Ouça este conto e muitos outros no Spotify:https://open.spotify.com/show/384kdLhggl4LAoK1sGyYWL?si=DsG2I-MlTyWuypVKPFDnrwJá se passaram 7 meses desde a primeira vez que meu padrasto estreou minha buceta, e ele vem usando uma ou duas vezes por semana, mas neste último mês ele usou uma vez por semana, em algumas ocasiões fazia todos os dias. Tenho que confessar que não é uma das minhas práticas favoritas, aliás, se não me pedissem minha buceta seria melhor; embora também tenha que ser bem sincera que tem seu lado positivo porque é doloroso nas primeiras estocadas, e dependendo de quão carinhoso ou bruto ele seja, eu vou me excitar rápido e acabo implorando para que ele nunca termine de usar minha buceta. Sei que parece contraditório, mas é assim que eu vejo. Na maioria das vezes, eu me excito rápido quando meu padrasto está até o fundo do meu rabo, mas em outras não aproveitei nada porque ele usa de forma brusca do começo ao fim. As meninas vão me entender.
Todos esses pensamentos retais passavam pela minha cabeça enquanto numa manhã de quarta-feira eu estava no banheiro, me arrumando para ir pra escola. Naquele momento, enquanto a água quente caía do chuveiro enchendo todo o banheiro com uma nuvem de vapor, eu estava de pé em frente ao vaso sanitário, com um pé em cima dele, ensaboando minha parte íntima para depois mergulhar uma lâmina de 5 lâminas na água quente acumulada na pia e com muita delicadeza passá-la pela minha pele íntima e tirar os pelos que começavam a nascer. Minha nova fase que contei na segunda-feira vermelha não veio sozinha, também veio esse pelo, embora as primeiras vezes tenha achado curioso porque é da mesma cor do meu cabelo, um castanho claro, depois ficou desconfortável então, conversando com meu padrasto, chegamos à conclusão de que era melhor tirar, foi ele quem me ensinou como fazer. Aquele dia foi muito vergonhoso para mim, no começo não queria que ele estivesse comigo no processo, na verdade, as primeiras práticas com a lâmina foram nos pelos do meu braço, meu padrasto me explicou tudo o que eu precisava saber e também ficava fazendo piadas pra eu relaxar. foi aí que ganhei confiança de que ele estivesse no meu primeiro corte.
Como desta vez, depois de tomar água quente com a mão e enxaguar o sabão da minha parte íntima, gosto de olhar pra ela, acariciar, não no sentido de masturbação, mas de admiração. Tenho uma buceta pequena, uma vez peguei uma fita métrica de costura e medi, descobri que tem 6 centímetros de comprimento, embora agora, enquanto escrevo essas linhas, pesquisei na internet que a média é de 8 a 9 centímetros, então sou de buceta pequena, suponho que é isso que faz os homens que já curtiram meu corpo falarem que sou tão apertada que pareço virgem. Meus lábios vaginais são pequenos, mas carnudos, e têm um tom rosa claro; mas quando eu os separo com os dedos, é um rosa bem mais intenso; quando vejo a parte interna, me surpreende que daquele buraquinho quase imperceptível possa entrar um pedaço de carne enorme, assim como meu clitóris, um botãozinho rosa, é incrível todo o prazer que sai de algo tão pequeno. A pele ao redor da minha buceta sempre foi lisinha, sem pelos e sem imperfeições, aliás, agora que penso bem, nasce muito, muito pouco pelo, isso é normal? Então, quando termino a limpeza, fica uma buceta adolescente linda.
— Sua putinha! O CAFÉ DA MANHÃ JÁ TÁ PRONTO!
O chamado do meu padrasto da cozinha me fez voltar à realidade, guardei a lâmina e me meti de novo embaixo do chuveiro pra enxaguar todo o meu corpo esbelto e assim me vestir com meu uniforme escolar e ir encontrar meu padrasto na sala de jantar.
Quando chego na sala de jantar com meu uniforme escolar de blusa branca de manga curta com um colete azul-celeste acolchoado, uma saia branca plissada que bate na metade da perna, meias até o joelho e sapatos escolares pretos, percebo que na mesa só tem café da manhã pra uma pessoa.
— Cê não vai comer?
— Não, filha, tô com pressa — diz meu padrasto de costas pra mim. mim.
Quando ele se vira, fica parado, me olhando enquanto eu caminho até a sala de jantar —Você está muito gostosa hoje— ele diz, me segurando com uma mão na cintura e a outra no queixo, levantando meu olhar até o dele. Os lábios dele se aproximam dos meus, eu fecho os olhos esperando o contato, e quando os lábios grossos e viris mordem com delicadeza meu lábio inferior, meu corpo estremece, ele nota o momento exato em que minha buceta começou a ficar molhada porque no meio do beijo ele sorriu e começou a descer a mão, do meu queixo até meus peitos, apertando-os por cima do meu uniforme, e depois descendo pela minha cintura e seguindo o caminho até chegar no meu quadril. Ele pega o tecido branco da minha saia plissada, puxa pra cima pra desnudar minhas pernas, que ele acaricia no primeiro momento que teve oportunidade enquanto a língua dele lambia meus lábios e recebia como resposta um gemido que nascia na minha garganta. Sabendo que ele é meu dono e senhor do meu corpo, levo os dedos dele até o tecido da minha calcinha e, sem permissão, puxo o tecido pra baixo.
Enquanto meu corpo se contorcia, no meu rosto se desenhava um sorriso de menina safada.
— Ué, não tava com pressa?
— Cala a boca, putinha
Tive que abraçar ele pelo pescoço com força porque sentia que meus joelhos perdiam o chão, os dedos dele começaram a acariciar a propriedade dele e sem parar de me beijar, da boca dele saíram as palavras "putinha gostosa" enquanto o dedo do meio entrava na minha buceta "porra, que buceta apertada"
Rapidamente ele tira os dedos da minha buceta, me pega pela cintura e me carrega pra me sentar na mesa da sala de jantar, e eu gritei com a surpresa do movimento e ri pela pressa dele. Fiquei semi-recostada sobre os cotovelos na mesa, enquanto minhas pernas balançavam, meu padrasto pegou minha saia e levantou, deixando ela como um cinto branco; puxou minha calcinha, tirando de uma perna e deixando pendurada na outra, pra imediatamente depois abrir minhas pernas.
Recostada nos cotovelos, eu olhava com atenção, morrendo de tesão lábio inferior e sorrindo ao mesmo tempo, olhava como ele abria a calça pra meter a mão e tirar uma barra de carne dura, quente; as veias dele, como sempre, apareciam saltadas, com uma sombra esverdeada. Depois de puxar e deixar a cabeça dele à mostra, com ela acariciou meu corpo começando pela pele que divide minha buceta do meu cu e subir num toque leve até meu clitóris.
— haaaaaa papai... — eu dizia numa oração com a boca aberta num grande "O" sem tirar os olhos do que ele fazia comigo.
Ele pegou o ferro dele, levantou e com força me deu um tapa na minha buceta. — HAAAAAAAA!!!! — soltei um gemido de surpresa e gratificação, ele repetiu a mesma coisa, bateu na minha buceta de novinha com o pau maduro dele mais algumas vezes, fazendo com que entre gemidos e resmungos minha cabeça virasse pro céu esticando meu pescoço.
— Você é linda — meu padrasto deixou cair uma última vez o pau dele na minha buceta, deixando ele ali, fazendo meu corpo servir de cama pra carne dele. Com curiosidade voltei o olhar e com os olhos e boca totalmente abertos de surpresa fiquei vendo que a grossura do pau dele cobria completamente minha buceta; não dava pra ver nada dela. As bolas dele eu sentia pressionando a pele entre minha buceta e meu cu, enquanto a ponta do pau descansava no meio do caminho entre meu clitóris e meu umbigo.
Ele pegou minhas pernas com as duas mãos, enquanto recuava o corpo dele, pra ponta do pau percorrer minha pele até a entrada da minha buceta e imediatamente pressionar pra dentro.
Se não fosse porque ele me segurava pelas pernas, eu teria fechado elas, não porque não queria que entrasse, mas por um reflexo do prazer de ter um homem dentro de mim, é como se meu corpo quisesse aprisionar ele e não deixar sair nunca mais.
— haaaaaaa.. Papaiiiinho!!!! — o percurso do pau dele até o fundo da minha buceta foi acompanhado inteiramente por um gemido meu, mas mais que um gemido era uma prece pra que aquilo nunca acabasse. Imediatamente meus braços perderam a força, meu corpo fico totalmente recostado na mesa enquanto sentia a piroca do meu padrasto entrando e saindo do meu corpo com domínio, sabendo que meu corpo pertence a ele.
—haaaahaaaaaahaaaaaa —eu gemia sem parar, sem saber onde colocar as mãos, levei-as ao rosto pelo prazer desesperado que aquele macho alfa me fazia sentir.
— grgrgrsiiihaaaaa putinha estreitinha haaaaa que delícia usa a palavra: buceta você tem garota jajaahaaaaaa você foi feita pra piroca haaaaasiii
—haaaaaahaaaaaahaaaa
—siiii putinha haaaaaaa você só serve pra abrir as pernas e dar prazer aos homens siiiii que gostosa você tá.
