Já tava há três horas de quatro na cama, feito uma putinha submissa, sentindo a dor insuportável das minhas entranhas rasgadas. O filho da puta tinha deixado meu cu aberto, arrombado e totalmente destruído. Mal conseguia manter os cotovelos apoiados no colchão imundo, com as pernas tremendo sem controle e as lágrimas secando na minha cara.
— Agora você vai me agradecer por te comer e por ter arrombado bem esse rabo, pedaço de puta. — Disse o Braian com um ar de superioridade, me dando um tapa seco na pele ardendo.
— A-agradecer... pelo quê? P-por que é um favor me comer assim, filho da puta...? — Falei bestamente, entre gaguejos e soluços, tentando juntar um resto de dignidade.
— Sim, é um favor, puta! Olha o corpo de merda que você tem, agora só serve pra paus grandes e malvados como eu te comerem e usarem de lixeira. — Respondeu ele, soltando uma risada cruel, apertando meus quadris com força.
— Não... eu não sirvo só pra isso... por favor, me deixa em paz. — Falei quebrada, tentando avançar um centímetro pra frente.
Sem me dar chance, o cara agarrou minha cintura e enfiou de novo os 23 centímetros dele inteiros, cravando até o fundo com uma fúria desalmada.
— AAAAHHHH! NÃO, VOCÊ VAI ME MATAR! — Gritei sentindo minha entrada anal esticar até o limite da anatomia.
— Tem certeza que não serve pra isso, puta? Toma pela sua desobediência! — Gritou ele, empurrando o pauzão bem fundo, fazendo eu sentir toda a grossura venosa ocupando o interior do meu cu.
— AIAAAAH! Tira, por favor, sinto que vai me estourar toda por dentro! — Supliquei me afogando em choro, sentindo que a carne não aguentava mais.
— Se você não calar a boca e implorar, vou deixar essa pica enfiada aqui dentro o dia inteiro sem me mexer, ouviu? — Ameaçou com maldade, deixando a carne presa no fundo.
— Não! O dia inteiro não! Te imploro, Braian, não deixa ela enfiada! — Supliquei aterrorizada, sentindo aquele pedaço de 23 cm enterrado nas minhas entranhas. Se quiser que eu tire, me implora pra gozar dentro de você, vai. Meu bully falou rindo na minha cara, curtindo minha paralisia.
— P-por favor... g-goza... Falei exausta e dolorida, mal conseguindo articular as palavras de tão acabada.
— Não ouvi nada, sua puta, fala alto: imploro pela sua porra. Ele ordenou autoritário, me dando uma sacudida violenta.
— Imploro pela sua porra! Por favor, Braian, joga toda sua porra dentro de mim e tira, eu te imploro! Gritei chorando, despedaçada, totalmente quebrada e humilhada.
— Assim que eu gosto, sua puta, pedindo pelo único que você merece. Ele disse com um sorriso macabro.
Com um impulso final e selvagem, me deu a última estocada seca que me deixou sem ar. Naquele segundo, o pau dele começou a pulsar descontrolado dentro de mim e senti os jatos fervendo de sêmen disparando no fundo da minha bunda. Minha mente ficou completamente em branco com o colapso de dor e submissão, sentindo o desgraçado esvaziar até a última gota enquanto me obrigava a pedir pra ele não parar.
Quando finalmente ele saiu de cima e puxou a carne dele de uma vez, desabei de cara no colchão. Um som molhado ecoou no quarto e senti, de dentro, do fundo do meu cu arrombado, começar a escorrer uma quantidade enorme de porra quente que descia pelas minhas coxas, deixando minha entrada anal completamente aberta, deformada e pulsando no vazio.
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Fiquei largada de barriga pra cima no colchão imundo, toda destruída. Segurando minhas pernas trêmulas e doloridas com as próprias mãos, mantinha as coxas bem abertas, sentindo a buceta fervendo e a garganta seca de tanto gritar. De onde estava, olhava pro Braian, que ficava de pé ao lado da cama me encarando de cima enquanto ria com uma satisfação nojenta. Entre os lábios da minha buceta nova e arrombada, sentia escorrer uma quantidade enorme de porra grossa e quente que descia pelas minhas coxas, pingando direto nos lençóis.
