Mãe gostosa do amigo

Era uma sexta-feira qualquer quando meu amigo Lukas me chamou pra ir pro centro da cidade, eu disse que claro que não teria problema já que eu tava sozinho em casa e não tinha nada pra fazer, ele tinha me falado que se eu podia ir na casa dele buscar uma mochila que ele precisava levar pro centro, já que ele tava na casa da namorada e não conseguia pegar a mochila, então eu decidi aceitar buscar e saí da minha casa pra dele. Ele me disse que a irmã ia estar lá, que eu só precisava tocar a campainha e ela ia me entregar a mochila, caminhando até a casa dele já que não era tão longe, a gente morava a umas 6 quadras mais ou menos, tava um calor do caralho mas eu tava quase chegando, chego e toco a campainha como meu amigo falou. Ao tocar não sai ninguém, fico esperando um tempo enquanto continuo tocando a campainha e nada, parece que não tinha ninguém, toco uma última vez e aí sai alguém, mas não era a irmã, era a mãe, Natalia, que me olha e me cumprimenta. -Oi Marco!! Como você tá? Eu fiquei olhando pra ela uns segundos, não é a típica modelo das histórias, baixinha 1,63 mais ou menos, cabelo preto, pele branca, rosto bonito, não é uma beleza mas é bonita, não tinha corpo de ginasta mas tinha algo que me rendeu inúmeras punhetas, as tetas, umas tetas de milf do caralho, eu olhei pra ela, ela não tava vestida de forma provocante nem elegante, só uma camiseta do clube dela e uma calça de moletom, mas ver ela já me dava tesão. -Oi Nati, bem e você como tá? -Bem bem, que bom te ver, o Lukas me falou que você vem buscar uma mochila? -Isso, porque a gente ia pro centro e ele me pediu pra buscar uma mochila -Foi mais ou menos isso que ele me disse, aqui te trago, entra porque senão você vai morrer de calor aí fora. Entro na casa, fecho a porta, e sinto o ar-condicionado batendo no meu corpo, sentia que tava no céu, me sento numa cadeira da sala de jantar pra esperar a mochila. Nati depois de um tempo traz a mochila -Aqui está, não a me encontrei, então procurei por todos os lados
- Haha, obrigado, Nati
- De nada, vai tranquilo, deixa a porta sem chave que eu saio já
- Ok, Nati, tchau
Eu respondo o cumprimento, fico um minuto ali aproveitando o ar e, quando me levanto pra ir embora, vejo no fundo do quarto onde a Natalia estava ela tirando a camisa do time dela pra ficar de peitos de fora, era meu sonho de vida inteira, eram exatamente como eu imaginava, 2 peitões enormes, fico bobão ali olhando até que a Natalia percebe e se assusta, rapidamente cobre os peitos e me diz
- Desculpa, pensei que você já tinha ido, me perdoa
Eu, nervoso, falo
- Me desculpa você, Nati, eu não devia ter olhado
A casa fica em silêncio por um tempo, até que ela se cansa e, de peitos de fora, caminha até mim e abre a porta, eu não podia acreditar, tava sonhando, a pessoa pra quem eu bati tanta punheta, tava de peitos de fora e de moletom me abrindo a porta da casa dela, pra sair é verdade, mas tava. Eu decido sair, mas antes pensei em todas as punhetas e por que não, talvez eu tivesse uma chance, foi uma loucura, é verdade, mas eu tentei. Me aproximo da porta e de propósito fico parado olhando pros peitos da Natalia, e falo
- São enormes, Nati
Ao que ela claramente se irrita, me olha feio e grita
- Mas onde você tá olhando!! Você não percebe que eu sou a mãe do seu amigo!!
Eu já sabia que não tinha nada a perder, que o pior podia acontecer, então fui até o fim
- Eu sei, Nati, mas, você não faz ideia das punhetas que eu bati pra você
Ela fica meio chocada e com raiva, o fato de estar chocada não deixa ela se irritar de vez
- Que... Mas isso é muito errado
- Eu sei, Nati, mas, uns peitos do caralho, não vou negar
Ela suspira e me manda sair antes que alguém veja a gente, que poderiam mal interpretar as coisas, mas eu não ia ficar por isso mesmo, já com a pica no talo, tiro o short e a cueca, mostrando minha pica. Não é uma pica pornográfica nem nada, mas tem 19 cm de comprimento com 6 cm de grossura. Ela fica impactada olhando para mim, até hoje não sei se era porque ela gostou ou pelo fato de um amigo do filho dela estar mostrando a pica pra ela. Ela ficou uns segundos em silêncio e disse:
— Mas... O que você tá fazendo... Marco... Pelo amor de Deus.
Eu pego ela e movo de um lado pro outro devagar, já sabendo que podia ganhar ou perder, e falo:
— É assim que você sempre me deixa, Natalia.
Ela fecha a porta e, pra ser sincero, eu já sabia que ali eu tinha ganhado. Ela fecha a porta e me encara fixamente enquanto lentamente pega a minha cabeça com a mão. Naquele momento, eu não queria acordar do sonho que parecia ser. Ela me olha e diz:
— Você não vai contar nada, né?
Aí eu percebi que não era sonho, então, todo animado, respondo:
— Não, Nati, nunca.
Ela dá um último suspiro e fala:
— Ok, mas não se acostuma.
Ela se abaixa e enfia na boca. Não consigo explicar o que eu sentia, um sonho realizado. Enquanto ela chupa, eu solto um gemido trêmulo, pego o cabelo dela e amarro pra não atrapalhar, e ela continua chupando. Eu olhava pro teto e olhava pra ela pra ver se não tava sonhando e aquilo tava mesmo acontecendo. Enquanto ela continua chupando, eu pego o rabo de cavalo que eu mesmo fiz e enfio um pouco mais da metade da pica na boca dela. Ela começa a tossir e ficar vermelha, eu continuo gemendo de prazer e deixando minha pica ali, até que começo da forma mais safada possível a fazer garganta profunda, o que faz ela ficar vermelha enquanto se engasga. Eu tiro pra ela respirar, e ela respira e me fala:
— Trata com carinho a mãe do seu amigo.
Eu caio na risada e começo a me masturbar pra gozar. Quando gozo, gozo em todos os peitos e na boca dela (se quiserem detalhes que não posso falar aqui ou fotos da Natalia, chama no privado). Se quiserem a Parte 2 +10.

4 comentários - Mãe gostosa do amigo

Não consigo te escrever no privado, não aparece teu perfil, mas eu toparia se você pudesse me mandar umas fotos e mais detalhes, experiência ótima +10
Hola, claro, tienes telegram? si lo tienes pásalo que te escribo por ahí
@Marco3398 @Digaro75