos e da boca eram a única coisa que realmente denunciava a idade da senhora. Sabia que o marido a tinha abandonado há vários anos, por ter ido embora com uma garota mais jovem, por isso o jeito dela era seco e até um pouco amargurado. Por um momento, sua mente se distraiu percorrendo aquele corpo maduro, mas ainda atraente.
Como vai o Andrés?
E aí, dona Ines, tudo bem? E minha esposa, cadê ela? *respondeu logo, preocupado*
Bom, obrigado, Andrés, é por isso que estou aqui pra falar com você sobre a minha filha.
Será que aconteceu algo ruim com a minha esposa, sogra?
Não, tranquilo, ela tá bem, só que…
Que foi, me diga senhora. *Andrés começou a se preocupar*
Minha filha decidiu não vê-lo mais, na verdade ela conheceu outro homem, e se apaixonou por ele, ela acha que pode reconstruir a vida ao lado dele, por isso foi morar longe daqui, ela me encarregou de te dizer isso, porque ela sentia que não tinha coragem de fazer, ela me disse que gostou muito dele, mas que isso não era vida, e que sentia que tinha chegado o momento de refazer a vida dela... *falou pausada e diretamente sua sogra*
Andrés ouviu calado cada palavra da sogra, sentia como cada uma delas atravessava seu coração, sentia uma grande tristeza crescendo dentro dele, uma amargura terrível e uma solidão tomavam conta dele. Quando a sogra terminou de falar, ele, olhando fixamente para ela com uma grande tristeza no rosto, falou tentando parecer forte.
Tá bom, senhora, se essa é a decisão da sua filha, não posso fazer nada…
De repente ele sentiu como se tudo desmoronasse dentro dele, e não conseguindo mais fingir ser o homem durão e forte, se abraçou à sogra e começou a chorar.
Por que, senhora, por que? não é justo, eu amo a sua filha, por que ela me deixou sozinho, eu a amo, sei que cometi um erro, mas pensei que ela me apoiaria…
Inês sentiu como seu genro se abraçava a ela e chorava forte, parecia indefeso, toda a rudeza que queria demonstrar havia desaparecido e o que restava era um homem completamente vencido pela sua tristeza e solidão.
Naquele momento Inês se sentiu mal, na verdade seu genro nunca tinha sido do seu agrado, sempre lhe pareceu um homem vulgar e rude e quando sua filha decidiu refazer sua vida com outro homem ela tinha se sentido bem, mais ainda, chegou à prisão quase curtindo o que ia dizer ao genro, mas agora o via ali abraçado a ela, vencido por seus sentimentos e isso era algo que ela não esperava.
Tentando consolá-lo, eu falo:
Relaxa, garoto, não chora, fica tranquilo…
Como vou ficar tranquilo, minha esposa me abandonou, me deixando sozinho aqui, o que vou fazer agora… *Andrés chorando desconsolado*
Inês se sentiu ainda pior, de repente sentiu pena do genro, lembrou o quão mal ela se sentiu quando o marido a abandonou por uma garota mais jovem, ela se sentiu completamente inútil e insignificante.
Andrés, tentando se recuperar, se afastou da sogra e, limpando as lágrimas dos olhos, falou com ela.
Desculpe, senhora, não devia ter me exaltado assim, só acho que é uma notícia muito pesada, além disso me senti muito sozinho, obrigado por se dar ao trabalho de vir até aqui me comunicar isso.
Inês, tentando ser um pouco gentil, disse:
Não, tranquilo, Andrés, você é um homem forte e vai superar isso.
Valeu, sogra, mas eu tô me sentindo meio mal, é melhor eu ir pra minha cela, e também não quero mais te incomodar, muito obrigado por tudo, porque acho que essa é a última vez que a gente se vê.
Até mais, Andrés, e se cuida.
Então eu olho como o genro dela, de costas, caminhou até a porta do pavilhão onde ele estava recluso.
Ela saiu da cadeia, na real se sentiu muito mal, de repente todo o prazer que sentiu ao curtir a notícia que daria pro genro, tinha virado pena, pobre cara, afinal, tinha sofrido pra caralho.
Foram muitos dias difíceis para Andrés, que sentia cada vez mais solidão e tristeza. Ele não entendia como sua mulher tinha sido capaz de deixá-lo abandonado naquele lugar quando ele mais precisava dela. Agora sim, ele estava completamente sozinho.
