Desvirgine o Filho da Patroa📑304

Desvirgine o Filho da Patroa📑304
vadiaMe chamo Andrea. Tenho 30 anos e limpo a casa da Dona Martina e do Seu Eusébio desde que o filho deles ainda usava uniforme do colégio.
Agora ele acabou de fazer 18. Se chama Lautaro. Filho único. Mimado. Tímido até pra pedir água.

Sempre me olhava. De rabo de olho. Como se eu não percebesse. Eu percebia. Ficava de pau duro quando eu me abaixava pra pegar uma meia. Ficava de pau duro quando eu estendia a roupa no quintal com a blusa colada nas tetas. Ficava de pau duro e ele ia pro banheiro com a cara vermelha.empregadaEu brincava. Não encostava as mãos nele. Ainda. Mas eu flertava demais com ele. Quando perguntava se ele queria que eu trocasse os lençóis, eu o chamava de "senhorzinho" com um sorriso que não era de empregada.

Quando ia buscar a roupa dele pra lavar, ele ficava nervoso. Me entregava o cesto sem me olhar. Uma vez, entre as cuecas, encontrei uma calcinha fio-dental minha. A que tinha "sumido" no tanque. Não falei nada. Deixei de volta na gaveta dele, dobrada, em cima de tudo.

Uma tarde, quando descobri que ele estava me espiando, eu estava trocando o uniforme no quarto de empregada. A porta não estava totalmente fechada.milfVi o olho dele pela fresta. Segurei a respiração, tirei a blusa devagar e virei de costas. Tirei o sutiã. Toquei um peito, como quem se ajeita. Depois virei de frente, as tetas de fora, e olhei direto pra fresta.

O olho sumiu, ouvi passos e a porta do quarto dele fechando lá longe.

Não falei nada. Mesmo que a mãe dele tenha visto.

Dona Martina me perguntou naquela noite se Lautaro tinha me desrespeitado. Falei que não. Que era um menino bom. Seu Eusébio nem ficou sabendo. Tava sempre com os negócios.

Eu sabia que o filho da patroa se tocava pensando em mim. E eu, quando me trancava no meu quarto, também enfiava os dedos imaginando aquele pau tímido, duro, de virgem.

O aniversário foi comemorado num sábado. Bolo. Família. Lautaro soprou as velas me olhando um segundo a mais.

Naquela noite, quando os patrões foram dormir, eu fiquei na cozinha fingindo que secava pratos.

Ele desceu pra pegar um copo d'água. De short. O volume dava pra ver.

— Parabéns, falei, sem gritar. Agora você é todo um homem, Lautaro.

Ele ficou vermelho.

— Valeu, Andrea…

Virei de costas, tirei o avental e deixei as tetas marcando contra a camiseta.

— Se algum dia você quiser parar de me espiar, sussurrei, pra que só ele escutasse.

— aprenda a entrar.
A porta fecha melhor por dentro.

O copo tremeu na mão dele.

Eu sorri contra a pia.

O filho da patroa
eu ainda não tinha comido. Mas era questão de tempo

Naquele domingo os patrões foram pro campo.
Lautaro e eu ficamos sozinhos na casa.

Eu tava na lavanderia arrumando minha roupa. E de novo… faltava uma calcinha. Vermelha. De renda. Sorri. Já sabia onde tava.

Subi pro quarto dele. Abri sem perguntar.

Lautaro tava deitado na cama, nu da cintura pra baixo. Tinha minha calcinha contra o nariz e o pau na mão. Se masturbava com os olhos fechados. Quando me viu, se cobriu num pulo com o lençol, vermelho até o peito.

