A mãe gostosa do meu melhor amigo

Ouça a gente no Spotify: https://open.spotify.com/show/384kdLhggl4LAoK1sGyYWLErick tinha 20 anos e era amigo do David desde o colégio. Naquele verão, os pais dele viajaram e ele ficou vários dias na casa do amigo. A casa era grande, confortável e sempre cheirava a comida caseira. Mas o que realmente fazia a diferença era a Elena, a mãe do David.
Elena tinha 45 anos e um corpo que parecia feito pra enlouquecer qualquer homem. Umas tetas enormes e pesadas, facilmente 95D ou mais, que balançavam com um peso natural por baixo de qualquer blusa ou camisola. Quadris largos, uma bunda grande, macia e redonda que rebolava ao caminhar, e pernas grossas mas bem torneadas. A pele era morena clara, lisa, com aquela maturidade que a deixava ainda mais gostosa. Cabelo escuro com uns fios grisalhos elegantes, lábios carnudos e um sorriso que podia ser maternal ou perigosamente sedutor.
O David dormia como uma pedra depois dos treinos. Na primeira noite, o Marcos desceu pra cozinha perto da meia-noite procurando água. A Elena estava lá, com um roupão de seda fina cor de vinho que mal chegava no meio da coxa. O tecido colava nas curvas dela, marcando claramente as tetas pesadas e os mamilos escuros e grandes. O decote deixava à mostra o vale profundo entre os peitos.
— Oi, Marcos. Não consegue dormir? — perguntou com uma voz suave e quente, servindo um copo de água pra ele.
Ficaram conversando besteira por um tempo. A Elena se inclinou sobre a bancada e o roupão abriu um pouco mais. O Marcos não conseguiu evitar olhar. Ela percebeu e sorriu de leve, mas não disse nada.
No dia seguinte, enquanto o David tava na academia, a Elena pediu ajuda pra ele mover uns móveis pesados na sala. Ela vestia uns shorts curtos de ginástica e uma camiseta velha. Ao se abaixar, o short se enfiou entre as nádegas milf, marcando perfeitamente a bunda grande e macia. O Marcos sentiu o pau endurecer na hora. Quando ela se virou, as tetas pesadas quicaram por baixo da camiseta.
— Obrigada, querido — disse ela, roçando o braço dele "sem querer".
Naquela tarde, depois de tomar banho, o Marcos saiu do banheiro com apenas uma toalha em volta da cintura. Elena o esperava no corredor.
—Vem um instante no meu quarto. Quero te mostrar uma coisa.
Ela o levou pra dentro e trancou a porta. Sem dizer muita coisa, abriu o roupão e deixou cair no chão. Ficou completamente nua. As tetas enormes e pesadas pendiam com um peso natural, mamilos escuros, grandes e já durinhos. A buceta tinha um triângulo de pelos escuros bem cuidado, mas cheio. A raba parecia ainda mais impressionante de perto.
—Faz dias que eu tô reparando como você me olha, Marcos — sussurrou se aproximando. — Tá gostando do que vê?
Ela não esperou resposta. Caiu de joelhos, tirou a toalha dele e pegou o pau jovem e duro com as duas mãos. Lambeu das bolas até a ponta, devagar, saboreando. Depois enfiou quase inteiro na boca, chupando com experiência, babando pra caralho. As tetas pesadas roçavam nas coxas do Marcos.
—Elena... isso tá errado... você é a mãe do David... — ele gemeu, mas não fez nada pra afastá-la.
Ela tirou o pau da boca com um som molhado.
—Shhh. Só aproveita. É o nosso segredo. Meu marido quase não me toca mais. Eu preciso disso.
Ela subiu na cama, abriu as pernas e guiou ele pra dentro da buceta madura, carnuda e extremamente molhada. Marcos entrou devagar, sentindo o calor apertado. Elena gemeu e começou a mexer o quadril. As tetas pesadas quicavam a cada estocada. O som molhado de carne batendo em carne enchia o quarto. Marcos não aguentou muito e gozou dentro dela com força, enchendo ela de leite jovem.
Os dias seguintes foram um turbilhão. Toda vez que o David saía de casa, Elena procurava o Marcos. Eles fodiam na cozinha contra a bancada (Elena com as tetas esmagadas na superfície enquanto ele comia ela por trás), na sala em cima do sofá, e principalmente na cama de casal, onde o cheiro de sexo ficava impregnado.
Elena ensinou ele a chupar a buceta dela. Sentava ele entre as coxas maduras e grossas e guiava a cabeça dele. Marcos lambia os pelos escuros, separava Os lábios carnudos e chupava o clitóris inchado até ela gozar na cara dele, esguichando sucos quentes e abundantes. Numa tarde quente, depois de uma transa intensa, Elena o deitou de bruços na cama dela.
— Hoje vou te ensinar uma coisa nova, amor. Uma coisa que você vai gostar muito.
Ela afastou as nádegas dele com as mãos suaves, mas firmes. Marcos ficou tenso.
— Elena... o que você vai fazer?
— Relaxa. É novo pra você, né? Confia em mim.
Ele sentiu o hálito quente dela sobre o cu. Depois a língua molhada e experiente lambendo em círculos lentos ao redor do buraquinho virgem. A sensação foi estranha, intensa, proibida. Marcos gemeu alto contra o travesseiro. Enquanto a língua lambia e tentava penetrar suavemente, a mão de Elena o masturbava com movimentos perfeitos, apertando bem na cabeça.
A combinação foi devastadora. O prazer percorria o corpo inteiro dele. Nunca tinha sentido algo assim. Gozou brutalmente nos lençóis, jorros grossos e longos, tremendo inteiro enquanto Elena continuava comendo o cu dele e masturbando sem piedade.
— Que gostoso você é... — sussurrou ela, ainda lambendo —. Adoro te desvirginar por todos os lados.
Desde aquele dia Marcos ficou viciado. Pedia pra Elena comer o cu dele enquanto o masturbava. Ela fazia com prazer evidente, os peitos pesados esmagados contra as pernas dele, língua trabalhando com dedicação. Também começou a foder ele com os dedos enquanto o chupava.
Elena ficou cada vez mais ousada. Uma noite, enquanto David e o pai dele saíram pra jantar, ela o levou pra sala. Tirou a roupa dele completamente e o montou no sofá. Os peitos pesados batiam contra o peito de Marcos enquanto ela cavalgava. Depois o colocou de quatro e usou uma cinta grossa que tirou de uma gaveta escondida. Fodeu o cu dele devagar no começo, depois mais forte, enquanto masturbava a pica dele. Marcos gozou duas vezes seguidas, gemendo como um animal.
A culpa consumia ele quando via David ou o pai dele, mas o desejo era mais forte. forte. Elena tinha se tornado seu vício: seu corpo maduro, suas tetas enormes, sua buceta carnuda e aquela boca e língua que tinham aberto um mundo completamente novo pra ele.
Uma noite, depois de uma sessão especialmente intensa em que Elena tinha comido o cu dele por quase vinte minutos enquanto o punhetava até deixá-lo seco, Marcos, ainda ofegante e com o cu pulsando, olhou pra ela com olhos vidrados e perguntou com voz trêmula:
— Elena… você já… me fodeu de verdade com o strap-on… mais forte… como se eu fosse sua putinha?
Elena sorriu com uma mistura de surpresa e tesão puro, as tetas pesadas subindo e descendo enquanto respirava agitada.
A resposta ficou suspensa no ar quando ouviram a chave na porta da entrada.

1 comentários - A mãe gostosa do meu melhor amigo

Qué rico relato a mí me encantaría que mi madre dominara a mis amigos jeje