Durante toda a gravidez, minha esposa Angie aumentou a necessidade de rola, obviamente eu não fico atrás, e acho que até agora com ajuda de brinquedos eu tenho dado conta do recado. O que mais me encanta são as tetonas dela, que além de quase terem dobrado de tamanho, estão sempre cheias de porra, e sabendo do que ela tem, ela já começou a usar decotes mais ousados pra exibir. Ela também adora se sentir observada e curte muito ver como na rua os homens de todas as idades ficam de olho grudado nas tetas dela. Depois a gente ri de como as namoradas batem nos caras por se distraírem com as tetas da minha mulherzinha.
Bom, acontece que minha esposa tinha consulta médica no IMSS com a médica dela, já que faz 3 meses que ela se recuperou do parto, foi de cesárea então não tivemos a restrição de relações sexuais, que embora nos dissessem pra esperar, minha mulher já precisava de rola e então tinha que dar pra ela, pra consulta ela vestiu um body que na parte de cima é decotado, por baixo um sutiã entre roxo e azul, uma calça jeans e pronto, deixamos o bebê com minha sogra e fomos pra consulta.

Minha esposa fez todo o acompanhamento da gravidez dela na mesma clínica, então já conhece as enfermeiras e a ginecologista dela. Por isso, achamos estranho quando chegamos e quase não tinha gente. A consulta dela estava marcada para as 5 da tarde, e aqui no México ainda é cedo e com muito movimento no IMSS. Chegamos e estávamos esperando ela medir os sinais vitais, sabe, antes de passar na consulta. A gente via que praticamente estava vazio, até que chegou um enfermeiro pedindo desculpas pelo tempo de espera. Ele explicou que, por causa do período de férias, só tinha plantão, já que o pessoal saía de férias, e que na verdade a nossa consulta era a única agendada. Não sei como é em outros países, mas no México, quando é férias, os médicos e enfermeiras saem, e no lugar deles ficam, na maioria, estudantes que estão fazendo estágio tanto de enfermagem quanto de medicina. E era o nosso caso.

O enfermeiro disse que iria fazer a medição dos sinais vitais e assim foi. Quando começou, obviamente notou o decote da minha mulher. Ele era um rapaz alto que começou medindo a pressão no braço, seguiu com o peso e a altura, tudo normal, até que começou a usar o estetoscópio, colocando-o nas costas da minha mulher, pedindo que ela fizesse inspirações e expirações, para depois colocar o estetoscópio sobre a pele exposta das tetas da minha mulher, perguntando qual era o motivo da consulta. Minha mulher disse que era uma consulta de revisão dos 3 meses do parto. Eu observando como minha mulher olhava nos olhos dele enquanto ele estava bem atento às tetas dela, ela só me fez gestos, os mesmos que fazemos quando alguém a olha na rua, mas dessa vez piscando para mim, e eu sem saber o que viria, só observava.
Minha esposa continuou dizendo pra ele que tava com uma dor nos peitos, que não parecia normal, ela se referia às dores que sente quando eles enchem de porra e os peitos ficam durinhos, mas nós dois sabemos muito bem que basta tirar a porra pra dor passar. O enfermeiro, sentindo que era a hora dele e "tentando" se aproveitar, perguntou:
Enfermeiro: em que parte é a dor?
Angie: bom, é quase o seio inteiro, sinto ele bem duro e dói o seio todo.
Nem o enfermeiro nem eu esperávamos que minha mulher fosse baixar a blusa deixando as tetas dela à mostra pra gente ver, ela pegava uma teta e com o dedo apontava tudo ao redor explicando onde "doía", obviamente o enfermeiro não ia deixar passar a oportunidade que minha mulher tava dando de bandeja.
Enfermeiro: posso tocar?
Angie: claro, você é o especialista

