Ela me pediu com um sorriso safado: queria sentir dois paus ao mesmo tempo, ser usada, ser preenchida como nunca. E eu, o marido dela, o mais feliz em ver minha putinha consentida realizando cada fantasia, não só a levei pra tornar isso real… a levei até o limite do prazer, do tesão, do amor sujo que só a gente entende.Minha esposa soltou aquilo com aquela voz suja que me faz tremer. "Quero sentir dois paus ao mesmo tempo", ela disse, me encarando, como se me desafiasse a negar. "Quero que arrebentem minha bunda e encham minha bocetinha ao mesmo tempo... quero que me usem como sua putinha."
Não soube se ria de puro tesão ou gozava só de ouvir ela. Minha putinha esposa estava mais gostosa do que nunca, e sabia perfeitamente que eu topava tudo. Naquela noite conversamos muito, planejando cada detalhe como se estivéssemos armando um crime delicioso.
Ela pediu dois encontros antes do ménage, pra "ir pegando confiança" — assim, com aquele sorriso safado que me derrete. Queria que o primeiro fosse num restaurante, o segundo num hotel.
"No primeiro encontro vou de legging", ela disse, "nada por baixo". E enquanto falava, mordia o lábio como se já estivesse sentindo dedos alheios entre as pernas.
"No segundo encontro... minissaia, blusa curta, sem sutiã, sem calcinha."
Eu ouvia ela, com o pau duro como nunca, imaginando a bunda dela aberta, os dois homens metendo nela ao mesmo tempo enquanto eu olhava, batendo uma das mais sujas da minha vida.
Ela gemia baixinho enquanto falava, como se só de imaginar já estivesse se esquentando por dentro. "Quero que metam sem pena, que me abram toda, que me façam gritar seu nome enquanto me arrebentam entre os dois."
Eu só consegui concordar, com o coração batendo igual tambor, sabendo que aquela mulher, minha esposa, minha putinha gostosa, estava me levando direto pro paraíso do tesão mais intenso.
Não sei quando vai rolar, mas não tem mais volta. Toda vez que olho pra ela, imagino aquele momento: dois caras enchendo ela, eu olhando em transe, sabendo que o que vivemos juntos não é pecado, é prazer virando realidade.
Naquela noite, o dia chegou. Tudo que a gente tinha conversado, tudo que ela tinha imaginado com aquela mente perversa e deliciosa, virou carne. Vi ela entrar no hotel com aquela minissaia que mal cobria aquela bunda perfeita, sem calcinha, com as pernas... tremendo de tesão. Eu já tava lá, com o outro macho esperando, com uma pica que parecia um cano, pronta pra arrebentar ela.
Ela entrou sorrindo, nervosa, gostosa, molhada. Me olhou e falou baixinho, com aquela voz que me derrete:
—Hoje sou sua putinha, sua putinha, sua mulher gostosa… e quero que vocês dois me encham.
O outro não disse nada, só chegou, agarrou a bunda dela, meteu um dedo na buceta molhada enquanto eu beijava o pescoço dela. Ela gemia baixinho, com aquela respiração de mulher no cio. Me olhava com desejo, com aquele olhar que só uma esposa dá pro marido que realiza todas as fantasias dela.
Deitamos ela de bruços, a minissaia já no chão, a camisa aberta, os peitos de fora, os bicos durinhos como nunca. Eu segurei a mão dela enquanto o outro abria o cuzinho dela com a língua, deixava ela pronta, molhada, dilatada. Ela pedia mais, implorava por mais.
E aí foi: o macho meteu devagar primeiro, fundo depois, enquanto eu abria a bunda dela, sentindo o corpo inteiro dela tremer entre gemidos e risadas safadas.
—Assim, meu amor, assim, me façam de vocês —ela dizia, como uma putinha feliz, como minha esposa perfeita, entregue.
O som era sujo, molhado, delicioso. Cada estocada arrancava um grito dela, cada batida de pele contra pele nos deixava mais selvagens. Vi ela gozar duas, três vezes, se contorcendo, molhando os lençóis, chorando de prazer.
Eu também tava em transe. Não tinha ciúme, não tinha dúvida, só tesão, só amor misturado com o sexo mais intenso que a gente já imaginou. Sentia ela minha, mesmo dividindo ela. Mais minha do que nunca, porque tudo era por confiança, por desejo compartilhado, por aquele pacto sujo e perfeito que nos unia mais que qualquer promessa.
Quando terminamos, ficamos os três ofegantes, suados, sorrindo como se tivéssemos cometido o melhor dos pecados. O outro foi embora, sem dizer nada, só com um sorriso cúmplice.
Ela se aninhou do meu lado, me beijou, e com uma voz doce, ainda ofegante, sussurrou:
—Você é o melhor marido do mundo… obrigado por me deixar ser sua putinha, por me deixar viver isso com você.