Entre gemidos e mais gemidos de prazer, eu olhava nos olhos do meu padrasto. Algo na minha cabeça me dizia que ele tinha razão, que meu corpo foi feito pra dar prazer aos homens, e isso me causava medo, inseguranças porque eu não me sentia tão bonita quanto os homens sempre me dizem que eu sou, inseguranças de não saber se tudo aquilo era certo, será que as outras garotas da minha idade fazem o mesmo? Será que tá tudo bem isso?, me dava medo, mas ao mesmo tempo orgulho de ser, na minha pouca idade, mulher o suficiente pro meu padrasto se encher de prazer com meu corpo, eu tava cheia de perguntas e inseguranças. Enquanto olhava meu padrasto me segurando pelas pernas, abrindo-as e levantando-as levemente, eu via do meu sapato escolar direito pendurada e balançando minha calcinha branca com florzinhas rosa, e ainda deitada na mesa, pelo prazer desesperador que a piroca do meu padrasto me causava, eu olhava pros lados, procurando uma referência desse mundo pra não perder ele, pra não sair voando pro céu.
Meu olhar se cravou na televisão da sala que naquele momento tava ligada, onde um jornalista chamado Loret de Mola falava sobre o c. presidente reclamando que não se falava de um julgamento nos Estados Unidos mas que dessa vez o nome dele tinha sido mencionado, tudo isso enquanto meu padrasto continuava aproveitando da minha buceta.
—haaaa.. Haaaa... HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!! —Rapidamente Olhei nos olhos dele com um gemido forte. Com o polegar, ele começou a pressionar e fazer círculos no meu clitorizinho. Minhas costas arquearam enquanto eu perdia o fôlego para me contorcer num orgasmo. Meu corpo ainda estava tremendo quando abri os olhos e vi meu padrasto continuando a meter e tirar o pau dele, o rosto dele ficou vermelho para segundos depois começar a me comer com força pra chegar ao orgasmo dele. O gozo dele inundou minha buceta rapidinho, as pulsações da carne dele dentro de mim fizeram eu ter outro orgasmo na hora, enquanto meu sapato escolar continuava balançando no ritmo da foda, minhas calcinhas brancas com florzinhas rosa. Quando cruzei o portão principal da minha escola eram 8h25 da manhã, essa foi a primeira vez que cheguei atrasada, 25 minutos atrasada, e isso foi por causa da foda que meu padrasto me deu, também tive que voltar pro meu quarto pra limpar minha buceta por todo o leite que saía dela, trocar de saia e colocar outra calcinha, porque a que estava pendurada em mim, meu padrasto tinha usado pra limpar o pau dele e enquanto jogava ela no meu peito me dizia que eu não podia sair de casa sem tomar café, então depois de me arrumar desci pra comer sozinha porque ele já tinha ido pro trabalho. Como sempre, o diretor estava de pé, a uns metros da entrada principal. Depois que os seguranças me deixaram entrar sorrindo pra mim, caminhei até o prédio das salas, ao passar do lado do diretor, ele me chamou com um gesto de mão. — Por que tão tarde, senhorita? — Desculpa, não queria chegar atrasada – minhas bochechas ficaram vermelhas na hora que olhei pro chão, focando meus dedos cruzados de nervoso e vergonha, não podia dizer que cheguei atrasada porque tinha um pau bem metido até o fundo e que esse pau era do meu padrasto. — Venha, senhorita, vamos pro meu escritório. O prédio das salas tem três andares bem compridos, os escritórios de atendimento ficam no primeiro andar, mas As salas dos professores ficam no último andar, numa área totalmente isolada de todo o resto. Algumas vezes eu tinha subido até lá ajudando algum professor com uma pilha de livros e tinha me perdido. A sala do diretor ficava no fundo de todas elas. Ele me deixou entrar primeiro na sala dele, decorada em branco com tons de azul, igual ao meu uniforme. Do lado direito tinha um sofá gigante cinza-claro; aquele sofá me causou estranheza por causa do tamanho, mas meses depois eu descobriria que ele era perfeito e confortável. Do lado esquerdo tinha uma estante enorme, no fundo ficava a mesa dele de vidro bem grosso e atrás uma janelona que dava direto para as árvores e, mais longe, para a área das quadras de esporte. De lá ele conseguia ver tudo o que acontecia naquela parte do colégio, mas de baixo ninguém conseguia ver o que rolava dentro da sala dele. — Sente-se, senhorita. 20 minutos depois eu estava saindo da sala do diretor com uma advertência que não iria para o meu boletim. Foram 20 minutos estranhos, porque o diretor me lembrou da minha média e que meus atrasos, mesmo sendo aquele o primeiro, poderiam prejudicar minhas notas, mas ele não se importou em me segurar mais tempo do que o normal. Ele também me lembrou da primeira vez que estive naquela sala, no meu primeiro ano naquele colégio, me lembrou que tinha me dado o número pessoal dele caso eu tivesse algum problema, e me disse que, se eu tivesse dificuldade para chegar cedo, era só mandar mensagem que ele poderia ir até minha casa me buscar, para depois me interrogar sobre o meu atraso. Aí sim eu fiquei nervosa, com o olhar baixo, direto nos meus dedos que estavam sobre as minhas pernas, joelho com joelho, repetindo uma e outra vez que não era minha intenção chegar atrasada e que eu não podia contar o motivo. Eu tentava inventar uma mentira convincente o suficiente para que aquilo tudo acabasse, mas o olhar fixo dele nas minhas pernas não me deixava me concentrar. O olhar dele era tão intenso que ele não se importou que um Um par de vezes eu olhei nos olhos dele enquanto ele olhava para as minhas pernas, foi tão intenso aquele momento que minhas bochechas ficaram rosadas, quase vermelhas de vergonha, e a única coisa que consegui fazer foi, com minhas mãos, bem discretamente puxar minha saia pra baixo pra cobrir mais a minha pele, mas óbvio, só consegui cobrir mais alguns centímetros. Ele percebeu meu desconforto, se levantou e ficou atrás de mim; um arrepio já bem familiar percorreu meu corpo quando ele apoiou as mãos nos meus ombros. A pressão das mãos dele era dominante, me passou uma sensação de vulnerabilidade, e sem saber por quê, minha buceta começou a ficar molhada, o que fez minhas pernas se apertarem por instinto. — menininhas bonitas acham que podem fazer o que quiserem sem pagar as consequências — ele dizia enquanto acompanhava as palavras com apertões nas mãos e depois afrouxava a pegada. Bonita eu? Ele me acha bonita? Alguns minutos depois, ele repetiu de novo que pode me ajudar no que eu quiser — até com as notas eu posso te ajudar — ele sussurrou bem perto do meu ouvido, e depois me soltou, me lembrando que tenho o número pessoal dele, e me deixou sair. Quando eu estava do outro lado da porta, não parei de correr até estar dentro da minha sala. O resto do dia escolar eu não consegui me concentrar direito nas aulas porque não parava de sentir as mãos dele nos meus ombros, fortes e dominantes, igual aconteceu com o senhor do ônibus que, aproveitando que eu estava dormindo, me acariciou com as mãos ásperas dele. Ao sair da minha sala, eu estava meio brava com a quantidade de lição de casa que tinha pra fazer pro dia seguinte, tinha planejado ir ao cinema, mas não daria por causa de tanta tarefa. Ao sair da escola, como sempre, ele estava parado um pouco afastado da porta principal; quando passei do lado dele, não quis olhar na cara dele, por que ele me deixava nervosa? por que me deixava molhada? — até amanhã, senhorita — ele disse, e eu não tive escolha a não ser responder com um até amanhã, diretor" e ao me afastar, algo me dizia, não sei o que era, mas, mesmo sem provas, algo me dizia que o olhar dele não desgrudava da minha bunda; isso foi a perdição porque como sempre, meu corpo tomou o controle. Meus quadris se mexiam mais do que o normal, minha bunda a cada passo eu sentia empinada, como se estivesse exibindo sua beleza, enquanto minhas bochechas estavam vermelhas de vergonha.
Sem pensar, ao sair da escola comecei a caminhar para a direita, já que tinha combinado com meu padrasto que comeríamos juntos como sempre fazemos, mas dessa vez em vez de ser em casa ele me disse para encontrá-lo numa pizzaria a 11 minutos da escola, então decidi caminhar um pouco. Virei à esquerda na avenida Tankah, passei ao lado de um estacionamento de um clube Sams; dentro estavam dois homens seguranças fazendo sua ronda, ao me verem, segundo eles, discretamente se aproximaram da grade para me ver passar.
— Oi, gostosa — um dos homens, o mais magro e alto, se dirigiu a mim, embora eu tenha ficado nervosa, os hábitos sociais falaram mais alto.
— heee oi, bom dia — Porra, por que sempre que um coroa na rua me elogia meus quadris se mexem mais do que o normal? Juro que não quero fazer isso, mas não sei por que não consigo controlar.
— gatinha, não fica pra conversar com a gente? Não vamos te comer.
— Isso fala por você, eu sim te roubo, tá bom, gostosa — Roubar? Porra!
— Olha só como ela rebola.
