Ela se chamava Kristel, eu, Antônio. Ela era o tipo de mulher durona, que não acreditava em compromissos, coordenadora da área dela. Sempre usava calças casuais que deixavam a imaginação trabalhar sobre o que escondia por baixo. Obviamente era magra, mas com uma bunda descomunal, e isso aparecia em qualquer calça que usasse — sempre destacando aquelas nádegas enormes. Pele morena e blusa da empresa. Tinha entrado na firma fazia só três meses, eu era o motorista dela e fazia as entregas. Éramos três no departamento.
As conversas começaram a ficar mais diretas. Mesmo naquele departamento pequeno, eu me dava bem com outro cara mais velho, e os dois sempre davam em cima dela, na esperança de que um deles pudesse pegá-la como prêmio. Mais de um a desejava, principalmente por aquele rabo. O tempo passou e comecei a me aproximar mais dela. Sempre me considerei uma pessoa honesta, e ela sempre foi direta. Um dia, uma circunstância nos fez revisar documentos num almoxarifado maior, onde eu gritei: "Bonito laço, queria ser ele". Ela me desafiou, dizendo: "O que você disse?" E eu pensei por um momento: é agora ou nunca. Repeti o que tinha dito, e ela só corou.
Assim começou uma pequena amizade, onde falávamos de tudo sem papas na língua. Nossa confiança era maior do que a que devíamos aos nossos próprios parceiros (sim, porque cada um tinha seu parceiro, mas eles ficavam de lado, e quando chegávamos no trabalho, esquecíamos deles). Até que um dia, falando de tantas trivialidades, tocamos no assunto do sexo. E entre brincadeiras, a verdade apareceu. Foi ela quem me mandou uma imagem de uma cama com os lençóis revirados e uma grande marca de estar molhada. Respondi ironicamente: "Nossa, derramou um copo d'água e, ao tentar secar, bagunçou tudo". E ela, astuta, disse: "Talvez sejam fluidos". Claro, respondi: "De água ou de porra?".
Assim começamos com o assunto, até que ela me pediu para dizer o que eu achava daquela parte, já falando sexualmente. Respondi que a única coisa que posso dizer é que... Foi um momento incrível onde os dois aproveitaram pra caralho, porque pela mancha dá pra ver que a foda foi boa ou foi o squirt. Squirt, você conhece? — Ela me perguntou. Já ouvi falar sobre isso — respondi. Minha parceira não acredita que existe — talvez porque nunca viveu isso. Naquele momento, ela disse algo que mexeu com a minha cabeça... Kristel — Você teria vergonha de ficar com alguém que molha tudo? Antonio — Como assim? Seria a coisa mais prazerosa. Teve uma pausa nas mensagens e ela disse: a gente se vê amanhã. Assim começava nosso dia, falando de besteiras até que tocamos no assunto sexo e tudo mudava. A gente falava de posições, gostos, fantasias, etc., e respondia sem filtro. Até que Kristel disse — Quando a gente tenta? Aí, vacilando, eu falei — E se eu morrer no ato? Se você aguentar tudo que eu te der? Isso você teria que ver — respondeu Kristel. Antonio — Então fala a data e a hora! Kristel — Hoje, saindo do trabalho. Antonio — Perfeito. E assim começou um vício de comer a magrinha mais rabuda da empresa: no motel, no trabalho, no depósito, no almoxarifado, na cozinha, no banheiro, no carro dela, com gozadas enormes de squirt que nem o parceiro da hora nem o marido conseguiam tirar igual meu pau fazia quando tava dentro da buceta e do cu dela, porque sim, uma raba daquelas não dá pra desperdiçar. E se quiser saber como é, olha a foto do perfil. Se quiser mais, comenta aí...
As conversas começaram a ficar mais diretas. Mesmo naquele departamento pequeno, eu me dava bem com outro cara mais velho, e os dois sempre davam em cima dela, na esperança de que um deles pudesse pegá-la como prêmio. Mais de um a desejava, principalmente por aquele rabo. O tempo passou e comecei a me aproximar mais dela. Sempre me considerei uma pessoa honesta, e ela sempre foi direta. Um dia, uma circunstância nos fez revisar documentos num almoxarifado maior, onde eu gritei: "Bonito laço, queria ser ele". Ela me desafiou, dizendo: "O que você disse?" E eu pensei por um momento: é agora ou nunca. Repeti o que tinha dito, e ela só corou.
Assim começou uma pequena amizade, onde falávamos de tudo sem papas na língua. Nossa confiança era maior do que a que devíamos aos nossos próprios parceiros (sim, porque cada um tinha seu parceiro, mas eles ficavam de lado, e quando chegávamos no trabalho, esquecíamos deles). Até que um dia, falando de tantas trivialidades, tocamos no assunto do sexo. E entre brincadeiras, a verdade apareceu. Foi ela quem me mandou uma imagem de uma cama com os lençóis revirados e uma grande marca de estar molhada. Respondi ironicamente: "Nossa, derramou um copo d'água e, ao tentar secar, bagunçou tudo". E ela, astuta, disse: "Talvez sejam fluidos". Claro, respondi: "De água ou de porra?".
Assim começamos com o assunto, até que ela me pediu para dizer o que eu achava daquela parte, já falando sexualmente. Respondi que a única coisa que posso dizer é que... Foi um momento incrível onde os dois aproveitaram pra caralho, porque pela mancha dá pra ver que a foda foi boa ou foi o squirt. Squirt, você conhece? — Ela me perguntou. Já ouvi falar sobre isso — respondi. Minha parceira não acredita que existe — talvez porque nunca viveu isso. Naquele momento, ela disse algo que mexeu com a minha cabeça... Kristel — Você teria vergonha de ficar com alguém que molha tudo? Antonio — Como assim? Seria a coisa mais prazerosa. Teve uma pausa nas mensagens e ela disse: a gente se vê amanhã. Assim começava nosso dia, falando de besteiras até que tocamos no assunto sexo e tudo mudava. A gente falava de posições, gostos, fantasias, etc., e respondia sem filtro. Até que Kristel disse — Quando a gente tenta? Aí, vacilando, eu falei — E se eu morrer no ato? Se você aguentar tudo que eu te der? Isso você teria que ver — respondeu Kristel. Antonio — Então fala a data e a hora! Kristel — Hoje, saindo do trabalho. Antonio — Perfeito. E assim começou um vício de comer a magrinha mais rabuda da empresa: no motel, no trabalho, no depósito, no almoxarifado, na cozinha, no banheiro, no carro dela, com gozadas enormes de squirt que nem o parceiro da hora nem o marido conseguiam tirar igual meu pau fazia quando tava dentro da buceta e do cu dela, porque sim, uma raba daquelas não dá pra desperdiçar. E se quiser saber como é, olha a foto do perfil. Se quiser mais, comenta aí...
1 comentários - Comendo colega de trabalho antes da COVID, início