— De que porra você tá rindo, seu filho da puta...? E se você me deixar grávida? Perguntei entre soluços e tremores, olhando pra ele aterrorizada.
— Grávida? Tô nem aí se você ficar grávida do meu filho, sua puta. Disse o Braian soltando uma gargalhada alta enquanto arrumava a camiseta.
— Você é um monstro... não pode ser tão sem coração. Falei, apertando as pernas com pânico ao sentir a porra no fundo do meu útero.
— Acha que vou cuidar de um filho teu...? Se eu te engravidar, vai ser culpa sua por andar de perna aberta na rua sem calcinha. Gritou meu valentão, me dando um pisão perto da cama pra me assustar.
— É culpa sua que me pegou e me trouxe à força! Gritei com a voz falhando, com o coração batendo na garganta.
— Se você acha que vou te cuidar, levar no médico ou gastar um centavo se sua barriga crescer, tá muito enganada, puta. Respondeu ele com um tom debochado, subindo o zíper da calça de moletom.
— Você não pode fazer isso comigo... não pode me largar assim depois de me destruir toda. Supliquei chorando sem parar, sentindo a buceta molhada e arrebentada.
— Sabe o quê... acabei de perceber que é uma ótima ideia te deixar grávida do meu filho. Disse ele com um olhar sádico, cravando os olhos na minha barriga.
— Não! Nem pense nisso, por Por favor, te imploro! Supliquei horrorizada, tentando cobrir minha intimidade com as mãos trêmulas.
— A partir de agora, vou vir te buscar todo dia pra foder sua buceta e seu cu até deixar você bem prenha, vagabunda. Ele me ameaçou com maldade, rindo abertamente do meu estado.
— Pelo amor de Deus, Braian! Tem um pouco de compaixão, você vai arruinar minha vida pra sempre! Gritei desolada, tremendo de medo só de pensar em carregar a porra dele dentro de mim.
— Você vai ser minha incubadora pessoal, putinha, e se nascer alguma coisa, você se vira sozinha, feito a vagabunda barata que é. Me sentenciou meu valentão, terminando de fechar a calça enquanto minha buceta ainda escorria a porra dele e eu ficava aterrorizada, sabendo que minha vida estava completamente nas mãos dele.
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Eu tava em cima dele, completamente destruída depois de ter montado na pica de 23 centímetros dele por horas. O cansaço tava me vencendo e minha buceta tava doendo num nível insuportável, toda arrebentada, ardendo e esticada até o limite. Não tinha mais forças nem pra respirar direito; o suor escorria pelo meu corpo e meus peitos pesados de 90 caíam no peito dele enquanto o choro engasgava minha garganta.
— Olha o estado que você tá, sua putinha, não consegue nem ficar de pé do jeito que eu deixei essa sua bunda. — Falou Braian com um tom debochado, me segurando firme pelas cadeiras com as mãos calejadas.
— Não aguento mais... juro por Deus que tá doendo tudo por dentro, me deixa descer... — Falei com a voz quebrada, tentando me levantar só uns centímetros.
— Daqui você não sai até eu mandar, putinha submissa. — Ele ordenou, me segurando pra baixo enquanto me encarava com um olhar sádico.
— AIAAAAH! Por favor... sinto a bunda arrebentada, não me faz continuar quicando! — Supliquei entre soluços, sentindo cada centímetro da grossura dele queimando minha carne anal.
— Olha como suas pernas tão tremendo, dá até pena, mas você vai aguentar a última porque você é minha putinha pessoal. — Meu bully gritou, me dando um puxão seco pra enfiar bem fundo pela última vez.
— ¡¡¡AAAAHHHHH! VOCÊ VAI ME MATAR, BRAIAN! — Uivei toda desfeita, enterrando o rosto no ombro dele enquanto sentia a maré quente que tinha enchido meu interior.
