Sou Mônica, tenho 36 anos, sou casada há vários anos. Vou me descrever como sou: tenho 1,70m de altura, peso entre 53/56 quilos, sou magra, pode-se dizer, peitos grandes e extravagantes, foi um presente de aniversário para meu marido. Também tenho uma bunda grande e firme de praticar atividade física. Sou muito bonita aos olhos dos homens, me visto elegante e sexy para mim e para os outros, muito sociável, simpática, tagarela, amiga das minhas amigas, boa mãe, carinhosa, presente, atenta e protetora com os meus. Sou morena com olhos pretos, sou 9/10 para qualquer homem. Minha vida financeira está super resolvida, já que me casei com Carlos: de 46 anos, está bem fisicamente para a idade, é gerente de uma multinacional e isso nos dá uma vida muito confortável, tendo 2 carros, último modelo MB de alta gama, duas casas, uma na província de Buenos Aires de dois andares com piscina e parque bem grande num condomínio fechado bem exclusivo, e outra em Montevidéu, Uruguai, que usamos para férias, mas vamos para outros lugares de férias e viajamos várias vezes ao ano. Temos um filho chamado Lucio, de 14 anos, magro para a idade, com zero esporte na vida, inteligente, joga xadrez e jogos de PC, muito introvertido, tem dificuldade de socializar com gente que acabou de conhecer e nem se fala com o gênero feminino, até onde sei. Eu me casei aos 24 anos, foi amor à primeira vista. Carlos, meu marido, sempre foi um cara normal na cama, não muito grande nem sessões maratonas no sexo, e isso não me incomodava porque eu também era assim. Ou pelo menos eu achava. Mas com os anos, a monotonia foi deixando nossa vida sexual mais apagada e entediante do que já era. Tentamos acender essa chispa com fantasias, falar safadezas, mas nunca passou disso, nada como troca de casais ou casamento aberto funcionou por um tempo. Até dois anos atrás, Carlos me convenceu a tirar fotos nua, custou no começo, começou com fotos provocantes e de lingerie, e depois passou para fotos dos meus peitos, a brincar de mandar fotos das nossas partes, das minhas tetas, bundas ou da minha... enquanto ele estava no trabalho e eu recebia fotos da pica dura dele com algum comentário quente meio idiota, isso começou a nos dar bastante tesão até a gente se sentir seguro e começar a se filmar por alguns segundos transando e apagar na hora. Era mais filmar na nossa casa quando eu dava pra ele, ver um tempo depois de terminar e apagar, a gente fazia sempre. Menos um dia que nosso filho tinha ido dormir na casa de um amigo da escola e aproveitamos pra sair pra jantar com um casal amigo, chegamos tarde e cansados mas com vontade, naquela noite chupei ele gozando na minha boca, algo que eu não gosto mas dou o gosto pro meu marido, sem engolir, nunca fiz isso. Esse dia ele me filmou o vídeo e não apagou, dura um minuto e com pouca luz não dá pra ver meu rosto, eu cubro com meu cabelo preto mas dá pra ver bastante que eu faço um boquete e sinceramente ninguém me reconheceria, só alguém que me conheça muito bem perceberia. No dia seguinte meu marido foi trabalhar e deu o azar de roubarem o celular dele, e aí em alguns meses um mundo novo se abriria pra gente. No começo não demos importância, estávamos mais preocupados com o mau momento que ele passou, embora não tenham machucado ele, do que com o vídeo, embora soubéssemos que estava lá e com certeza iam postar na internet. O tempo passou e nunca mais soubemos do celular nem do vídeo. O que comecei a notar foram atitudes estranhas do Lucio comigo, olhares tortos quando eu não via, mas eu percebia, ele era muito ruim em disfarçar, muita companhia pra ir a lugares comigo, lugares que pra um menino daquela idade não atraíam, tipo mercado, loja de roupa, casa da minha