Naquela ocasião eu estava meio perturbada, as coisas não andavam bem com meu Companheiro.
Lembro que a gente discutiu, ele saiu muito bravo e eu não o segurei como nas outras vezes, dessa vez fiquei chorando em casa segurando o orgulho pra não ligar pra ele. Liguei a TV, já passava da meia-noite, e aí parei num canal de filmes eróticos (deixo claro que não era pornô, porque não mostrava penetração na tela). Assisti por um tempinho e pensei:
-que puta vontade de te ter aqui, c
- vamos fazer agora mesmo, respondi - aqui? Ela respondeu,
Eu disse sim: ok, olha o que você vai me fazer fazer, respondeu a louca desvairada.
Comecei a me tocar, introduzi meus dedos na minha buceta enquanto ele se tocava, ele tirou o pau da calça, nossa, que gostoso parecia, ele subia e descia as mãos lentamente no membro dele, enquanto eu molhava meus dedos na boca e acariciava meus peitos, era tão delicioso que comecei a apertar meus bicos pra aumentar a sensação, me deitei na cama, mas antes coloquei o celular na mesinha e me abri toda enquanto continuava me tocando, ele me olhava extasiado enquanto as mãos dele aumentavam a intensidade do sobe e desce daquela rola quente e dura, me virei e de quatro introduzi meu dedo no meu cuzinho, bem ali onde só você faz ser permitido...
Meus gemidos aumentaram e minha agitação também. Virei de frente e comecei a meter na minha buceta de novo, com meus dedos desesperados, tocando o ponto exato onde comecei a sentir, como um choque elétrico percorrendo todo o meu corpo, fazendo meus dedos do pé se torcerem. Num grito de agonia, ele me disse: não aguento mais, e eu respondi que eu também não; naquele momento, nós dois gozamos com um gemido fraco, e eu vi o líquido quente escorrendo pela mão dele, assim como eu deixei minha essência perturbadora vazar da minha entreperna.
A adrenalina do ato proibido naquele banheiro nos fez gozar até o delírio. Falei pra ela: "Tá bom, love, bebe uma taça à minha saúde e não demora, porque te espero pra a gente resolver nossas diferenças e terminar o que a gente começou...

Lembro que a gente discutiu, ele saiu muito bravo e eu não o segurei como nas outras vezes, dessa vez fiquei chorando em casa segurando o orgulho pra não ligar pra ele. Liguei a TV, já passava da meia-noite, e aí parei num canal de filmes eróticos (deixo claro que não era pornô, porque não mostrava penetração na tela). Assisti por um tempinho e pensei:
-que puta vontade de te ter aqui, c
abron- sentia minha pele fervendo e minha virilha não aguentou mais segurar a umidade e deixou escapar, senti minha buceta pulsar...
Na verdade, eu sentia os batimentos, pensei: mesmo assim ela vai ter que voltar pra casa..."mas
não vejo a hora de você voltar" uau, tô queimando, morro de vontade de sentir seu membro vigoroso, já anseio sua boca mordendo meus mamilos, e naquele momento me veio a ideia; "vou fazer uma videochamada pra ele" peguei o celular e liguei, claro que com o risco de ele não atender, já que saiu muito bravo, mesmo assim me atrevi e liguei, quando ele atendeu estava num bar com uns amigos, quando olhou pra tela logo vi que ele escondeu, pois tinha um amigo do lado, ele me disse: me dá uns segundos, e saiu apressado pro banheiro, me disse: cê tá louca? Me liga semi-nua? Que porra tá acontecendo com você? eu sorri de um jeito perverso e respondi: o que você tá fazendo aí, se o meu inferno tá pegando fogo e você não tá aqui pra apagar; ele respondeu - me dá uma hora que eu chego - nãooo por favor não desliga, não posso esperar tanto, olha: e abaixei a câmera apontando pro meu sexo todo melado, dava pra ver meus fluidos escorrendo da minha entreperna, ele ficou paralisado, me disse: sua louca, você me deu uma ereção!!- vamos fazer agora mesmo, respondi - aqui? Ela respondeu,
Eu disse sim: ok, olha o que você vai me fazer fazer, respondeu a louca desvairada.
Comecei a me tocar, introduzi meus dedos na minha buceta enquanto ele se tocava, ele tirou o pau da calça, nossa, que gostoso parecia, ele subia e descia as mãos lentamente no membro dele, enquanto eu molhava meus dedos na boca e acariciava meus peitos, era tão delicioso que comecei a apertar meus bicos pra aumentar a sensação, me deitei na cama, mas antes coloquei o celular na mesinha e me abri toda enquanto continuava me tocando, ele me olhava extasiado enquanto as mãos dele aumentavam a intensidade do sobe e desce daquela rola quente e dura, me virei e de quatro introduzi meu dedo no meu cuzinho, bem ali onde só você faz ser permitido...
Meus gemidos aumentaram e minha agitação também. Virei de frente e comecei a meter na minha buceta de novo, com meus dedos desesperados, tocando o ponto exato onde comecei a sentir, como um choque elétrico percorrendo todo o meu corpo, fazendo meus dedos do pé se torcerem. Num grito de agonia, ele me disse: não aguento mais, e eu respondi que eu também não; naquele momento, nós dois gozamos com um gemido fraco, e eu vi o líquido quente escorrendo pela mão dele, assim como eu deixei minha essência perturbadora vazar da minha entreperna.
A adrenalina do ato proibido naquele banheiro nos fez gozar até o delírio. Falei pra ela: "Tá bom, love, bebe uma taça à minha saúde e não demora, porque te espero pra a gente resolver nossas diferenças e terminar o que a gente começou...

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