Eu abracei ela, com o coração a mil, o pau ainda pulsando, e só consegui responder:
— Meu amor… você não sabe o quanto me faz feliz. Não tem nada que me excite mais do que te ver assim, livre, minha, nossa.
A gente se beijou, se tocou de novo, não queria que acabasse. O sexo recomeçou, só nós dois, como encerramento, como ritual, como confirmação de que o que a gente tinha não era só prazer, era amor sujo, real, daquele que faz cada orgasmo ser mais profundo porque vem carregado de confiança e puro tesão.
Ali eu entendi algo que nunca vou esquecer: não há felicidade maior do que ver a mulher que você ama, transformada na sua putinha perfeita, sendo feliz, gostosa, selvagem… e do seu lado.
Passaram-se alguns dias, e o fogo não baixava. Pelo contrário, toda vez que eu comia ela, toda vez que a via nua, vinha na cabeça aquela imagem dela com dois paus dentro, gemendo igual uma louca. Ela também sentia, percebia, e um dia, enquanto a gente ia no carro, ela pegou minha mão, colocou entre as pernas dela e sussurrou:
— Hoje quero que você me use onde for.
Não falamos mais. Dirigi, longe de tudo, de noite. Ela levantou a saia, sem calcinha, e me olhou com aqueles olhos de mulher solta.
— Me come aqui, meu amor — ela disse.
Sentei na borda do carro, ela subiu em cima de mim e começou a rebolar com aquela intensidade que só tem quando está fora de controle. Mordia os lábios,
— Me faz de sua putinha, me dá tudo, que essa noite acabe com seu gozo dentro de mim.
Deitei ela no capô, abri as pernas dela, penetrei com força, sem medo, com raiva gostosa, com amor sujo, com tudo que sentia. Ela gemia cada vez mais alto, o eco se perdia na brisa salgada, o corpo dela tremia, se arqueava, me arranhava as costas.
— Mais, mais, me dá tudo — gritava, enquanto eu enchia ela uma e outra vez, sentindo o corpo dela se render ao prazer, como ela gozava apertando meu pau como se não quisesse soltar nunca.
A gente gozou Juntos, selvagens, felizes, sujos, com o coração explodindo de tesão e amor. Ficamos largados em cima do carro, o corpo grudento, suado, rindo, nos beijando feito dois adolescentes que acabaram de descobrir o sexo, feito dois casados que entenderam que o amor deles não tem amarras.
Ela me olhou, ainda respirando ofegante, e disse com uma mistura de ternura e safadeza:
— Você é o único com quem eu poderia ser assim… livre, puta, feliz.
Não soube se ria de puro tesão ou gozava só de ouvir ela. Minha putinha esposa estava mais gostosa do que nunca, e sabia perfeitamente que eu topava tudo. Naquela noite conversamos muito, planejando cada detalhe como se estivéssemos armando um crime delicioso.
Ela pediu dois encontros antes do ménage, pra "ir pegando confiança" — assim, com aquele sorriso safado que me derrete. Queria que o primeiro fosse num restaurante, o segundo num hotel.
"No primeiro encontro vou de legging", ela disse, "nada por baixo". E enquanto falava, mordia o lábio como se já estivesse sentindo dedos alheios entre as pernas.
"No segundo encontro... minissaia, blusa curta, sem sutiã, sem calcinha."
Eu ouvia ela, com o pau duro como nunca, imaginando a bunda dela aberta, os dois homens metendo nela ao mesmo tempo enquanto eu olhava, batendo uma das mais sujas da minha vida.
Ela gemia baixinho enquanto falava, como se só de imaginar já estivesse se esquentando por dentro. "Quero que metam sem pena, que me abram toda, que me façam gritar seu nome enquanto me arrebentam entre os dois."
Eu só consegui concordar, com o coração batendo igual tambor, sabendo que aquela mulher, minha esposa, minha putinha gostosa, estava me levando direto pro paraíso do tesão mais intenso.
Não sei quando vai rolar, mas não tem mais volta. Toda vez que olho pra ela, imagino aquele momento: dois caras enchendo ela, eu olhando em transe, sabendo que o que vivemos juntos não é pecado, é prazer virando realidade.
Naquela noite, o dia chegou. Tudo que a gente tinha conversado, tudo que ela tinha imaginado com aquela mente perversa e deliciosa, virou carne. Vi ela entrar no hotel com aquela minissaia que mal cobria aquela bunda perfeita, sem calcinha, com as pernas... tremendo de tesão. Eu já tava lá, com o outro macho esperando, com uma pica que parecia um cano, pronta pra arrebentar ela.