— Andrea… — Então você é o cara que rouba minhas calcinhas, eu disse, fechando a porta. — Você é um pervertido. Vou contar pra sua mãe. (falei só pra assustar ele). Os olhos dele encheram de água. —Desculpa. Desculpa. Não conta. É que… eu gosto de você. Faz um tempo. Cheguei perto da cama. Baixei um pouco a voz. —Eu também gosto de você. Se você quiser… eu tiro sua virgindade. O ar dele travou. Acenou com a cabeça, nervoso, o lençol ainda apertado contra a barriga. —Me mostra seu pau. Deslizei o lençol pra baixo. O pau deu um pulo. Não era comprido, mas era grosso, escuro e a cabeça, brilhando do que ele já tinha adiantado sozinho. Sorri. —Olha só… Peguei com as duas mãos. Acariciei devagar, da base à ponta, apertando um pouco. Lautaro soltou um gemido que eu nunca tinha escutado dele. Me ajoelhei entre os joelhos dele, olhei nos olhos e coloquei na boca. Chupei. Devagar primeiro. Depois mais fundo. A língua na cabeça, a mão no que não cabia. Ele se agarrou nos lençóis e gemeu, rouco, tímido, gostoso. —Andrea… mãe… tipo… —Cala a boca, eu disse, tirando um segundo, um fio de saliva ligando meu lábio ao pau dele. — Hoje eu não sou sua empregada. Hoje eu vou te fazer homem. E coloquei de novo na boca. Chupei até os quadris dele levantarem sozinhos e ele ter que tapar a boca pra não gritar. O filho da patroa tinha minha calcinha vermelha jogada do lado do travesseiro e o pau grosso inteiro na minha boca. A virgindade ainda ia tirar com a pussy.Relatos eroticosMe levantei, tirei a camiseta, o sutiã, a calça do uniforme e a fio-dental que ainda estava usando, não a vermelha, essa continuava na cama dele.

Fiquei nua na frente dele.

Lautaro tremia. Olhava para as minhas tetas como se os olhos doessem. Depois baixou o olhar para a minha buceta. Um suspiro escapou e tremeu na garganta dele.

Subi em cima. Peguei o pau grosso dele com uma mão e esfreguei na entrada. Estava molhada. Senti deslizar entre os lábios, bater no clitóris, voltar. Lautaro se agarrou nos lençóis, branco e vermelho ao mesmo tempo.

—Devagar, eu disse.desvirginar—Vou descer. Comecei a descer. A cabeça foi entrando na minha buceta passo a passo. Depois o resto. Grossa. Me preencheu aos poucos, até deslizar inteira e sentar no fundo.

Os dois soltamos um gemido longo.

Eu, porque fazia tempo que não me metiam assim, tão dura e tão assustada.

Ele, porque tinha acabado de entrar numa mulher de verdade.

Peguei as mãos dele e coloquei nos meus peitos.

—Toca. Não tenha medo.

Obedeceu. Desajeitado. Quente. Apertou meus peitos enquanto eu me movia devagar, subindo um pouco e descendo de novo, deixando ele sentir como a buceta se fechava ao redor. Os olhos dele ficaram úmidos.

Peguei a nuca dele e aproximei um mamilo da boca.

—Chupa.

Ele colocou na boca. Chupou com fome de garoto grande. Eu cavalguei mais gostoso, os peitos na cara dele, as mãos dele aprendendo o peso. A cama do Lautaro, a do filho mimado, rangia.

—Andrea… não vou aguentar… não vou chegar…

—Dentro, eu disse, sem descer.

—É sua primeira vez. Goza dentro.

Ele tensionou todo o corpo. Cravou os dedos na minha cintura, soltou o mamilo e ejaculou. Senti em pulsos, quente, enchendo minha buceta. Gemeu contra meu peito, quase um choro. Eu fiquei sentada sobre ele, com o pau ainda dentro, latejando, e acariciei o cabelo dele.

O filho da patroa não era mais virgem. E eu, a empregada, tinha o sêmen do Lautaro escorrendo entre as coxas.

—Parabéns, eu disse, ainda sentada sobre ele.

—Você não é mais virgem.

