Bom, amores, eu prometi que continuaria com os relatos das aventuras que vivi na Colômbia e aqui vão. Depois do book de fotos com o Derek, seguido de uma puta trepada com o Luis... decidi ficar uns dias pra conhecer o povoado onde eu estava. Os primeiros 2 dias eu percorri tudo e sinceramente já tava entediada... além disso, já fazia 2 dias que eu não dava e a buceta já tava começando a arder. Depois da sequência de picas que eu tive... primeiro a do Jonas, depois a do Derek pra fechar com a do Luis, minha buceta tava treinada... além do calor e de todos os colombianos serem muito gostosos, a temperatura subia. No 3º dia decidi pegar um ônibus e ver onde ia parar... de tão entediada que eu tava. Fui no ponto e lá já fiquei de olho num colombiano meio gordinho, mas ele tava com uns shorts que marcavam o volume... aquela imagem já me deixou com tesão.

Eu tava bem puta vestida e as olhadas do gordinho não demoraram pra chegar... ele veio puxar conversa e eu fui acompanhando o papo. O ônibus chegou e a gente subiu junto. Ele ficou de um lado em pé e eu do outro... tinha lugar pra sentar, mas aproveitei pra ficar de pé apontando minha bunda pra ele.
Já de cara dava pra ver que ele era bem dotado e, quando peguei um buraco, aproveitei e encostei a bunda nele pra sentir aquele pedaço com minhas nádegas. O gordo não demorou pra se ligar e, conforme o ônibus foi lotando, ele foi se aproximando de mim.
A pica dele estava bem perto da minha bunda pequenininha e eu de vez em quando me mexia disfarçadamente pra encostar a bunda toda no pedaço dele. Ele começou a me paquerar com um papo bem sedutor e eu respondia dando mole, rebolando e chegando cada vez mais perto com meu rabo na pica dele. Já sem vergonha nenhuma, o gordinho começou a me apoiar com mais capricho dessa vez, e longe de eu me ofender, eu devolvia o gesto bem putinha, rsrs.
De repente comecei a sentir uma coisa bem dura e cabeçuda que ia entrando cada vez mais entre minhas nádegas. Parece que o gordinho tinha ficado de pau duro de novo e me fazia sentir cada vez mais... o pedaço estava tão duro que entrou por baixo da minha saia e começou a esfregar toda a minha buceta... eu comecei a gemer baixinho... um cara que estava sentado embaixo da gente começou a perceber e começou a curtir o show (como eles dizem hehe)... minha buceta começou a ficar molhada demais com tanta fricção, a ponto de deixar a calça encharcada com meu mel escorrendo quente. Já bem excitada, fiquei curiosa pra saber mais sobre o pau duro dele.
Tanto que comecei a tocar na rola dele... tava duríssima e a pontinha molhada... eu segurava a cabeça dele e ele gemia no meu ouvido... olhei pra baixo e o cara que tava olhando começou a se agarrar na rola... eu, toda putinha, levantei um pouco a saia pra mostrar pros dois a minha bundinha minúscula
A situação já estava ficando bem picante... o cara começou a me acariciar as pernas enquanto o gordão continuava metendo a pica dura entre minhas nádegas... eu já queria que ele metesse ali mesmo... mas era tudo muito intenso... seria um auê danado... o cara sentado subiu as carícias até minha buceta e sutilmente começou a meter os dedos... estava tão molhada a xereca que entravam três dedos como se nada... eu comecei a gemer e vários passageiros começaram a ficar desconfortáveis... o cara sentado começou a se excitar e tirou a pica pra fora... eu ao ver, peguei nela e comecei a bater uma pra ele... o gordão enquanto isso também me apalpava por todos os lados e já estava bem excitado.
