A gostosa da mãe

Ouça a gente no spotify: https://open.spotify.com/show/384kdLhggl4LAoK1sGyYWLCom cinquenta e cinco bem vividos, Mar continuava sendo aquela mulher que exalava uma sensualidade madura e serena. Amiga da minha mãe há muitos anos, sempre elegante, casada com um homem que já nem olhava pra ela, e com um corpo que o tempo parecia ter tratado com generosidade: peito farto, cintura suave e um quadril largo com uma bunda redonda e firme.

Naquela tarde de sábado, entrei sem planejar na franquia do shopping. Vi ela lá no fundo, de costas. Vestia umas calças pretas brilhantes que colavam como segunda pele, marcando cada curva. Meu coração deu um pulo. Mar tinha sido meu crush secreto de adolescente. Muitas noites eu tinha fantasiado com ela.

Fiquei em dúvida por um bom tempo. Será que eu chego? Será que finjo que não vi? Era a melhor amiga da minha mãe. Isso não estava certo. Alguém podia nos ver. Mas ela se virou e me viu.

— Dani… — disse com surpresa e um sorriso lento —. Que coincidência tão agradável.

Ela se aproximou e me deu dois beijos. Os lábios dela roçaram minha bochecha mais tempo do que o necessário. O perfume dela me trouxe lembranças de uma vez só.

— Oi, Mar — respondi, nervoso —. Você tá sozinha?

— Tô… Sua mãe tinha médico e meu marido nunca tem tempo. — Suspirou —. Tô péssima escolhendo roupa sozinha. Tenho medo de parecer ridícula na minha idade.

Olhei ao redor. Tinha gente na loja. Minhas mãos estavam suando.

— Não sei se é uma boa ideia… — falei baixinho —. Não quero que nos vejam juntos e pensem algo estranho. Você é amiga da minha mãe.

Mar também olhou pros lados, claramente desconfortável.

— Você tem razão, amor. Talvez não seja adequado… Mas com você eu me sinto à vontade. Você não me julga. Você me ajuda? Só um pouquinho, eu prometo.

Fiquei em dúvida por mais alguns segundos. O pulso batia forte nas têmporas. Finalmente aceitei, com a voz trêmula:

— Tá bom… mas rápido. Não quero que ninguém nos veja.

— Obrigada, Dani — sussurrou, e a mão dela roçou meu braço por um segundo.

