Naquela noite no motel, depois de transar e conversar sobre o que rolou no estacionamento, chegamos à mesma conclusão: a gente curtiu aquela adrenalina e o tesão de sermos vistos. No dia seguinte, por mensagens, a gente conversou sobre fazer exibicionismo de novo, mas agora num parque. Combinamos de fazer num sábado, e ela levaria um short jeans sem calcinha. Nos veríamos às 19h pra ir num parque meio conhecido. Meu papel naquele dia seria só observar e ficar de olho nas pessoas que pudessem nos ver; ela tinha liberdade pra fazer o que viesse na cabeça na hora.
No sábado, quando passei pra buscá-la e vi que ela só tava usando o short e uma regata sem sutiã, o jeito que os bicos dos peitos dela marcavam já me deixou de pau duro na hora. No carro, inevitavelmente, tirei a regata dela e chupei os peitos enquanto enfiava dois dedos na buceta molhada dela. Já excitada, fiz ela me chupar até eu gozar dentro da boca dela. Depois de nos acalmarmos e esfriarmos um pouco, decidimos ir pro parque. No caminho, quando paramos num semáforo, ela virou e falou baixinho: "olha". Quando virei, vi ela tirando os peitos pra fora e balançando eles, sorrindo, enquanto dois caras no carro do lado mostravam a língua e faziam gestos de que queriam chupar eles. Ela respondeu cuspindo um pouco de saliva nos próprios peitos e mostrando a língua. Quando o sinal ficou verde e a gente avançou, ela continuou com os peitos de fora, mas agora se virando de lado na janela. Quando perguntei o que ela tava fazendo, ela respondeu: "é que o carro com os dois caras tá nos seguindo".
Passaram uma ou duas quadras e o carro parou de nos seguir. Já perto de chegar no parque, ela tava excitada e eu também. Tirei o pau pra fora e, quando freiei por causa do trânsito, fui eu quem disse "olha". Quando ela virou, foi direto me chupar. Então só procurei uma rua onde pudesse estacionar pra aproveitar o boquete que ela tava me dando, chupando minhas bolas de leve e brincando com a língua. na ponta da minha língua, matando devagar e depois rápido, enfiando tudo na boca... me fazendo gozar e ela engolindo mais da minha porra. Ela se acomodou de novo no banco e me pediu meu moletom, só disse que tava com frio, então eu dei. Ela tirou a camiseta dela, deixando os peitos dela à mostra, e naquele momento ouvimos uns assobios e um "que gostosa", e ela só respondeu em voz alta "obrigada" e mexeu eles. Foi quando eu percebi que do outro lado da rua tinha um cara jovem olhando pra gente, e entendi porque ela trocou a camiseta pelo meu moletom, sendo a desculpa pra mostrar os peitos e ser vista. Ela demorou pra vestir o moletom. Quando o carro arrancou, notei que o cara se aproximou do carro, do lado dela, e num tom de brincadeira só disse "não esconde, não empresta?". Ela respondeu no mesmo tom "pergunta pra ele se posso emprestar", enquanto me olhava. O cara chegou na janela e me perguntou "pode, amigo? Me deixa?". Eu só balancei a cabeça dizendo que sim. Não sei o que passava pela minha cabeça, mas na hora senti a pica ficar dura e vi no rosto dela um sorriso cheio de luxúria. Ela abaixou o vidro do carro e rapidamente levantou o moletom. O cara, assim que viu os peitos dela à mostra, começou a pegar neles e perguntou "posso chupar?". Ela, toda excitada, só disse que sim. Assim que ele começou a chupar, ela virou pra mim e soltou uns gemidos baixinhos. Suavemente, ela disse "já" e afastou o cara, se cobrindo com o moletom. Agradeceu o cara e me pediu pra ir embora. Depois do que aconteceu, ficamos em silêncio, e antes de chegar no parque, eu quebrei o silêncio perguntando "como você tá se sentindo?". Ela respondeu "excitada", que não sabia o que