O gordão, ao ver que eu tava batendo uma pra outro cara, se levantou e fez eu agarrar a pica dele enquanto o outro me apalpava a bunda toda. Ao perceber o quão puta o meu gordito era, ele me falou no ouvido..... Vamos descer agora, bebecita, que tô com a pica explodindo. Eu ouvi isso e fiquei toda excitada.. uma golfada de fluido saiu da minha pussy chorreando até o chão. Ele me pegou pela mão, fomos pra porta de trás e descemos na próxima parada. Mal terminamos de descer e já começamos a nos beijar desesperadamente.... o gordão me levou pra uma rua nos fundos, mas eu tava tão tarada que não aguentei.

Peguei na pica dele e comecei a chupar ali mesmo na porta de uma casa... a gente tava muito tarado, puta que pariu.... começou a aparecer gente e o gordão me levou por trás pra uns becos. Aí continuei chupando a pica dele por mais um tempo até que perguntei se ele queria ver minhas tetas... na hora ele disse que sim.
Eu: cê gosta, bebê?? Gordo: mmm sim, que bucetuda gostosa... posso chupar esses peitos? Eu: sim. Claro, chupa eles pra mim. Ele lambeu meus mamilos e eu tava louca. Eu: quer ver minha bundinha agora? Gordo: agora sim
Gordo: mmm que bundinha minúscula, bebê... adoro.
Eu: toca ela toda, me dá uns tapas... me bate forte.
Ele começou a me dar tapas com força, deixando todos os dedos marcados... eu coloquei a bundinha minúscula e ele começou a me bater com a pica nas nádegas.
Eu: mmm que dura tá tua rola, gordinho lindo
Gordo: você que deixa assim, mamacita
Eu: vou tirar minha calcinha

Eu: cê gosta da minha buceta?? Gordo: claro bebê tá uma delícia Eu: teu pau também tá uma delícia Gordo: mmm bebê toda sua.. prova se quiser Eu: mmm sim.. vem coloca tudo pra dentro Gordo: uh mamacita assim sem camisinha? Eu: siii.. assim mesmo...quero sentir ele dentro
O gordo mandou assim, sem mais, e a piroca entrou de uma vez..era impressionante o quanto eu tava molhada..depois de 6 estocadas eu gozei toda...a putaria de ser apalpada e comida na rua por um desconhecido e sem camisinha me deixava no limite O gordo continuou me comendo por um bom tempo até que começou a gozar.... Gordo: tô gozando, bebê Eu: jorra tudo na boquinha e nas tetas
Me deixou bem banhada de porra e eu limpei tudo com a língua. De repente uns gritos... um homem veio correndo gritando com força: "Degenerado! Degenerado!!!" O gordo subiu as calças e saiu correndo... eu usei a camiseta dele pra limpar a porra dos peitos. "Moça, a senhora tá bem?? Que nojo esse degenerado." Eu: "Sim, sim, senhor, tô bem, obrigada por perguntar." Era um padre de uma paróquia daquela área que, ao ver a situação, pensou que o gordo tava abusando de mim. Eu, pra não parecer tão puta, me fiz de vítima. O padre me ajudou a levantar e me levou pra paróquia dele... A gente ficou conversando um bom tempo e eu, pra dar uma dose de aventura, me fiz de perdida e que precisava de ajuda... O padre me deu roupa, comida e me consolou por um tempo. Eu tava tão tarada que comecei a olhar pro padre com vontade... além disso, era outro tesão que alimentava minha mente doente e ninfomaníaca. Depois de algumas horas, o padre me levou pra rezar um pouco, mas aquilo já tava me entediando demais, então perguntei se eu podia me confessar e ele disse que sim... mas perguntei se a gente podia ir pra um lugar mais privado porque o que eu tinha que confessar era pesado. O padre ficou animado... fechou a paróquia e me levou pro quartinho dele pra confissão. Contei coisas absurdamente pesadas... histórias de sexo e relatos extremamente picantes. O padre no começo ficou chocado, mas com a paciência imensa dele, falou comigo pra me acalmar... eu me fazia de desesperada e que precisava de ajuda... ele dizia que sim, que podia me ajudar. Eu: "Padre, preciso que o senhor tire o demônio que carrego dentro de mim." Padre: "Sim, querida, claro... eu vou te ajudar." Eu: "O único método que eu sei que me cura é o orgasmo divino de um ser de luz e sua santidade." Padre: "Mas como é