Eram oito da noite quando comecei a cozinhar. O apartamento estava em silêncio, aquela calma falsa que precede o caos de três colegas de quarto chegando do trabalho. Eu estava sozinha, ou pelo menos era o que eu pensava, com a única companhia do meu celular e a conversa no Poringa com um amigo que me mandava coisas que me faziam sorrir e, sendo sincera, me deixavam com a buceta molhada.
Eu estava vestindo uma camiseta preta, folgada, sem sutiã. Minha calcinha tinha sumido há dias — outra brincadeira das minhas roomies, aquelas brincadeiras pesadas que achavam divertido roubar minha roupa íntima e me deixar sem nada — então por baixo da calça de moletom cinza que pendia na minha cintura, eu estava pelada. O algodão macio roçava minha pele a cada movimento, e aquela fricção constante, combinada com as palavras safadas do meu amigo, me deixava num estado de tesão sutil, mas persistente.
Eu estava fazendo molho bolonhesa. O refogado de cebola e alho já perfumava a cozinha, aquele cheiro que invade e gruda na roupa. A carne estava dourando na frigideira, e eu mexia distraída, rindo de algo que meu amigo escrevia, quando pensei na vingança. Eu tinha visto elas naquela manhã, minhas três colegas de quarto, usando minhas calcinhas como se nada, me encarando com sorrisos de "e aí, vai fazer o quê?". E eu, em vez de ficar brava de verdade, tinha sentido algo mais complexo. Poder. Porque elas não sabiam que eu podia ser pior. Que eu podia ser mais perversa.
Coloquei a água pra ferver pro macarrão gravatinha. O molho já tinha tudo: a carne, o vinho, os temperos. Só faltava o tomate. Tava ali, do lado, no pote de vidro. E aí me veio a ideia.
Passei a mão por baixo do moletom. Estava molhada. Não encharcada, mas sim úmida, aquela umidade que se sente diferente do suor, mais viscosa, mais íntima. Comecei a me tocar de verdade, já não como brincadeira, mas com intenção. Os dedos circulando meu clitóris, entrando um pouco, colhendo minha excitação. Pensava nelas comendo, nas colheres levando meu sabor às suas bocas, na ignorância com que devorariam minha vingança líquida. E essa ideia, essa imagem, me excitava mais do que eu queria admitir. Tirei os dedos. Estavam brilhantes, úmidos, com minha essência. E os passei no molho de tomate.
Eu mexo devagar, incorporando meu segredo na mistura vermelha. Depois peguei as folhas de louro — três, aromáticas, secas — e as passei pela minha buceta. Uma por uma. Esfreguei contra meus lábios, contra meu clitóris, contra a entrada, deixando que absorvessem meu cheiro, meu gosto. Joguei-as no molho com uma satisfação que me fez gemer baixinho.
Continuei conversando com meu amigo, escrevendo "haha" e "que tesão", enquanto mexia na minha própria excitação com a carne moída. Estava perdida na minha cabeça, no calor da cozinha, no poder da minha pequena travessura, quando senti que algo mudava. O ar atrás de mim se moveu. Não ouvi passos. Não ouvi a porta. Mas senti uma presença, um calor diferente do fogão. E antes que eu pudesse me virar, senti mãos nas minhas ancas, fortes, decididas, e a calça de moletom cinza descendo de uma vez. O ar frio da cozinha bateu na minha bunda nua. — Que... — comecei a dizer, mas a voz travou. Senti algo molhado. Algo quente. Algo que eu não esperava na minha vida. Uma língua. No meu cu.