Eu a segui até os provadores, andando atrás dela, tentando não olhar demais pra como a bunda dela marcava naquela calça. calças brilhantes. Lembrei de todas as vezes que tinha ido na casa dela quando era adolescente ou quando ela vinha na nossa.
—Me espera aqui fora —disse, apontando pro sofá perto dos espelhos.
Ela saiu com a primeira combinação: blusa vinho justa e as calças pretas brilhantes. Se olhou no espelho, girando devagar, passando as mãos pelos quadris.
—O que você acha? —perguntou insegura—. Não está apertado demais?
—Ficou ótima em você, Mar… —respondi, engolindo seco.
Ela foi ganhando confiança a cada saída. Experimentou uma saia lápis preta e uma blusa mais decotada. Cada vez se aproximava mais, se inclinava um pouco, e os olhares se prolongavam. Tinha nervosismo, dúvidas e silêncios carregados. No final, se despediu visivelmente abalada.
Saí da loja com as mãos tremendo.
Três dias depois, quarta à tarde:
Mar: Oi Dani… você tá livre? Preciso de outra opinião pra um evento importante. Você poderia me acompanhar de novo na loja umas 18:30? Me dá vergonha te pedir isso de novo.
Eu: Oi Mar. Posso ir.
Mar: Obrigada. Sábado você me deixou muito pensativa. Não sabia se te escrevia… tava em dúvida.
Eu: Eu também fiquei em dúvida se respondia. Não sei se isso tá certo.
Mar: Exato… eu penso o mesmo. Você é filho da minha melhor amiga. Mas conversar com você me faz sentir bem. A gente se vê então?
A conversa se estendeu por mais de uma hora e meia. Mar começou tímida, mas aos poucos foi ganhando confiança.
Mar: Lembra quando você ia na minha casa com sua mãe? Você tinha 16 ou 17 anos. Sentava na sala e eu notava que você me olhava quando eu levantava do sofá.
Eu: Sim… lembro perfeitamente. Tentava disfarçar, mas era difícil.
Mar: Eu notava. No começo pensava "é um moleque, não significa nada". Mas depois comecei a reparar mais. Quando eu vinha na sua casa e te dava dois beijos… notava como você ficava nervoso. Era verdade?
Eu: Totalmente. Seu perfume, o jeito que você sentava cruzando as pernas… Muitas vezes eu ficava no meu quarto depois de que você fosse embora, pensando em você.
Mar: Deus, Dani… se eu soubesse naquela época. Eu teria morrido de vergonha… e de algo mais. Eu também tinha meus momentos. Às vezes, quando voltava pra casa depois de estar com sua mãe, lembrava de como você olhava pro meu decote ou pras minhas pernas. Eu me sentia lisonjeada e culpada. Uma mulher de quase cinquenta fantasiando com o filho adolescente da amiga… Eu dizia pra mim mesma que era impossível, que eu era louca.
Eu: Você não era louca. Eu fantasiava muito com você. Quando você vinha em casa no verão e usava aqueles vestidos leves… ou aquelas calças justas. Eu mal conseguia me concentrar.
Mar: Para… você tá me deixando nervosa de novo. Mas eu gosto. Faz anos que ninguém me faz sentir assim. Meu marido nem me olha. Já você… continua me olhando igual a antes, mas agora é um homem.
Eu: E você continua sendo incrível, Mar. No sábado, quando você experimentava as roupas e se virava… foi como voltar a ter 17 anos, mas sem precisar disfarçar tanto.
Mar: Eu também senti isso. Hesitei muito antes de te escrever. Tinha medo de estar cruzando uma linha. Mas não consigo parar de pensar em como você me olhava no provador… e em todos aqueles olhares de anos atrás. Você acha que isso é errado?
Eu: Não sei. Mas também não quero parar de falar com você.
Mar: Eu também não… Embora eu saiba que deveria. A gente se vê daqui a pouco. Dessa vez me promete que vai me olhar sem disfarçar. Quero sentir isso de verdade.
Cheguei na loja às 18:30. Mar me esperava lá fora, nervosa, mas com um olhar mais decidido do que no sábado. Entramos na área dos provadores.
Dessa vez, assim que ela fechou a cortina atrás da gente, todo o peso dos anos, das lembranças e das mensagens caiu sobre nós.
— Faz dias que eu fico lembrando de quando você era um adolescente que me olhava escondido… — ela sussurrou, se aproximando devagar —. E agora você tá aqui, me olhando do mesmo jeito… mas já não é mais um menino.
