Eu passava meses me sentindo vazia desde que meu marido morreu. Trinta e oito anos, viúva, com um filho adolescente que não entendia por que o pai não estava mais aqui. Minha vida tinha virado só trabalho, casa e a preocupação constante com meu moleque. Naquela tarde eu vi. Quatro caras cercando ele perto do parque. Eram maiores, fortões, com aquela arrogância idiota de valentão que acha que o mundo deve algo a eles. Meu filho parecia um coelho encurralado. — Ei! Deixa ele em paz, seus filhos da puta! — gritei me aproximando, com as tetas quicando debaixo da blusa e a saia curta balançando. Eles se viraram. Quatro pares de olhos me percorreram do salto alto até o cabelo. Senti os olhares deles como mãos lambendo meu corpo. — Olha só, a puta da sua mãe veio te salvar — soltou o alto, com um sorriso de bosta. — Com certeza tá atrás de uma rola, o marido já morreu e não tá mais dando pra ela — completou outro, moreno e com os braços tatuados. Os insultos me atingiram, mas... porra, alguma coisa estranha aconteceu. Meu coração acelerou, não de medo, mas de... tesão? Senti um calor subindo pelas minhas coxas, uma umidade entre as pernas. Era degradante, nojento, mas meu corpo traiçoeiro respondeu à humilhação. — Ela é bem gostosa pra ser mãe solteira — disse o terceiro, se aproximando —. Aposto que tá tão desesperada que abre as pernas pra qualquer um.
Quis dizer algo, defender minha dignidade, mas minha boca secou. Minha mente se nublou com imagens sujas. Que porra tava acontecendo comigo? —Vamos verificar isso —murmurou o quarto, o de aparência mais bruta. Antes que eu pudesse reagir, a mão dele deslizou por baixo da minha saia. Senti os dedos dele tocando minha calcinha, afastando o tecido molhado, roçando meu clitóris. Era brusco, dominador, público. A gente tava na rua, gente passando ao longe, e esse filho da puta tava me tocando a buceta como se fosse dele. —Tá toda melada, vagabunda —rosnou no meu ouvido—. Cê gosta de ser tratada como lixo, né? Minhas pernas tremeram. Tentei empurrá-lo, mas meu corpo traiçoeiro se arqueou contra a mão dele. Os dedos dele esfregaram com força, circulares, brutais. Senti o orgasmo subir com uma rapidez vergonhosa. —Não... espera... —gemi, mas era inútil. Gozei que nem uma vagabunda na calçada. Meu corpo se convulsionou, meus fluidos molharam a mão dele, um gemido escapou da minha garganta sem controle. A vergonha devia ter me consumido, mas eu só queria mais. —Levem ela —ordenou o alto. Não lembro como chegamos na minha casa. Tudo foi borrado, minha mente nublada pela excitação e pela vergonha. A próxima coisa que eu soube foi que tava na minha sala, ajoelhada no meu próprio tapete, com quatro paus duros na frente da minha cara. Meu filho tava ali, sentado na cadeira, amordaçado, com os olhos arregalados de horror. —Olha, mãe —disse o moreno, agarrando meu cabelo e me forçando a olhar pro meu filho—. Ele vai ver como a mãe vagabunda dele vira a nossa putinha pessoal. —Por favor, não na frente dele... —supliquei, embora minha voz saísse rouca, excitada. —Cala a boca e abre a boca, rabuda. Me forçaram a chupar um por um. Quatro paus diferentes, sabores distintos, porra salgada inundando meu paladar. Eu me engasgava, cuspiam em mim, me chamavam de vagabunda, rabuda, mãe gostosa, viúva barata. E eu gemia que nem uma puta no cio.
O primeiro me pegou por trás, cravando na minha buceta encharcada sem piedade. Me esticava, me preenchia, me comia com força brutal enquanto outro me agarrava a cabeça e enfiava o pau dele até a garganta. — Olha pra sua mãe, filho da puta — gritavam pro meu filho. — Olha como a puta tá gostando! E era verdade. Eu tava sendo humilhada, violentada, exposta diante do meu próprio filho... e nunca tinha ficado tão excitada. Minha buceta escorria, meus peitos quicavam a cada estocada, eu gemia como uma atriz pornô profissional. — Mais forte, filhos da puta... — gritei entre gemidos —. Comam essa viúva safada... me dêem todo o leite de vocês... Me comeram de todos os lados. Dupla penetração, pau na boca, mãos nos meus peitos, dedos no meu cu. Eu era uma montanha de carne suada, usada como um simples buraco pro prazer deles. — Vou gozar nessa gostosa! — gritou um. — Na cara dela, que o filho dela veja! — ordenou outro. Me ajoelharam na frente deles. Quatro paus se masturbaram sobre o meu rosto. Me cobriram de porra, jatos quentes espirrando na minha cara, no meu cabelo, nos meus peitos. Era uma bagunça branca e pegajosa, e eu abria a boca como uma puta agradecida, engolindo o que dava.
—puta de merda... —ofegavam, esfregando os paus na minha cara coberta. Me deixaram ali, desmoronada no chão, cheia de porra, com a buceta pulsando e o coração disparado. Meu filho continuava lá, testemunha muda de como a mãe dele tinha virado a puta de quatro valentões. E o pior... o mais vergonhoso... é que eu já queria a segunda parte. Não passava um dia sem que algum deles batesse na minha porta. Às vezes eram os quatro, às vezes só dois, e em algumas ocasiões um vinha sozinho pra "verificar" se a puta dele tava em condições. Minha casa deixou de ser meu lar; virou o puteiro particular deles, o estábulo pra essa gostosa no cio. No começo eu resistia, claro. Mas a verdade é que meu corpo traiçoeiro se acostumou rápido a ser usado. E eles... esses filhos da puta descobriram como me quebrar por completo. —A partir de hoje você vai usar isso, puta —disse o alto um dia, tirando uma coleira de couro preto com pontas prateadas. Parecia de cachorro, mas com uma plaquinha que dizia "foxy" em letras maiúsculas.