tinha acontecido, mas que curtiu pra caralho, que não imaginava que eu aceitaria alguém tocando nela, ainda mais um estranho. Ela me fez a mesma pergunta, e eu ainda tava excitado com o que rolou. Pra ser sincero, adorei ver aquele sorriso de luxúria, como ela aproveitou e que eu aproveitei vendo ela. assim. Arrumei um lugar pra estacionar e a gente continuou conversando já a uma quadra do parque, seguimos falando sobre o que aconteceu, disse que foi totalmente inesperado, mas eu gostei e ela também, e aí, será que a gente fazia de novo? Se a gente sentiu ciúmes? Ou se eu tava bravo, mas não foi nada disso. Naquela noite a gente não seguiu com o plano, procuramos um lugar pra jantar e conversamos sobre outras coisas. No dia seguinte saímos de novo, mas dessa vez fomos ao cinema. Antes de entrar, esperando o filme começar, a gente retomou o assunto. Os dois gostaram do que aconteceu, eu disse que, além de não me sentir desconfortável, me excitava ver ela daquele jeito. Aí ela perguntou: "E se a gente fizer um ménage?" Rimos nervosamente, mas no fundo eu tava curioso pra ver no que dava. Falei que seria interessante, mas teria que ser alguém fora do nosso círculo, caso não desse certo, pra evitar uma situação constrangedora. Esse foi o começo pra gente começar a sondar quem seria uma opção pra um ménage e se seria homem ou mulher. No final do filme, ela comentou rápido: "E se você usasse um app de namoro pra procurar alguém?" Combinamos que cada um ia escolher 1 homem e 1 mulher, e depois a gente decidiria junto. Na quarta-feira à tarde, conversando sobre o que fazer no fim de semana, eu disse que já tinha meus selecionados, e ela só comentou que, enquanto procurava nos apps e perguntava, um cara falou que, se ela tivesse interesse, procurasse por casais swinger ou solteiros no X. E aí ela encontrou bares e clubes que são só pra casais, mudando de ideia sobre o ménage, sugerindo que a gente fosse a um clube. Eu, sem saber o que dizer, só perguntei mais, e ela contou tudo que tinha pesquisado, que não era necessário fazer nada, que a gente podia só ir pra ver, conversar e beber, que nada seria forçado, e disse que assim a gente podia escolher melhor uma pessoa pra interagir. Depois de ouvir ela, fiquei intrigado em saber que existiam lugares pra compartilhar com outros casais. A gente pensou por um tempo e os dois concordaram em ir na sexta-feira. Aparentemente, no clube que a gente ia, teria um evento com tema de casais vestindo vermelho. Foi aí que decidimos ir... Se quiserem que eu continue contando o que a gente viveu naquela noite, deixem um comentário com "pt3" pra eu saber que alguém tá lendo. Valeu.
No sábado, quando passei pra buscá-la e vi que ela só tava usando o short e uma regata sem sutiã, o jeito que os bicos dos peitos dela marcavam já me deixou de pau duro na hora. No carro, inevitavelmente, tirei a regata dela e chupei os peitos enquanto enfiava dois dedos na buceta molhada dela. Já excitada, fiz ela me chupar até eu gozar dentro da boca dela. Depois de nos acalmarmos e esfriarmos um pouco, decidimos ir pro parque. No caminho, quando paramos num semáforo, ela virou e falou baixinho: "olha". Quando virei, vi ela tirando os peitos pra fora e balançando eles, sorrindo, enquanto dois caras no carro do lado mostravam a língua e faziam gestos de que queriam chupar eles. Ela respondeu cuspindo um pouco de saliva nos próprios peitos e mostrando a língua. Quando o sinal ficou verde e a gente avançou, ela continuou com os peitos de fora, mas agora se virando de lado na janela. Quando perguntei o que ela tava fazendo, ela respondeu: "é que o carro com os dois caras tá nos seguindo".