Girei a cabeça tão rápido que quase me deu vertigem, e a vi. Sarah. Ajoelhada atrás de mim, o rosto a centímetros da minha bunda, os olhos azuis — aqueles olhos que pareciam lanternas na penumbra da cozinha — me encarando fixamente enquanto a língua dela voltava a lamber, dessa vez mais devagar, mais deliberada, do meu cu pra cima, roçando na minha buceta. — Te vi — disse Sarah, a voz rouca, diferente de como eu a conhecia—. Vi o que você tava fazendo, foxy. Vi como você enfiava os dedos na sua buceta. Vi como você passava eles na comida. Achou que era esperta, né? Não soube o que dizer. Meu cérebro deu um curto entre a vergonha de ser pega, o choque de ter a língua da minha roomie no meu cu, e o fato de que Sarah, a tranquila, a quietinha, a dos olhos azuis, tava falando daquele jeito. Eu podia ter me afastado. Podia ter gritado. Podia ter empurrado ela. Mas eu tava cansada. E tava à mercê dela. E algo em mim — aquela parte que meu amigo de Poringa vinha alimentando a tarde inteira — queria mais. Então não me afastei. Fiquei parada, me segurando na borda da bancada, e deixei ela me ver inteira. O moletom cinza caído nos meus joelhos. A camiseta preta levantada, deixando minha bunda e minha buceta à mostra. Minhas pernas tremendo.

Sarah sorriu. Não um sorriso amigável. Um sorriso de predadora. —Você é uma safada —repetiu, e dessa vez soou como elogio—. Uma safada que pensava em nos envenenar. Mas eu te descobri. E então ela me virou. Foi brusco, mas não violento. Girou meu corpo com força, deixando-me de costas contra a bancada, com o moletom preso nos meus tornozelos, completamente exposta da cintura para baixo. Sarah se levantou, me olhou de cima a baixo, e então —sem pedir permissão, sem hesitar— se agachou e esfregou o rosto na minha buceta.
Eu gritei. Não foi um grito alto. Foi um grito abafado, que saiu da minha garganta antes que eu pudesse controlar. Porque a Sarah não lambeu de leve. A Sarah chupou com força, com fome, como se estivesse furiosa e excitada ao mesmo tempo. Senti a língua dela entrando, se movendo, procurando. Senti os lábios dela se fechando em volta do meu clitóris, chupando com uma sucção que me fez ver estrelas. E as mãos dela — aquelas mãos que eu só tinha visto segurando livros ou xícaras de café — subiram pelo meu corpo, encontrando meus peitos por baixo da camiseta preta, massageando com força, beliscando os bicos através do algodão. — Sarah... — eu ofeguei, tentando processar o que estava acontecendo. Ela não respondeu com palavras. Respondeu enfiando dois dedos dentro de mim, curvando-os, encontrando aquele ponto que me fez arquear as costas e bater a mão na bancada. O barulho da panela de água fervendo para o macarrão se misturou com o som molhado da boca dela na minha buceta, e por um momento achei que ia desmaiar. Eu estava envergonhada. Estava. Mas aquela vergonha foi esmagada, como você disse, por milhares de pensamentos de tesão. Pela ideia de que a Sarah, minha roomie quietinha, estava me comendo na cozinha. Pelo risco de as outras entrarem. Pelo gosto da minha própria vingança que ela estava provando em primeira mão.