— Não... por favor, isso não... —supliquei, embora sentisse a buceta pulsando de antecipação. Colocaram no meu pescoço, apertando até as pontas roçarem minha pele. Depois conectaram uma corrente grossa, daquelas de cachorro grande, e me arrastaram pela casa nua. — Agora você é nossa puta de casa — explicou o moreno, puxando a corrente para me obrigar a andar de quatro —. E uma puta não precisa de roupa. Me obrigaram a me despir completamente. Desde aquele dia, andava nua pela minha própria casa, com a coleira apertada no pescoço e a corrente balançando, tilintando a cada movimento. Me sentia exposta, degradada, transformada em objeto... e me masturbava em segredo pensando na minha própria humilhação. Mas o pior era a parte dos vídeos. — Sorri pra câmera, gostosa — ordenavam, tirando os celulares enquanto me comiam. Me gravavam em todas as posições: com a boca cheia de pau, com a buceta aberta recebendo as estocadas, com o rabo esticado por duas rolas ao mesmo tempo. Me faziam falar coisas horríveis, confessar que eu era uma puta, que precisava ser comida por adolescentes, que meu filho significava menos que o esperma deles.
—Diz ao teu filho quem você é — exigiam, apontando a câmera para o meu rosto coberto de suor e porra. — Eu... eu sou uma puta, filho — gaguejava, com a voz quebrada pelos gemidos —. A puta dos teus amigos... adoro que me usem como lixo... vem ver como me enchem de porra... Depois mandavam esses vídeos pro meu filho. Eu sabia que ele recebia porque às vezes ouvia o celular dele vibrar enquanto me seguravam no quarto ao lado, me ouvindo gritar. Os vídeos mostravam cada detalhe: como eu gozava como uma puta com só quatro palavras sujas, como implorava por mais pica, como virava um desastre de fluidos e gemidos. — Teu filho viu o de ontem — zoavam enquanto me penetravam —. Ele diz que a mãe dele é a gostosa mais safada do bairro. Com certeza se masturba te vendo, puta. A ideia deveria ter me dado nojo, mas só fazia minha buceta apertar mais em volta das picas deles. Era uma espiral descendente de degradação, e eu estava excitada demais pra querer sair. A corrente me arrastava de quarto em quarto. Comia de um prato no chão, bebia água de uma tigela, e quando alguém queria foder, simplesmente me puxava pela corrente até onde quisesse: na cozinha, no banheiro, no jardim onde os vizinhos podiam nos ver. — Late, puta — ordenavam. — Au... au... — eu ofegava, com a língua pra fora, enquanto me montavam como uma puta de verdade.
Meu filho me via assim. Nua, com a coleira, sendo arrastrada por quatro caras que tinham feito ele chorar. Agora ele chorava de vergonha enquanto eu gemia de prazer, transformada na puta mais barata do condado, e cada vídeo que mandavam era mais uma prova de que a Scarlet, a viúva respeitável, tinha morrido... e no lugar dela restava só essa rabuda insaciável que gozava com a humilhação. Os vídeos já não tinham limites. Minha humilhação privada tinha virado um espetáculo público, um pornô de rua onde eu era a única estrela, a puta principal que se entregava pra quatro paus em qualquer canto da cidade. — Hoje a gente vai te estrear no parque, rabuda — anunciou o tatuado numa manhã, puxando minha corrente até a coleira quase me sufocar. Me levaram vestida, sim, mas com a roupa mais provocante que eu tinha: uma saia microscópica que mal cobria minha bunda, uma blusa transparente sem sutiã, e saltos de puta. Parecia uma prostituta vagabunda, e era exatamente isso que eles queriam.
O parque estava cheio de gente. Famílias, crianças, casais passeando. Me arrastraram até os arbustos mais afastados, mas perto o suficiente para que qualquer um que passasse pudesse ver. —De quatro, vadia —ordenaram, e obedeci sem pensar. Me comeram ali, entre a grama e a terra. Um atrás, metendo na minha buceta com força brutal; outro me obrigando a chupar a pica dele até as bolas; os outros dois se revezavam gravando cada detalhe com seus celulares. Minha cara de prazer, meus peitos quicando, minha saia levantada mostrando como uma mãe de trinta e oito anos era usada como uma puta barata em plena luz do dia. —Olha aquela senhora —gritavam para os transeuntes ouvirem—. É uma mãe solteira desesperada por pica de jovem! Eu ouvia risadas, sussurros horrorizados, alguns ficavam olhando de longe. Gozei com a vergonha de ser vista, com a humilhação de estranhos testemunharem minha degradação. Meu orgasmo ecoou entre as árvores, um gemido de puta no cio que alertou meio parque. Depois foi o banheiro público da estação de trem. Me meteram no cubículo dos homens, me ajoelharam no chão imundo, e me deram pelo cu enquanto viajantes entravam pra mijar ao lado. Os vídeos capturavam minha cara contra a parede do banheiro, a boca aberta em gemidos abafados, o som de nádegas batendo contra meu corpo. —Diz oi pro seu filho —sussurravam, apontando a câmera pra minha cara descomposta de prazer. —Filho... sua mãe tá sendo comida como lixo num banheiro público... —ofegava, cuspindo as palavras entre as estocadas—. Tô cheia de pica... eu amo... mando esse vídeo pra você ver o quão puta eu sou... Cada lugar da cidade virou o palco deles: o estacionamento do supermercado, onde me montaram no banco de trás do carro deles com as pernas abertas pra janela; o cinema, onde me obrigaram a masturbá-los no escuro enquanto gravavam minha mão se movendo por baixo da saia; a biblioteca, onde me curvaram entre as prateleiras e me encheram de porra em silêncio, tentando não alertar as pessoas que liam por perto. Eu voltava para casa andando, com as pernas trêmulas, a buceta dolorida e escorrendo. Meu pescoço estava coberto de chupões roxos, marcas de posse que eles deixavam de propósito para todo mundo saber que eu era propriedade de quatro filhos da puta. Minhas tetas tinham mordidas, minhas costas arranhões, meu cu estava vermelho de palmadas. O cheiro me precedia. Cheirava a porra velha, a suor de homens jovens, a sexo sem camisinha, à minha própria excitação misturada com a deles. Era um cheiro animal, de cadela no cio, que impregnava minha pele e minha roupa. Mesmo depois de tomar banho, o aroma persistia, como se meu corpo tivesse virado um ímã para a podridão do prazer sujo. Meu filho me via chegar assim. Com a saia manchada, o cabelo bagunçado, o olhar vidrado de quem foi usada por horas. Os vídeos chegavam instantaneamente no celular dele: notificações com miniaturas da mãe dele sendo penetrada num parque, ou chupando pau num beco, ou recebendo porra na cara no estacionamento da própria escola dele. —Como foi, puta? —me perguntava o alto quando eu já estava em casa, embora soubesse a resposta. —Bem... —suspirava, tocando nos chupões do pescoço—. Me foderam em três lugares diferentes... tem vídeo de tudo... seu filho já deve ter recebido... —E amanhã vamos ao shopping —planejavam, enquanto me arrastavam pela corrente até meu quarto—. Vamos fazer você chupar pau no provador de roupa. Seu filho vai receber notificações em tempo real. Eu me deitava na minha cama, coberta de marcas, cheirando a sexo e vergonha, e já antecipava a manhã seguinte com a buceta pulsando de tesão. A Scarlet tinha desaparecido por completo. Só restava essa pública, essa exibicionista, essa puta de quatro caras que vivia para ser humilhada e gravada. Desapareci por dois dias inteiros. Quarenta e oito horas em que meu filho não soube de mim, nas quais que minha casa permaneceu vazia e silenciosa... mas o celular dele não parava de vibrar. Notificação atrás de notificação, vídeo atrás de vídeo, a cada hora chegava uma nova prova do que a mãe dele estava fazendo enquanto ele se preocupava. Ela estava no apartamento deles. Um lugar imundo, de solteirões, com cervejas vazias espalhadas pelo chão e o cheiro de maconha impregnado nas paredes. Mas pra mim tinha se tornado meu novo lar, meu lugar de servidão. — A partir de hoje você é nossa empregadinha pessoal, sua puta — anunciou o grandão, jogando um pacote no meu peito. Era uma fantasia de empregada francesa, daquelas que as pornstars usam: saia preta curtíssima com babados brancos, blusa transparente com espartilho apertado que deixava as tetas prestes a estourar, meia arrastão com liga, e um gorrinho ridículo com penas.