Sem avisar, ele me pegou pela cintura e me levantou de uma vez, tirando a pica dele com um puxão violento. Um estalo molhado e pesado ecoou no quarto enquanto eu desabava de lado no colchão imundo, completamente sem ar.
— Fica aí virada, putinha, que quero ver como ficou esse buraco. — Ele ordenou com desprezo, esticando as mãos calejadas pra pegar minhas duas nádegas.
Braian abriu e separou minha bunda com força bruta, deixando exposta toda minha intimidade totalmente deformada e destruída. pelo tamanho do pau dele.
— Olha só isso... te deixei o cu tão aberto que não fecha mais, puta. Ele disse, soltando uma gargalhada sonora e cheia de crueldade.
— Ai! Não me toca aí, arde pra caralho! Falei, chorando de vergonha e dor, sentindo o ar frio do quarto batendo direto na carne viva.
— Olha como você escorre, seu pedaço de puta, tá derramando toda minha porra no chão. Ele disse, se divertindo com meu cu arrombado expelindo em fios grossos a quantidade enorme de esperma quente que ele tinha entornado dentro de mim.
— Que nojo... você me deixou toda destruída, não vou conseguir nem sentar... Falei entre soluços, sentindo a porra pegajosa escorrendo pelas minhas coxas enquanto tentava me cobrir em vão.
— Se acostuma, puta barata, porque toda vez que eu tiver na vontade vou deixar teu cu assim aberto e cheio da minha porra. Me sentenciou meu valentão, rindo na minha cara enquanto eu ficava largada na cama, humilhada e completamente acabada.
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Fiquei largada de lado na cama, na posição de conchinha e com as pernas coladas, tremendo de frio e de dor no silêncio do quarto. O apartamento tava completamente escuro e silencioso; o maldito do Braian já tinha se vestido e ido pra rua, me deixando largada e abandonada que nem um lixo depois de me usar e me quebrar toda como a putinha dele. Com o corpo totalmente destruído e a mente em branco, devagarzinho levei minha mão trêmula pra trás, procurando minha virilha.
— É inacreditável... ele deixou minha Booty tão arrombada e deformada que nem custa nada... — falei pro nada mesmo entre soluços abafados, sentindo o vazio gelado na região.
Quando toquei na entrada anal, percebi como meus dedos entravam quase sem resistência, com uma facilidade medonha, graças à piroca de 23 centímetros daquele filho da puta que tinha me aberto à força por horas.
— Tenho que tirar essa porcaria de dentro de mim... tá queimando tudo... — falei pra escuridão do quarto, enfiando dois dedos devagar no meu interior.
Comecei a cavucar no fundo do meu cu arrombado pra tentar me limpar. Enquanto remexia no fundo das minhas entranhas, senti como a maré grossa, quente e viscosa do sêmen dele começava a ceder. A cada movimento suave dos meus dedos, jatos da porra retida dele começavam a brotar da cavidade aberta, saindo devagar e escorrendo de forma nojenta pela curva das minhas nádegas e coxas até sujar os lençóis.
— Meu Deus... que nojo que eu tenho de mim... quanto leite esse monstro deixou enfiado em mim... — falei com a voz quebrada e o rosto colado no travesseiro imundo, sentindo o líquido morno escorrendo pela minha pele sem parar.
Ainda sozinha, na penumbra da casa do meu valentão, fiquei ali deitada por um tempão, chorando em silêncio enquanto continuava tirando com os dedos todo aquele líquido de dentro, sentindo a humilhação absoluta de ter o cu completamente rasgado. palpitando no vazio e escorrendo a marca da violência dela.
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Eu tava esmagada de costas contra o colchão imundo, sentindo todo o peso esmagador do Braian no meu corpo cansado. A respiração pesada dele, cheirando a cigarro e aquele cheiro forte de suor e colônia barata, invadia minha cara, me dando ânsia. O cara me pegou pelas pernas atrás dos joelhos, abrindo elas de uma vez e me deixando toda exposta enquanto se jogava com força em cima de mim. De repente, senti o roçar quente da pica de 23 centímetros dele se encaixando direto na entrada da minha buceta nova.