Sarah acelerou o ritmo. Os dedos dela entravam e saíam, a língua chupava meu clitóris com força brutal, e eu sentia que ia gozar. Estava perto. Tão perto. Minhas pernas tremiam em volta da cabeça dela, minhas mãos agarravam o cabelo dela —quando foi que eu comecei a agarrar o cabelo dela?— e eu a guiava, pressionava ela mais contra mim. E então ouvimos as chaves. O som metálico da porta da frente sendo aberta. Vozes. Risadas. As outras duas. Voltando. Sarah se separou de repente. Limpou a boca com as costas da mão, sorrindo, com meus fluidos brilhando nos lábios dela. Eu puxei o moletom para cima com dedos atrapalhados, tentando me cobrir, tentando respirar normal, tentando parecer que eu não tinha estado prestes a gozar na cara da minha roomie. —A gente continua depois —sussurrou Sarah, e a voz dela soou como promessa, como ameaça, como brincadeira. Ela foi embora. Saiu da cozinha como se nada, me deixando ali, apoiada na bancada, com a buceta pulsando, o cabelo bagunçado, e o molho bolonhesa ainda borbulhando na frigideira. Demorei uns minutos para me recompor. Para secar as mãos. Para ajeitar o moletom. Para servir o macarrão gravatinha com mãos que ainda tremiam, com a buceta ainda molhada e sensível, com o cabelo que devia parecer que eu tinha levado um choque. As outras duas roomies entraram na cozinha, conversando, pedindo comida. Sarah voltou —de onde ela tinha saído? Do banheiro? Do quarto dela?— e se sentou na mesa como se nada tivesse acontecido. Como se ela não tivesse tido a língua no meu cu cinco minutos atrás. Servi o molho. O molho que carregava meu segredo. O molho que ela tinha provado da panela. E então aconteceu o que me deixou louca. Sarah deu uma garfada. Mastigou. Olhou o prato com atenção. E então me olhou, nos olhos, com aquele sorrisinho, privado, que só eu sabia decifrar. —Tá uma delícia —disse ela, falando com todas mas olhando para mim—. Sério. Tem um sabor... intenso. Pessoal. Nunca provei nada igual. E enquanto as outras concordavam, enquanto elogiavam a comida sem saber, Sarah passou uma folha de louro pelos lábios — uma daquelas que eu tinha esfregado na minha buceta — e piscou um olho pra mim. — Verdade, né? — perguntou, e a voz dela tinha um duplo sentido. Eu só assenti, sentindo o calor subir pro meu rosto, sentindo minha própria umidade voltar entre as pernas, sabendo que isso — seja lá o que isso fosse — mal tinha começado.
❤️ Pornpics consultados pra ilustrar o conto: 1) - Morena gostosa Kira Queen mostrando as peitões antes de se masturbar na cozinha. 2) - Loira safada Vinna Reed bebendo a própria urina enquanto se deda na buceta depilada. 3) - Novinha de peitos pequenos Sofy tira a roupa e enfia os dedos na xereca. 4) - Sapatões gordinhas e lindas Kesha Ortega & Sheila Ortega chupando buceta. 5) - MILF loira Julia Ann e a novinha brasileira Gina Valentina transando em casa. 6) - Empregada de rabão Jada Stevens sendo brincada pelo patrão magrelo Amber Rayne. 7) - Sapatão de peitões Angel Wicky chupando e brincando com a buceta da gostosa Jennifer Mendez. CONTINUA... 💋
Eu estava vestindo uma camiseta preta, folgada, sem sutiã. Minha calcinha tinha sumido há dias — outra brincadeira das minhas roomies, aquelas brincadeiras pesadas que achavam divertido roubar minha roupa íntima e me deixar sem nada — então por baixo da calça de moletom cinza que pendia na minha cintura, eu estava pelada. O algodão macio roçava minha pele a cada movimento, e aquela fricção constante, combinada com as palavras safadas do meu amigo, me deixava num estado de tesão sutil, mas persistente.
Eu estava fazendo molho bolonhesa. O refogado de cebola e alho já perfumava a cozinha, aquele cheiro que invade e gruda na roupa. A carne estava dourando na frigideira, e eu mexia distraída, rindo de algo que meu amigo escrevia, quando pensei na vingança. Eu tinha visto elas naquela manhã, minhas três colegas de quarto, usando minhas calcinhas como se nada, me encarando com sorrisos de "e aí, vai fazer o quê?". E eu, em vez de ficar brava de verdade, tinha sentido algo mais complexo. Poder. Porque elas não sabiam que eu podia ser pior. Que eu podia ser mais perversa.
Coloquei a água pra ferver pro macarrão gravatinha. O molho já tinha tudo: a carne, o vinho, os temperos. Só faltava o tomate. Tava ali, do lado, no pote de vidro. E aí me veio a ideia.