Vesti e não tirei por dois dias. Dormi com ele, tomei banho com ele vestido (no que me permitiram), comi ajoelhada no chão com aquela fantasia de foxy. Eu era a criada dele, a escrava sexual dele, a propriedade dele pra usar vinte e quatro horas por dia. —Limpa o banheiro, foxy —ordenavam, e eu esfregava a privada de quatro enquanto um levantava minha saia e me metia a pica sem avisar.
— Venham me servir o jantar, sua putinha — exigiam, e eu levava a comida nua por baixo do avental, com a buceta escorrendo, pra eles me comerem em cima da mesa antes de comerem. Eu os chamava de "dono". Toda vez que me dirigia a eles, tinha que usar essa palavra. "Sim, dono", "Por favor, dono", "Me fode, dono". Era degradante, servil, humilhante... e eu gozava toda vez que pronunciava. — O que você é, empregadinha? — gritavam enquanto me penetravam. — Sou sua empregadinha putinha, dono — eu gemia, com a touquinha de empregada caindo sobre os olhos —. Sua escrava sexual... sua putinha pessoal... uso meu corpo pro seu prazer... Os vídeos mostravam tudo. Eu limpando o chão com a língua enquanto enfiavam uma vassoura no meu cu. Eu servindo cerveja com a boca cheia de porra. Eu dormindo num colchão no chão, amarrada com correias, com a fantasia amassada e manchada de fluidos.
Meu filho via como a mãe dele tinha se transformado numa escrava sexual completa, como obedecia ordens vergonhosas, como chamava de "dono" uns caras que faziam bullying com ela. Cheguei em casa na terceira manhã. Não entrei como a mulher que tinha saído... entrei como uma prostituta de alto nível. Vestia um vestido vermelho que parecia tinta pintada no meu corpo: decote profundo até o umbigo, saia que mal cobria minha bunda, costas totalmente de fora, e um tecido tão justo que marcava cada curva, cada saliência da minha buceta.
Meus lábios estavam pintados de vermelho puta, os olhos delineados como os de uma pornstar, o cabelo bagunçado de sexo. Os saltos eram agulha, dez centímetros que faziam minha bunda se destacar ainda mais. —Olha o que a sua mãe tá trazendo, filho da puta —disse o moreno me empurrando pela porta. Meu filho estava ali, pálido, com o celular na mão cheio de notificações não lidas. Ele me viu entrar cambaleando, cheirando a porra de quatro homens diferentes, com a fantasia de empregada enfiada numa sacola plástica que eu arrastava como um troféu de guerra. —Oi, filho —falei com voz rouca, me ajustando o vestido pra deixar meus peitos mais expostos—. A mamãe esteve servindo seus donos... você viu os vídeos? —Ela é gostosa demais pra ser sua mãe —zombaram eles, me apalpando na frente dele—. Agora ela é nossa puta de luxo. O vestido custou cinquenta dólares, mas vale cada centavo pra ver ela assim. Me viraram pro meu filho, levantando minha saia pra mostrar que eu não tava de calcinha. Minha buceta tava inchada, vermelha, usada, escorrendo a porra acumulada de dois dias de servidão. —Cheira, filho da puta —ordenaram—. Sua mãe cheira a pica de verdade. E eu fiquei ali, na minha própria sala, vestida como a prostituta mais barata do bairro da zona, com a coleira de puta ainda escondida debaixo do vestido, pronta pra começar a próxima rodada de humilhação. A fantasia de empregada tinha sido só o começo... agora eu era a puta de gala deles, e cada vídeo novo seria mais degradante que o anterior. Os dias de ausência viraram semanas. Uma vez fiquei fora cinco dias seguidos, depois sete, até que meu filho parou de me esperar em casa. Minha vida se dividiu em duas: os dias onde eu era "mãe" e as semanas onde eu sumia por completo, mergulhada num mar de picas e humilhação que meu filho só podia testemunhar pela tela do celular dele. Os vídeos evoluíram. Já não eram simples gravações de sexo... eram produções elaboradas, cenários pensados pra me rebaixar ao máximo, cada um mais explícito que o anterior. **O vídeo da fita** chegou numa terça à noite. Meu filho abriu e viu a mãe dele completamente imobilizada num colchão no apartamento deles. Eu estava enrolada em fita adesiva preta, tipo duct tape, formando uma espécie de casulo que só deixava expostas minhas tetas, minha buceta e meu cu. Não conseguia mover nem um dedo, só gemer enquanto quatro vibradores industriais presos no meu corpo me torturavam sem piedade. —Essa puta tá há três horas assim —ouvia a voz do alto fora da câmera—. Não gozou menos de vinte vezes. Olha como ela treme. Meu corpo convulsionava, a fita estalava a cada espasmo, meus olhos viravam pra cima de puro prazer forçado. Era um vídeo de tortura erótica, de uma mulher transformada em brinquedo sem vontade própria, e meu filho viu cada segundo da minha decomposição. **O do vestido chinês** chegou três dias depois. Me vestiram com um *cheongsam* tradicional, mas modificado pra parecer roupa de prostituta de Xangai: tecido vermelho brilhante, dragões bordados, mas a saia terminava logo abaixo do meu cu e as laterais eram abertas até a cintura, deixando ver que eu não usava nada por baixo. Os botões do decote estavam prestes a estourar sobre minhas tetas. O vídeo me mostrava andando por um bairro chinês, real, com gente real ao redor. Cada passo deixava minha buceta à mostra pros transeuntes. Depois me arrastavam pra um beco escuro, me abaixavam contra uma parede, e me comiam em turnos enquanto eu gritava em "chinês" frases que eles me obrigavam a memorizar: "Sou puta barata", "Me come com força", "Minha buceta é de todos". As pessoas passavam a metros de distância. Alguns olhavam, outros gravavam com os próprios celulares. Eu estava sendo exibida