Foi depois de duas semanas que Andrés levou um susto, estando numa tarde de domingo no pátio de visitas sozinho, de repente viu uma figura conhecida aparecer na entrada de visitas. Era de novo sua sogra, estranhou muito vê-la ali, será que essa senhora lhe traria de novo notícias de sua esposa.
De novo a senhora estava muito bem vestida, uma saia longa cobria completamente suas pernas, uma blusa conservadora de botões, seu cabelo preso num coque, realmente tinha uma imagem muito maternal, trazia uma pequena bolsa na mão. Ele a viu caminhar em sua direção.
Oi Andrés, como vai? *falou a sogra dele amigavelmente*
Oi, senhora, e você o que faz por aqui?
Vim visitar meu genro, na verdade me senti muito mal outro dia, vendo ele no estado que estava, então decidi vir visitá-lo, ainda mais sabendo que você está sozinho aqui.
Muito obrigado, senhora, por se preocupar comigo. Pra falar a verdade, ainda me sinto muito mal por causa da sua filha. Obrigado por vir me visitar, a senhora não sabe o quanto isso significa pra mim.
Andrés e sua sogra conversaram por alguns minutos. Para ele era estranho, nunca tinha se dado bem com aquela mulher e de repente ela vinha visitá-lo e fazer companhia, isso realmente o fazia se sentir melhor, ter alguém que se preocupasse com sua situação. No fim da tarde tinham conversado muito, principalmente sobre sua esposa. Andrés insistia em saber o que tinha acontecido com sua esposa, e sua sogra contava o que sabia.
De repente, no final da tarde, quando a visita estava prestes a acabar, Andrés agradeceu à sogra, que estava sentada no quintal num banco ao lado dele.
Obrigado, senhora, você não sabe o quanto significa pra mim que a senhora tenha vindo me visitar, tô tão sozinho e me sentia tão mal, sua visita me fez muito bem.
Dizendo isso, Andrés pegou a mão da sogra entre as suas em demonstração de carinho e olhava direto nos olhos dela. De repente, conhecia uma faceta da sogra que nunca pensou que ela tivesse, acariciando a mão dela em gesto de agradecimento, olhou direto nos olhos dela, podia ver as rugas ao redor dos olhos e da boca, sinais da passagem do tempo sobre ela.
Pela primeira vez seus olhares se encontraram fixamente, e então Andrés começou a sentir algo diferente, sentir a mão suave de sua sogra, e o calor do corpo dela perto do seu começaram a produzir nele sensações estranhas. Começou a notar como seu pau começava a despertar dentro da calça, formando um volume inconfundível na frente dela, além disso ele não usava cueca, então seu pau se marcava com mais facilidade sob o tecido.
Inês olhava fixamente para o genro, afinal ele lhe parecia um bom homem, sentiu as mãos dele se posarem sobre as suas em gestos de agradecimento, enquanto a olhava nos olhos, mas de repente começou a sentir a mudança no olhar dele, ficando mais intenso, então baixou os olhos.
Inês se surpreendeu ao inclinar o olhar e ver sem querer a enorme protuberância entre as pernas do genro, viu como o tecido da calça marcava um volume inequívoco que deveria ser o pau duro do genro, isso a deixou muito nervosa.
Andrés soltou as mãos da sogra, então, levantando-se rapidamente, disse a ela.
Bom, genro, acho melhor eu ir embora, já acabou o período de visitas.
Obrigado de novo, senhora, por se preocupar comigo.
Inês rapidamente se dirigiu à porta de saída, enquanto Andrés olhava a figura da sua sogra saindo dali.
Andrés voltou para o pavilhão, indo em direção ao banheiro, foi mijar, mas para sua surpresa, quando abaixou o zíper da calça, notou que seu pau ainda estava meio duro, o que tinha acontecido, de repente ele ficou excitado segurando a mão da sogra, sorriu para si mesmo, como era possível estar tão quente, que até segurar a mão de uma velha muito mais velha o tinha excitado, então olhando que não tinha mais ninguém no banheiro, sentou-se em um dos vasos sanitários, abaixando completamente a calça, começou a acariciar devagar seu pau, sentindo como crescia entre suas mãos a dureza do seu pau, com a outra mão começou a acariciar suas bolas, as apalpou, sentia elas cheias de porra, fazia muitos dias que não se masturbava, como estava curtindo aquelas sensações, seu pau completamente duro começou a lubrificar cobrindo sua mão daquele líquido escorregadio que tornava mais prazerosa sua masturbação, começou a fantasiar com a ideia de ter seu pau dentro de uma boceta ardente e suculenta, enfiar até o fundo enquanto a garota da sua fantasia gemia forte sentindo aquele enorme membro no mais profundo do seu ser, se imaginou fazendo a garota gemer enquanto ela convulsionava de prazer, e quando ele já não aguentava mais tirou seu pau e expulsou toda sua porra grossa e quente na boca da garota.