Ela entrou sorrindo, nervosa, gostosa, molhada. Me olhou e falou baixinho, com aquela voz que me derrete:
—Hoje sou sua putinha, sua putinha, sua mulher gostosa… e quero que vocês dois me encham.
O outro não disse nada, só chegou, agarrou a bunda dela, meteu um dedo na buceta molhada enquanto eu beijava o pescoço dela. Ela gemia baixinho, com aquela respiração de mulher no cio. Me olhava com desejo, com aquele olhar que só uma esposa dá pro marido que realiza todas as fantasias dela.
Deitamos ela de bruços, a minissaia já no chão, a camisa aberta, os peitos de fora, os bicos durinhos como nunca. Eu segurei a mão dela enquanto o outro abria o cuzinho dela com a língua, deixava ela pronta, molhada, dilatada. Ela pedia mais, implorava por mais.
E aí foi: o macho meteu devagar primeiro, fundo depois, enquanto eu abria a bunda dela, sentindo o corpo inteiro dela tremer entre gemidos e risadas safadas.
—Assim, meu amor, assim, me façam de vocês —ela dizia, como uma putinha feliz, como minha esposa perfeita, entregue.
O som era sujo, molhado, delicioso. Cada estocada arrancava um grito dela, cada batida de pele contra pele nos deixava mais selvagens. Vi ela gozar duas, três vezes, se contorcendo, molhando os lençóis, chorando de prazer.
Eu também tava em transe. Não tinha ciúme, não tinha dúvida, só tesão, só amor misturado com o sexo mais intenso que a gente já imaginou. Sentia ela minha, mesmo dividindo ela. Mais minha do que nunca, porque tudo era por confiança, por desejo compartilhado, por aquele pacto sujo e perfeito que nos unia mais que qualquer promessa.
Quando terminamos, ficamos os três ofegantes, suados, sorrindo como se tivéssemos cometido o melhor dos pecados. O outro foi embora, sem dizer nada, só com um sorriso cúmplice.
Ela se aninhou do meu lado, me beijou, e com uma voz doce, ainda ofegante, sussurrou:
—Você é o melhor marido do mundo… obrigado por me deixar ser sua putinha, por me deixar viver isso com você.
Eu abracei ela, com o coração a mil, o pau ainda pulsando, e só consegui responder:
— Meu amor… você não sabe o quanto me faz feliz. Não tem nada que me excite mais do que te ver assim, livre, minha, nossa.
A gente se beijou, se tocou de novo, não queria que acabasse. O sexo recomeçou, só nós dois, como encerramento, como ritual, como confirmação de que o que a gente tinha não era só prazer, era amor sujo, real, daquele que faz cada orgasmo ser mais profundo porque vem carregado de confiança e puro tesão.
Ali eu entendi algo que nunca vou esquecer: não há felicidade maior do que ver a mulher que você ama, transformada na sua putinha perfeita, sendo feliz, gostosa, selvagem… e do seu lado.
Passaram-se alguns dias, e o fogo não baixava. Pelo contrário, toda vez que eu comia ela, toda vez que a via nua, vinha na cabeça aquela imagem dela com dois paus dentro, gemendo igual uma louca. Ela também sentia, percebia, e um dia, enquanto a gente ia no carro, ela pegou minha mão, colocou entre as pernas dela e sussurrou:
— Hoje quero que você me use onde for.
Não falamos mais. Dirigi, longe de tudo, de noite. Ela levantou a saia, sem calcinha, e me olhou com aqueles olhos de mulher solta.
— Me come aqui, meu amor — ela disse.
Sentei na borda do carro, ela subiu em cima de mim e começou a rebolar com aquela intensidade que só tem quando está fora de controle. Mordia os lábios,
— Me faz de sua putinha, me dá tudo, que essa noite acabe com seu gozo dentro de mim.
Deitei ela no capô, abri as pernas dela, penetrei com força, sem medo, com raiva gostosa, com amor sujo, com tudo que sentia. Ela gemia cada vez mais alto, o eco se perdia na brisa salgada, o corpo dela tremia, se arqueava, me arranhava as costas.
— Mais, mais, me dá tudo — gritava, enquanto eu enchia ela uma e outra vez, sentindo o corpo dela se render ao prazer, como ela gozava apertando meu pau como se não quisesse soltar nunca.
A gente gozou Juntos, selvagens, felizes, sujos, com o coração explodindo de tesão e amor. Ficamos largados em cima do carro, o corpo grudento, suado, rindo, nos beijando feito dois adolescentes que acabaram de descobrir o sexo, feito dois casados que entenderam que o amor deles não tem amarras.
Ela me olhou, ainda respirando ofegante, e disse com uma mistura de ternura e safadeza:
— Você é o único com quem eu poderia ser assim… livre, puta, feliz.
1 comentários - Minha esposa, minha puta, e o sonho sujo da dupla penetraç?