Passei a mão por baixo do moletom. Estava molhada. Não encharcada, mas sim úmida, aquela umidade que se sente diferente do suor, mais viscosa, mais íntima. Comecei a me tocar de verdade, já não como brincadeira, mas com intenção. Os dedos circulando meu clitóris, entrando um pouco, colhendo minha excitação. Pensava nelas comendo, nas colheres levando meu sabor às suas bocas, na ignorância com que devorariam minha vingança líquida. E essa ideia, essa imagem, me excitava mais do que eu queria admitir. Tirei os dedos. Estavam brilhantes, úmidos, com minha essência. E os passei no molho de tomate.
Eu mexo devagar, incorporando meu segredo na mistura vermelha. Depois peguei as folhas de louro — três, aromáticas, secas — e as passei pela minha buceta. Uma por uma. Esfreguei contra meus lábios, contra meu clitóris, contra a entrada, deixando que absorvessem meu cheiro, meu gosto. Joguei-as no molho com uma satisfação que me fez gemer baixinho.
Continuei conversando com meu amigo, escrevendo "haha" e "que tesão", enquanto mexia na minha própria excitação com a carne moída. Estava perdida na minha cabeça, no calor da cozinha, no poder da minha pequena travessura, quando senti que algo mudava. O ar atrás de mim se moveu. Não ouvi passos. Não ouvi a porta. Mas senti uma presença, um calor diferente do fogão. E antes que eu pudesse me virar, senti mãos nas minhas ancas, fortes, decididas, e a calça de moletom cinza descendo de uma vez. O ar frio da cozinha bateu na minha bunda nua. — Que... — comecei a dizer, mas a voz travou. Senti algo molhado. Algo quente. Algo que eu não esperava na minha vida. Uma língua. No meu cu.
Girei a cabeça tão rápido que quase me deu vertigem, e a vi. Sarah. Ajoelhada atrás de mim, o rosto a centímetros da minha bunda, os olhos azuis — aqueles olhos que pareciam lanternas na penumbra da cozinha — me encarando fixamente enquanto a língua dela voltava a lamber, dessa vez mais devagar, mais deliberada, do meu cu pra cima, roçando na minha buceta. — Te vi — disse Sarah, a voz rouca, diferente de como eu a conhecia—. Vi o que você tava fazendo, foxy. Vi como você enfiava os dedos na sua buceta. Vi como você passava eles na comida. Achou que era esperta, né? Não soube o que dizer. Meu cérebro deu um curto entre a vergonha de ser pega, o choque de ter a língua da minha roomie no meu cu, e o fato de que Sarah, a tranquila, a quietinha, a dos olhos azuis, tava falando daquele jeito. Eu podia ter me afastado. Podia ter gritado. Podia ter empurrado ela. Mas eu tava cansada. E tava à mercê dela. E algo em mim — aquela parte que meu amigo de Poringa vinha alimentando a tarde inteira — queria mais. Então não me afastei. Fiquei parada, me segurando na borda da bancada, e deixei ela me ver inteira. O moletom cinza caído nos meus joelhos. A camiseta preta levantada, deixando minha bunda e minha buceta à mostra. Minhas pernas tremendo.

Sarah sorriu. Não um sorriso amigável. Um sorriso de predadora. —Você é uma safada —repetiu, e dessa vez soou como elogio—. Uma safada que pensava em nos envenenar. Mas eu te descobri. E então ela me virou. Foi brusco, mas não violento. Girou meu corpo com força, deixando-me de costas contra a bancada, com o moletom preso nos meus tornozelos, completamente exposta da cintura para baixo. Sarah se levantou, me olhou de cima a baixo, e então —sem pedir permissão, sem hesitar— se agachou e esfregou o rosto na minha buceta.