mãe, tudo chato pra ele. Até que uma tarde à noite esperando meu marido chegar, o Lucio estava com a lição de casa e pedi uma caneta emprestada, me aproximei pelo lado dele, me inclinei pra pegar a caneta e vejo o olhar dele indo direto pro vão das minhas tetas, notei na hora, ele percebeu e desviou o olhar na mesma hora, eu fingi que não vi nada como se nada tivesse acontecido. passa, que perturbada a noite inteira enquanto jantávamos não parei de pensar na Lució e sua evidente atração pela mãe pensei que parte do meu corpo ele gostaria mais? seria como meu marido que ficava louco pelas minhas tetas. Comecei a levar numa boa com o passar dos dias e sem muita importância, mas quando o pegava me olhando de forma lasciva pensava: pra mim "de novo esse garoto me olhando a bunda com vontade" e me dava graça e pensava se todos os garotos nessa idade eram tão punheteiros assim. Assim passaram os dias e começou a aparecer a cueca dele com muitas manchas brancas e secas quando eu a colocava na máquina de lavar comecei a ver aquela situação era evidente que ele se masturbava mas isso ele já fazia antes com maior quantidade o que fazia ele se excitar tanto era eu? E comecei a pensar com o que ele se masturbava só com meu corpo imaginando coisas que evidentemente faria com ele ou também veria pornô e que tipo de pornô ele gostaria pra se aliviar à noite?. Uma tarde coloquei a roupa dele pra lavar e me deparei de novo com a cueca cheia de esperma seco e bem manchada e da minha boca saiu a palavra: "tá cheio de cum" pela primeira vez eu dizia cum pro esperma do meu filho mas também percebi que sempre pensava nisso como cum e não como esperma líquido seminal nem nada parecido e eu estava segurando a peça com a mão e com os dedos indicador e médio os movia em círculos por cima das manchas de cum do meu filho por um instante pensei em levar os dedos ao nariz pra sentir o cheiro do meu filho. Mas não fiz e fiz uma cara de nojo e repulsa lembrando que eu nem gostava do esperma do meu marido e engolia era só pelo prazer do meu marido, não o meu. Pensei que queria saber que tipo de vídeos pornô ele via e uma tarde entrei no PC dele pra ver e no começo não achei nada mas depois achei. uma pasta que dizia música ao abri-la me deparei com nomes de garotas (depois eu descobriria que eram nomes de estrelas pornô), com nomes como: "Dani Daniels, Charly Sommers, Kenzie Taylor, Ariela Ferrara. Onde os temas eram elas fazendo de madrastas e comendo os próprios filhos, assisti vários vídeos e me senti viva, excitada. Minha mão foi automaticamente pra minha entreperna, com meus dedos acariciando por cima do meu shortinho de tecido bem fininho que eu usava pra limpar a casa. O calor começou a me invadir e eu comecei a transpirar, e aquelas carícias quase imperceptíveis começaram a ficar mais intensas, com mais pressão, mas devagar, bem devagar. Mas a excitação não era pelo que eu via no vídeo; minha cabeça viajava com meu filho sentado onde eu estava assistindo esses vídeos, se masturbando devagar, bem devagar, igualzinho à mãe dele naquele exato momento.
Deve ter passado uma hora ou mais, e eu devo ter visto mais de 20 vídeos enquanto me masturbava. Minha calcinha já estava encharcada, mais molhada impossível, até que encontro um vídeo sem nome, com um número, parecia uma gravação caseira. Abro e meus olhos se arregalaram com o que vi: era o meu vídeo chupando a pica do meu marido. Reconheci na hora. Senti medo, vergonha, humilhação, terror do que meu próprio filho pensaria de mim. Mas também uma excitação que transbordava qualquer barreira moral, me fazendo sentir um prazer imenso em me sentir suja, desejada, que o Lucio me visse como uma mulher comestível e não como a mãe dele.