isso???" Eu: "Olha, padre... eu sou amaldiçoada... fizeram uma maldição horrível em mim... e quem fez me explicou quando eu implorei pra acabar com isso... que o único jeito era engolir o suco sagrado de um ser em santidade." Padre: "Mas querida, não entendo... como seria?" Eu: "Padreeee... eu preciso tomar o sêmen de alguém próximo a... cristo... é a única forma de me curar. Cura: mas querida, isso é uma loucura. Eu: padre, por favor... me dê seu néctar. O senhor é a única pessoa mais próxima de deus que eu conheci. Me dê seu sêmen. Cura: santo deus!!!! Eu não posso fazer isso. Eu: padre, o senhor não me disse que ia me ajudar?? Padre: siiiim, mas não sei como. Eu: eu imploro que o senhor me ajude a me libertar do mal. Comecei a chorar e a pedir de joelhos. Cura: tá bom, tá bom, está bem, irmã, eu vou te ajudar. Isso vai contra meus princípios, mas deus vai entender que é pra libertar sua alma. Eu: obrigada, padre, eu tenho fé que isso vai me curar. Padre: bom, espere aqui um momento... e vou trazer meu néctar sagrado pra sua pedido. Eu: nãoooo, cura, a única forma é eu mesma extrair. Cura: mas como seria isso??? Não entendo. Eu: o senhor me deixa com isso... eu sei fazer o ritual. Me aproximei do cura, me ajoelhei e tentei baixar as calças dele pra chupar o pau dele. Cura: nãooo, irmã, o que cê tá fazendo??? Não aguento isso. Eu: me deixa, padre, fazer isso... eu preciso me curar. Padre: deus, perdoa todos os meus pecados. O cura aceitou... olhou pro outro lado e eu puxei o pau dele, ainda mole, e comecei a chupar.


A pica do padre ficou muito dura e deliciosa...eu chupava com gosto e ele fingia que estava preocupado, mas eu sentia que ele curtia. Padre: isso é inadequado...um pecado total. Eu: continua, padre, que já falta pouco. Continuei batendo uma até o padre começar a gozar.
Me banho em néctar sagrado e eu tomei todo o leiteeee..até a última gota... O padre guardou o pau dele e se retirou na hora todo envergonhado..eu fiquei um tempo degustando a porra dele..levando ela pra minha buceta e comecei a me masturbar. Depois de gozar me vesti e saí pra ver o padre..agora eu queria o pau dele dentro de mim. Mas minhas tentativas foram em vão..o padre não queria saber de nada... A noite chegou e fui me despedir do padre..ele me convidou pra passar a noite lá..e eu aceitei..usaria a madrugada pra entrar no quarto dele e seduzi-lo. Mas na hora de ir dormir um jovem chegou na paróquia...o nome dele era Benito e era coroinha e aluno do padre. Era um jovem meigo, loirinho, de uns 19 anos..tinha carinha de inocente. O padre me apresentou e ordenou que o Benito ficasse de olho em mim..ele era além de subordinado também quem cuidava da igreja à noite. O padre sumiu e eu fiquei até altas horas da noite conversando com o jovem...decidi que ele seria minha nova vítima sexual..mas conversando e conversando o Benito se mostrou um jovem muito ingênuo e inexperiente...não captava nenhuma das minhas indiretas e até me evitava seriamente. No dia seguinte eu ia partir pra viver novas aventuras mas algo dentro de mim me segurou..sentia no meu interior que esse era um grande desafio...então fiquei o dia todo me fazendo de amiga do Benito levando ele a um nível de confiança pura. Conversamos muito e até me contou que era virgem..isso aumentou meu desejo...depois de ajudá-lo com as tarefas da paróquia...a gente começou a conversar mais profundo. Ele me confessou que era obrigado pelos pais ortodoxos a fazer esse trabalho mas que queria experimentar coisas da vida comum da idade dele. Eu disse que ajudaria ele a viver experiências e ele agradeceu... Como se Deus nos desse um sinal divino. O padre foi o fim de semana todo numa procissão em outra cidade nos deixando no comando da igreja. Era a oportunidade perfeita pra dobrar o Benito...depois de manipulá-lo e encher a cabeça dele ele decidiu aceitar minha proposta de viver algo típico da idade dele... Então convenci ele pra gente sair pra dançar. Continua...