Embora o comentário dele tenha me assustado, não fiz nada para andar mais rápido, também não fiz nada para olhar para trás. Alguns metros à frente virei à esquerda e cruzei a avenida Coba para chegar à pizzaria que naquela época tinha uma fachada em tom verde escuro com um piso de quadrados amarelos e brancos, embora a entrada seja meio apertada, o interior é confortável e refrescante para o clima quente da minha cidade. Quando entrei, meu padrasto estava sentado numa cadeira de madeira grossa numa mesa redonda com uma toalha creme clara; queria chegar e dar uma surpresa, mas ele ergueu o olhar do cardápio que tinha na frente e sorriu para mim, levantando-se num gesto de cavalheirismo do século passado.
—Oi, papai! —ao pronunciar essas duas palavras, toda a ansiedade do diretor e dos caras do estacionamento desapareceu, me senti segura na hora.
—Oi, querida —nos cumprimentamos com um beijo casto na bochecha. Ele afastou minha cadeira da mesa para me ajudar a sentar na frente dele— como foi seu dia?
—Tudo bem, tudo bem —comecei a contar sobre as aulas e a quantidade de lição que tenho que entregar
— o que aconteceu com você? —fiquei pálida com a pergunta dele— eu te conheço muito bem, o que aconteceu?
— heee nada, não aconteceu nada —falei pálida de susto. Como ele percebeu?
— Se você não quer me contar, sem problema, não vou me meter, mas quero que saiba que pode me contar qualquer coisa, não vou ficar bravo.
— Uns caras me encheram o saco —foi a primeira coisa que veio na minha cabeça, algo me dizia que não era certo contar minha experiência com o diretor— eles me xingaram quando passei por perto deles —fiz um resumo de tudo que me disseram.
— Bom, às vezes isso acontece, só lembra que cachorro que late não morde —pelo visto minha história o agradou e respirei fundo porque sabia que não seria preciso contar sobre o diretor— lembra por que a gente sempre fala pra você ser discreta? Não é porque a gente é careta, acho que você sabe bem disso, é porque as pessoas agem de acordo com o que veem e com a experiência delas; pode parecer machismo, mas não é, vou te explicar.
Eu adoro ouvi-lo, adoro quando ele entra no modo professor; enquanto comíamos uma pizza metade anchovas pra mim e metade pepperoni pra ele, uma Coca-Booty pra mim e uma cerveja Corona pra ele. Ele me explicou que as pessoas criam um comportamento baseado na experiência de vida delas e essa experiência é formada pelo que veem e pelo que as pessoas falam sobre o que estão vendo, por exemplo, óbvio que seria machista dizer que uma mulher de minissaia parada numa esquina dentro de uma área de trabalho industrial, é uma mulher que está se prostituindo, talvez seja uma mulher executiva que está esperando o Uber dela e ela trabalha num dos escritórios daquela área; outro exemplo que ele me deu é que se eu tenho duas pessoas e uma delas está vestida com roupa estilo estrela do rock e com tatuagens e tem outra pessoa que está vestida como padre, quem dos dois é um pedófilo? muitos vão dizer que é o que tem a jaqueta de couro e parece sujo, porque a reputação do padre pelo simples fato de como ele está vestido nos dá uma perspectiva do que podemos esperar; uma mulher de biquíni andando na praia seria bem normal, mas se essa mesma mulher a gente vê andando de biquíni dentro da Praça de São Pedro seria estranho
—Você é uma mulher muito, mas muito gostosa, e se assim se vestindo de forma natural você chama muita atenção, imagina se você se vestisse como sua prima ou as amigas dela? Você não tira eles de cima de você; tem que ser claro que isso não deveria acontecer, que a forma de vestir de uma mulher não deveria ser um fator pra julgar e dizer se ela é uma santa ou uma puta (como o exemplo do padre), mas infelizmente o mundo funciona desse jeito, por isso pedimos que você seja discreta.
— Mas, heeeemm... eu ouvi dizer que é ruim ser uma vadia.
—hahahaha já sei onde você quer chegar, se é ruim ou bom vai depender da moralidade da sociedade; em alguns lugares é bom bater numa mulher porque ela não cobre o cabelo, mas em outros lugares é normalizado que cada dia elas usem menos roupa. Todos sabemos que guerras são ruins, mas elas viram uma causa justa porque o mais forte diz que é moralmente permitido. A maioria das pessoas perante o mundo são uma coisa e no privado são outra.
—Como a gente?
—Se explica.
—Sim, em casa ou quando ninguém pode perceber eu sou uma vadia, uma vadia que só serve pra abrir as pernas pra você, mas quando tem alguém por perto eu sou sua filha.
—hahahahaha. É, é assim mesmo.
— Tudo isso está errado?
—Tudo depende. Se você está pensando que o que a gente faz é crime ou algo do tipo, quero que você mesma tire suas conclusões, ou talvez você ainda não tenha me entendido apesar de eu ter repetido mil vezes. Primeiro e antes de tudo, você é minha filha, eu sei que não sou seu pai, mas te amo como se você fosse do meu próprio sangue e isso não esquece. Também quero que você sempre lembre que no momento em que você não quiser mais abrir as pernas pra mim, eu vou respeitar, mas também sempre te falei pra me dizer isso em momentos como agora, que a gente tá conversando fora do momento sexual.
—Mas você me disse que como mulher é meu dever abrir as pernas quando meu macho da vez quiser, não esqueci da vez que eu não queria e você me corrigiu
—sim, mas também te falei o mesmo número de vezes que se você não quiser, eu não posso te obrigar... Acho que isso não tá funcionando porque você não tá me entendendo. De agora em diante, a gente vai ter essas conversas periodicamente, uma vez por mês estaria bom, e nessas conversas a gente vai avaliar se você quer continuar com isso. Eu gosto de ser seu dono, gosto de te usar do jeito que eu quiser e se eu quiser te emprestar pros meus amigos, eu vou fazer, mas isso eu não posso fazer se você não concordar; é como se você me entregasse o poder do seu corpo, e enquanto você aceitar, óbvio que eu posso te usar como eu quiser, mas se terminar o mês e você não gostar mais, só quando a gente se encontrar você tem que me dizer "não quero mais continuar" e acabou tudo isso, ou talvez você me diga o que não te agradou, e a gente vai corrigindo as coisas, mas enquanto isso eu faço com você o que eu quiser. O que você acha da ideia?
—Bom, até agora eu gosto de tudo hehehehehe...
—hahahahaha eu sei, hahahaha mas quero que você concorde com isso; agora você entende onde tá a diferença?
—Tá no consentimento.
—hahaha sim, é isso.
—Tudo o que eu tenho com você primeiro é porque eu gosto ou não, e eu sou quem decide se quero ou não
—Exato
—a diferença é tem gente que não tem a oportunidade de decidir e é forçada a fazer algo que não quer, já eu, todo mês aceito ou recuso o que você me obriga a fazer, bom, tecnicamente você não tá me obrigando porque eu tô aceitando, é tipo uma atuação ou algo assim, isso dá muita emoção ao inesperado.
—kkkkkk sim, algo assim, é. Ok, fechado?
—Uma vez por mês... melhor a cada dois meses
—kkkkkkkkkkkk como você quiser, você manda.
—woooowww.. Sim, a cada dois meses, por favor.
—Por mim tá ótimo.
—Vai ser tipo uma reunião como no livro que eu tô lendo, que é um "Concílio de Niceia"
—KKKKKKKKKKKK
—Mas pro nosso — eu falo pegando uma anchova solitária que sobrou no prato— vai ser o Concílio da Anchova — batizo nossas reuniões erguendo a anchova como se fosse um troféu
—kkkkkkkk muito bem, que assim seja.
—Pra encerrar essa primeira sessão do Concílio da Anchova, a gente tem que fechar comendo a Anchova Sagrada.
—Não vou fazer isso — ela fala semicerrrando os olhos enquanto eu ofereço metade do peixinho que tô segurando— essa coisa é nojenta.
—Se a gente não comer a Anchova Sagrada, essa sessão não tá fechada e a gente não pode começar a ser você meu dono e eu sua putinha.
—Não brinca.
—A Anchova Sagrada falou — eu falo com um tom de voz reverencial e religioso.
—Eu como e já posso te usar como o que você é?
—haaaauuuuuuuaaaaaa — de olhos fechados, sai da minha boca um cântico como nos filmes de seitas religiosas secretas.
Relutante, ela corta ao meio o peixinho que tava na mão, leva à boca com uma cara clara de nojo, e eu, com um sorrisão, faço o mesmo.
—Não sei como você gosta disso, é nojento.
—HEEYY!!! TOTALMENTE PROIBIDO OFENDER A ANCHOVA SAGRADA! — eu repreendo com o dedo em riste.
—Tá bom, tá bom — ela fala sorrindo com cara de culpa e levantando as mãos acima dos ombros num claro sinal de rendição.
Quando o carro deixou pra trás a avenida Labná pra pegar a Avenida Tul, eu perguntei ao meu padrasto pra onde a gente tava indo, e ele me disse que tava morrendo de vontade de gozar dentro de mim, mas que não daria tempo de me deixar em casa, então ele ia aproveitar pra eu viver uma experiência que se repetiria várias vezes na minha vida. Enquanto o carro virava à esquerda na Avenida Nichupté e virava de novo à esquerda, ele me dizia que quando eu fizesse isso, nunca ficasse nervosa, que o truque é agir do jeito mais normal possível, como se fosse coisa de todo dia.