como mercadoria sexual pública, e meu filho recebia cada ângulo, cada close do meu rosto enquanto eu gemia com aquele vestido ridículo vestido. **O da praia** foi o mais vergonhoso. Chegou no auge do verão, um vídeo de dez minutos onde eu aparecia numa praia pública, vestida com um biquíni tão minúsculo que mal cobria meus mamilos e meu clitóris. Era rosa fluorescente, molhado, transparente pela água salgada. O vídeo começava comigo tomando sol, com quatro caras ao redor se passando por desconhecidos. Depois, "por acaso", um me seguia atrás de umas pedras grandes, longe da vista dos banhistas. Ali me encurralavam, me arrancavam o biquíni de um puxão, e me penetravam contra as pedras quentes. —Alguém vem — sussurrava um no vídeo, mas não paravam. Me fodiam mesmo com vozes perto, mesmo com o risco real de sermos descobertos. Minha cara de pânico misturado com prazer era genuína. Eu gozava com a adrenalina de ser descoberta, com uma pica na buceta e outra na boca, enquanto o sol queimava minha pele e o som das ondas cobria meus gemidos. Meu filho via como sua mãe se transformava numa exibicionista profissional, como meu corpo sumia por semanas para reaparecer em vídeos cada vez mais degradantes, como eu deixava de ser pessoa para virar um objeto de consumo público. E eu... eu esperava ansiosa cada nova "produção". Cada sumiço mais longo significava mais humilhação, mais picas, mais vídeos enviados ao meu filho. Era um ciclo sem fim, e eu já não sabia se queria que acabasse. O último vídeo não chegou por mensagem. Meu filho o encontrou no e-mail dele com um assunto que dizia: "Sua mãe se despede". Era um arquivo pesado, dez minutos em alta definição onde eu mesma tinha decidido mostrar a ele quem eu realmente era agora. Eu apareço de joelhos, isso é o que se vê primeiro. O fundo é o apartamento deles, mas vazio. Estou sozinha na frente da câmera que eu mesma posicionei. Estou vestindo uma saia de colegial plissada, tão curta que mal cobre minha bunda, uma blusa branca transparente amarrada sobre meus peitos, e maria-chiquinhas que me fazem parecer uma adolescente barata. —Por favor... — sussurro para a câmera, aproximando meu rosto da lente. Meus olhos estão vidriosos, desesperados, famintos—. Preciso ser fodida... por favor, alguém me fode... sou uma puta inútil sem pica... Estou implorando sozinha, me humilhando na frente da câmera sem ninguém me obrigar. É a minha voz que pede degradação, meu corpo que se oferece como objeto. Toco minha buceta por cima da calcinha branca de colegial e está encharcada, escorrendo, uma mancha escura de tesão que prova que não estou mentindo. —Sou uma mãe puta... uma viúva barata... —eu gemo, enfiando dois dedos na boca e chupando como se fossem uma pica—. Meu filho me odeia, minha vida acabou... só quero ser usada... Então eles entram no quadro. Os quatro, nus, picas duras apontando pra minha cara. Eu mesma pego a câmera, ajusto para capturar o ângulo perfeito, e começo a gravar em modo selfie enquanto me agacho sobre a primeira pica. —Olhem pra mim... —digo pra câmera, pro meu filho que vai ver isso depois—. Olhem sua mãe montando como uma puta barata... Vou me empalando devagar, sentindo cada centímetro entrando na minha buceta usada. Minha cara de prazer ocupa metade da tela, a outra metade mostra como minha saia de colegial sobe pra deixar ver a penetração. Viro pra montar no segundo, depois no terceiro, depois no quarto. Eu mesma dirijo a câmera, eu escolho os ângulos mais obscenos, eu documento minha própria degradação com a dedicação de uma diretora pornô.
—Sou a putinha de quatro adolescentes... —eu ofego entre as sentadas—. Eles me comem mais que meu marido em toda a nossa vida... minha buceta é deles... minha boca é deles... sou o brinquedinho deles... Eu gozo três vezes durante o vídeo, e eu mesma gravo cada orgasmo: a primeira com uma rola no cu e os dedos no meu clitóris; a segunda com dupla penetração, mostrando como eles me esticam; a terceira enquanto chupo duas rolas ao mesmo tempo, com a cara toda melada de saliva e porra. A cena final é a que meu filho nunca vai esquecer. Estou ajoelhada de frente pra câmera, segurando ela eu mesma pra ficar um close perfeito. Os quatro se masturbam ao redor da minha cara, as rolas a centímetros dos meus lábios pintados de rosa de colegial.
—Diga adeus, vadia —ouço a voz do alto fora do quadro. —Adeus, filho... —sussurro para a câmera, com um sorriso de louca—. Sua mãe é isso agora... Os quatro gozam simultaneamente. Jatos de esperma quente atingem meu rosto, minha língua, minha garganta. É uma chuva branca e pegajosa que cobre meus olhos, meu nariz, minhas bochechas. Abro a boca como uma fonte, recebendo tudo o que posso, acumulando o esperma até minha boca ficar cheia, inchada, um recipiente de porra fumegante. Olho direto para a câmera, com os olhos semeados por cima da gozada, e faço o gesto final de degradação total: engulo. Engulo tudo de uma vez só, sentindo o esperma de quatro homens descer pela minha garganta como um milk-shake de humilhação. Depois abro a boca vazia para mostrar que fiz isso, que aceitei tudo, que sou completamente deles. —Obrigada, amos... —sussurro no final, com a voz rouca—. Scarlet morreu. Só resta a vadia dela. O vídeo corta para o preto. Nunca mais voltei para casa como mãe. Às vezes meu filho me vê passando na rua, sempre vestida de vadia, sempre com a coleira, sempre arrastada pela corrente de algum deles. Ele não me reconhece mais, ou talvez reconheça, mas prefere acreditar que a mãe dele desapareceu.