— Te aviso que não aguento mais, pedaço de puta, vou gozar bem fundo aqui dentro. — Sussurrou Braian no meu ouvido com uma voz rouca e arrogante que me gelou o sangue.
— Não, por favor! Sai de cima de mim, te imploro, tira esse peso de cima! — Falei desesperada, tentando empurrar os ombros dele sem mover nem um milímetro.
— Nem fodendo que eu saio, puta, agora você aguenta tudo que eu quiser te enfiar. — Respondeu ele, ignorando meus choros e cravando a pica até o fundo com uma estocada seca.
— AAAAHHH! PELO AMOR DE DEUS, NÃO FAZ ISSO! NÃO GOZA DENTRO DA MINHA xota! — Uivei despedaçada, apertando as mãos nos lençóis e chutando os pés no ar por causa da dor do esticamento.
— Fecha o cu e sente como eu encho tudo, puta submissa. — Gritou meu valentão, afundando a carne até a raiz.
Apertei os punhos com raiva e angústia enquanto sentia o filho da puta empurrar até o fundo das minhas entranhas. Naquele segundo, a pica grossa dele começou a pulsar descontrolada e um jorro fervente de porra disparou direto contra meu útero. Eu odiava ele com toda a minha alma pelo que tava fazendo, mas não conseguia parar a maré fervente que inundava minha intimidade.
— Que porra você vai fazer se me deixar grávida, filho da puta?! — Falei chorando de raiva e medo, sentindo a porra escorrer dentro de mim enquanto ele continuava em cima.
— Olha o que você fala, puta, me Imagino essa barriga de grávida que vai te dar e eu caio na risada. Me disse Braian com uma gargalhada grossa e cruel, me olhando nos olhos sem remorso.
— Não ri, seu doente! É muito sério o que você tá fazendo, você tá me enchendo toda! Falei indignada, tentando me livrar do peso dos peitorais dele.
— Se você não gosta da ideia de ficar grávida, devia ter pensado antes de tomar essa porcaria de pílula pra virar mulher. Me respondeu ele bravo, apertando meus braços contra a cama pra me deixar imóvel.
— Eu não virei mulher pra você foder minha vida e me usar de lixeira! Falei gritando na cara dele com as lágrimas escorrendo pelo meu rosto.
— Cala a boca, puta, se não queria um filho, devia ter tomado a pílula do dia seguinte ou ter continuado sendo homem. Me gritou ele com desprezo, dando um puxão bruto no meu cabelo.
— Você é um monstro sem alma! Não pode gozar dentro assim sem eu me importar! Falei com a voz trêmula, sentindo cada pulsação do pau dele dentro de mim.
— Eu tô pouco me fodendo se eu te engravidar, não vou assumir nada, ouviu bem, né? Me disse ele com um tom seco e dominador.
— Como assim não vai assumir?! O filho seria seu também, seu lixo! Falei uivando de dor e desespero.
— Vou te avisar de uma vez: se ficar uma barriga aí dentro, é culpa exclusivamente sua por andar se oferecendo sem se cuidar. Me repetiu ele, zombando abertamente do meu choro.
— Você é um filho da puta ... como pode dizer que é minha culpa se você tá me prendendo debaixo de você? Falei entre soluços, mastigando a impotência de não conseguir me soltar.
— É sua culpa por ser uma puta barata que sai pelada na rua atrás de pau. Me disse ele com ódio, dando um empurrão de quadril pra firmar bem o gozo dele.
— Não sou nenhuma puta barata, é você que tá me forçando a tudo isso. Falei com o peito ofegante, sentindo a respiração dele colada no meu pescoço.
— Nem Nem fodendo que vou reconhecer ou criar um cara que saia da buceta de uma puta como você. Me disse meu valentão com total desprezo, enfatizando cada palavra pra me destruir por dentro.