O enfermeiro, passando a língua nos meus lábios, colocou as mãos sobre as tetas da minha mulher do jeito mais "profissional" possível, fazendo pressões ao redor das tetas dela, levantando-as um pouco e também apertando os bicos, que já estavam duros de tesão, deixando escapar um gemido dos lábios dela.
Enfermeiro: agora tá doendo?
Angie: agora nem tanto, mas quando eu tenho muita gozada, aí dói, e dói pra caralho.
Enfermeiro: isso é normal, mas com umas massagens assim a dor acalma.
Ele disse enquanto começava a massageá-las em círculos, fazendo um pouco de pressão ao redor e também nos mamilos, que começavam a endurecer. Eu já mais que excitado observando como minha mulher se esquentava ao ser "examinada" pelo jovem enfermeiro, me aproximei para ver mais de perto. O enfermeiro me olhou com certo medo, mas em vez de parar aquilo, decidi ver o quanto minha gostosa estava ficando molhada e até onde ela estava disposta a se deixar fazer.
Eu: ela também reclama de dores na lombar, será que é por causa da anestesia?
Enfermeiro: pode me indicar em que parte?
Minha mulher se levanta, eu pensava que de pé ela mostraria a área da dor, mas o que ela fez foi se ajoelhar na cadeira e depois baixar a calça, deixando à mostra a bunda linda dela à disposição do enfermeiro, que de novo não perdeu a oportunidade de colocar as mãos em cima da minha mulher.
Enfermeiro: Se a dor for por causa da anestesia, costuma passar até anos e ainda continua doendo, o que poderia te ajudar são massagens com alguma pomada como ultra bengue, que tem efeito frio e quente para aliviar o incômodo, começa do lugar da injeção e desce massageando.
Ele dizia isso enquanto apertava as nádegas da minha mulher e as abria um pouco, fazendo com que o body dela se prendesse nos lábios da buceta dela, provocando outro gemido escapando da Angie. Eu conheço ela e sabia que se o enfermeiro tentasse algo a mais, ela se deixaria fazer tudo, e eu, excitado também, não reclamaria, aliás, queria ver tudo.
Angie: Você pode me ajudar com a roupa? É que está me machucando um pouco.
Enfermeiro: Claro, o que eu faço?
Angie: Só puxa ela um pouco pro lado pra não me machucar.
O enfermeiro não podia acreditar no que via. Ele puxou a tira da roupa dela de lado enquanto continuava massageando a bunda da minha mulher e, tentando não parecer tão óbvio, se abaixava para admirar a buceta recém-depilada dela, aproximando os dedos cada vez mais da entrada, abrindo-a de novo para ver melhor. Colocou o dedo médio no clitóris da minha mulher e começou a massagear também, depois foi aproximando devagar da entrada da buceta, enfiando aos poucos até sumir dentro da Angie, que com a mão abafou outro gemido de prazer.
Infelizmente, naquele momento, o ginecologista chamou minha mulher do consultório ao lado. O enfermeiro, meio resignado, tirou o dedo dela, e minha mulher se ajeitou na roupa para passar por ele, como quem se despede, enquanto ele lambeu o próprio dedo. Aí saímos para o consultório.
Até aqui a parte com o enfermeiro. Comentem se gostaram e se querem saber o que aconteceu com o jovem ginecologista.
Aqui vai um spoiler do que rolou, mas a gente gostaria que, além dos pontos, vocês deixassem seus comentários.
Bom, acontece que minha esposa tinha consulta médica no IMSS com a médica dela, já que faz 3 meses que ela se recuperou do parto, foi de cesárea então não tivemos a restrição de relações sexuais, que embora nos dissessem pra esperar, minha mulher já precisava de rola e então tinha que dar pra ela, pra consulta ela vestiu um body que na parte de cima é decotado, por baixo um sutiã entre roxo e azul, uma calça jeans e pronto, deixamos o bebê com minha sogra e fomos pra consulta.

Minha esposa fez todo o acompanhamento da gravidez dela na mesma clínica, então já conhece as enfermeiras e a ginecologista dela. Por isso, achamos estranho quando chegamos e quase não tinha gente. A consulta dela estava marcada para as 5 da tarde, e aqui no México ainda é cedo e com muito movimento no IMSS. Chegamos e estávamos esperando ela medir os sinais vitais, sabe, antes de passar na consulta. A gente via que praticamente estava vazio, até que chegou um enfermeiro pedindo desculpas pelo tempo de espera. Ele explicou que, por causa do período de férias, só tinha plantão, já que o pessoal saía de férias, e que na verdade a nossa consulta era a única agendada. Não sei como é em outros países, mas no México, quando é férias, os médicos e enfermeiras saem, e no lugar deles ficam, na maioria, estudantes que estão fazendo estágio tanto de enfermagem quanto de medicina. E era o nosso caso.