Eu tava bem puta vestida e as olhadas do gordinho não demoraram pra chegar... ele veio puxar conversa e eu fui acompanhando o papo. O ônibus chegou e a gente subiu junto. Ele ficou de um lado em pé e eu do outro... tinha lugar pra sentar, mas aproveitei pra ficar de pé apontando minha bunda pra ele.
Já de cara dava pra ver que ele era bem dotado e, quando peguei um buraco, aproveitei e encostei a bunda nele pra sentir aquele pedaço com minhas nádegas. O gordo não demorou pra se ligar e, conforme o ônibus foi lotando, ele foi se aproximando de mim.
A pica dele estava bem perto da minha bunda pequenininha e eu de vez em quando me mexia disfarçadamente pra encostar a bunda toda no pedaço dele. Ele começou a me paquerar com um papo bem sedutor e eu respondia dando mole, rebolando e chegando cada vez mais perto com meu rabo na pica dele. Já sem vergonha nenhuma, o gordinho começou a me apoiar com mais capricho dessa vez, e longe de eu me ofender, eu devolvia o gesto bem putinha, rsrs.
De repente comecei a sentir uma coisa bem dura e cabeçuda que ia entrando cada vez mais entre minhas nádegas. Parece que o gordinho tinha ficado de pau duro de novo e me fazia sentir cada vez mais... o pedaço estava tão duro que entrou por baixo da minha saia e começou a esfregar toda a minha buceta... eu comecei a gemer baixinho... um cara que estava sentado embaixo da gente começou a perceber e começou a curtir o show (como eles dizem hehe)... minha buceta começou a ficar molhada demais com tanta fricção, a ponto de deixar a calça encharcada com meu mel escorrendo quente. Já bem excitada, fiquei curiosa pra saber mais sobre o pau duro dele.
Tanto que comecei a tocar na rola dele... tava duríssima e a pontinha molhada... eu segurava a cabeça dele e ele gemia no meu ouvido... olhei pra baixo e o cara que tava olhando começou a se agarrar na rola... eu, toda putinha, levantei um pouco a saia pra mostrar pros dois a minha bundinha minúscula
A situação já estava ficando bem picante... o cara começou a me acariciar as pernas enquanto o gordão continuava metendo a pica dura entre minhas nádegas... eu já queria que ele metesse ali mesmo... mas era tudo muito intenso... seria um auê danado... o cara sentado subiu as carícias até minha buceta e sutilmente começou a meter os dedos... estava tão molhada a xereca que entravam três dedos como se nada... eu comecei a gemer e vários passageiros começaram a ficar desconfortáveis... o cara sentado começou a se excitar e tirou a pica pra fora... eu ao ver, peguei nela e comecei a bater uma pra ele... o gordão enquanto isso também me apalpava por todos os lados e já estava bem excitado.
O gordão, ao ver que eu tava batendo uma pra outro cara, se levantou e fez eu agarrar a pica dele enquanto o outro me apalpava a bunda toda. Ao perceber o quão puta o meu gordito era, ele me falou no ouvido..... Vamos descer agora, bebecita, que tô com a pica explodindo. Eu ouvi isso e fiquei toda excitada.. uma golfada de fluido saiu da minha pussy chorreando até o chão. Ele me pegou pela mão, fomos pra porta de trás e descemos na próxima parada. Mal terminamos de descer e já começamos a nos beijar desesperadamente.... o gordão me levou pra uma rua nos fundos, mas eu tava tão tarada que não aguentei.