Puxei o short pro lado por onde enfiava as pernas, afastei a calcinha totalmente encharcada e enfiei meus dedos na minha buceta, acelerando como nunca pra explodir de prazer. Quando explodi, gozei jorrando como nunca na minha vida. Tirei a mão e a vi totalmente ensopada, com fios de baba pendurados entre minha mão e a buceta. Olhei pra ela e voltei a pôr o vídeo, sem parar, me masturbando de novo sem nem ter parado. Tava com tanto tesão que voltei a gozar como uma cachoeira. Não podia acreditar, aquela manhã eu tava totalmente no cio, enlouquecida, e fiz de novo. Ao terminar, tive três orgasmos seguidos, um atrás do outro, encharcando tudo, e depois mais dois com um pouco mais de espaço entre uma masturbação e outra. Terminei com Os pantaloncitos totalmente molhados na parte da minha entreperna, como se eu tivesse derramado uma bebida ali. Desliguei o PC, apaguei qualquer rastro de que eu estive no computador e corri pro meu quarto pra me trocar e tomar banho. Eu estava toda suja depois de gozar. Ao chegar no meu quarto, me olhei no espelho grande e, ao me ver toda manchada e molhada, minha calça por causa das minhas próprias brincadeiras de mulher, não consegui evitar sorrir e pensar no meu filho. Se ele me visse daquele jeito, a imagem do espelho, ele gozaria sem nem se tocar, sujaria o chão com a porra dele e a barriguinha dele também. E me meti no chuveiro, voltando a me masturbar. E aí veio na minha mente: será que ele sabia que no vídeo da slut, como ele deveria pensar daquela mulher, que era a mãe dele? Ou será que ele não tinha percebido? E esse mistério me deixava a mil, provando isso pro meu marido nas noites seguintes com muito sexo puro. Os dias passavam e era impossível me apagar. Meu marido me comia todas as noites, tava super cansado, não sabia o que tava acontecendo comigo, mas já não aguentava mais. Enquanto eu, cada vez que tinha o pau dele dentro de mim, não conseguia parar de pensar na imagem do meu filho vendo meu vídeo e se batendo uma. E se ele sabia ou não, aquela dúvida não me deixava em paz. Os fins de semana eram assim, muitos deles, desde pequenos eles vinham brincar, os únicos amigos do meu filho. Sebastián, Pablo e Facundo. Jogavam Play ou jogos de PC, ou viam filmes e séries na TV, e ficavam pra dormir no fim de semana, às vezes na minha casa, às vezes na casa de algum deles. Eram muito unidos. E aí comecei a sentir aqueles olhares dos amigos do Lucio, meu filho, e dele também. No começo eram quase imperceptíveis, mas com o passar do tempo ficaram menos sutis, a ponto de me sentir observada o tempo todo pelos quatro garotos. Eu me sentia uma gazela sendo caçada pelos leões, esperando a oportunidade de eu me abaixar pra verem meu cu ou qualquer movimento pra ver um pouco mais de pele. Não me incomodava, já tinha me acostumado com meu filho, e eles só olhavam, não dava pra falar nada. provocá-los é mais... eu me sentia desejada e fogosa de que quatro adolescentes me vissem assim. Na minha cabeça, tinha a suspeita de que os quatro teriam batido uma punheta com meu vídeo. Às vezes eu pensava que era separado, e outras vezes os quatro sentados lado a lado vendo meu vídeo, soltando toda a porra deles, sujando a cueca deles por minha causa. Isso deixava minha libido lá em cima o dia todo. Quando de manhã eu estava sozinha, tinha longas sessões de masturbação pensando neles se masturbando e na porra deles, e à noite transando com meu amado marido, mas pensando neles. Uma noite, os amigos do meu filho vieram ver filmes no fim de semana. Depois do jantar, todos foram assistir aos filmes no quarto do meu filho. Eu fiquei lavando a louça e conversando com meu marido, e do nada ele me diz:
Carlos — Você não viu como eles te olham?
Mônica — Quem?
Carlos — Todos, "incluindo seu filho". (Quando ele falou essa frase, senti um calor entre minhas pernas)
Mônica — Não (me fazendo de sonsa)
Carlos — Eles te devoravam como uma fatia de presunto.
Mônica — Você acha? Eles são muito novinhos e ficam o dia todo jogando videogame, nem passa pela cabeça deles mulher ainda. E além disso, olhar pra mãe do amigo com o filho e o pai na frente, eles não teriam coragem.