O enfermeiro disse que iria fazer a medição dos sinais vitais e assim foi. Quando começou, obviamente notou o decote da minha mulher. Ele era um rapaz alto que começou medindo a pressão no braço, seguiu com o peso e a altura, tudo normal, até que começou a usar o estetoscópio, colocando-o nas costas da minha mulher, pedindo que ela fizesse inspirações e expirações, para depois colocar o estetoscópio sobre a pele exposta das tetas da minha mulher, perguntando qual era o motivo da consulta. Minha mulher disse que era uma consulta de revisão dos 3 meses do parto. Eu observando como minha mulher olhava nos olhos dele enquanto ele estava bem atento às tetas dela, ela só me fez gestos, os mesmos que fazemos quando alguém a olha na rua, mas dessa vez piscando para mim, e eu sem saber o que viria, só observava.
Minha esposa continuou dizendo pra ele que tava com uma dor nos peitos, que não parecia normal, ela se referia às dores que sente quando eles enchem de porra e os peitos ficam durinhos, mas nós dois sabemos muito bem que basta tirar a porra pra dor passar. O enfermeiro, sentindo que era a hora dele e "tentando" se aproveitar, perguntou:
Enfermeiro: em que parte é a dor?
Angie: bom, é quase o seio inteiro, sinto ele bem duro e dói o seio todo.
Nem o enfermeiro nem eu esperávamos que minha mulher fosse baixar a blusa deixando as tetas dela à mostra pra gente ver, ela pegava uma teta e com o dedo apontava tudo ao redor explicando onde "doía", obviamente o enfermeiro não ia deixar passar a oportunidade que minha mulher tava dando de bandeja.
Enfermeiro: posso tocar?
Angie: claro, você é o especialista

O enfermeiro, passando a língua nos meus lábios, colocou as mãos sobre as tetas da minha mulher do jeito mais "profissional" possível, fazendo pressões ao redor das tetas dela, levantando-as um pouco e também apertando os bicos, que já estavam duros de tesão, deixando escapar um gemido dos lábios dela.
Enfermeiro: agora tá doendo?
Angie: agora nem tanto, mas quando eu tenho muita gozada, aí dói, e dói pra caralho.
Enfermeiro: isso é normal, mas com umas massagens assim a dor acalma.
Ele disse enquanto começava a massageá-las em círculos, fazendo um pouco de pressão ao redor e também nos mamilos, que começavam a endurecer. Eu já mais que excitado observando como minha mulher se esquentava ao ser "examinada" pelo jovem enfermeiro, me aproximei para ver mais de perto. O enfermeiro me olhou com certo medo, mas em vez de parar aquilo, decidi ver o quanto minha gostosa estava ficando molhada e até onde ela estava disposta a se deixar fazer.
Eu: ela também reclama de dores na lombar, será que é por causa da anestesia?
Enfermeiro: pode me indicar em que parte?
Minha mulher se levanta, eu pensava que de pé ela mostraria a área da dor, mas o que ela fez foi se ajoelhar na cadeira e depois baixar a calça, deixando à mostra a bunda linda dela à disposição do enfermeiro, que de novo não perdeu a oportunidade de colocar as mãos em cima da minha mulher.
Enfermeiro: Se a dor for por causa da anestesia, costuma passar até anos e ainda continua doendo, o que poderia te ajudar são massagens com alguma pomada como ultra bengue, que tem efeito frio e quente para aliviar o incômodo, começa do lugar da injeção e desce massageando.Ele dizia isso enquanto apertava as nádegas da minha mulher e as abria um pouco, fazendo com que o body dela se prendesse nos lábios da buceta dela, provocando outro gemido escapando da Angie. Eu conheço ela e sabia que se o enfermeiro tentasse algo a mais, ela se deixaria fazer tudo, e eu, excitado também, não reclamaria, aliás, queria ver tudo.
Angie: Você pode me ajudar com a roupa? É que está me machucando um pouco.
Enfermeiro: Claro, o que eu faço?
Angie: Só puxa ela um pouco pro lado pra não me machucar.
O enfermeiro não podia acreditar no que via. Ele puxou a tira da roupa dela de lado enquanto continuava massageando a bunda da minha mulher e, tentando não parecer tão óbvio, se abaixava para admirar a buceta recém-depilada dela, aproximando os dedos cada vez mais da entrada, abrindo-a de novo para ver melhor. Colocou o dedo médio no clitóris da minha mulher e começou a massagear também, depois foi aproximando devagar da entrada da buceta, enfiando aos poucos até sumir dentro da Angie, que com a mão abafou outro gemido de prazer.Infelizmente, naquele momento, o ginecologista chamou minha mulher do consultório ao lado. O enfermeiro, meio resignado, tirou o dedo dela, e minha mulher se ajeitou na roupa para passar por ele, como quem se despede, enquanto ele lambeu o próprio dedo. Aí saímos para o consultório.
Até aqui a parte com o enfermeiro. Comentem se gostaram e se querem saber o que aconteceu com o jovem ginecologista.
Aqui vai um spoiler do que rolou, mas a gente gostaria que, além dos pontos, vocês deixassem seus comentários.
2 comentários - Minha esposa e o encontro dela no IMSS