— Como você pode ser tão cruel!? Você me come, me enche de porra e ainda me fala todas essas barbaridades! Falei despedaçada de dor, sem acreditar na maldade das palavras dele.
— Tô te falando a verdade, puta, você não serve pra ser mãe de ninguém, serve só pra eu te abrir no meio e te usar quando der na telha. Ele respondeu com um sorriso macabro.
— Você me dá um nojo que nem imagina... me solta de uma vez, pelo amor de Deus. Supliquei completamente quebrada, sentindo a humilhação queimar minha pele.
— Daqui não saio até terminar de me espremer bem dentro da sua buceta nova. Ele disse, se deixando cair mais pesado sobre meu corpo derrotado.
— Por favor... não me deixa grávida, você vai me arruinar pra sempre. Falei num fio de voz, com a mente em branco diante de tanta crueldade.
— Que sirva de lição pra vida toda, puta, porque a partir de hoje você vai carregar minha porra dentro toda vez que eu ficar duro. Me sentenciou Braian, rindo na minha cara enquanto eu ficava esmagada debaixo dele, chorando em silêncio e sentindo o pau dele se esvaziar completamente dentro de mim.
— Agora você vai me agradecer por te comer e por ter arrombado bem esse rabo, pedaço de puta. — Disse o Braian com um ar de superioridade, me dando um tapa seco na pele ardendo.
— A-agradecer... pelo quê? P-por que é um favor me comer assim, filho da puta...? — Falei bestamente, entre gaguejos e soluços, tentando juntar um resto de dignidade.
— Sim, é um favor, puta! Olha o corpo de merda que você tem, agora só serve pra paus grandes e malvados como eu te comerem e usarem de lixeira. — Respondeu ele, soltando uma risada cruel, apertando meus quadris com força.
— Não... eu não sirvo só pra isso... por favor, me deixa em paz. — Falei quebrada, tentando avançar um centímetro pra frente.
Sem me dar chance, o cara agarrou minha cintura e enfiou de novo os 23 centímetros dele inteiros, cravando até o fundo com uma fúria desalmada.
— AAAAHHHH! NÃO, VOCÊ VAI ME MATAR! — Gritei sentindo minha entrada anal esticar até o limite da anatomia.
— Tem certeza que não serve pra isso, puta? Toma pela sua desobediência! — Gritou ele, empurrando o pauzão bem fundo, fazendo eu sentir toda a grossura venosa ocupando o interior do meu cu.
— AIAAAAH! Tira, por favor, sinto que vai me estourar toda por dentro! — Supliquei me afogando em choro, sentindo que a carne não aguentava mais.
— Se você não calar a boca e implorar, vou deixar essa pica enfiada aqui dentro o dia inteiro sem me mexer, ouviu? — Ameaçou com maldade, deixando a carne presa no fundo.
— Não! O dia inteiro não! Te imploro, Braian, não deixa ela enfiada! — Supliquei aterrorizada, sentindo aquele pedaço de 23 cm enterrado nas minhas entranhas. Se quiser que eu tire, me implora pra gozar dentro de você, vai. Meu bully falou rindo na minha cara, curtindo minha paralisia.
— P-por favor... g-goza... Falei exausta e dolorida, mal conseguindo articular as palavras de tão acabada.
— Não ouvi nada, sua puta, fala alto: imploro pela sua porra. Ele ordenou autoritário, me dando uma sacudida violenta.
— Imploro pela sua porra! Por favor, Braian, joga toda sua porra dentro de mim e tira, eu te imploro! Gritei chorando, despedaçada, totalmente quebrada e humilhada.
— Assim que eu gosto, sua puta, pedindo pelo único que você merece. Ele disse com um sorriso macabro.
Com um impulso final e selvagem, me deu a última estocada seca que me deixou sem ar. Naquele segundo, o pau dele começou a pulsar descontrolado dentro de mim e senti os jatos fervendo de sêmen disparando no fundo da minha bunda. Minha mente ficou completamente em branco com o colapso de dor e submissão, sentindo o desgraçado esvaziar até a última gota enquanto me obrigava a pedir pra ele não parar.