Entramos direto no estacionamento subterrâneo de um hotel INN. Meu padrasto cumprimentou o guarda pelo nome, que respondeu com um cumprimento cortês e respeitoso, mas o olhar dele mostrava que já eram velhos conhecidos.
Quando o carro foi estacionado, descemos dele e saímos pra área de recepção e, antes de chegar, ele me disse – Fica aqui, não demoro – ele na hora se aproximou de um homem de uns 40 anos, mais novo que meu padrasto, mas mais baixo, magro, vestido com um terno de paletó e gravata azul escura; ao ver meu padrasto, o rosto dele se iluminou e ele cumprimentou primeiro com um aperto de mão e logo depois com um abraço fraternal; meu padrasto falou algo com ele enquanto os dois me olhavam, o homem ao me ver, percorreu todo o meu corpo com um sorriso, depois olhou pro meu padrasto apertando o braço dele num gesto de cumplicidade e aquele cara se dirigiu à mesa de recepção, a moça vestida com um tailleur azul e uma bunda de cavalo igual à minha, ouviu as instruções daquele cara e entregou um cartão que o cara deu pro meu padrasto, que depois de trocar mais algumas palavras e rir de alguma piada voltou pra mim.
Subimos pelo elevador até o 12º andar, caminhamos por um corredor de piso cor mogno e paredes brancas que, pela iluminação amarela, ficava com um tom dourado, o que dava ao corredor um ar elegante e muito caro.
Usando o cartão como chave, entramos num quarto de hotel, grande o suficiente pra ser confortável para duas pessoas, mas era bem menor que o meu quarto.
— rápido, tira a roupa – ele me fala, me dando um tapa na bunda.
Eu me sento na cama de casal, tiro meus sapatos de escola junto com minhas meias soquete, tiro meu colete azul-celeste e desabotoo os botões da minha blusa branca para tirá-la e deixá-la numa cadeira perto da cama, me levanto para desabotoar minha saia branca plissada e, pegando o elástico da saia junto com o elástico da minha calcinha, abaixo tudo e deixo cair, ficando nua na frente dele.
— Cada dia você fica mais gostosa, não culpo os filhos da puta que ficam te olhando andar. – as palavras dele me deixaram vermelha – vem, tira minha roupa.
Dei três passos até ele; desabotoei o botão do paletó dele para tirá-lo e, com muito cuidado, deixei na mesma cadeira onde coloquei minha roupa, desabotoei os botões das mangas da camisa, assim como os do torso, para tirá-la e deixar à mostra os músculos bem trabalhados dele; ele me puxou pela nuca contra o corpo dele, entendi o que ele queria, e beijei seu corpo com ternura, e enquanto ia descendo beijava sua pele e até me atrevi a passar a língua e, como se fosse um sorvete, acariciei os gomos do abdômen dele. Ao ficar de joelhos, me curvei e desamarrei os cadarços dos sapatos dele, tirei junto com as meias e, sem conseguir parar de sorrir, desabotoei a calça dele. E como fiz com minha roupa, peguei o elástico das peças dele e as abaixei, deixando cair; pela proximidade do meu corpo com o dele, o pau dele saltou como uma mola batendo na minha cara, e eu soltei um grito de surpresa e diversão.
Meu padrasto, de forma brincalhona, mexeu os quadris de um lado para o outro, fazendo o pau dele bater nas minhas bochechas uma e outra vez, eu não fiz nada para me afastar, sorrindo, minhas mãos tentaram subir para me proteger, mas algo me fez pará-las, rindo e abrindo a boca para tentar pegá-lo, deixei ele continuar batendo na minha cara com o pau.
Quando consegui pegá-lo entre meus lábios, ele parou e deixou que eu a pegasse com minhas mãos, enquanto com uma eu masturbava ele, com a outra acariciava os ovos dele, quando eu tirava da boca era pra me inclinar e meter as bolas dele na minha boca, primeiro uma e depois a outra, pra acariciar com a língua e assim viajar de novo até a ponta da hombridade dele e meter de novo na minha boca. Ele me colocou de pé me segurando pelos braços – fica de quatro como a puta que você é – ele me disse ao mesmo tempo que me dava um tapa na bunda. Eu subi na cama, perto da beirada, ele ficando de pé atrás de mim apontou o pau dele pra minha buceta e com um empurrão meteu até o fundo. – haaaaaaggrgrgrgr!! – eu soltei um gemido misturado com dor pela brutalidade, e como levantei a cara pro céu num ato reflexo, ele aproveitou pra pegar minha juba de cavalo, enrolar no punho e puxar pra eu não conseguir baixar a cabeça. As investidas dele começaram devagar, mas rapidamente foram acelerando, e enquanto me segurava pelo cabelo com uma mão, com a outra não parava de me dar tapas na bunda acompanhados de gemidos fortes da puta que tava entregando o corpo pro prazer dele. Quando soltou meu cabelo, minha cabeça e peito acabaram deitados na cama enquanto minha bunda ficou em pé recebendo pau na minha buceta. Quando ele decidiu que era suficiente, tirou de mim e me dando um tapa forte na bunda me disse “abre as pernas, puta”, eu me deitei na cama e olhando pra ele com gotas de suor na testa abri minhas pernas e quando ele foi se aproximando, estiquei os braços pra recebê-lo com desespero. O corpo dele entrou no meu, o calor invadiu todo meu ser e meu corpo reagiu se entregando ao céu numa gozada envolta em gemidos de prazer e compaixão. Meu padrasto continuou entrando e saindo da minha buceta enquanto com uma mão massageava e apertava meu peito, com a boca mordia minha orelha, o que fazia meu corpo tremer, onde a única forma de agradecer por ser digna de dar prazer a ele era com gemidos que não ficavam devendo nada pra uma estrela pornô. Meu padrasto encheu minha buceta com seu love líquido, grosso e quente, a fricção da pele dele contra meu clitóris me fez gozar de novo, apertando minha buceta e fazendo ele gozar ainda mais.
—Você é a melhor puta —meu padrasto fala entre beijos.
Ele ainda está dentro de mim, sentindo as últimas gotas do orgasmo que ele me causou, sentindo os últimos espasmos vaginais. Quando ele se levanta e tira de dentro de mim, minha buceta se contraiu com uma leve dor.
—Preciso ir, você pode ficar o tempo que quiser, pede um táxi e volta pra casa.
—Vai me deixar aqui? —Não conseguia acreditar que ele ia me deixar sozinha, o cara lá embaixo com certeza sabia que ele tinha me trazido pra me usar.
—Claro, e vai se acostumando porque isso vai se repetir várias vezes —sim, ele já tinha me dito, com ele ou com um dos amigos dele —Lembra do que eu te falei, você age normal como se fosse todo dia.
Quando terminou de se vestir, colocou umas notas de $20 pesos na minha mão e com um sorriso saiu do quarto.
Fiquei parada, sem me mexer, e ainda com as pernas abertas deixei a cum do meu dono sair do meu corpo no ritmo dela, enquanto com uma mão acariciava minha buceta delicadamente num ato de consentimento, com a outra não parava de olhar aquelas notas, por que ele me deu? Quando entrei na escola, ele me deu um cartão de débito que eu podia usar como quisesse, sempre tinha dinheiro nele, e ele também sempre mantinha minha conta do UBER cheia.
Parei de analisar esse gesto até sentir que não saía mais sêmen da minha buceta, e o que ficou grudado na minha pele já estava seco, me levantei com uma leve ardência vaginal resultado do tratamento que recebi, me vesti e arrumei o cabelo, peguei minha mochila e antes de abrir a porta, fechei os olhos, e fazendo exercícios de respiração me concentrei pra conseguir sair do quarto de hotel sem medo.
Ao descer no elevador, tive o azar de ele parar no quinto andar, onde subiu o homem com quem meu padrasto falou quando chegamos. Minha bochecha ficou vermelha num segundo, enquanto meus joelhos começaram a tremer. Aquele cara me cumprimentou com um movimento de cabeça e dizendo –Muito boa tarde— e eu respondi do mesmo jeito, e durante o resto do caminho ele só olhou pra porta enquanto eu olhava pros meus dedos que apertavam naquele momento minha mochila, eu sabia muito bem que ele sabia que me usaram num dos quartos dele. Quando chegamos no nosso destino, com um gesto de mão, de forma cavalheiresca ele me indicou que eu podia sair primeiro, e foi o que fiz e enquanto eu me dirigia pra porta principal ele caminhava até a mesa da recepção.
Ao sair do hotel tinha uma fileira de táxis esperando algum cliente e sem pensar duas vezes entrei no primeiro; ao me ver, o motorista se despediu dos colegas e sorrindo subiu no carro e arrancou quando indiquei o endereço onde tinha que me levar. Só lembro vagamente que o chofer me dizia algo sobre como eu sou linda e que se fosse mais novo me chamaria pra sair, e eu respondia com um sorriso e palavras vagas sem dar nenhum tipo de compromisso quando ele estacionou na porta principal da minha área residencial. Peguei as duas notas e as ofereci pra pagar a corrida, e ele me respondeu “mulher bonita não paga” sorrindo e sem graça agradeci o gesto de cavalheirismo, desci do carro e ao fechar a porta ouvi um suspiro do motorista com uma frase “Se eu tivesse idade também alugava ela”.