Passaram uma ou duas quadras e o carro parou de nos seguir. Já perto de chegar no parque, ela tava excitada e eu também. Tirei o pau pra fora e, quando freiei por causa do trânsito, fui eu quem disse "olha". Quando ela virou, foi direto me chupar. Então só procurei uma rua onde pudesse estacionar pra aproveitar o boquete que ela tava me dando, chupando minhas bolas de leve e brincando com a língua. na ponta da minha língua, matando devagar e depois rápido, enfiando tudo na boca... me fazendo gozar e ela engolindo mais da minha porra. Ela se acomodou de novo no banco e me pediu meu moletom, só disse que tava com frio, então eu dei. Ela tirou a camiseta dela, deixando os peitos dela à mostra, e naquele momento ouvimos uns assobios e um "que gostosa", e ela só respondeu em voz alta "obrigada" e mexeu eles. Foi quando eu percebi que do outro lado da rua tinha um cara jovem olhando pra gente, e entendi porque ela trocou a camiseta pelo meu moletom, sendo a desculpa pra mostrar os peitos e ser vista. Ela demorou pra vestir o moletom. Quando o carro arrancou, notei que o cara se aproximou do carro, do lado dela, e num tom de brincadeira só disse "não esconde, não empresta?". Ela respondeu no mesmo tom "pergunta pra ele se posso emprestar", enquanto me olhava. O cara chegou na janela e me perguntou "pode, amigo? Me deixa?". Eu só balancei a cabeça dizendo que sim. Não sei o que passava pela minha cabeça, mas na hora senti a pica ficar dura e vi no rosto dela um sorriso cheio de luxúria. Ela abaixou o vidro do carro e rapidamente levantou o moletom. O cara, assim que viu os peitos dela à mostra, começou a pegar neles e perguntou "posso chupar?". Ela, toda excitada, só disse que sim. Assim que ele começou a chupar, ela virou pra mim e soltou uns gemidos baixinhos. Suavemente, ela disse "já" e afastou o cara, se cobrindo com o moletom. Agradeceu o cara e me pediu pra ir embora. Depois do que aconteceu, ficamos em silêncio, e antes de chegar no parque, eu quebrei o silêncio perguntando "como você tá se sentindo?". Ela respondeu "excitada", que não sabia o que tinha acontecido, mas que curtiu pra caralho, que não imaginava que eu aceitaria alguém tocando nela, ainda mais um estranho. Ela me fez a mesma pergunta, e eu ainda tava excitado com o que rolou. Pra ser sincero, adorei ver aquele sorriso de luxúria, como ela aproveitou e que eu aproveitei vendo ela. assim. Arrumei um lugar pra estacionar e a gente continuou conversando já a uma quadra do parque, seguimos falando sobre o que aconteceu, disse que foi totalmente inesperado, mas eu gostei e ela também, e aí, será que a gente fazia de novo? Se a gente sentiu ciúmes? Ou se eu tava bravo, mas não foi nada disso. Naquela noite a gente não seguiu com o plano, procuramos um lugar pra jantar e conversamos sobre outras coisas. No dia seguinte saímos de novo, mas dessa vez fomos ao cinema. Antes de entrar, esperando o filme começar, a gente retomou o assunto. Os dois gostaram do que aconteceu, eu disse que, além de não me sentir desconfortável, me excitava ver ela daquele jeito. Aí ela perguntou: "E se a gente fizer um ménage?" Rimos nervosamente, mas no fundo eu tava curioso pra ver no que dava. Falei que seria interessante, mas teria que ser alguém fora do nosso círculo, caso não desse certo, pra evitar uma situação constrangedora. Esse foi o começo pra gente começar a sondar quem seria uma opção pra um ménage e se seria homem ou mulher. No final do filme, ela comentou rápido: "E se você usasse um app de namoro pra procurar alguém?" Combinamos que cada um ia escolher 1 homem e 1 mulher, e depois a gente decidiria junto. Na quarta-feira à tarde, conversando sobre o que fazer no fim de semana, eu disse que já tinha meus selecionados, e ela só comentou que, enquanto procurava nos apps e perguntava, um cara falou que, se ela tivesse interesse, procurasse por casais swinger ou solteiros no X. E aí ela encontrou bares e clubes que são só pra casais, mudando de ideia sobre o ménage, sugerindo que a gente fosse a um clube. Eu, sem saber o que dizer, só perguntei mais, e ela contou tudo que tinha pesquisado, que não era necessário fazer nada, que a gente podia só ir pra ver, conversar e beber, que nada seria forçado, e disse que assim a gente podia escolher melhor uma pessoa pra interagir. Depois de ouvir ela, fiquei intrigado em saber que existiam lugares pra compartilhar com outros casais. A gente pensou por um tempo e os dois concordaram em ir na sexta-feira. Aparentemente, no clube que a gente ia, teria um evento com tema de casais vestindo vermelho. Foi aí que decidimos ir... Se quiserem que eu continue contando o que a gente viveu naquela noite, deixem um comentário com "pt3" pra eu saber que alguém tá lendo. Valeu.
3 comentários - Começando no SW pt 2...