Peguei na pica dele e comecei a chupar ali mesmo na porta de uma casa... a gente tava muito tarado, puta que pariu.... começou a aparecer gente e o gordão me levou por trás pra uns becos. Aí continuei chupando a pica dele por mais um tempo até que perguntei se ele queria ver minhas tetas... na hora ele disse que sim.
Eu: cê gosta, bebê?? Gordo: mmm sim, que bucetuda gostosa... posso chupar esses peitos? Eu: sim. Claro, chupa eles pra mim. Ele lambeu meus mamilos e eu tava louca. Eu: quer ver minha bundinha agora? Gordo: agora sim
Gordo: mmm que bundinha minúscula, bebê... adoro. Eu: toca ela toda, me dá uns tapas... me bate forte.
Ele começou a me dar tapas com força, deixando todos os dedos marcados... eu coloquei a bundinha minúscula e ele começou a me bater com a pica nas nádegas.
Eu: mmm que dura tá tua rola, gordinho lindo Gordo: você que deixa assim, mamacita
Eu: vou tirar minha calcinha


Eu: cê gosta da minha buceta?? Gordo: claro bebê tá uma delícia Eu: teu pau também tá uma delícia Gordo: mmm bebê toda sua.. prova se quiser Eu: mmm sim.. vem coloca tudo pra dentro Gordo: uh mamacita assim sem camisinha? Eu: siii.. assim mesmo...quero sentir ele dentro
O gordo mandou assim, sem mais, e a piroca entrou de uma vez..era impressionante o quanto eu tava molhada..depois de 6 estocadas eu gozei toda...a putaria de ser apalpada e comida na rua por um desconhecido e sem camisinha me deixava no limite O gordo continuou me comendo por um bom tempo até que começou a gozar.... Gordo: tô gozando, bebê Eu: jorra tudo na boquinha e nas tetas
Me deixou bem banhada de porra e eu limpei tudo com a língua. De repente uns gritos... um homem veio correndo gritando com força: "Degenerado! Degenerado!!!" O gordo subiu as calças e saiu correndo... eu usei a camiseta dele pra limpar a porra dos peitos. "Moça, a senhora tá bem?? Que nojo esse degenerado." Eu: "Sim, sim, senhor, tô bem, obrigada por perguntar." Era um padre de uma paróquia daquela área que, ao ver a situação, pensou que o gordo tava abusando de mim. Eu, pra não parecer tão puta, me fiz de vítima. O padre me ajudou a levantar e me levou pra paróquia dele... A gente ficou conversando um bom tempo e eu, pra dar uma dose de aventura, me fiz de perdida e que precisava de ajuda... O padre me deu roupa, comida e me consolou por um tempo. Eu tava tão tarada que comecei a olhar pro padre com vontade... além disso, era outro tesão que alimentava minha mente doente e ninfomaníaca. Depois de algumas horas, o padre me levou pra rezar um pouco, mas aquilo já tava me entediando demais, então perguntei se eu podia me confessar e ele disse que sim... mas perguntei se a gente podia ir pra um lugar mais privado porque o que eu tinha que confessar era pesado. O padre ficou animado... fechou a paróquia e me levou pro quartinho dele pra confissão. Contei coisas absurdamente pesadas... histórias de sexo e relatos extremamente picantes. O padre no começo ficou chocado, mas com a paciência imensa dele, falou comigo pra me acalmar... eu me fazia de desesperada e que precisava de ajuda... ele dizia que sim, que podia me ajudar. Eu: "Padre, preciso que o senhor tire o demônio que carrego dentro de mim." Padre: "Sim, querida, claro... eu vou te ajudar." Eu: "O único método que eu sei que me cura é o orgasmo divino de um ser de luz e sua santidade." Padre: "Mas como é isso???" Eu: "Olha, padre... eu sou amaldiçoada... fizeram uma maldição horrível em mim... e quem fez me explicou quando eu implorei pra acabar com isso... que o único jeito era engolir o suco sagrado de um ser em santidade." Padre: "Mas querida, não entendo... como seria?" Eu: "Padreeee... eu preciso tomar o sêmen de alguém próximo