Carlos — Kkkkk. Você acha mesmo? (Ele me pegou pela cintura e me puxou pra perto, descendo a mão até minha bunda e me deu um tapa devagar. Me estranhou a atitude dele). Quando ouvimos passos descendo as escadas e se aproximando de onde estávamos, era o Pablo, que veio pegar uns copos e algo pra beber lá em cima. Ele me pediu muito educadamente, eu passei com prazer. Ao me virar, senti o olhar dele na minha bunda, e eu tinha razão. Olhei pro Carlos e vi que ele me fez um olhar com aquele sorriso safado, piscando o olho, coisa que o Pablo não viu porque estava de costas pro meu marido, e ele subiu. Terminei de lavar a louça e Carlos e eu fomos deitar pra ver TV. Dava pra ouvir as risadas dos quatro quase adolescentes por um tempo, até que a casa ficou em silêncio. Eu... pensei que estariam vendo algum vídeo pornô ou meu próprio vídeo e estariam batendo uma os quatro, meu marido ficou carinhoso comigo começou a passar a mão na minha bunda de um jeito intenso e agressivo como nunca tinha feito, aliás, de ser suave comigo eu comecei a ficar com tesão ao saber que os quatro estariam vendo meu vídeo e então Carlos se aproxima do meu ouvido me dando beijinhos e me diz que os amigos do nosso filho devem estar se segurando para não se tocarem por estar a Lució ali com eles. Mas estão pensando na minha bunda bem dura e no quão gostoso seria tocar nela pelo menos uma vez. Fiz que não gostava desses comentários mas por dentro fervia em pensar nisso e aos poucos fiquei calada e comecei a me deixar fazer pelo meu marido quando fui me dar conta as mãos dele estavam dentro da minha calcinha me masturbando sentindo minha umidade, eu também comecei a puxar para cima e para baixo a pele do pau dele que ficava cada vez mais duro e quente me dizendo como eles passariam a mão na minha bunda e nos meus peitos até gozarem os pivetinhos tarados, não aguentei mais. Mônica _ chupo pra você. E chupei como nunca devagar e forte até enfiar, foi super fácil entrou pelo tanto que eu estava molhada, transamos até altas horas da madrugada com várias gozadas, estava muito excitado, entre os dois nos procuramos aquela noite. De manhã acordamos muito tarde todos em casa e os dias foram passando notei mudanças no meu marido como quando os amigos do meu filho estavam ficava com a gente até que uma vez ele desmarcou um jogo de futebol para ficar com a gente, inventou uma desculpa idiota. E cada vez que eles estavam ali na nossa frente Carlos era mais carinhoso comigo beijos carícias e elogios na frente deles nada muito pesado mas nunca antes tinha feito até que uma vez Carlos me deu um tapa leve na minha bunda descendo com uma carícia pela minha nádega (por cima da calça) até tocar onde começava a linha da minha racha, dessa vez não consegui evitar sorrir e ao olhar nos olhos deles com a boca aberta com uma inveja do Carlos e mordi o lábio inferior de prazer que senti ao ver as caras deles. Começou a ser a regra não escrita de foder quando os meninos ficavam para dormir na nossa casa sem fazer barulho, mas com a luz da televisão acesa iluminando, talvez o Carlos secretamente desejasse que algum dos amigos do filho se aproximasse para espiar pelo buraco da porta e pudesse ver como o Carlos me comia. Num sábado à tarde, os meninos estavam jogando videogame na sala da casa quando subo para o meu quarto buscar roupa para lavar e, sem perceber, ele vai atrás de mim. Meu marido fecha a porta, me agarra por trás, me assusto, e ele me vira de frente para ele, me dá um beijo de língua, pega a calça que eu estava vestindo pelo lado e puxa para baixo junto com a calcinha, ficando no meu joelho, e se agacha para me chupar bem gostoso (ele nunca foi muito chegado a fazer oral, mas isso também tinha mudado). Eu fiquei a mil num instante e comecei a soltar meus sucos e aquele cheiro agridoce de uma buceta bem quente, ele comia tudo sem nojo, e meus gemidos começavam a aumentar o volume e os meninos podiam ouvir. Meu marido agarrou meu pescoço me enforcando para levantar a