Ele começou a gemer à medida que acelerava os movimentos da mão sobre seu pau duro, fechando os olhos de prazer sentiu suas bolas se contraírem expelindo todo o seu sêmen sobre a boca faminta da garota que naquele momento ganha rosto, ele via os lábios enrugados de sua sogra madura, se abrirem para receber no interior de sua boca, toda a carga de sêmen acumulada por tantos dias, essa imagem de sua sogra, o excitou mais, vários jatos potentes de sêmen saíram de seu pau batendo contra a parede do banheiro.
Andrés gemeu violentamente ao sentir o enorme prazer da sua ejaculação, seu corpo foi percorrido por uma enorme onda de prazer ao sentir a liberação de tanto esperma acumulado. Depois de vários minutos, ele se levantou do banheiro relaxando depois do enorme prazer que tinha experimentado, sorriu de novo, e pensou "Que mente tão perversa eu tenho, imaginar minha velha sogra recebendo meu esperma, o que faz passar tanto tempo sem ter uma mulher, as perversões que eu imagino".
Sem dar mais importância à sua fantasia, saiu do banheiro, rumo à sua cela.
Enquanto Ines se dirigia para casa, pensou em tudo o que tinha acontecido naquela tarde, tinha conhecido uma parte do seu genro que até então lhe era desconhecida, tinha percebido que ele era um bom homem, que por trás daquela atitude viril e bruta, havia um bom homem, de repente uma imagem veio à sua mente, e de novo ficou inquieta, lembrou durante a despedida quando seu genro a tinha olhado fixamente e ela tinha baixado o olhar, a enorme protuberância na calça dele, ficou inquieta, será que ela tinha sido a causadora daquela ereção, como era possível que uma mulher da idade dela pudesse despertar naquele jovem homem esse tipo de sensação, "NÃO" pensou "se aconteceu isso com ele é devido à enorme quantidade de tempo que passam sozinhos na prisão sem sexo, não à minha figura, como posso pensar que uma velha como eu possa chegar a excitar um homem como ele
Foi assim que Ines começou a visitar o genro, todos os domingos na prisão, cada vez ficavam mais amigos, ela se sentia bem podendo aliviar um pouco a solidão do genro e a sua própria, não podia negar que vir visitá-lo também diminuía a solidão em que vivia desde que o marido a tinha abandonado, Andrés agradeceu à sogra por ajudá-lo a não se sentir tão sozinho dentro da prisão.
Foi numa tarde em que Ines, notando o genro um pouco triste, perguntou.
O que aconteceu com o Andrés, por que ele tá tão triste?
Não é nada, senhora, são coisas sem importância.
E é que Andrés não queria contar pra sogra o que realmente estava acontecendo, porque, mesmo que a sogra fosse muito boa com ele, tinha necessidades que ela não podia resolver, e Andrés entendia isso quando olhava os colegas com as esposas, via os beijos e as carícias rápidas durante as visitas, e era algo que ele não tinha.
Vamos, confie em mim, Andrés. *insistiu sua sogra*
Tá bem, senhora, vou te contar, mas não leve a mal, você vai ver, eu agradeço muito que você me visita, mas você vai entender que às vezes eu preciso de algumas coisas que só uma esposa pode dar, espero não te ofender com meu comentário, mas acho que você vai compreender minha situação.
De repente, Andrés se sentiu estranho falando com a sogra sobre suas necessidades sexuais, teve medo de ofendê-la, então mudou rápido de assunto.
Mas são bobagens, senhora, é melhor a gente esquecer esse assunto.
A visita acabou, depois de se despedir, Ines de novo foi pra casa dela, se sentia um pouco inquieta com o que o genro tinha falado. Ela entendia muito bem o que ele quis dizer, era homem e tinha necessidades que só uma esposa poderia resolver, sabia que ele tava falando de sexo, mas o que ela podia fazer, se era só a sogra dele.