Dei um beijo carinhoso nos lábios dele. O primeiro. Curto. Depois me levantei e limpei a buceta com o próprio lençol dele. O sêmen escorria pela minha coxa. Lautaro não tirava os olhos de mim. Estava com o pau duro de novo, grosso, brilhante.relatos quentes— Parece que você ainda quer mais.

Eu peguei nele. Ele engoliu seco.

—De novo… por favor.

Deitei de novo e abri as pernas.

—Mete em mim. E me come como você quiser.

Ele tirou a camiseta. Peito lisinho, sem pelo, de filho mimado. Se ajeitou entre minhas coxas. Peguei a rola dele e ajudei a entrar. Dessa vez deslizou fácil. Começou a me meter com força. Foi pras minhas tetas e chupou elas enquanto me comia. Eu gemia como uma puta, as unhas nas costas dele, as pernas abertas na cama dele.

Ele me dava sem parar. Acelerou o ritmo cedo demais. Eu parei ele, uma mão no peito.

—Para. Se continuar assim você vai gozar de novo.

Afastei ele com cuidado. Empurrei a cabeça dele pra baixo.

—Agora chupa minha buceta.

Ele fez todo desajeitado. Muita língua. Pouca pontaria. Mesmo assim me fez gemer. Peguei o cabelo dele e ajeitei a boca onde tinha que ficar.

—Aí… isso. Chupa.

Quando tive que morder o lábio, deitei ele de costas e montei em cima de novo. Eu mesma coloquei. Cavalguei ele olhando nos olhos. Lautaro apertava minha cintura, vermelho, gostoso, quase gozando.relatos porno—Andrea…

Saí. Me ajoelhei ao lado, peguei o pau dele e bati uma punheta rápida, mirando pras minhas tetas. Ele gozou em jatos. Quente. Nas tetas, no vão, num mamilo. Chupei a ponta pra limpar e acariciei as bolas dele.

—Bom trabalho. Lautaro

Me vesti devagar. O uniforme de novo. A empregada de novo. Lautaro me olhava da cama, pelado, todo acabado.

—Podemos repetir?

Arrumei o cabelo e sorri pra ele da porta.

—Quando você quiser.

Desci pro tanque com a calcinha vermelha na mão.

Dona Martina e Seu Eusébio ainda não tinham voltado do campo.

E o filho da patroa já sabia onde bater quando ficasse de pau duro.

Naquela mesma tarde Lautaro desceu pro quarto de empregada.
Trazia as calcinhas na mão, como uma desculpa idiota e doce.

Eu saía do chuveiro. Só com uma toalha enrolada. O cabelo molhado. Vi ele e sorri.

—Vim te devolver… essas.

—Valeu. Agora você não precisa mais levar escondido.
Se quiser, pode tirar elas enquanto eu tô usando.

Deixei a toalha cair.

Lautaro ficou me olhando. As tetas. A buceta. A água ainda escorrendo pela minha barriga. Ele ficou de pau duro na hora, contra a calça. Beijei ele e ajudei a se despir. Abaixei o zíper. Tirei o boxer. O pau grosso bateu na minha palma, quente.

Me ajoelhei e chupei ele. Ele se apoiou no batente da porta e gemeu, já não tão tímido. Mamei até deixar ele brilhando.

Depois subi na minha cama, estreita, de empregada, e fiquei de quatro. Abri as nádegas com as duas mãos.

—Mete.

Ele meteu na buceta. De um empurrão. Começou a me dar forte, os quadris batendo contra meu cu. Eu gemia contra o travesseiro.

—Não seja tímido agora. Me dá uns tapas.

Ele obedeceu. A mão tremia na primeira vez. Na segunda já não. Me deu uns tapas. O golpe me arrancou um gemido mais alto. Senti ele ficar ainda mais duro dentro.

Ajeitei ele na cama e montei. Peguei o pau dele, coloquei na minha buceta e cavalguei. Peguei a cabeça dele e fiz ele chupar meus peitos, um e outro, o cabelo ainda molhado colado na cara. Lautaro mamava e gemia comigo por cima.jovem e maduraDepois deixei ele subir em cima de mim. Ele abriu minhas pernas e enfiou. Me deu forte, desesperado. A cama batia na parede. Eu apertava ele com as pernas.