a... cristo... é a única forma de me curar. Cura: mas querida, isso é uma loucura. Eu: padre, por favor... me dê seu néctar. O senhor é a única pessoa mais próxima de deus que eu conheci. Me dê seu sêmen. Cura: santo deus!!!! Eu não posso fazer isso. Eu: padre, o senhor não me disse que ia me ajudar?? Padre: siiiim, mas não sei como. Eu: eu imploro que o senhor me ajude a me libertar do mal. Comecei a chorar e a pedir de joelhos. Cura: tá bom, tá bom, está bem, irmã, eu vou te ajudar. Isso vai contra meus princípios, mas deus vai entender que é pra libertar sua alma. Eu: obrigada, padre, eu tenho fé que isso vai me curar. Padre: bom, espere aqui um momento... e vou trazer meu néctar sagrado pra sua pedido. Eu: nãoooo, cura, a única forma é eu mesma extrair. Cura: mas como seria isso??? Não entendo. Eu: o senhor me deixa com isso... eu sei fazer o ritual. Me aproximei do cura, me ajoelhei e tentei baixar as calças dele pra chupar o pau dele. Cura: nãooo, irmã, o que cê tá fazendo??? Não aguento isso. Eu: me deixa, padre, fazer isso... eu preciso me curar. Padre: deus, perdoa todos os meus pecados. O cura aceitou... olhou pro outro lado e eu puxei o pau dele, ainda mole, e comecei a chupar.


A pica do padre ficou muito dura e deliciosa...eu chupava com gosto e ele fingia que estava preocupado, mas eu sentia que ele curtia. Padre: isso é inadequado...um pecado total. Eu: continua, padre, que já falta pouco. Continuei batendo uma até o padre começar a gozar.
Me banho em néctar sagrado e eu tomei todo o leiteeee..até a última gota... O padre guardou o pau dele e se retirou na hora todo envergonhado..eu fiquei um tempo degustando a porra dele..levando ela pra minha buceta e comecei a me masturbar. Depois de gozar me vesti e saí pra ver o padre..agora eu queria o pau dele dentro de mim. Mas minhas tentativas foram em vão..o padre não queria saber de nada... A noite chegou e fui me despedir do padre..ele me convidou pra passar a noite lá..e eu aceitei..usaria a madrugada pra entrar no quarto dele e seduzi-lo. Mas na hora de ir dormir um jovem chegou na paróquia...o nome dele era Benito e era coroinha e aluno do padre. Era um jovem meigo, loirinho, de uns 19 anos..tinha carinha de inocente. O padre me apresentou e ordenou que o Benito ficasse de olho em mim..ele era além de subordinado também quem cuidava da igreja à noite. O padre sumiu e eu fiquei até altas horas da noite conversando com o jovem...decidi que ele seria minha nova vítima sexual..mas conversando e conversando o Benito se mostrou um jovem muito ingênuo e inexperiente...não captava nenhuma das minhas indiretas e até me evitava seriamente. No dia seguinte eu ia partir pra viver novas aventuras mas algo dentro de mim me segurou..sentia no meu interior que esse era um grande desafio...então fiquei o dia todo me fazendo de amiga do Benito levando ele a um nível de confiança pura. Conversamos muito e até me contou que era virgem..isso aumentou meu desejo...depois de ajudá-lo com as tarefas da paróquia...a gente começou a conversar mais profundo. Ele me confessou que era obrigado pelos pais ortodoxos a fazer esse trabalho mas que queria experimentar coisas da vida comum da idade dele. Eu disse que ajudaria ele a viver experiências e ele agradeceu... Como se Deus nos desse um sinal divino. O padre foi o fim de semana todo numa procissão em outra cidade nos deixando no comando da igreja. Era a oportunidade perfeita pra dobrar o Benito...depois de manipulá-lo e encher a cabeça dele ele decidiu aceitar minha proposta de viver algo típico da idade dele... Então convenci ele pra gente sair pra dançar. Continua...
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