Fiquei parada uns segundos enquanto o táxi se afastava e os seguranças me esperavam com sorriso no rosto, como um balde de água fria entendi o porquê ele tinha me dado aquelas notas. Sorrindo pro céu como se fosse uma vitória apertei no meu punho aquele par de notas, e sem parar de sorrir, comecei a caminhar pra minha casa. Aquele par de notas de $20 pesos mexicanos ainda guardo bem escondido entre as páginas do livro do Hobbit e de vez em quando tiro elas pra lembrar daquele dia e do seu significado.
Todos esses pensamentos retais passavam pela minha cabeça enquanto numa manhã de quarta-feira eu estava no banheiro, me arrumando para ir pra escola. Naquele momento, enquanto a água quente caía do chuveiro enchendo todo o banheiro com uma nuvem de vapor, eu estava de pé em frente ao vaso sanitário, com um pé em cima dele, ensaboando minha parte íntima para depois mergulhar uma lâmina de 5 lâminas na água quente acumulada na pia e com muita delicadeza passá-la pela minha pele íntima e tirar os pelos que começavam a nascer. Minha nova fase que contei na segunda-feira vermelha não veio sozinha, também veio esse pelo, embora as primeiras vezes tenha achado curioso porque é da mesma cor do meu cabelo, um castanho claro, depois ficou desconfortável então, conversando com meu padrasto, chegamos à conclusão de que era melhor tirar, foi ele quem me ensinou como fazer. Aquele dia foi muito vergonhoso para mim, no começo não queria que ele estivesse comigo no processo, na verdade, as primeiras práticas com a lâmina foram nos pelos do meu braço, meu padrasto me explicou tudo o que eu precisava saber e também ficava fazendo piadas pra eu relaxar. foi aí que ganhei confiança de que ele estivesse no meu primeiro corte.
Como desta vez, depois de tomar água quente com a mão e enxaguar o sabão da minha parte íntima, gosto de olhar pra ela, acariciar, não no sentido de masturbação, mas de admiração. Tenho uma buceta pequena, uma vez peguei uma fita métrica de costura e medi, descobri que tem 6 centímetros de comprimento, embora agora, enquanto escrevo essas linhas, pesquisei na internet que a média é de 8 a 9 centímetros, então sou de buceta pequena, suponho que é isso que faz os homens que já curtiram meu corpo falarem que sou tão apertada que pareço virgem. Meus lábios vaginais são pequenos, mas carnudos, e têm um tom rosa claro; mas quando eu os separo com os dedos, é um rosa bem mais intenso; quando vejo a parte interna, me surpreende que daquele buraquinho quase imperceptível possa entrar um pedaço de carne enorme, assim como meu clitóris, um botãozinho rosa, é incrível todo o prazer que sai de algo tão pequeno. A pele ao redor da minha buceta sempre foi lisinha, sem pelos e sem imperfeições, aliás, agora que penso bem, nasce muito, muito pouco pelo, isso é normal? Então, quando termino a limpeza, fica uma buceta adolescente linda.
— Sua putinha! O CAFÉ DA MANHÃ JÁ TÁ PRONTO!
O chamado do meu padrasto da cozinha me fez voltar à realidade, guardei a lâmina e me meti de novo embaixo do chuveiro pra enxaguar todo o meu corpo esbelto e assim me vestir com meu uniforme escolar e ir encontrar meu padrasto na sala de jantar.
Quando chego na sala de jantar com meu uniforme escolar de blusa branca de manga curta com um colete azul-celeste acolchoado, uma saia branca plissada que bate na metade da perna, meias até o joelho e sapatos escolares pretos, percebo que na mesa só tem café da manhã pra uma pessoa.
— Cê não vai comer?
— Não, filha, tô com pressa — diz meu padrasto de costas pra mim. mim.
Quando ele se vira, fica parado, me olhando enquanto eu caminho até a sala de jantar —Você está muito gostosa hoje— ele diz, me segurando com uma mão na cintura e a outra no queixo, levantando meu olhar até o dele. Os lábios dele se aproximam dos meus, eu fecho os olhos esperando o contato, e quando os lábios grossos e viris mordem com delicadeza meu lábio inferior, meu corpo estremece, ele nota o momento exato em que minha buceta começou a ficar molhada porque no meio do beijo ele sorriu e começou a descer a mão, do meu queixo até meus peitos, apertando-os por cima do meu uniforme, e depois descendo pela minha cintura e seguindo o caminho até chegar no meu quadril. Ele pega o tecido branco da minha saia plissada, puxa pra cima pra desnudar minhas pernas, que ele acaricia no primeiro momento que teve oportunidade enquanto a língua dele lambia meus lábios e recebia como resposta um gemido que nascia na minha garganta. Sabendo que ele é meu dono e senhor do meu corpo, levo os dedos dele até o tecido da minha calcinha e, sem permissão, puxo o tecido pra baixo.
Enquanto meu corpo se contorcia, no meu rosto se desenhava um sorriso de menina safada.
— Ué, não tava com pressa?
— Cala a boca, putinha
Tive que abraçar ele pelo pescoço com força porque sentia que meus joelhos perdiam o chão, os dedos dele começaram a acariciar a propriedade dele e sem parar de me beijar, da boca dele saíram as palavras "putinha gostosa" enquanto o dedo do meio entrava na minha buceta "porra, que buceta apertada"
Rapidamente ele tira os dedos da minha buceta, me pega pela cintura e me carrega pra me sentar na mesa da sala de jantar, e eu gritei com a surpresa do movimento e ri pela pressa dele. Fiquei semi-recostada sobre os cotovelos na mesa, enquanto minhas pernas balançavam, meu padrasto pegou minha saia e levantou, deixando ela como um cinto branco; puxou minha calcinha, tirando de uma perna e deixando pendurada na outra, pra imediatamente depois abrir minhas pernas.
Recostada nos cotovelos, eu olhava com atenção, morrendo de tesão lábio inferior e sorrindo ao mesmo tempo, olhava como ele abria a calça pra meter a mão e tirar uma barra de carne dura, quente; as veias dele, como sempre, apareciam saltadas, com uma sombra esverdeada. Depois de puxar e deixar a cabeça dele à mostra, com ela acariciou meu corpo começando pela pele que divide minha buceta do meu cu e subir num toque leve até meu clitóris.
— haaaaaa papai... — eu dizia numa oração com a boca aberta num grande "O" sem tirar os olhos do que ele fazia comigo.
Ele pegou o ferro dele, levantou e com força me deu um tapa na minha buceta. — HAAAAAAAA!!!! — soltei um gemido de surpresa e gratificação, ele repetiu a mesma coisa, bateu na minha buceta de novinha com o pau maduro dele mais algumas vezes, fazendo com que entre gemidos e resmungos minha cabeça virasse pro céu esticando meu pescoço.
— Você é linda — meu padrasto deixou cair uma última vez o pau dele na minha buceta, deixando ele ali, fazendo meu corpo servir de cama pra carne dele. Com curiosidade voltei o olhar e com os olhos e boca totalmente abertos de surpresa fiquei vendo que a grossura do pau dele cobria completamente minha buceta; não dava pra ver nada dela. As bolas dele eu sentia pressionando a pele entre minha buceta e meu cu, enquanto a ponta do pau descansava no meio do caminho entre meu clitóris e meu umbigo.
Ele pegou minhas pernas com as duas mãos, enquanto recuava o corpo dele, pra ponta do pau percorrer minha pele até a entrada da minha buceta e imediatamente pressionar pra dentro.
Se não fosse porque ele me segurava pelas pernas, eu teria fechado elas, não porque não queria que entrasse, mas por um reflexo do prazer de ter um homem dentro de mim, é como se meu corpo quisesse aprisionar ele e não deixar sair nunca mais.
— haaaaaaa.. Papaiiiinho!!!! — o percurso do pau dele até o fundo da minha buceta foi acompanhado inteiramente por um gemido meu, mas mais que um gemido era uma prece pra que aquilo nunca acabasse. Imediatamente meus braços perderam a força, meu corpo fico totalmente recostado na mesa enquanto sentia a piroca do meu padrasto entrando e saindo do meu corpo com domínio, sabendo que meu corpo pertence a ele.
—haaaahaaaaaahaaaaaa —eu gemia sem parar, sem saber onde colocar as mãos, levei-as ao rosto pelo prazer desesperado que aquele macho alfa me fazia sentir.
— grgrgrsiiihaaaaa putinha estreitinha haaaaa que delícia usa a palavra: buceta você tem garota jajaahaaaaaa você foi feita pra piroca haaaaasiii
—haaaaaahaaaaaahaaaa
—siiii putinha haaaaaaa você só serve pra abrir as pernas e dar prazer aos homens siiiii que gostosa você tá.
Entre gemidos e mais gemidos de prazer, eu olhava nos olhos do meu padrasto. Algo na minha cabeça me dizia que ele tinha razão, que meu corpo foi feito pra dar prazer aos homens, e isso me causava medo, inseguranças porque eu não me sentia tão bonita quanto os homens sempre me dizem que eu sou, inseguranças de não saber se tudo aquilo era certo, será que as outras garotas da minha idade fazem o mesmo? Será que tá tudo bem isso?, me dava medo, mas ao mesmo tempo orgulho de ser, na minha pouca idade, mulher o suficiente pro meu padrasto se encher de prazer com meu corpo, eu tava cheia de perguntas e inseguranças. Enquanto olhava meu padrasto me segurando pelas pernas, abrindo-as e levantando-as levemente, eu via do meu sapato escolar direito pendurada e balançando minha calcinha branca com florzinhas rosa, e ainda deitada na mesa, pelo prazer desesperador que a piroca do meu padrasto me causava, eu olhava pros lados, procurando uma referência desse mundo pra não perder ele, pra não sair voando pro céu.