Quando finalmente ele saiu de cima e puxou a carne dele de uma vez, desabei de cara no colchão. Um som molhado ecoou no quarto e senti, de dentro, do fundo do meu cu arrombado, começar a escorrer uma quantidade enorme de porra quente que descia pelas minhas coxas, deixando minha entrada anal completamente aberta, deformada e pulsando no vazio.
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— De que porra você tá rindo, seu filho da puta...? E se você me deixar grávida? Perguntei entre soluços e tremores, olhando pra ele aterrorizada.
— Grávida? Tô nem aí se você ficar grávida do meu filho, sua puta. Disse o Braian soltando uma gargalhada alta enquanto arrumava a camiseta.
— Você é um monstro... não pode ser tão sem coração. Falei, apertando as pernas com pânico ao sentir a porra no fundo do meu útero.
— Acha que vou cuidar de um filho teu...? Se eu te engravidar, vai ser culpa sua por andar de perna aberta na rua sem calcinha. Gritou meu valentão, me dando um pisão perto da cama pra me assustar.
— É culpa sua que me pegou e me trouxe à força! Gritei com a voz falhando, com o coração batendo na garganta.
— Se você acha que vou te cuidar, levar no médico ou gastar um centavo se sua barriga crescer, tá muito enganada, puta. Respondeu ele com um tom debochado, subindo o zíper da calça de moletom.
— Você não pode fazer isso comigo... não pode me largar assim depois de me destruir toda. Supliquei chorando sem parar, sentindo a buceta molhada e arrebentada.
— Sabe o quê... acabei de perceber que é uma ótima ideia te deixar grávida do meu filho. Disse ele com um olhar sádico, cravando os olhos na minha barriga.
— Não! Nem pense nisso, por Por favor, te imploro! Supliquei horrorizada, tentando cobrir minha intimidade com as mãos trêmulas.
— A partir de agora, vou vir te buscar todo dia pra foder sua buceta e seu cu até deixar você bem prenha, vagabunda. Ele me ameaçou com maldade, rindo abertamente do meu estado.
— Pelo amor de Deus, Braian! Tem um pouco de compaixão, você vai arruinar minha vida pra sempre! Gritei desolada, tremendo de medo só de pensar em carregar a porra dele dentro de mim.
— Você vai ser minha incubadora pessoal, putinha, e se nascer alguma coisa, você se vira sozinha, feito a vagabunda barata que é. Me sentenciou meu valentão, terminando de fechar a calça enquanto minha buceta ainda escorria a porra dele e eu ficava aterrorizada, sabendo que minha vida estava completamente nas mãos dele.
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— Olha o estado que você tá, sua putinha, não consegue nem ficar de pé do jeito que eu deixei essa sua bunda. — Falou Braian com um tom debochado, me segurando firme pelas cadeiras com as mãos calejadas.
— Não aguento mais... juro por Deus que tá doendo tudo por dentro, me deixa descer... — Falei com a voz quebrada, tentando me levantar só uns centímetros.
— Daqui você não sai até eu mandar, putinha submissa. — Ele ordenou, me segurando pra baixo enquanto me encarava com um olhar sádico.
— AIAAAAH! Por favor... sinto a bunda arrebentada, não me faz continuar quicando! — Supliquei entre soluços, sentindo cada centímetro da grossura dele queimando minha carne anal.
— Olha como suas pernas tão tremendo, dá até pena, mas você vai aguentar a última porque você é minha putinha pessoal. — Meu bully gritou, me dando um puxão seco pra enfiar bem fundo pela última vez.
— ¡¡¡AAAAHHHHH! VOCÊ VAI ME MATAR, BRAIAN! — Uivei toda desfeita, enterrando o rosto no ombro dele enquanto sentia a maré quente que tinha enchido meu interior.