mão e tapar com força minha boca, nunca tinha me tratado assim, nem ele nem ninguém, uma eletricidade percorreu meu corpo até chegar na minha vagina, senti me molhar mais do que já estava. De repente, ele tira a mão da minha boca e pega uma peça de roupa sem olhar e com ela tapa minha boca, mas nesse instante soltei um gemido meio forte para que pudesse ter sido ouvido até na sala onde estão os meninos. Mas eles não tinham ouvido, porém meu olfato começou a sentir um aroma forte e delicioso quando meus olhos viram a peça que o Carlos colocou na minha boca, era uma cueca do meu filho que estava no cesto de roupa suja, ou seja, a porra seca estava dentro da minha boca tocando minha língua, minha excitação foi tão grande que gozei como uma fonte na cara do Carlos, até os cabelos da cabeça estavam com meus sucos, ele chupou até me limpar toda. toda. Foi super excitante, os meninos não ouviram nada porque estavam lá embaixo; se tivessem lá em cima, teriam ouvido meu gemido abafado, mas reconhecível, de prazer. Tive que trocar de roupa, e meu marido lavou o rosto e o cabelo molhado pra ficar em casa; nada disso passou despercebido pra eles. Passaram uns dias e, de novo, estavam na minha casa comendo os quatro, e meu marido, pra ir dormir na casa do Pablo, quando ele me agarra pelo short (bem apertado, com a buceta bem marcada, você não sabe como os olhos dos cinco iam, incluindo meu marido), me puxa pra perto dele, sai da boca dele "que rabo" e ele morde uma das minhas nádegas. Todos ouvem essa frase, tem um silêncio desconfortável de todos sem saber como sair daquela situação. Eu sorri e disse "Carlos, não seja bruto". Naquela noite, enquanto cavalgava meu marido e a gente falava da inveja que eles tinham dele por não poderem morder meu rabo gostoso, saiu que eu achava ter a sensação de que, quando estava de costas, não só olhavam meu rabo, eu sentia que eles se tocavam no volume. Por cima da calça, com uma ereção evidente; há tempo a gente já tinha notado isso, eu e meu marido. E naquela semana saem as palavras do meu marido pros quatro quase adolescentes na minha frente. Carlos _ tem um rabo lindo, minha esposa. (disse isso me virando de costas e me inclinando pra que meu rabo ficasse empinado e separando as nádegas por cima do meu short curto, que atraía tanto os olhares; me deu uma ternura as caras deles de pedra, envergonhados, sem palavras. Carlos hahaha, não tem problema, se eu sinto o mesmo e vocês também não conseguem evitar, mesmo querendo, e vão continuar vivendo porque são amigos do meu filho. Mas só olhar e nada mais, senão teremos grandes problemas e vocês não vão mais vir na minha casa (disse isso com a cara de ogro mais brava do mundo). Os quatro concordaram em silêncio. Naquela mesma tarde, aproveitaram pra me olhar o máximo possível o rabo; no começo, meio que não na frente do meu marido, mas ele incentivava com palavras tipo: "olha com tranquilidade, ou vai te dar cansar os olhos e outras coisas mais" entre risadas, e assim começou a ser normal ter os três amigos do meu filho quase sempre em casa com a falsa desculpa de que ali tinham mais conforto e eu era muito gente boa e deixava eles ficarem até tarde sem tanto controle, mas a verdade é que nenhuma mãe dos três amigos deixaria com a permissão dela que eles vissem a bunda dela, e além disso essa mãe era uma bomba. Continua.....
Deve ter passado uma hora ou mais, e eu devo ter visto mais de 20 vídeos enquanto me masturbava. Minha calcinha já estava encharcada, mais molhada impossível, até que encontro um vídeo sem nome, com um número, parecia uma gravação caseira. Abro e meus olhos se arregalaram com o que vi: era o meu vídeo chupando a pica do meu marido. Reconheci na hora. Senti medo, vergonha, humilhação, terror do que meu próprio filho pensaria de mim. Mas também uma excitação que transbordava qualquer barreira moral, me fazendo sentir um prazer imenso em me sentir suja, desejada, que o Lucio me visse como uma mulher comestível e não como a mãe dele.