Lembrava da cara de tristeza do genro, devia ser muito duro para um homem tão jovem ficar privado de contato sexual com uma mulher por tanto tempo, era diferente para uma mulher, ela lembrava que depois que o marido a abandonou há uns 8 anos, ela não tinha sentido necessidade de ficar com nenhum outro homem, além disso já era velha e sexo nunca foi uma das suas prioridades, mas num homem era muito diferente e mais ainda se fosse tão jovem quanto o genro. Alguma coisa ela deveria fazer para ajudá-lo.
Andrés, se prepara que tem visita íntima! *gritou o guarda na frente da cela do Andrés*
Por um momento ele pensou que o oficial tinha se enganado, mas de repente uma ideia veio à sua cabeça: e se fosse que sua esposa tinha decidido voltar com ele e o esperava de novo no quarto de visita conjugal? Seu coração deu um salto de alegria e ao mesmo tempo de excitação, tinha sido tanto tempo sem mulher.
Ele foi até o banheiro, onde tirou a roupa e tomou um banho, se preocupando em lavar bem todo o seu corpo, principalmente seu pau, suas bolas, seu cu, queria que sua mulher o visse bem apresentado. Depois de se secar, vestindo uma camiseta e um jeans desbotado e justo, foi levado até o quarto de visitas conjugais. Seu coração batia forte de emoção.
Abriu a porta do quarto, esperando ver lá dentro a figura sensual da sua esposa, mas a surpresa foi ainda maior. Ali sobre a cama, sentada numa beirada, estava sua sogra. Ines, sua sogra madura, estava ali. Não conseguiu conter seu espanto.
Senhora, o que faz aqui? Pensei que…
Você pensou que talvez fosse minha filha, né, genro? *falou pausada e nervosamente a sogra dele*
Ei, então sogra, a verdade é que nunca esperei te encontrar aqui.
Sei disso e a verdade é que me dá muita vergonha estar aqui, mas a verdade, se estou aqui é pra te fazer um favor, lembra o que ele me disse outro dia, que estava muito triste porque tinha algumas necessidades que eu não podia dar, pois bem, genro, sei que não sou uma mulher jovem, nem bonita, nem tenho um corpo desejável e jovem como minha filha, mas sei o quão difícil deve ser pra um homem jovem como você ficar aqui tanto tempo sem uma mulher, então decidi vir e tentar te ajudar, se você achar que é possível, talvez pense que sou uma velha ridícula, mas a única coisa que quero é te ajudar.
Andrés não podia acreditar, tinha chegado ao quarto esperando encontrar sua esposa, e em vez disso tinha encontrado sua velha sogra que se oferecia para satisfazer seus desejos sexuais a fim de ajudá-lo.
Sei que não é muito o que posso te oferecer, mas se você quiser, pode pegar meu corpo velho e se satisfazer, genro.
Ela acrescentou a sogra e, enquanto dizia isso, timidamente levantava a saia longa que cobria suas pernas acima dos joelhos, revelando umas pernas brancas lindas e deliciosas.
Andrés olhava imóvel enquanto sua sogra madura levantava a saia mostrando as pernas, vê-la tão dócil e tão abnegada por ajudá-lo começou a excitá-lo, sentiu seu pau começar a crescer sob a calça. Sua sogra então começou a olhar a enorme protuberância que se formava na frente da calça desgastada do genro, sentiu medo.
Andrés, notando como sua sogra começava a ficar nervosa, caminhou até ela. Chegando bem na frente dela na beira da cama, colocou seu pau na cara dela.
Tira a sogra.
Inês sentiu medo, de repente toda a coragem que tinha juntado para tomar a decisão de ajudar o genro, sumiu,
Tira ela! *ordenou de novo Andrés*
Timidamente, Ines dirigiu as mãos até o zíper da calça, suas mãos tremiam enquanto abaixava o zíper. Pegando a calça pelos lados, ela a baixou.
Um pau grosso e comprido, completamente duro, saltou firme contra a barriga do genro. Inês se assustou ao ver o tamanho enorme e a grossura daquele membro duro. Em seus 60 anos de vida, jamais viu um pau tão grande. Lembrava que em toda a sua vida só tinha visto o do seu marido, que naquele momento não se comparava com o do genro que estava à sua frente.
Andrés levantou a camiseta por cima da cabeça e tirou, ficando completamente nu na frente da sogra. Ines percorreu por um minuto o corpo viril do genro, ele tinha um corpo muito bem cuidado, forte, definido, musculoso, além disso seu enorme pau era impressionante.
Levanta!
Ines timidamente se levantou da cama, então seu genro se aproximando começou a desabotoar sua blusa, ela estava nervosa, sentiu as mãos do genro soltando um a um os botões da blusa, sentiu ele tirá-la completamente.