Cheguei na loja às 18:30. Mar me esperava lá fora, vestida com uma blusa elegante e umas calças escuras que já me deixavam nervoso. Tinha as bochechas levemente coradas e evitava me olhar muito nos olhos no começo.
—Oi, Dani… — sussurrou, quase sem voz.
—Oi, Mar.
Entramos rápido na área dos provadores. Dessa vez ela fechou a cortina com mais decisão, mas as mãos tremiam levemente. Ficamos de pé, bem próximos um do outro. O espaço pequeno cheirava ao perfume dela misturado com o nervosismo dos dois.
—Faz dias que fico lembrando de quando você era um adolescente que me olhava escondido… — sussurrou, se aproximando devagar—. Quando você vinha na minha casa e ficava olhando como eu me mexia na sala… ou quando eu ia na sua e você ficava vermelho toda vez que te dava dois beijos.
As palavras dela me acertaram em cheio. Dei o último passo e a puxei pra mim com cuidado, quase com medo. Nossos corpos se roçaram. Mar levantou o rosto e nos olhamos nos olhos por vários segundos eternos. Os dois respirávamos ofegantes, com o peito subindo e descendo rápido.
Então eu a beijei.
Primeiro foi suave, quase tateando. Os lábios dela eram quentes, macios e tremiam levemente contra os meus. Mas a paixão contida por anos explodiu de uma vez. Mar soltou um gemido baixinho e entreabriu a boca, deixando minha língua entrar. O beijo ficou mais profundo, mais faminto. As mãos dela subiram pelo meu peito e se agarraram na minha camiseta com força, enquanto as minhas desciam pela cintura dela até pousar nas ancas largas.
Respirávamos entrecortado pelo nariz, sem querer nos separar. Dava pra sentir o peito generoso dela se apertando contra mim a cada inspiração rápida. Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ela também sentia. Mar me beijava com uma mistura de experiência e desespero, como se tivesse segurando isso por tempo demais.
—Meu Deus, Dani… — ofegou contra meus lábios, se afastando só um centímetro. A respiração quente dela roçava minha boca—. Você era só um moleque… e eu já fantasiava com isso. Me sentia tão culpada…
Nos beijamos de novo, dessa vez com mais urgência. Minha mão subiu pelas costas dela e eu a apertei mais contra mim. A outra desceu um pouco mais, roçando a curva da bunda dela por cima do tecido. Ela tremeu e soltou um suspiro entrecortado, colando o quadril no meu. Senti minha pica endurecer contra o corpo dela, e ela também sentiu, porque soltou um gemidinho abafado e mexeu levemente a pelve.
As lembranças se misturavam com o momento: eu com 16 anos me escondendo pra olhar ela, ela notando meus olhares e se sentindo desejada em segredo, os dois fingindo que nada acontecia por anos. Agora tudo isso vinha à tona de uma vez em forma de beijos molhados, mãos ansiosas e respirações ofegantes.
Meus dedos se infiltraram por baixo da barra da blusa dela, tocando a pele macia e quente da cintura. Mar arqueou as costas e me beijou com mais força, mordendo de leve meu lábio inferior. A respiração dela ficava cada vez mais pesada, quase entrecortada. Eu estava completamente perdido nela.
De repente, Mar colocou uma mão no meu peito e me afastou com suavidade, embora custasse. Ela estava com os lábios inchados, os olhos brilhando e respirando de boca aberta.
— Espera… Dani, espera… — sussurrou, com a voz rouca e trêmula —. Não aqui. Não é o lugar. Pode entrar alguém… a vendedora, qualquer cliente… A gente não pode.
Eu também estava agitado, com a pica dura e o pulso descontrolado. Apoiei minha testa na dela, tentando recuperar o fôlego. Nossas respirações continuavam se misturando.
— Você tem razão… — admiti, embora meu corpo inteiro protestasse —. Porra, Mar… eu quero isso há anos.
Ela sorriu com nervosismo e desejo contido, acariciando minha bochecha com uma mão trêmula.
— Eu também… mais do que você imagina. Mas não aqui. Não assim. — Ela me beijou de novo, dessa vez mais curto e suave, quase como uma promessa —. A gente precisa de um lugar onde ninguém possa nos interromper. Onde a gente possa… ter nosso tempo.
Ela se afastou um pouco, ajeitando a blusa com as mãos atrapalhadas. Estava com as bochechas vermelhas e o olhar perdido. Eu fiquei ali, Apoiado contra a parede do provador, tentando me acalmar.