Puxei o short pro lado por onde enfiava as pernas, afastei a calcinha totalmente encharcada e enfiei meus dedos na minha buceta, acelerando como nunca pra explodir de prazer. Quando explodi, gozei jorrando como nunca na minha vida. Tirei a mão e a vi totalmente ensopada, com fios de baba pendurados entre minha mão e a buceta. Olhei pra ela e voltei a pôr o vídeo, sem parar, me masturbando de novo sem nem ter parado. Tava com tanto tesão que voltei a gozar como uma cachoeira. Não podia acreditar, aquela manhã eu tava totalmente no cio, enlouquecida, e fiz de novo. Ao terminar, tive três orgasmos seguidos, um atrás do outro, encharcando tudo, e depois mais dois com um pouco mais de espaço entre uma masturbação e outra. Terminei com Os pantaloncitos totalmente molhados na parte da minha entreperna, como se eu tivesse derramado uma bebida ali. Desliguei o PC, apaguei qualquer rastro de que eu estive no computador e corri pro meu quarto pra me trocar e tomar banho. Eu estava toda suja depois de gozar. Ao chegar no meu quarto, me olhei no espelho grande e, ao me ver toda manchada e molhada, minha calça por causa das minhas próprias brincadeiras de mulher, não consegui evitar sorrir e pensar no meu filho. Se ele me visse daquele jeito, a imagem do espelho, ele gozaria sem nem se tocar, sujaria o chão com a porra dele e a barriguinha dele também. E me meti no chuveiro, voltando a me masturbar. E aí veio na minha mente: será que ele sabia que no vídeo da slut, como ele deveria pensar daquela mulher, que era a mãe dele? Ou será que ele não tinha percebido? E esse mistério me deixava a mil, provando isso pro meu marido nas noites seguintes com muito sexo puro. Os dias passavam e era impossível me apagar. Meu marido me comia todas as noites, tava super cansado, não sabia o que tava acontecendo comigo, mas já não aguentava mais. Enquanto eu, cada vez que tinha o pau dele dentro de mim, não conseguia parar de pensar na imagem do meu filho vendo meu vídeo e se batendo uma. E se ele sabia ou não, aquela dúvida não me deixava em paz. Os fins de semana eram assim, muitos deles, desde pequenos eles vinham brincar, os únicos amigos do meu filho. Sebastián, Pablo e Facundo. Jogavam Play ou jogos de PC, ou viam filmes e séries na TV, e ficavam pra dormir no fim de semana, às vezes na minha casa, às vezes na casa de algum deles. Eram muito unidos. E aí comecei a sentir aqueles olhares dos amigos do Lucio, meu filho, e dele também. No começo eram quase imperceptíveis, mas com o passar do tempo ficaram menos sutis, a ponto de me sentir observada o tempo todo pelos quatro garotos. Eu me sentia uma gazela sendo caçada pelos leões, esperando a oportunidade de eu me abaixar pra verem meu cu ou qualquer movimento pra ver um pouco mais de pele. Não me incomodava, já tinha me acostumado com meu filho, e eles só olhavam, não dava pra falar nada. provocá-los é mais... eu me sentia desejada e fogosa de que quatro adolescentes me vissem assim. Na minha cabeça, tinha a suspeita de que os quatro teriam batido uma punheta com meu vídeo. Às vezes eu pensava que era separado, e outras vezes os quatro sentados lado a lado vendo meu vídeo, soltando toda a porra deles, sujando a cueca deles por minha causa. Isso deixava minha libido lá em cima o dia todo. Quando de manhã eu estava sozinha, tinha longas sessões de masturbação pensando neles se masturbando e na porra deles, e à noite transando com meu amado marido, mas pensando neles. Uma noite, os amigos do meu filho vieram ver filmes no fim de semana. Depois do jantar, todos foram assistir aos filmes no quarto do meu filho. Eu fiquei lavando a louça e conversando com meu marido, e do nada ele me diz:
Carlos — Você não viu como eles te olham?
Mônica — Quem?