E em algum lugar, num apartamento imundo, eu continuo existindo como o que sempre fui destinada a ser: a rabuda mais barata, a puta mais obediente, a viúva que encontrou seu verdadeiro propósito entre quatro paus e uma câmera que nunca parou de gravar.
Quis dizer algo, defender minha dignidade, mas minha boca secou. Minha mente se nublou com imagens sujas. Que porra tava acontecendo comigo? —Vamos verificar isso —murmurou o quarto, o de aparência mais bruta. Antes que eu pudesse reagir, a mão dele deslizou por baixo da minha saia. Senti os dedos dele tocando minha calcinha, afastando o tecido molhado, roçando meu clitóris. Era brusco, dominador, público. A gente tava na rua, gente passando ao longe, e esse filho da puta tava me tocando a buceta como se fosse dele. —Tá toda melada, vagabunda —rosnou no meu ouvido—. Cê gosta de ser tratada como lixo, né? Minhas pernas tremeram. Tentei empurrá-lo, mas meu corpo traiçoeiro se arqueou contra a mão dele. Os dedos dele esfregaram com força, circulares, brutais. Senti o orgasmo subir com uma rapidez vergonhosa. —Não... espera... —gemi, mas era inútil. Gozei que nem uma vagabunda na calçada. Meu corpo se convulsionou, meus fluidos molharam a mão dele, um gemido escapou da minha garganta sem controle. A vergonha devia ter me consumido, mas eu só queria mais. —Levem ela —ordenou o alto. Não lembro como chegamos na minha casa. Tudo foi borrado, minha mente nublada pela excitação e pela vergonha. A próxima coisa que eu soube foi que tava na minha sala, ajoelhada no meu próprio tapete, com quatro paus duros na frente da minha cara. Meu filho tava ali, sentado na cadeira, amordaçado, com os olhos arregalados de horror. —Olha, mãe —disse o moreno, agarrando meu cabelo e me forçando a olhar pro meu filho—. Ele vai ver como a mãe vagabunda dele vira a nossa putinha pessoal. —Por favor, não na frente dele... —supliquei, embora minha voz saísse rouca, excitada. —Cala a boca e abre a boca, rabuda. Me forçaram a chupar um por um. Quatro paus diferentes, sabores distintos, porra salgada inundando meu paladar. Eu me engasgava, cuspiam em mim, me chamavam de vagabunda, rabuda, mãe gostosa, viúva barata. E eu gemia que nem uma puta no cio.
O primeiro me pegou por trás, cravando na minha buceta encharcada sem piedade. Me esticava, me preenchia, me comia com força brutal enquanto outro me agarrava a cabeça e enfiava o pau dele até a garganta. — Olha pra sua mãe, filho da puta — gritavam pro meu filho. — Olha como a puta tá gostando! E era verdade. Eu tava sendo humilhada, violentada, exposta diante do meu próprio filho... e nunca tinha ficado tão excitada. Minha buceta escorria, meus peitos quicavam a cada estocada, eu gemia como uma atriz pornô profissional. — Mais forte, filhos da puta... — gritei entre gemidos —. Comam essa viúva safada... me dêem todo o leite de vocês... Me comeram de todos os lados. Dupla penetração, pau na boca, mãos nos meus peitos, dedos no meu cu. Eu era uma montanha de carne suada, usada como um simples buraco pro prazer deles. — Vou gozar nessa gostosa! — gritou um. — Na cara dela, que o filho dela veja! — ordenou outro. Me ajoelharam na frente deles. Quatro paus se masturbaram sobre o meu rosto. Me cobriram de porra, jatos quentes espirrando na minha cara, no meu cabelo, nos meus peitos. Era uma bagunça branca e pegajosa, e eu abria a boca como uma puta agradecida, engolindo o que dava.
—puta de merda... —ofegavam, esfregando os paus na minha cara coberta. Me deixaram ali, desmoronada no chão, cheia de porra, com a buceta pulsando e o coração disparado. Meu filho continuava lá, testemunha muda de como a mãe dele tinha virado a puta de quatro valentões. E o pior... o mais vergonhoso... é que eu já queria a segunda parte. Não passava um dia sem que algum deles batesse na minha porta. Às vezes eram os quatro, às vezes só dois, e em algumas ocasiões um vinha sozinho pra "verificar" se a puta dele tava em condições. Minha casa deixou de ser meu lar; virou o puteiro particular deles, o estábulo pra essa gostosa no cio. No começo eu resistia, claro. Mas a verdade é que meu corpo traiçoeiro se acostumou rápido a ser usado. E eles... esses filhos da puta descobriram como me quebrar por completo. —A partir de hoje você vai usar isso, puta —disse o alto um dia, tirando uma coleira de couro preto com pontas prateadas. Parecia de cachorro, mas com uma plaquinha que dizia "foxy" em letras maiúsculas.
— Não... por favor, isso não... —supliquei, embora sentisse a buceta pulsando de antecipação. Colocaram no meu pescoço, apertando até as pontas roçarem minha pele. Depois conectaram uma corrente grossa, daquelas de cachorro grande, e me arrastaram pela casa nua. — Agora você é nossa puta de casa — explicou o moreno, puxando a corrente para me obrigar a andar de quatro —. E uma puta não precisa de roupa. Me obrigaram a me despir completamente. Desde aquele dia, andava nua pela minha própria casa, com a coleira apertada no pescoço e a corrente balançando, tilintando a cada movimento. Me sentia exposta, degradada, transformada em objeto... e me masturbava em segredo pensando na minha própria humilhação. Mas o pior era a parte dos vídeos. — Sorri pra câmera, gostosa — ordenavam, tirando os celulares enquanto me comiam. Me gravavam em todas as posições: com a boca cheia de pau, com a buceta aberta recebendo as estocadas, com o rabo esticado por duas rolas ao mesmo tempo. Me faziam falar coisas horríveis, confessar que eu era uma puta, que precisava ser comida por adolescentes, que meu filho significava menos que o esperma deles.