Saímos da loja minutos depois, caminhando lado a lado sem nos tocarmos, mas com a tensão vibrando entre nós. Antes de nos despedirmos na rua, Mar me olhou com intensidade.
— Isso não terminou aqui, Dani — sussurrou —. Agora já sabemos o que sentimos os dois.
Passaram-se dois dias desde a do provador. Dois dias de mensagens curtas, mas cheias de fogo. Na quinta à tarde recebi a mensagem dela:
Mar: Dani… sei que seus pais não estão. Tô indo pra aí.
Às seis e meia a campainha tocou. Abri a porta e fiquei sem fôlego.
Mar tinha vindo disposta a tudo. Minissaia preta justa, bem curta, que mal cobria a metade das coxas maduras e firmes dela. Blusa de seda creme com vários botões desabotoados, deixando um decote profundo que mostrava a renda preta do sutiã e a curva generosa das tetas dela. Lábios pintados de vermelho intenso. Salto alto. Cabelo solto e aquele perfume que me enlouquecia desde os 16 anos.
— Mar… porra — foi a única coisa que consegui dizer.
Ela entrou sem dizer nada, fechou a porta e me olhou com os olhos brilhando de nervosismo e desejo.
— Não quero mais esperar — sussurrou com a voz trêmula —. Faz anos que eu fantasio com isso. Desde que você era um adolescente que me olhava escondido… até agora.
Não precisou de mais nada. Empurrei ela contra a parede do hall e beijei com violência contida. Mar soltou um gemido rouco e respondeu com a mesma fome. Nossas bocas se devoraram, línguas entrelaçadas, respirações ofegantes. As mãos dela agarraram meu cabelo com força enquanto as minhas desciam direto pra bunda dela, levantando a minissaia e apertando aquelas nádegas de milf, firmes, que eu desejava há anos.
— Dani… finalmente — ela ofegou contra minha boca, mordendo meu lábio inferior.
Levantei ela no colo e levei até o sofá da sala, o mesmo onde eu tinha olhado pra ela tantas vezes quando adolescente. Joguei ela nele e fiquei por cima. Abri a blusa dela com um puxão, fazendo saltar alguns botões. Seus peitos grandes transbordaram do sutiã. Tirei eles pra fora e comecei a chupar com desespero, mordendo os bicos durinhos enquanto ela arqueava as costas e gemia alto.
— Assim… chupa forte — ela suplicou, agarrando minha cabeça contra o peito dela —. Faz anos que eu quero que um homem me toque desse jeito.
Subi a minissaia dela até a cintura. Ela não tava de meia. Só uma calcinha fio dental preta minúscula que já tava encharcada. Arranquei ela de uma puxada e enfiei dois dedos na buceta dela, que tava inchada e escorrendo. Mar gritou de prazer e abriu mais as pernas.
— Me fode, Dani… — ela implorou com a voz embargada —. Não tem dó não. Quero sentir todos esses anos de espera.
Abaixei minha calça com pressa. Minha pica tava duríssima, pulsando. Passei ela na buceta dela várias vezes, provocando, e depois enfiei de uma vez seca até o fundo.
— Aaaahhh!! — Mar gritou, cravando as unhas nas minhas costas —. Que pica grande, porra!
Comecei a foder ela com força selvagem, sem controle. O sofá rangia a cada estocada. Os peitos dela quicavam na minha cara enquanto eu socava. O som molhado da minha pica entrando e saindo da buceta molhada dela enchia a casa toda.
Mar tava solta. Me arranhava as costas, me mordia o pescoço, jogava a bunda pra cima pra encontrar cada golpe.
— Mais forte… me arrebenta! — ela gritava —. Todos esses anos fingindo que eu não te queria… agora quero que você me foda como a puta que eu sou!
Coloquei ela de quatro no sofá, subi a minissaia dela de vez e penetrei por trás segurando o cabelo dela. A bunda madura dela quicava em mim a cada estocada brutal. Dei tapas na bunda dela enquanto socava.
— Deus… sim… assim — ela gemia, quase sem voz —. Tô gozando… tô gozando!
A buceta dela apertou minha pica com espasmos fortes. Ela gozou gritando meu nome, tremendo inteira. Eu não aguentei mais. Tirei, virei ela e gozei nos peitos e na cara, jorros grossos de porra que mancharam os lábios vermelhos e o decote dela.
Mar, ofegante, se lambuzou com os dedos e levou meu gozo à boca, engolindo enquanto me olhava com olhos de puta satisfeita e viciada.

0 comentários - A gostosa da mãe