Meu olhar se cravou na televisão da sala que naquele momento tava ligada, onde um jornalista chamado Loret de Mola falava sobre o c. presidente reclamando que não se falava de um julgamento nos Estados Unidos mas que dessa vez o nome dele tinha sido mencionado, tudo isso enquanto meu padrasto continuava aproveitando da minha buceta.
—haaaa.. Haaaa... HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!! —Rapidamente Olhei nos olhos dele com um gemido forte. Com o polegar, ele começou a pressionar e fazer círculos no meu clitorizinho. Minhas costas arquearam enquanto eu perdia o fôlego para me contorcer num orgasmo. Meu corpo ainda estava tremendo quando abri os olhos e vi meu padrasto continuando a meter e tirar o pau dele, o rosto dele ficou vermelho para segundos depois começar a me comer com força pra chegar ao orgasmo dele. O gozo dele inundou minha buceta rapidinho, as pulsações da carne dele dentro de mim fizeram eu ter outro orgasmo na hora, enquanto meu sapato escolar continuava balançando no ritmo da foda, minhas calcinhas brancas com florzinhas rosa. Quando cruzei o portão principal da minha escola eram 8h25 da manhã, essa foi a primeira vez que cheguei atrasada, 25 minutos atrasada, e isso foi por causa da foda que meu padrasto me deu, também tive que voltar pro meu quarto pra limpar minha buceta por todo o leite que saía dela, trocar de saia e colocar outra calcinha, porque a que estava pendurada em mim, meu padrasto tinha usado pra limpar o pau dele e enquanto jogava ela no meu peito me dizia que eu não podia sair de casa sem tomar café, então depois de me arrumar desci pra comer sozinha porque ele já tinha ido pro trabalho. Como sempre, o diretor estava de pé, a uns metros da entrada principal. Depois que os seguranças me deixaram entrar sorrindo pra mim, caminhei até o prédio das salas, ao passar do lado do diretor, ele me chamou com um gesto de mão. — Por que tão tarde, senhorita? — Desculpa, não queria chegar atrasada – minhas bochechas ficaram vermelhas na hora que olhei pro chão, focando meus dedos cruzados de nervoso e vergonha, não podia dizer que cheguei atrasada porque tinha um pau bem metido até o fundo e que esse pau era do meu padrasto. — Venha, senhorita, vamos pro meu escritório. O prédio das salas tem três andares bem compridos, os escritórios de atendimento ficam no primeiro andar, mas As salas dos professores ficam no último andar, numa área totalmente isolada de todo o resto. Algumas vezes eu tinha subido até lá ajudando algum professor com uma pilha de livros e tinha me perdido. A sala do diretor ficava no fundo de todas elas. Ele me deixou entrar primeiro na sala dele, decorada em branco com tons de azul, igual ao meu uniforme. Do lado direito tinha um sofá gigante cinza-claro; aquele sofá me causou estranheza por causa do tamanho, mas meses depois eu descobriria que ele era perfeito e confortável. Do lado esquerdo tinha uma estante enorme, no fundo ficava a mesa dele de vidro bem grosso e atrás uma janelona que dava direto para as árvores e, mais longe, para a área das quadras de esporte. De lá ele conseguia ver tudo o que acontecia naquela parte do colégio, mas de baixo ninguém conseguia ver o que rolava dentro da sala dele. — Sente-se, senhorita. 20 minutos depois eu estava saindo da sala do diretor com uma advertência que não iria para o meu boletim. Foram 20 minutos estranhos, porque o diretor me lembrou da minha média e que meus atrasos, mesmo sendo aquele o primeiro, poderiam prejudicar minhas notas, mas ele não se importou em me segurar mais tempo do que o normal. Ele também me lembrou da primeira vez que estive naquela sala, no meu primeiro ano naquele colégio, me lembrou que tinha me dado o número pessoal dele caso eu tivesse algum problema, e me disse que, se eu tivesse dificuldade para chegar cedo, era só mandar mensagem que ele poderia ir até minha casa me buscar, para depois me interrogar sobre o meu atraso. Aí sim eu fiquei nervosa, com o olhar baixo, direto nos meus dedos que estavam sobre as minhas pernas, joelho com joelho, repetindo uma e outra vez que não era minha intenção chegar atrasada e que eu não podia contar o motivo. Eu tentava inventar uma mentira convincente o suficiente para que aquilo tudo acabasse, mas o olhar fixo dele nas minhas pernas não me deixava me concentrar. O olhar dele era tão intenso que ele não se importou que um Um par de vezes eu olhei nos olhos dele enquanto ele olhava para as minhas pernas, foi tão intenso aquele momento que minhas bochechas ficaram rosadas, quase vermelhas de vergonha, e a única coisa que consegui fazer foi, com minhas mãos, bem discretamente puxar minha saia pra baixo pra cobrir mais a minha pele, mas óbvio, só consegui cobrir mais alguns centímetros. Ele percebeu meu desconforto, se levantou e ficou atrás de mim; um arrepio já bem familiar percorreu meu corpo quando ele apoiou as mãos nos meus ombros. A pressão das mãos dele era dominante, me passou uma sensação de vulnerabilidade, e sem saber por quê, minha buceta começou a ficar molhada, o que fez minhas pernas se apertarem por instinto. — menininhas bonitas acham que podem fazer o que quiserem sem pagar as consequências — ele dizia enquanto acompanhava as palavras com apertões nas mãos e depois afrouxava a pegada. Bonita eu? Ele me acha bonita? Alguns minutos depois, ele repetiu de novo que pode me ajudar no que eu quiser — até com as notas eu posso te ajudar — ele sussurrou bem perto do meu ouvido, e depois me soltou, me lembrando que tenho o número pessoal dele, e me deixou sair. Quando eu estava do outro lado da porta, não parei de correr até estar dentro da minha sala. O resto do dia escolar eu não consegui me concentrar direito nas aulas porque não parava de sentir as mãos dele nos meus ombros, fortes e dominantes, igual aconteceu com o senhor do ônibus que, aproveitando que eu estava dormindo, me acariciou com as mãos ásperas dele. Ao sair da minha sala, eu estava meio brava com a quantidade de lição de casa que tinha pra fazer pro dia seguinte, tinha planejado ir ao cinema, mas não daria por causa de tanta tarefa. Ao sair da escola, como sempre, ele estava parado um pouco afastado da porta principal; quando passei do lado dele, não quis olhar na cara dele, por que ele me deixava nervosa? por que me deixava molhada? — até amanhã, senhorita — ele disse, e eu não tive escolha a não ser responder com um até amanhã, diretor" e ao me afastar, algo me dizia, não sei o que era, mas, mesmo sem provas, algo me dizia que o olhar dele não desgrudava da minha bunda; isso foi a perdição porque como sempre, meu corpo tomou o controle. Meus quadris se mexiam mais do que o normal, minha bunda a cada passo eu sentia empinada, como se estivesse exibindo sua beleza, enquanto minhas bochechas estavam vermelhas de vergonha.
Sem pensar, ao sair da escola comecei a caminhar para a direita, já que tinha combinado com meu padrasto que comeríamos juntos como sempre fazemos, mas dessa vez em vez de ser em casa ele me disse para encontrá-lo numa pizzaria a 11 minutos da escola, então decidi caminhar um pouco. Virei à esquerda na avenida Tankah, passei ao lado de um estacionamento de um clube Sams; dentro estavam dois homens seguranças fazendo sua ronda, ao me verem, segundo eles, discretamente se aproximaram da grade para me ver passar.
— Oi, gostosa — um dos homens, o mais magro e alto, se dirigiu a mim, embora eu tenha ficado nervosa, os hábitos sociais falaram mais alto.
— heee oi, bom dia — Porra, por que sempre que um coroa na rua me elogia meus quadris se mexem mais do que o normal? Juro que não quero fazer isso, mas não sei por que não consigo controlar.
— gatinha, não fica pra conversar com a gente? Não vamos te comer.
— Isso fala por você, eu sim te roubo, tá bom, gostosa — Roubar? Porra!
— Olha só como ela rebola.
Embora o comentário dele tenha me assustado, não fiz nada para andar mais rápido, também não fiz nada para olhar para trás. Alguns metros à frente virei à esquerda e cruzei a avenida Coba para chegar à pizzaria que naquela época tinha uma fachada em tom verde escuro com um piso de quadrados amarelos e brancos, embora a entrada seja meio apertada, o interior é confortável e refrescante para o clima quente da minha cidade. Quando entrei, meu padrasto estava sentado numa cadeira de madeira grossa numa mesa redonda com uma toalha creme clara; queria chegar e dar uma surpresa, mas ele ergueu o olhar do cardápio que tinha na frente e sorriu para mim, levantando-se num gesto de cavalheirismo do século passado.