Sem avisar, ele me pegou pela cintura e me levantou de uma vez, tirando a pica dele com um puxão violento. Um estalo molhado e pesado ecoou no quarto enquanto eu desabava de lado no colchão imundo, completamente sem ar.
— Fica aí virada, putinha, que quero ver como ficou esse buraco. — Ele ordenou com desprezo, esticando as mãos calejadas pra pegar minhas duas nádegas.
Braian abriu e separou minha bunda com força bruta, deixando exposta toda minha intimidade totalmente deformada e destruída. pelo tamanho do pau dele.
— Olha só isso... te deixei o cu tão aberto que não fecha mais, puta. Ele disse, soltando uma gargalhada sonora e cheia de crueldade.
— Ai! Não me toca aí, arde pra caralho! Falei, chorando de vergonha e dor, sentindo o ar frio do quarto batendo direto na carne viva.
— Olha como você escorre, seu pedaço de puta, tá derramando toda minha porra no chão. Ele disse, se divertindo com meu cu arrombado expelindo em fios grossos a quantidade enorme de esperma quente que ele tinha entornado dentro de mim.
— Que nojo... você me deixou toda destruída, não vou conseguir nem sentar... Falei entre soluços, sentindo a porra pegajosa escorrendo pelas minhas coxas enquanto tentava me cobrir em vão.
— Se acostuma, puta barata, porque toda vez que eu tiver na vontade vou deixar teu cu assim aberto e cheio da minha porra. Me sentenciou meu valentão, rindo na minha cara enquanto eu ficava largada na cama, humilhada e completamente acabada.
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— É inacreditável... ele deixou minha Booty tão arrombada e deformada que nem custa nada... — falei pro nada mesmo entre soluços abafados, sentindo o vazio gelado na região.
Quando toquei na entrada anal, percebi como meus dedos entravam quase sem resistência, com uma facilidade medonha, graças à piroca de 23 centímetros daquele filho da puta que tinha me aberto à força por horas.
— Tenho que tirar essa porcaria de dentro de mim... tá queimando tudo... — falei pra escuridão do quarto, enfiando dois dedos devagar no meu interior.
Comecei a cavucar no fundo do meu cu arrombado pra tentar me limpar. Enquanto remexia no fundo das minhas entranhas, senti como a maré grossa, quente e viscosa do sêmen dele começava a ceder. A cada movimento suave dos meus dedos, jatos da porra retida dele começavam a brotar da cavidade aberta, saindo devagar e escorrendo de forma nojenta pela curva das minhas nádegas e coxas até sujar os lençóis.
— Meu Deus... que nojo que eu tenho de mim... quanto leite esse monstro deixou enfiado em mim... — falei com a voz quebrada e o rosto colado no travesseiro imundo, sentindo o líquido morno escorrendo pela minha pele sem parar.
Ainda sozinha, na penumbra da casa do meu valentão, fiquei ali deitada por um tempão, chorando em silêncio enquanto continuava tirando com os dedos todo aquele líquido de dentro, sentindo a humilhação absoluta de ter o cu completamente rasgado. palpitando no vazio e escorrendo a marca da violência dela.
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— Te aviso que não aguento mais, pedaço de puta, vou gozar bem fundo aqui dentro. — Sussurrou Braian no meu ouvido com uma voz rouca e arrogante que me gelou o sangue.
— Não, por favor! Sai de cima de mim, te imploro, tira esse peso de cima! — Falei desesperada, tentando empurrar os ombros dele sem mover nem um milímetro.
— Nem fodendo que eu saio, puta, agora você aguenta tudo que eu quiser te enfiar. — Respondeu ele, ignorando meus choros e cravando a pica até o fundo com uma estocada seca.
— AAAAHHH! PELO AMOR DE DEUS, NÃO FAZ ISSO! NÃO GOZA DENTRO DA MINHA xota! — Uivei despedaçada, apertando as mãos nos lençóis e chutando os pés no ar por causa da dor do esticamento.
— Fecha o cu e sente como eu encho tudo, puta submissa. — Gritou meu valentão, afundando a carne até a raiz.