Gozou dentro, com um gemido longo, e ficou dormindo em cima de mim. O peso de um homem de 18, a respiração dele no meu pescoço. O pau amolecendo entre minhas coxas.

Acariciei ele com carinho, o cabelo, as costas lisas.

Em cima, a casa da Dona Martina continuava em silêncio.

Embaixo, no meu quarto,
o filho da patroa
dormia pelado sobre a empregada
que tinha tirado a virgindade dele.

Assim passou uma semana.
A gente transava escondido quando dava. Eu entrava no quarto dele na hora da sesta, se a Dona Martina saísse. Ele, de noite, descia pro meu quarto na ponta dos pés. A gente transava rápido. Ou devagar. Às vezes só chupava ele e deixava ele ir embora com as pernas bambas.

Uma noite não aguentei. Queria o pau dele na minha buceta. Subi. Lautaro estava na cama com o celular. Tirei a roupa na frente dele e entrei debaixo dos lençóis.

Fiz ele chupar meus peitos. Depois a buceta. Peguei o cabelo dele e deixei ele ali me lambendo e chupando até minhas coxas tremerem.

Depois chupei ele, o pau grosso, quente, até deixar ele no limite. Deixei ele subir em cima. Enfiou na minha buceta, me meteu com força enquanto a gente gemia. Depois me pegou de quatro, fundo e rápido, me fez gemer contra o travesseiro dele. Ele batia na minha bunda sozinho. Já não precisava pedir, deixava minhas nádegas vermelhas.vadia  milfMontei. Acomodei o pau dele dentro da minha buceta e cavalguei com intensidade. Ele agarrava meus peitos. Eu olhei pra cara dele, perdida, e soltei:

— Amanhã eu vou deixar você meter no meu cu.

A excitação me dominou. Gritei. Alto. Alto demais.Desvirgine o Filho da Patroa📑304A porta se abriu.

Dona Martina.

Ela ficou branca. Depois vermelha. Lautaro se cobriu com o lençol. Eu não consegui me cobrir.

— Sua puta!, ela gritou pra mim.

— Sua ingrata! Na minha casa. Com meu filho. Nua na cama dele!

Ela me disse de tudo. Ladra. Lixo. Que tinha me dado comida. Que se eu quisesse um homem, podia procurar na rua, não no quarto do filho dela. Seu Eusébio nem se levantou. Só se ouviu um "Martina, o que aconteceu" que ela não respondeu.

— Amanhã bem cedo você vai embora. Deixa a chave. E não volta mais.

Lautaro não sabia o que dizer. Estava com a boca aberta e os olhos úmidos. A mãe dele o empurrou pro banheiro.

— Você também. Se cobre. Depois a gente conversa.

Eu juntei a roupa do chão. Me vesti com as mãos tremendo. No corredor, Lautaro me alcançou por um segundo.

— Você tem meu número, ele disse.

— Mesmo que você vá embora… a gente pode continuar se vendo.

Assenti. Não o beijei. Não precisava.

Desci pro meu quarto. Fiz a mala. As calcinhas, dessa vez, levei todas.

Ao amanhecer deixei a chave em cima da pia da cozinha.

Dona Martina não saiu pra se despedir.
Lautaro também não.

Mas o celular vibrou na rua, quando eu já tinha virado a esquina:

Me avisa onde você está.

Sorri, cansada, com o corpo ainda sensível.

Eu tinha tirado a virgindade do filho da patroa e ela tinha me expulsado por transar com ele.

E mesmo assim, a história
não tinha acabado
naquela casa.

Eu sabia que ia continuar transando com ele.vadia

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3 comentários - Desvirgine o Filho da Patroa📑304

Muy bueno. Mi madre trabajaba en la casa de una señora que tenia 3 hijos varones.