—Oi, papai! —ao pronunciar essas duas palavras, toda a ansiedade do diretor e dos caras do estacionamento desapareceu, me senti segura na hora.
—Oi, querida —nos cumprimentamos com um beijo casto na bochecha. Ele afastou minha cadeira da mesa para me ajudar a sentar na frente dele— como foi seu dia?
—Tudo bem, tudo bem —comecei a contar sobre as aulas e a quantidade de lição que tenho que entregar
— o que aconteceu com você? —fiquei pálida com a pergunta dele— eu te conheço muito bem, o que aconteceu?
— heee nada, não aconteceu nada —falei pálida de susto. Como ele percebeu?
— Se você não quer me contar, sem problema, não vou me meter, mas quero que saiba que pode me contar qualquer coisa, não vou ficar bravo.
— Uns caras me encheram o saco —foi a primeira coisa que veio na minha cabeça, algo me dizia que não era certo contar minha experiência com o diretor— eles me xingaram quando passei por perto deles —fiz um resumo de tudo que me disseram.
— Bom, às vezes isso acontece, só lembra que cachorro que late não morde —pelo visto minha história o agradou e respirei fundo porque sabia que não seria preciso contar sobre o diretor— lembra por que a gente sempre fala pra você ser discreta? Não é porque a gente é careta, acho que você sabe bem disso, é porque as pessoas agem de acordo com o que veem e com a experiência delas; pode parecer machismo, mas não é, vou te explicar.
Eu adoro ouvi-lo, adoro quando ele entra no modo professor; enquanto comíamos uma pizza metade anchovas pra mim e metade pepperoni pra ele, uma Coca-Booty pra mim e uma cerveja Corona pra ele. Ele me explicou que as pessoas criam um comportamento baseado na experiência de vida delas e essa experiência é formada pelo que veem e pelo que as pessoas falam sobre o que estão vendo, por exemplo, óbvio que seria machista dizer que uma mulher de minissaia parada numa esquina dentro de uma área de trabalho industrial, é uma mulher que está se prostituindo, talvez seja uma mulher executiva que está esperando o Uber dela e ela trabalha num dos escritórios daquela área; outro exemplo que ele me deu é que se eu tenho duas pessoas e uma delas está vestida com roupa estilo estrela do rock e com tatuagens e tem outra pessoa que está vestida como padre, quem dos dois é um pedófilo? muitos vão dizer que é o que tem a jaqueta de couro e parece sujo, porque a reputação do padre pelo simples fato de como ele está vestido nos dá uma perspectiva do que podemos esperar; uma mulher de biquíni andando na praia seria bem normal, mas se essa mesma mulher a gente vê andando de biquíni dentro da Praça de São Pedro seria estranho
—Você é uma mulher muito, mas muito gostosa, e se assim se vestindo de forma natural você chama muita atenção, imagina se você se vestisse como sua prima ou as amigas dela? Você não tira eles de cima de você; tem que ser claro que isso não deveria acontecer, que a forma de vestir de uma mulher não deveria ser um fator pra julgar e dizer se ela é uma santa ou uma puta (como o exemplo do padre), mas infelizmente o mundo funciona desse jeito, por isso pedimos que você seja discreta.
— Mas, heeeemm... eu ouvi dizer que é ruim ser uma vadia.
—hahahaha já sei onde você quer chegar, se é ruim ou bom vai depender da moralidade da sociedade; em alguns lugares é bom bater numa mulher porque ela não cobre o cabelo, mas em outros lugares é normalizado que cada dia elas usem menos roupa. Todos sabemos que guerras são ruins, mas elas viram uma causa justa porque o mais forte diz que é moralmente permitido. A maioria das pessoas perante o mundo são uma coisa e no privado são outra.
—Como a gente?
—Se explica.
—Sim, em casa ou quando ninguém pode perceber eu sou uma vadia, uma vadia que só serve pra abrir as pernas pra você, mas quando tem alguém por perto eu sou sua filha.
—hahahahaha. É, é assim mesmo.
— Tudo isso está errado?
—Tudo depende. Se você está pensando que o que a gente faz é crime ou algo do tipo, quero que você mesma tire suas conclusões, ou talvez você ainda não tenha me entendido apesar de eu ter repetido mil vezes. Primeiro e antes de tudo, você é minha filha, eu sei que não sou seu pai, mas te amo como se você fosse do meu próprio sangue e isso não esquece. Também quero que você sempre lembre que no momento em que você não quiser mais abrir as pernas pra mim, eu vou respeitar, mas também sempre te falei pra me dizer isso em momentos como agora, que a gente tá conversando fora do momento sexual.
—Mas você me disse que como mulher é meu dever abrir as pernas quando meu macho da vez quiser, não esqueci da vez que eu não queria e você me corrigiu
—sim, mas também te falei o mesmo número de vezes que se você não quiser, eu não posso te obrigar... Acho que isso não tá funcionando porque você não tá me entendendo. De agora em diante, a gente vai ter essas conversas periodicamente, uma vez por mês estaria bom, e nessas conversas a gente vai avaliar se você quer continuar com isso. Eu gosto de ser seu dono, gosto de te usar do jeito que eu quiser e se eu quiser te emprestar pros meus amigos, eu vou fazer, mas isso eu não posso fazer se você não concordar; é como se você me entregasse o poder do seu corpo, e enquanto você aceitar, óbvio que eu posso te usar como eu quiser, mas se terminar o mês e você não gostar mais, só quando a gente se encontrar você tem que me dizer "não quero mais continuar" e acabou tudo isso, ou talvez você me diga o que não te agradou, e a gente vai corrigindo as coisas, mas enquanto isso eu faço com você o que eu quiser. O que você acha da ideia?
—Bom, até agora eu gosto de tudo hehehehehe...
—hahahahaha eu sei, hahahaha mas quero que você concorde com isso; agora você entende onde tá a diferença?
—Tá no consentimento.
—hahaha sim, é isso.
—Tudo o que eu tenho com você primeiro é porque eu gosto ou não, e eu sou quem decide se quero ou não
—Exato
—a diferença é tem gente que não tem a oportunidade de decidir e é forçada a fazer algo que não quer, já eu, todo mês aceito ou recuso o que você me obriga a fazer, bom, tecnicamente você não tá me obrigando porque eu tô aceitando, é tipo uma atuação ou algo assim, isso dá muita emoção ao inesperado.
—kkkkkk sim, algo assim, é. Ok, fechado?
—Uma vez por mês... melhor a cada dois meses
—kkkkkkkkkkkk como você quiser, você manda.
—woooowww.. Sim, a cada dois meses, por favor.
—Por mim tá ótimo.
—Vai ser tipo uma reunião como no livro que eu tô lendo, que é um "Concílio de Niceia"
—KKKKKKKKKKKK
—Mas pro nosso — eu falo pegando uma anchova solitária que sobrou no prato— vai ser o Concílio da Anchova — batizo nossas reuniões erguendo a anchova como se fosse um troféu
—kkkkkkkk muito bem, que assim seja.
—Pra encerrar essa primeira sessão do Concílio da Anchova, a gente tem que fechar comendo a Anchova Sagrada.
—Não vou fazer isso — ela fala semicerrrando os olhos enquanto eu ofereço metade do peixinho que tô segurando— essa coisa é nojenta.
—Se a gente não comer a Anchova Sagrada, essa sessão não tá fechada e a gente não pode começar a ser você meu dono e eu sua putinha.
—Não brinca.
—A Anchova Sagrada falou — eu falo com um tom de voz reverencial e religioso.
—Eu como e já posso te usar como o que você é?
—haaaauuuuuuuaaaaaa — de olhos fechados, sai da minha boca um cântico como nos filmes de seitas religiosas secretas.
Relutante, ela corta ao meio o peixinho que tava na mão, leva à boca com uma cara clara de nojo, e eu, com um sorrisão, faço o mesmo.
—Não sei como você gosta disso, é nojento.
—HEEYY!!! TOTALMENTE PROIBIDO OFENDER A ANCHOVA SAGRADA! — eu repreendo com o dedo em riste.
—Tá bom, tá bom — ela fala sorrindo com cara de culpa e levantando as mãos acima dos ombros num claro sinal de rendição.
Quando o carro deixou pra trás a avenida Labná pra pegar a Avenida Tul, eu perguntei ao meu padrasto pra onde a gente tava indo, e ele me disse que tava morrendo de vontade de gozar dentro de mim, mas que não daria tempo de me deixar em casa, então ele ia aproveitar pra eu viver uma experiência que se repetiria várias vezes na minha vida. Enquanto o carro virava à esquerda na Avenida Nichupté e virava de novo à esquerda, ele me dizia que quando eu fizesse isso, nunca ficasse nervosa, que o truque é agir do jeito mais normal possível, como se fosse coisa de todo dia.
Entramos direto no estacionamento subterrâneo de um hotel INN. Meu padrasto cumprimentou o guarda pelo nome, que respondeu com um cumprimento cortês e respeitoso, mas o olhar dele mostrava que já eram velhos conhecidos.