Eu gritei. Não foi um grito alto. Foi um grito abafado, que saiu da minha garganta antes que eu pudesse controlar. Porque a Sarah não lambeu de leve. A Sarah chupou com força, com fome, como se estivesse furiosa e excitada ao mesmo tempo. Senti a língua dela entrando, se movendo, procurando. Senti os lábios dela se fechando em volta do meu clitóris, chupando com uma sucção que me fez ver estrelas. E as mãos dela — aquelas mãos que eu só tinha visto segurando livros ou xícaras de café — subiram pelo meu corpo, encontrando meus peitos por baixo da camiseta preta, massageando com força, beliscando os bicos através do algodão. — Sarah... — eu ofeguei, tentando processar o que estava acontecendo. Ela não respondeu com palavras. Respondeu enfiando dois dedos dentro de mim, curvando-os, encontrando aquele ponto que me fez arquear as costas e bater a mão na bancada. O barulho da panela de água fervendo para o macarrão se misturou com o som molhado da boca dela na minha buceta, e por um momento achei que ia desmaiar. Eu estava envergonhada. Estava. Mas aquela vergonha foi esmagada, como você disse, por milhares de pensamentos de tesão. Pela ideia de que a Sarah, minha roomie quietinha, estava me comendo na cozinha. Pelo risco de as outras entrarem. Pelo gosto da minha própria vingança que ela estava provando em primeira mão.
Sarah acelerou o ritmo. Os dedos dela entravam e saíam, a língua chupava meu clitóris com força brutal, e eu sentia que ia gozar. Estava perto. Tão perto. Minhas pernas tremiam em volta da cabeça dela, minhas mãos agarravam o cabelo dela —quando foi que eu comecei a agarrar o cabelo dela?— e eu a guiava, pressionava ela mais contra mim. E então ouvimos as chaves. O som metálico da porta da frente sendo aberta. Vozes. Risadas. As outras duas. Voltando. Sarah se separou de repente. Limpou a boca com as costas da mão, sorrindo, com meus fluidos brilhando nos lábios dela. Eu puxei o moletom para cima com dedos atrapalhados, tentando me cobrir, tentando respirar normal, tentando parecer que eu não tinha estado prestes a gozar na cara da minha roomie. —A gente continua depois —sussurrou Sarah, e a voz dela soou como promessa, como ameaça, como brincadeira. Ela foi embora. Saiu da cozinha como se nada, me deixando ali, apoiada na bancada, com a buceta pulsando, o cabelo bagunçado, e o molho bolonhesa ainda borbulhando na frigideira. Demorei uns minutos para me recompor. Para secar as mãos. Para ajeitar o moletom. Para servir o macarrão gravatinha com mãos que ainda tremiam, com a buceta ainda molhada e sensível, com o cabelo que devia parecer que eu tinha levado um choque. As outras duas roomies entraram na cozinha, conversando, pedindo comida. Sarah voltou —de onde ela tinha saído? Do banheiro? Do quarto dela?— e se sentou na mesa como se nada tivesse acontecido. Como se ela não tivesse tido a língua no meu cu cinco minutos atrás. Servi o molho. O molho que carregava meu segredo. O molho que ela tinha provado da panela. E então aconteceu o que me deixou louca. Sarah deu uma garfada. Mastigou. Olhou o prato com atenção. E então me olhou, nos olhos, com aquele sorrisinho, privado, que só eu sabia decifrar. —Tá uma delícia —disse ela, falando com todas mas olhando para mim—. Sério. Tem um sabor... intenso. Pessoal. Nunca provei nada igual. E enquanto as outras concordavam, enquanto elogiavam a comida sem saber, Sarah passou uma folha de louro pelos lábios — uma daquelas que eu tinha esfregado na minha buceta — e piscou um olho pra mim. — Verdade, né? — perguntou, e a voz dela tinha um duplo sentido. Eu só assenti, sentindo o calor subir pro meu rosto, sentindo minha própria umidade voltar entre as pernas, sabendo que isso — seja lá o que isso fosse — mal tinha começado.
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1 comentários - Querida Nare: O Molho Secreto 🍝