Carlos — Todos, "incluindo seu filho". (Quando ele falou essa frase, senti um calor entre minhas pernas)
Mônica — Não (me fazendo de sonsa)
Carlos — Eles te devoravam como uma fatia de presunto.
Mônica — Você acha? Eles são muito novinhos e ficam o dia todo jogando videogame, nem passa pela cabeça deles mulher ainda. E além disso, olhar pra mãe do amigo com o filho e o pai na frente, eles não teriam coragem.
Carlos — Kkkkk. Você acha mesmo? (Ele me pegou pela cintura e me puxou pra perto, descendo a mão até minha bunda e me deu um tapa devagar. Me estranhou a atitude dele). Quando ouvimos passos descendo as escadas e se aproximando de onde estávamos, era o Pablo, que veio pegar uns copos e algo pra beber lá em cima. Ele me pediu muito educadamente, eu passei com prazer. Ao me virar, senti o olhar dele na minha bunda, e eu tinha razão. Olhei pro Carlos e vi que ele me fez um olhar com aquele sorriso safado, piscando o olho, coisa que o Pablo não viu porque estava de costas pro meu marido, e ele subiu. Terminei de lavar a louça e Carlos e eu fomos deitar pra ver TV. Dava pra ouvir as risadas dos quatro quase adolescentes por um tempo, até que a casa ficou em silêncio. Eu... pensei que estariam vendo algum vídeo pornô ou meu próprio vídeo e estariam batendo uma os quatro, meu marido ficou carinhoso comigo começou a passar a mão na minha bunda de um jeito intenso e agressivo como nunca tinha feito, aliás, de ser suave comigo eu comecei a ficar com tesão ao saber que os quatro estariam vendo meu vídeo e então Carlos se aproxima do meu ouvido me dando beijinhos e me diz que os amigos do nosso filho devem estar se segurando para não se tocarem por estar a Lució ali com eles. Mas estão pensando na minha bunda bem dura e no quão gostoso seria tocar nela pelo menos uma vez. Fiz que não gostava desses comentários mas por dentro fervia em pensar nisso e aos poucos fiquei calada e comecei a me deixar fazer pelo meu marido quando fui me dar conta as mãos dele estavam dentro da minha calcinha me masturbando sentindo minha umidade, eu também comecei a puxar para cima e para baixo a pele do pau dele que ficava cada vez mais duro e quente me dizendo como eles passariam a mão na minha bunda e nos meus peitos até gozarem os pivetinhos tarados, não aguentei mais. Mônica _ chupo pra você. E chupei como nunca devagar e forte até enfiar, foi super fácil entrou pelo tanto que eu estava molhada, transamos até altas horas da madrugada com várias gozadas, estava muito excitado, entre os dois nos procuramos aquela noite. De manhã acordamos muito tarde todos em casa e os dias foram passando notei mudanças no meu marido como quando os amigos do meu filho estavam ficava com a gente até que uma vez ele desmarcou um jogo de futebol para ficar com a gente, inventou uma desculpa idiota. E cada vez que eles estavam ali na nossa frente Carlos era mais carinhoso comigo beijos carícias e elogios na frente deles nada muito pesado mas nunca antes tinha feito até que uma vez Carlos me deu um tapa leve na minha bunda descendo com uma carícia pela minha nádega (por cima da calça) até tocar onde começava a linha da minha racha, dessa vez não consegui evitar sorrir e ao olhar nos olhos deles com a boca aberta com uma inveja do Carlos e mordi o lábio inferior de prazer que senti ao ver as caras deles. Começou a ser a regra não escrita de foder quando os meninos ficavam para dormir na nossa casa sem fazer barulho, mas com a luz da televisão acesa iluminando, talvez o Carlos secretamente desejasse que algum dos amigos do filho se aproximasse para espiar pelo buraco da porta e pudesse ver como o Carlos me comia. Num sábado à tarde, os meninos estavam jogando videogame na sala da casa quando subo para o meu quarto buscar roupa para lavar e, sem perceber, ele vai atrás de mim. Meu marido fecha a porta, me agarra por trás, me assusto, e ele me vira de frente para ele, me dá um beijo de