—Diz ao teu filho quem você é — exigiam, apontando a câmera para o meu rosto coberto de suor e porra. — Eu... eu sou uma puta, filho — gaguejava, com a voz quebrada pelos gemidos —. A puta dos teus amigos... adoro que me usem como lixo... vem ver como me enchem de porra... Depois mandavam esses vídeos pro meu filho. Eu sabia que ele recebia porque às vezes ouvia o celular dele vibrar enquanto me seguravam no quarto ao lado, me ouvindo gritar. Os vídeos mostravam cada detalhe: como eu gozava como uma puta com só quatro palavras sujas, como implorava por mais pica, como virava um desastre de fluidos e gemidos. — Teu filho viu o de ontem — zoavam enquanto me penetravam —. Ele diz que a mãe dele é a gostosa mais safada do bairro. Com certeza se masturba te vendo, puta. A ideia deveria ter me dado nojo, mas só fazia minha buceta apertar mais em volta das picas deles. Era uma espiral descendente de degradação, e eu estava excitada demais pra querer sair. A corrente me arrastava de quarto em quarto. Comia de um prato no chão, bebia água de uma tigela, e quando alguém queria foder, simplesmente me puxava pela corrente até onde quisesse: na cozinha, no banheiro, no jardim onde os vizinhos podiam nos ver. — Late, puta — ordenavam. — Au... au... — eu ofegava, com a língua pra fora, enquanto me montavam como uma puta de verdade.
Meu filho me via assim. Nua, com a coleira, sendo arrastrada por quatro caras que tinham feito ele chorar. Agora ele chorava de vergonha enquanto eu gemia de prazer, transformada na puta mais barata do condado, e cada vídeo que mandavam era mais uma prova de que a Scarlet, a viúva respeitável, tinha morrido... e no lugar dela restava só essa rabuda insaciável que gozava com a humilhação. Os vídeos já não tinham limites. Minha humilhação privada tinha virado um espetáculo público, um pornô de rua onde eu era a única estrela, a puta principal que se entregava pra quatro paus em qualquer canto da cidade. — Hoje a gente vai te estrear no parque, rabuda — anunciou o tatuado numa manhã, puxando minha corrente até a coleira quase me sufocar. Me levaram vestida, sim, mas com a roupa mais provocante que eu tinha: uma saia microscópica que mal cobria minha bunda, uma blusa transparente sem sutiã, e saltos de puta. Parecia uma prostituta vagabunda, e era exatamente isso que eles queriam.
O parque estava cheio de gente. Famílias, crianças, casais passeando. Me arrastraram até os arbustos mais afastados, mas perto o suficiente para que qualquer um que passasse pudesse ver. —De quatro, vadia —ordenaram, e obedeci sem pensar. Me comeram ali, entre a grama e a terra. Um atrás, metendo na minha buceta com força brutal; outro me obrigando a chupar a pica dele até as bolas; os outros dois se revezavam gravando cada detalhe com seus celulares. Minha cara de prazer, meus peitos quicando, minha saia levantada mostrando como uma mãe de trinta e oito anos era usada como uma puta barata em plena luz do dia. —Olha aquela senhora —gritavam para os transeuntes ouvirem—. É uma mãe solteira desesperada por pica de jovem! Eu ouvia risadas, sussurros horrorizados, alguns ficavam olhando de longe. Gozei com a vergonha de ser vista, com a humilhação de estranhos testemunharem minha degradação. Meu orgasmo ecoou entre as árvores, um gemido de puta no cio que alertou meio parque. Depois foi o banheiro público da estação de trem. Me meteram no cubículo dos homens, me ajoelharam no chão imundo, e me deram pelo cu enquanto viajantes entravam pra mijar ao lado. Os vídeos capturavam minha cara contra a parede do banheiro, a boca aberta em gemidos abafados, o som de nádegas batendo contra meu corpo. —Diz oi pro seu filho —sussurravam, apontando a câmera pra minha cara descomposta de prazer. —Filho... sua mãe tá sendo comida como lixo num banheiro público... —ofegava, cuspindo as palavras entre as estocadas—. Tô cheia de pica... eu amo... mando esse vídeo pra você ver o quão puta eu sou... Cada lugar da cidade virou o palco deles: o estacionamento do supermercado, onde me montaram no banco de trás do carro deles com as pernas abertas pra janela; o cinema, onde me obrigaram a masturbá-los no escuro enquanto gravavam minha mão se movendo por baixo da saia; a biblioteca, onde me curvaram entre as prateleiras e me encheram de porra em silêncio, tentando não alertar as pessoas que liam por perto. Eu voltava para casa andando, com as pernas trêmulas, a buceta dolorida e escorrendo. Meu pescoço estava coberto de chupões roxos, marcas de posse que eles deixavam de propósito para todo mundo saber que eu era propriedade de quatro filhos da puta. Minhas tetas tinham mordidas, minhas costas arranhões, meu cu estava vermelho de palmadas. O cheiro me precedia. Cheirava a porra velha, a suor de homens jovens, a sexo sem camisinha, à minha própria excitação misturada com a deles. Era um cheiro animal, de cadela no cio, que impregnava minha pele e minha roupa. Mesmo depois de tomar banho, o aroma persistia, como se meu corpo tivesse virado um ímã para a podridão do prazer sujo. Meu filho me via chegar assim. Com a saia manchada, o cabelo bagunçado, o olhar vidrado de quem foi usada por horas. Os vídeos chegavam instantaneamente no celular dele: notificações com miniaturas da mãe dele sendo penetrada num parque, ou chupando pau num beco, ou recebendo porra na cara no estacionamento da própria escola dele. —Como foi, puta? —me perguntava o alto quando eu já estava em casa, embora soubesse a resposta. —Bem... —suspirava, tocando nos chupões do pescoço—. Me foderam em três lugares diferentes... tem vídeo de tudo... seu filho já deve ter recebido... —E amanhã vamos ao shopping —planejavam, enquanto me arrastavam pela corrente até meu quarto—. Vamos fazer você chupar pau no provador de roupa. Seu filho vai receber notificações em tempo real. Eu me deitava na minha cama, coberta de marcas, cheirando a sexo e vergonha, e já antecipava a manhã seguinte com a buceta pulsando de tesão. A Scarlet tinha desaparecido por completo. Só restava essa pública, essa exibicionista, essa puta de quatro caras que vivia para ser humilhada e gravada. Desapareci por dois dias inteiros. Quarenta e oito horas em que meu filho não soube de mim, nas quais que minha casa permaneceu vazia e silenciosa... mas o celular dele não parava de vibrar. Notificação atrás de notificação, vídeo atrás de vídeo, a cada hora chegava uma nova prova do que a mãe dele estava fazendo enquanto ele se preocupava. Ela estava no apartamento deles. Um lugar imundo, de solteirões, com cervejas vazias espalhadas pelo chão e o cheiro de maconha impregnado nas paredes. Mas pra mim tinha se tornado meu novo lar, meu lugar de servidão. — A partir de hoje você é nossa empregadinha pessoal, sua puta — anunciou o grandão, jogando um pacote no meu peito. Era uma fantasia de empregada francesa, daquelas que as pornstars usam: saia preta curtíssima com babados brancos, blusa transparente com espartilho apertado que deixava as tetas prestes a estourar, meia arrastão com liga, e um gorrinho ridículo com penas.