Quando o carro foi estacionado, descemos dele e saímos pra área de recepção e, antes de chegar, ele me disse – Fica aqui, não demoro – ele na hora se aproximou de um homem de uns 40 anos, mais novo que meu padrasto, mas mais baixo, magro, vestido com um terno de paletó e gravata azul escura; ao ver meu padrasto, o rosto dele se iluminou e ele cumprimentou primeiro com um aperto de mão e logo depois com um abraço fraternal; meu padrasto falou algo com ele enquanto os dois me olhavam, o homem ao me ver, percorreu todo o meu corpo com um sorriso, depois olhou pro meu padrasto apertando o braço dele num gesto de cumplicidade e aquele cara se dirigiu à mesa de recepção, a moça vestida com um tailleur azul e uma bunda de cavalo igual à minha, ouviu as instruções daquele cara e entregou um cartão que o cara deu pro meu padrasto, que depois de trocar mais algumas palavras e rir de alguma piada voltou pra mim.
Subimos pelo elevador até o 12º andar, caminhamos por um corredor de piso cor mogno e paredes brancas que, pela iluminação amarela, ficava com um tom dourado, o que dava ao corredor um ar elegante e muito caro.
Usando o cartão como chave, entramos num quarto de hotel, grande o suficiente pra ser confortável para duas pessoas, mas era bem menor que o meu quarto.
— rápido, tira a roupa – ele me fala, me dando um tapa na bunda.
Eu me sento na cama de casal, tiro meus sapatos de escola junto com minhas meias soquete, tiro meu colete azul-celeste e desabotoo os botões da minha blusa branca para tirá-la e deixá-la numa cadeira perto da cama, me levanto para desabotoar minha saia branca plissada e, pegando o elástico da saia junto com o elástico da minha calcinha, abaixo tudo e deixo cair, ficando nua na frente dele.
— Cada dia você fica mais gostosa, não culpo os filhos da puta que ficam te olhando andar. – as palavras dele me deixaram vermelha – vem, tira minha roupa.
Dei três passos até ele; desabotoei o botão do paletó dele para tirá-lo e, com muito cuidado, deixei na mesma cadeira onde coloquei minha roupa, desabotoei os botões das mangas da camisa, assim como os do torso, para tirá-la e deixar à mostra os músculos bem trabalhados dele; ele me puxou pela nuca contra o corpo dele, entendi o que ele queria, e beijei seu corpo com ternura, e enquanto ia descendo beijava sua pele e até me atrevi a passar a língua e, como se fosse um sorvete, acariciei os gomos do abdômen dele. Ao ficar de joelhos, me curvei e desamarrei os cadarços dos sapatos dele, tirei junto com as meias e, sem conseguir parar de sorrir, desabotoei a calça dele. E como fiz com minha roupa, peguei o elástico das peças dele e as abaixei, deixando cair; pela proximidade do meu corpo com o dele, o pau dele saltou como uma mola batendo na minha cara, e eu soltei um grito de surpresa e diversão.
Meu padrasto, de forma brincalhona, mexeu os quadris de um lado para o outro, fazendo o pau dele bater nas minhas bochechas uma e outra vez, eu não fiz nada para me afastar, sorrindo, minhas mãos tentaram subir para me proteger, mas algo me fez pará-las, rindo e abrindo a boca para tentar pegá-lo, deixei ele continuar batendo na minha cara com o pau.
Quando consegui pegá-lo entre meus lábios, ele parou e deixou que eu a pegasse com minhas mãos, enquanto com uma eu masturbava ele, com a outra acariciava os ovos dele, quando eu tirava da boca era pra me inclinar e meter as bolas dele na minha boca, primeiro uma e depois a outra, pra acariciar com a língua e assim viajar de novo até a ponta da hombridade dele e meter de novo na minha boca. Ele me colocou de pé me segurando pelos braços – fica de quatro como a puta que você é – ele me disse ao mesmo tempo que me dava um tapa na bunda. Eu subi na cama, perto da beirada, ele ficando de pé atrás de mim apontou o pau dele pra minha buceta e com um empurrão meteu até o fundo. – haaaaaaggrgrgrgr!! – eu soltei um gemido misturado com dor pela brutalidade, e como levantei a cara pro céu num ato reflexo, ele aproveitou pra pegar minha juba de cavalo, enrolar no punho e puxar pra eu não conseguir baixar a cabeça. As investidas dele começaram devagar, mas rapidamente foram acelerando, e enquanto me segurava pelo cabelo com uma mão, com a outra não parava de me dar tapas na bunda acompanhados de gemidos fortes da puta que tava entregando o corpo pro prazer dele. Quando soltou meu cabelo, minha cabeça e peito acabaram deitados na cama enquanto minha bunda ficou em pé recebendo pau na minha buceta. Quando ele decidiu que era suficiente, tirou de mim e me dando um tapa forte na bunda me disse “abre as pernas, puta”, eu me deitei na cama e olhando pra ele com gotas de suor na testa abri minhas pernas e quando ele foi se aproximando, estiquei os braços pra recebê-lo com desespero. O corpo dele entrou no meu, o calor invadiu todo meu ser e meu corpo reagiu se entregando ao céu numa gozada envolta em gemidos de prazer e compaixão. Meu padrasto continuou entrando e saindo da minha buceta enquanto com uma mão massageava e apertava meu peito, com a boca mordia minha orelha, o que fazia meu corpo tremer, onde a única forma de agradecer por ser digna de dar prazer a ele era com gemidos que não ficavam devendo nada pra uma estrela pornô. Meu padrasto encheu minha buceta com seu love líquido, grosso e quente, a fricção da pele dele contra meu clitóris me fez gozar de novo, apertando minha buceta e fazendo ele gozar ainda mais.
—Você é a melhor puta —meu padrasto fala entre beijos.
Ele ainda está dentro de mim, sentindo as últimas gotas do orgasmo que ele me causou, sentindo os últimos espasmos vaginais. Quando ele se levanta e tira de dentro de mim, minha buceta se contraiu com uma leve dor.
—Preciso ir, você pode ficar o tempo que quiser, pede um táxi e volta pra casa.
—Vai me deixar aqui? —Não conseguia acreditar que ele ia me deixar sozinha, o cara lá embaixo com certeza sabia que ele tinha me trazido pra me usar.
—Claro, e vai se acostumando porque isso vai se repetir várias vezes —sim, ele já tinha me dito, com ele ou com um dos amigos dele —Lembra do que eu te falei, você age normal como se fosse todo dia.
Quando terminou de se vestir, colocou umas notas de $20 pesos na minha mão e com um sorriso saiu do quarto.
Fiquei parada, sem me mexer, e ainda com as pernas abertas deixei a cum do meu dono sair do meu corpo no ritmo dela, enquanto com uma mão acariciava minha buceta delicadamente num ato de consentimento, com a outra não parava de olhar aquelas notas, por que ele me deu? Quando entrei na escola, ele me deu um cartão de débito que eu podia usar como quisesse, sempre tinha dinheiro nele, e ele também sempre mantinha minha conta do UBER cheia.
Parei de analisar esse gesto até sentir que não saía mais sêmen da minha buceta, e o que ficou grudado na minha pele já estava seco, me levantei com uma leve ardência vaginal resultado do tratamento que recebi, me vesti e arrumei o cabelo, peguei minha mochila e antes de abrir a porta, fechei os olhos, e fazendo exercícios de respiração me concentrei pra conseguir sair do quarto de hotel sem medo.
Ao descer no elevador, tive o azar de ele parar no quinto andar, onde subiu o homem com quem meu padrasto falou quando chegamos. Minha bochecha ficou vermelha num segundo, enquanto meus joelhos começaram a tremer. Aquele cara me cumprimentou com um movimento de cabeça e dizendo –Muito boa tarde— e eu respondi do mesmo jeito, e durante o resto do caminho ele só olhou pra porta enquanto eu olhava pros meus dedos que apertavam naquele momento minha mochila, eu sabia muito bem que ele sabia que me usaram num dos quartos dele. Quando chegamos no nosso destino, com um gesto de mão, de forma cavalheiresca ele me indicou que eu podia sair primeiro, e foi o que fiz e enquanto eu me dirigia pra porta principal ele caminhava até a mesa da recepção.
Ao sair do hotel tinha uma fileira de táxis esperando algum cliente e sem pensar duas vezes entrei no primeiro; ao me ver, o motorista se despediu dos colegas e sorrindo subiu no carro e arrancou quando indiquei o endereço onde tinha que me levar. Só lembro vagamente que o chofer me dizia algo sobre como eu sou linda e que se fosse mais novo me chamaria pra sair, e eu respondia com um sorriso e palavras vagas sem dar nenhum tipo de compromisso quando ele estacionou na porta principal da minha área residencial. Peguei as duas notas e as ofereci pra pagar a corrida, e ele me respondeu “mulher bonita não paga” sorrindo e sem graça agradeci o gesto de cavalheirismo, desci do carro e ao fechar a porta ouvi um suspiro do motorista com uma frase “Se eu tivesse idade também alugava ela”.
Fiquei parada uns segundos enquanto o táxi se afastava e os seguranças me esperavam com sorriso no rosto, como um balde de água fria entendi o porquê ele tinha me dado aquelas notas. Sorrindo pro céu como se fosse uma vitória apertei no meu punho aquele par de notas, e sem parar de sorrir, comecei a caminhar pra minha casa. Aquele par de notas de $20 pesos mexicanos ainda guardo bem escondido entre as páginas do livro do Hobbit e de vez em quando tiro elas pra lembrar daquele dia e do seu significado.
0 comentários - Sou a putinha do meu pai