língua, pega a calça que eu estava vestindo pelo lado e puxa para baixo junto com a calcinha, ficando no meu joelho, e se agacha para me chupar bem gostoso (ele nunca foi muito chegado a fazer oral, mas isso também tinha mudado). Eu fiquei a mil num instante e comecei a soltar meus sucos e aquele cheiro agridoce de uma buceta bem quente, ele comia tudo sem nojo, e meus gemidos começavam a aumentar o volume e os meninos podiam ouvir. Meu marido agarrou meu pescoço me enforcando para levantar a mão e tapar com força minha boca, nunca tinha me tratado assim, nem ele nem ninguém, uma eletricidade percorreu meu corpo até chegar na minha vagina, senti me molhar mais do que já estava. De repente, ele tira a mão da minha boca e pega uma peça de roupa sem olhar e com ela tapa minha boca, mas nesse instante soltei um gemido meio forte para que pudesse ter sido ouvido até na sala onde estão os meninos. Mas eles não tinham ouvido, porém meu olfato começou a sentir um aroma forte e delicioso quando meus olhos viram a peça que o Carlos colocou na minha boca, era uma cueca do meu filho que estava no cesto de roupa suja, ou seja, a porra seca estava dentro da minha boca tocando minha língua, minha excitação foi tão grande que gozei como uma fonte na cara do Carlos, até os cabelos da cabeça estavam com meus sucos, ele chupou até me limpar toda. toda. Foi super excitante, os meninos não ouviram nada porque estavam lá embaixo; se tivessem lá em cima, teriam ouvido meu gemido abafado, mas reconhecível, de prazer. Tive que trocar de roupa, e meu marido lavou o rosto e o cabelo molhado pra ficar em casa; nada disso passou despercebido pra eles. Passaram uns dias e, de novo, estavam na minha casa comendo os quatro, e meu marido, pra ir dormir na casa do Pablo, quando ele me agarra pelo short (bem apertado, com a buceta bem marcada, você não sabe como os olhos dos cinco iam, incluindo meu marido), me puxa pra perto dele, sai da boca dele "que rabo" e ele morde uma das minhas nádegas. Todos ouvem essa frase, tem um silêncio desconfortável de todos sem saber como sair daquela situação. Eu sorri e disse "Carlos, não seja bruto". Naquela noite, enquanto cavalgava meu marido e a gente falava da inveja que eles tinham dele por não poderem morder meu rabo gostoso, saiu que eu achava ter a sensação de que, quando estava de costas, não só olhavam meu rabo, eu sentia que eles se tocavam no volume. Por cima da calça, com uma ereção evidente; há tempo a gente já tinha notado isso, eu e meu marido. E naquela semana saem as palavras do meu marido pros quatro quase adolescentes na minha frente. Carlos _ tem um rabo lindo, minha esposa. (disse isso me virando de costas e me inclinando pra que meu rabo ficasse empinado e separando as nádegas por cima do meu short curto, que atraía tanto os olhares; me deu uma ternura as caras deles de pedra, envergonhados, sem palavras. Carlos hahaha, não tem problema, se eu sinto o mesmo e vocês também não conseguem evitar, mesmo querendo, e vão continuar vivendo porque são amigos do meu filho. Mas só olhar e nada mais, senão teremos grandes problemas e vocês não vão mais vir na minha casa (disse isso com a cara de ogro mais brava do mundo). Os quatro concordaram em silêncio. Naquela mesma tarde, aproveitaram pra me olhar o máximo possível o rabo; no começo, meio que não na frente do meu marido, mas ele incentivava com palavras tipo: "olha com tranquilidade, ou vai te dar cansar os olhos e outras coisas mais" entre risadas, e assim começou a ser normal ter os três amigos do meu filho quase sempre em casa com a falsa desculpa de que ali tinham mais conforto e eu era muito gente boa e deixava eles ficarem até tarde sem tanto controle, mas a verdade é que nenhuma mãe dos três amigos deixaria com a permissão dela que eles vissem a bunda dela, e além disso essa mãe era uma bomba. Continua.....
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