Andrés olhou as tetas enormes da sua sogra, dentro do sutiã, eram muito grandes, embora um pouco flácidas e caídas, na verdade essa mulher tinha umas tetas muito gostosas, então pegando a saia dela pela cintura, soltou o fecho e foi abaixando, deixando-a cair nos tornozelos da sogra, agora a tinha na frente dele, coberta apenas por um sutiã e uma enorme calcinha de seda, que embora pouco provocante, revelava uma enorme e peluda buceta por baixo.
Chegando mais perto, começou a beijá-la no pescoço, sentia sua pele macia e enrugada contra seus lábios, isso o excitou ainda mais ao pensar que ia comer sua velha sogra, suas mãos foram até as enormes tetas dela e acariciando-as com força as tirou do sutiã, eram realmente grandes, seus mamilos eram escuros e grandes, descendo do pescoço, seus lábios foram até os mamilos de sua sogra e começaram a chupá-los com muita vontade, sua língua deslizava sobre as pontas de suas tetas redondas que começavam a responder ao carinho dele ficando duras.
Mmm… vejo que você gosta que eu chupe esses peitões tão gostosos, sogra mmm…
Suas mãos começaram a acariciar as nádegas gordas e caídas da sua sogra através do tecido da calcinha, apertando-as contra ele, seu pau duro estava colado contra a barriga da sua sogra. Uma das suas mãos segurou com força o elástico da calcinha, puxando-a para baixo com força, sua sogra gemeu e a calcinha escorregou até ficar presa entre os pés.
Andrés olhou como a boceta gorda e peluda da sua sogra aparecia na frente dele, ela tinha um enorme matagal de pelos que a cobria completamente, isso o excitou ainda mais, ele nunca tinha ficado com uma coroa mais velha e que tivesse a boceta tão peluda.
Meteu uma mão entre as pernas dela, sentiu o quanto estava quente, continuou explorando, sua mão deslizou entre as pernas até a racha da bunda e com desespero esfregava a mão por toda a região.
Inês começou a gemer, de repente seu corpo estava experimentando sensações muito prazerosas que não conhecia, começou a gemer suavemente ao sentir como a língua quente de seu genro brincava com seus peitos, sentiu a mão viril dele percorrer sua região genital, experimentando prazeres desconhecidos, sentia como sua velha buceta começava a lubrificar diante de tais carícias, então uma de suas mãos, impulsionada por seu desejo, segurou o enorme pau de seu genro, sentiu a dureza da carne, o quão quente estava, o que estava acontecendo, ela tinha vindo para ajudar seu genro, para saciar seus desejos, e era ela que estava começando a gozar da situação,
Mmm… que delícia de sogrinha, que delícia, peguei meu pau, mmm… isso, segura ele na mão.
Inês escutava as palavras do genro, que continuava mamando suas tetas. O cheiro do corpo viril do genro a excitava ainda mais; ela jamais imaginou que na sua idade pudesse experimentar todo aquele desejo.
Então Andrés levantou a cabeça de entre os peitos da sogra, subiu até o rosto dela e, procurando sua boca, colou-a na sua, sua língua penetrou profundamente dentro da boca da sogra, que excitada ao notar o ardor e a excitação do genro, respondeu ao beijo entrelaçando sua língua com a dele. Se beijaram ardentemente enquanto as mãos de Andrés acariciavam sua agora muito molhada buceta, enquanto ela acariciava ardentemente seu enorme pau na mão.
Mmm… que delícia de sogrinha, olha como ela tá aqui embaixo, tá toda molhada, mmm… que delícia chupar essa buceta peluda e gorda, senhora, quanto tempo passou que ninguém tocava ela assim.
Então, se separando, Andrés levou a sogra até a cama; deitou ela de barriga pra cima e se colocou sobre ela, o rosto dele ficou na altura da buceta peluda dela, enquanto o pau dele ficava na frente da cara da sogra.
Com ardente desejo, Andrés enfiou a cabeça entre as pernas da sogra, chupando com desespero sua buceta quente, lambendo toda a região, sua língua brincava com o clitóris inchado da sogra, enquanto ela começava a gemer mais alto.
Ahhhhh… que delícia, mmm… que gostoso. Fim do primeiro capítulo. Parte 2 na rede social do autor original, todos os direitos reservados. https://x.com/memestodoslos24/status/2107104110461714831
0 comentários - A visita da minha sogra