Vesti e não tirei por dois dias. Dormi com ele, tomei banho com ele vestido (no que me permitiram), comi ajoelhada no chão com aquela fantasia de foxy. Eu era a criada dele, a escrava sexual dele, a propriedade dele pra usar vinte e quatro horas por dia. —Limpa o banheiro, foxy —ordenavam, e eu esfregava a privada de quatro enquanto um levantava minha saia e me metia a pica sem avisar.
— Venham me servir o jantar, sua putinha — exigiam, e eu levava a comida nua por baixo do avental, com a buceta escorrendo, pra eles me comerem em cima da mesa antes de comerem. Eu os chamava de "dono". Toda vez que me dirigia a eles, tinha que usar essa palavra. "Sim, dono", "Por favor, dono", "Me fode, dono". Era degradante, servil, humilhante... e eu gozava toda vez que pronunciava. — O que você é, empregadinha? — gritavam enquanto me penetravam. — Sou sua empregadinha putinha, dono — eu gemia, com a touquinha de empregada caindo sobre os olhos —. Sua escrava sexual... sua putinha pessoal... uso meu corpo pro seu prazer... Os vídeos mostravam tudo. Eu limpando o chão com a língua enquanto enfiavam uma vassoura no meu cu. Eu servindo cerveja com a boca cheia de porra. Eu dormindo num colchão no chão, amarrada com correias, com a fantasia amassada e manchada de fluidos.
Meu filho via como a mãe dele tinha se transformado numa escrava sexual completa, como obedecia ordens vergonhosas, como chamava de "dono" uns caras que faziam bullying com ela. Cheguei em casa na terceira manhã. Não entrei como a mulher que tinha saído... entrei como uma prostituta de alto nível. Vestia um vestido vermelho que parecia tinta pintada no meu corpo: decote profundo até o umbigo, saia que mal cobria minha bunda, costas totalmente de fora, e um tecido tão justo que marcava cada curva, cada saliência da minha buceta.
Meus lábios estavam pintados de vermelho puta, os olhos delineados como os de uma pornstar, o cabelo bagunçado de sexo. Os saltos eram agulha, dez centímetros que faziam minha bunda se destacar ainda mais. —Olha o que a sua mãe tá trazendo, filho da puta —disse o moreno me empurrando pela porta. Meu filho estava ali, pálido, com o celular na mão cheio de notificações não lidas. Ele me viu entrar cambaleando, cheirando a porra de quatro homens diferentes, com a fantasia de empregada enfiada numa sacola plástica que eu arrastava como um troféu de guerra. —Oi, filho —falei com voz rouca, me ajustando o vestido pra deixar meus peitos mais expostos—. A mamãe esteve servindo seus donos... você viu os vídeos? —Ela é gostosa demais pra ser sua mãe —zombaram eles, me apalpando na frente dele—. Agora ela é nossa puta de luxo. O vestido custou cinquenta dólares, mas vale cada centavo pra ver ela assim. Me viraram pro meu filho, levantando minha saia pra mostrar que eu não tava de calcinha. Minha buceta tava inchada, vermelha, usada, escorrendo a porra acumulada de dois dias de servidão. —Cheira, filho da puta —ordenaram—. Sua mãe cheira a pica de verdade. E eu fiquei ali, na minha própria sala, vestida como a prostituta mais barata do bairro da zona, com a coleira de puta ainda escondida debaixo do vestido, pronta pra começar a próxima rodada de humilhação. A fantasia de empregada tinha sido só o começo... agora eu era a puta de gala deles, e cada vídeo novo seria mais degradante que o anterior. Os dias de ausência viraram semanas. Uma vez fiquei fora cinco dias seguidos, depois sete, até que meu filho parou de me esperar em casa. Minha vida se dividiu em duas: os dias onde eu era "mãe" e as semanas onde eu sumia por completo, mergulhada num mar de picas e humilhação que meu filho só podia testemunhar pela tela do celular dele. Os vídeos evoluíram. Já não eram simples gravações de sexo... eram produções elaboradas, cenários pensados pra me rebaixar ao máximo, cada um mais explícito que o anterior. **O vídeo da fita** chegou numa terça à noite. Meu filho abriu e viu a mãe dele completamente imobilizada num colchão no apartamento deles. Eu estava enrolada em fita adesiva preta, tipo duct tape, formando uma espécie de casulo que só deixava expostas minhas tetas, minha buceta e meu cu. Não conseguia mover nem um dedo, só gemer enquanto quatro vibradores industriais presos no meu corpo me torturavam sem piedade. —Essa puta tá há três horas assim —ouvia a voz do alto fora da câmera—. Não gozou menos de vinte vezes. Olha como ela treme. Meu corpo convulsionava, a fita estalava a cada espasmo, meus olhos viravam pra cima de puro prazer forçado. Era um vídeo de tortura erótica, de uma mulher transformada em brinquedo sem vontade própria, e meu filho viu cada segundo da minha decomposição. **O do vestido chinês** chegou três dias depois. Me vestiram com um *cheongsam* tradicional, mas modificado pra parecer roupa de prostituta de Xangai: tecido vermelho brilhante, dragões bordados, mas a saia terminava logo abaixo do meu cu e as laterais eram abertas até a cintura, deixando ver que eu não usava nada por baixo. Os botões do decote estavam prestes a estourar sobre minhas tetas. O vídeo me mostrava andando por um bairro chinês, real, com gente real ao redor. Cada passo deixava minha buceta à mostra pros transeuntes. Depois me arrastavam pra um beco escuro, me abaixavam contra uma parede, e me comiam em turnos enquanto eu gritava em "chinês" frases que eles me obrigavam a memorizar: "Sou puta barata", "Me come com força", "Minha buceta é de todos". As pessoas passavam a metros de distância. Alguns olhavam, outros gravavam com os próprios celulares. Eu estava sendo exibida como mercadoria sexual pública, e meu filho recebia cada ângulo, cada close do meu rosto enquanto eu gemia com aquele vestido ridículo vestido. **O