Apertei os punhos com raiva e angústia enquanto sentia o filho da puta empurrar até o fundo das minhas entranhas. Naquele segundo, a pica grossa dele começou a pulsar descontrolada e um jorro fervente de porra disparou direto contra meu útero. Eu odiava ele com toda a minha alma pelo que tava fazendo, mas não conseguia parar a maré fervente que inundava minha intimidade.
— Que porra você vai fazer se me deixar grávida, filho da puta?! — Falei chorando de raiva e medo, sentindo a porra escorrer dentro de mim enquanto ele continuava em cima.
— Olha o que você fala, puta, me Imagino essa barriga de grávida que vai te dar e eu caio na risada. Me disse Braian com uma gargalhada grossa e cruel, me olhando nos olhos sem remorso.
— Não ri, seu doente! É muito sério o que você tá fazendo, você tá me enchendo toda! Falei indignada, tentando me livrar do peso dos peitorais dele.
— Se você não gosta da ideia de ficar grávida, devia ter pensado antes de tomar essa porcaria de pílula pra virar mulher. Me respondeu ele bravo, apertando meus braços contra a cama pra me deixar imóvel.
— Eu não virei mulher pra você foder minha vida e me usar de lixeira! Falei gritando na cara dele com as lágrimas escorrendo pelo meu rosto.
— Cala a boca, puta, se não queria um filho, devia ter tomado a pílula do dia seguinte ou ter continuado sendo homem. Me gritou ele com desprezo, dando um puxão bruto no meu cabelo.
— Você é um monstro sem alma! Não pode gozar dentro assim sem eu me importar! Falei com a voz trêmula, sentindo cada pulsação do pau dele dentro de mim.
— Eu tô pouco me fodendo se eu te engravidar, não vou assumir nada, ouviu bem, né? Me disse ele com um tom seco e dominador.
— Como assim não vai assumir?! O filho seria seu também, seu lixo! Falei uivando de dor e desespero.
— Vou te avisar de uma vez: se ficar uma barriga aí dentro, é culpa exclusivamente sua por andar se oferecendo sem se cuidar. Me repetiu ele, zombando abertamente do meu choro.
— Você é um filho da puta ... como pode dizer que é minha culpa se você tá me prendendo debaixo de você? Falei entre soluços, mastigando a impotência de não conseguir me soltar.
— É sua culpa por ser uma puta barata que sai pelada na rua atrás de pau. Me disse ele com ódio, dando um empurrão de quadril pra firmar bem o gozo dele.
— Não sou nenhuma puta barata, é você que tá me forçando a tudo isso. Falei com o peito ofegante, sentindo a respiração dele colada no meu pescoço.
— Nem Nem fodendo que vou reconhecer ou criar um cara que saia da buceta de uma puta como você. Me disse meu valentão com total desprezo, enfatizando cada palavra pra me destruir por dentro.
— Como você pode ser tão cruel!? Você me come, me enche de porra e ainda me fala todas essas barbaridades! Falei despedaçada de dor, sem acreditar na maldade das palavras dele.
— Tô te falando a verdade, puta, você não serve pra ser mãe de ninguém, serve só pra eu te abrir no meio e te usar quando der na telha. Ele respondeu com um sorriso macabro.
— Você me dá um nojo que nem imagina... me solta de uma vez, pelo amor de Deus. Supliquei completamente quebrada, sentindo a humilhação queimar minha pele.
— Daqui não saio até terminar de me espremer bem dentro da sua buceta nova. Ele disse, se deixando cair mais pesado sobre meu corpo derrotado.
— Por favor... não me deixa grávida, você vai me arruinar pra sempre. Falei num fio de voz, com a mente em branco diante de tanta crueldade.
— Que sirva de lição pra vida toda, puta, porque a partir de hoje você vai carregar minha porra dentro toda vez que eu ficar duro. Me sentenciou Braian, rindo na minha cara enquanto eu ficava esmagada debaixo dele, chorando em silêncio e sentindo o pau dele se esvaziar completamente dentro de mim.
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