da praia** foi o mais vergonhoso. Chegou no auge do verão, um vídeo de dez minutos onde eu aparecia numa praia pública, vestida com um biquíni tão minúsculo que mal cobria meus mamilos e meu clitóris. Era rosa fluorescente, molhado, transparente pela água salgada. O vídeo começava comigo tomando sol, com quatro caras ao redor se passando por desconhecidos. Depois, "por acaso", um me seguia atrás de umas pedras grandes, longe da vista dos banhistas. Ali me encurralavam, me arrancavam o biquíni de um puxão, e me penetravam contra as pedras quentes. —Alguém vem — sussurrava um no vídeo, mas não paravam. Me fodiam mesmo com vozes perto, mesmo com o risco real de sermos descobertos. Minha cara de pânico misturado com prazer era genuína. Eu gozava com a adrenalina de ser descoberta, com uma pica na buceta e outra na boca, enquanto o sol queimava minha pele e o som das ondas cobria meus gemidos. Meu filho via como sua mãe se transformava numa exibicionista profissional, como meu corpo sumia por semanas para reaparecer em vídeos cada vez mais degradantes, como eu deixava de ser pessoa para virar um objeto de consumo público. E eu... eu esperava ansiosa cada nova "produção". Cada sumiço mais longo significava mais humilhação, mais picas, mais vídeos enviados ao meu filho. Era um ciclo sem fim, e eu já não sabia se queria que acabasse. O último vídeo não chegou por mensagem. Meu filho o encontrou no e-mail dele com um assunto que dizia: "Sua mãe se despede". Era um arquivo pesado, dez minutos em alta definição onde eu mesma tinha decidido mostrar a ele quem eu realmente era agora. Eu apareço de joelhos, isso é o que se vê primeiro. O fundo é o apartamento deles, mas vazio. Estou sozinha na frente da câmera que eu mesma posicionei. Estou vestindo uma saia de colegial plissada, tão curta que mal cobre minha bunda, uma blusa branca transparente amarrada sobre meus peitos, e maria-chiquinhas que me fazem parecer uma adolescente barata. —Por favor... — sussurro para a câmera, aproximando meu rosto da lente. Meus olhos estão vidriosos, desesperados, famintos—. Preciso ser fodida... por favor, alguém me fode... sou uma puta inútil sem pica... Estou implorando sozinha, me humilhando na frente da câmera sem ninguém me obrigar. É a minha voz que pede degradação, meu corpo que se oferece como objeto. Toco minha buceta por cima da calcinha branca de colegial e está encharcada, escorrendo, uma mancha escura de tesão que prova que não estou mentindo. —Sou uma mãe puta... uma viúva barata... —eu gemo, enfiando dois dedos na boca e chupando como se fossem uma pica—. Meu filho me odeia, minha vida acabou... só quero ser usada... Então eles entram no quadro. Os quatro, nus, picas duras apontando pra minha cara. Eu mesma pego a câmera, ajusto para capturar o ângulo perfeito, e começo a gravar em modo selfie enquanto me agacho sobre a primeira pica. —Olhem pra mim... —digo pra câmera, pro meu filho que vai ver isso depois—. Olhem sua mãe montando como uma puta barata... Vou me empalando devagar, sentindo cada centímetro entrando na minha buceta usada. Minha cara de prazer ocupa metade da tela, a outra metade mostra como minha saia de colegial sobe pra deixar ver a penetração. Viro pra montar no segundo, depois no terceiro, depois no quarto. Eu mesma dirijo a câmera, eu escolho os ângulos mais obscenos, eu documento minha própria degradação com a dedicação de uma diretora pornô.
—Sou a putinha de quatro adolescentes... —eu ofego entre as sentadas—. Eles me comem mais que meu marido em toda a nossa vida... minha buceta é deles... minha boca é deles... sou o brinquedinho deles... Eu gozo três vezes durante o vídeo, e eu mesma gravo cada orgasmo: a primeira com uma rola no cu e os dedos no meu clitóris; a segunda com dupla penetração, mostrando como eles me esticam; a terceira enquanto chupo duas rolas ao mesmo tempo, com a cara toda melada de saliva e porra. A cena final é a que meu filho nunca vai esquecer. Estou ajoelhada de frente pra câmera, segurando ela eu mesma pra ficar um close perfeito. Os quatro se masturbam ao redor da minha cara, as rolas a centímetros dos meus lábios pintados de rosa de colegial.
—Diga adeus, vadia —ouço a voz do alto fora do quadro. —Adeus, filho... —sussurro para a câmera, com um sorriso de louca—. Sua mãe é isso agora... Os quatro gozam simultaneamente. Jatos de esperma quente atingem meu rosto, minha língua, minha garganta. É uma chuva branca e pegajosa que cobre meus olhos, meu nariz, minhas bochechas. Abro a boca como uma fonte, recebendo tudo o que posso, acumulando o esperma até minha boca ficar cheia, inchada, um recipiente de porra fumegante. Olho direto para a câmera, com os olhos semeados por cima da gozada, e faço o gesto final de degradação total: engulo. Engulo tudo de uma vez só, sentindo o esperma de quatro homens descer pela minha garganta como um milk-shake de humilhação. Depois abro a boca vazia para mostrar que fiz isso, que aceitei tudo, que sou completamente deles. —Obrigada, amos... —sussurro no final, com a voz rouca—. Scarlet morreu. Só resta a vadia dela. O vídeo corta para o preto. Nunca mais voltei para casa como mãe. Às vezes meu filho me vê passando na rua, sempre vestida de vadia, sempre com a coleira, sempre arrastada pela corrente de algum deles. Ele não me reconhece mais, ou talvez reconheça, mas prefere acreditar que a mãe dele desapareceu.
E em algum lugar, num apartamento imundo, eu continuo existindo como o que sempre fui destinada a ser: a rabuda mais barata, a puta mais obediente, a viúva que encontrou seu verdadeiro propósito entre quatro paus e uma câmera que nunca parou de gravar.
3 comentários - A queda de uma mãe