Locutora, Mãe e Filha Gostosas 😘

Oi, corações! Como vocês estão? Hoje trago pra vocês um conto erótico com um alto teor lésbico. A história é totalmente fictícia e criada por mim, pra me divertir um pouco sozinha. Espero que gostem e que curtam pra caralho. 🥰

Aí embaixo vou deixar os instagram das mulheres lindas que, com suas fotos quentes e corpos de deusas, me inspiraram a criar nossa linda história. 😍Locutora, Mãe e Filha Gostosas 😘
vadia
rabaoA Locutora, a Mãe e a Filha"

💋 Capítulo I: A Mensagem

Vero vinha seguindo Carolina nas redes há meses. Não lembrava exatamente como tinha começado — talvez um like numa foto da piscina, um comentário sobre o calor de Córdoba — mas tinha algo naquela mulher, naquela mãe solteira, que tirava o sono dela.

Era fevereiro de 2024, o verão apertava em Córdoba. Vero estava no estúdio de rádio, sozinha, terminando o programa da madrugada. A cidade dormia lá fora, mas ela estava acordada, com a adrenalina de três horas de microfone, quando recebeu a mensagem.

"Tô aqui fora. Você disse que se eu passasse pelo centro, te avisava. — Caro"

Vero sentiu o estômago revirar. Não era uma adolescente, tinha trinta e seis anos, já tinha pegado mulher antes, mas Carolina... era diferente. Era o objeto de fantasias que nunca tinham se realizado, o "e se" que perseguia desde a adolescência.

Desceu. Viu ela parada perto do carro, com um vestido preto simples, sandálias, o cabelo comprido e escuro solto nos ombros. Não usava sutiã. Vero notou na hora, o jeito que o vestido colava nos peitos dela, os bicos levemente duros por causa do ar condicionado do carro.

"Oi, locutora," sorriu Carolina, e aquele sorriso tinha anos de vantagem, de saber exatamente o efeito que causava.

"Sobe," disse Vero, a voz rouca pelo uso do microfone, mais rouca ainda pela excitação repentina.

No elevador, o silêncio era denso. Vero sentia cheiro de perfume barato misturado com suor de verão, e mais alguma coisa... de pele quente. Carolina olhava ela de canto, avaliando, e Vero se sentia de repente como a adolescente que tinha sido, nervosa, sem jeito, desejando.

"Seu programa é... íntimo," disse Carolina quebrando o silêncio. "Gosto de como você fala. Como se estivesse no ouvido de cada uma."

"É o que eu tento," respondeu Vero, e os olhos delas se encontraram no espelho do elevador.

Foi Carolina quem se moveu primeiro. Não foi um gesto grande, ela só deslizou a mão pelo braço da Vero, do pulso até o cotovelo, um roçar que durou dois segundos mas deixou Vero sem fôlego.

"Eu gosto de mulheres que sabem usar a voz," murmurou Carolina, e os dedos dela ficaram no bíceps de Vero, apertando de leve.

💋 Capítulo II: A Cabine e a Confissão

O estúdio tava escuro, iluminado só pelas luzes dos equipamentos e o brilho azul da tela do computador. Vero trancou a porta. Não tinha mais ninguém no prédio às três da manhã.

"Me mostra onde você fala?" perguntou Carolina, e a voz dela era um ronronar.

Vero levou ela até a cabine. O microfone profissional, os fones pendurados, a cadeira giratória. Carolina sentou na cadeira da Vero, cruzou as pernas, e o vestido subiu mostrando coxas que Vero já tinha visto em fotos mas que agora, ao vivo, pareciam esculturas.

"Testa," disse Vero, apontando pro microfone.

Carolina se inclinou pra frente, os lábios roçando o microfone de espuma preta, e falou: "Tão me ouvindo, Córdoba?"

A voz saiu pelos monitores, envolta em estática, íntima, obscena sem querer.

"Tô ouvindo tua respiração," disse Vero, parada do lado dela, a mão apoiada no encosto da cadeira, a centímetros do cabelo de Carolina.

"É que eu tô nervosa," sorriu Carolina, girando a cadeira pra olhar pra ela. "Não é todo dia que eu tô num estúdio com uma mulher que me faz sentir... exposta."

Vero não respondeu. Se inclinou, devagar, dando tempo pra Carolina recuar, dizer não. Mas ela não recuou. Levantou o rosto, os olhos se fechando suavemente, e quando os lábios de Vero roçaram os dela, foi um suspiro compartilhado que se ouviu, não um beijo ainda.

O primeiro beijo foi lento, exploratório. Lábios secos se roçando, provando. Vero tinha gosto de café frio e cigarro. Carolina tinha gosto de menta e algo doce, chiclete de cereja. As línguas se encontraram com timidez, depois com mais confiança, e Vero sentiu as mãos de Carolina na sua cintura, puxando ela, fazendo-a sentar no colo dela na cadeira estreita.

"Seu boné," murmurou Carolina contra a boca dela, e tirou ele, deixando o cabelo ruivo de Vero cair sobre os ombros.

Carolina enterrou as mãos naquele cabelo, puxando de leve, inclinando a cabeça de Vero para trás para acessar o pescoço dela. Os beijos desceram, famintos agora, e Vero gemeu quando sentiu a língua de Carolina na sua clavícula, lambendo o suor da noite de verão.

"Te desejei," confessou Carolina entre beijos, "desde que vi sua foto com aquela camiseta do Metallica. Pensei: 'essa mulher vai me fazer gozar um dia'."

Vero riu, um som rouco, e segurou o rosto de Carolina entre as mãos. "E agora?"

"Agora quero que você me faça gozar de verdade," respondeu Carolina, e a frase, dita com aquela naturalidade, aquela maturidade, fez Vero sentir uma onda de calor entre as pernas.

💋 Capítulo III: O Sofá do Estúdio

Elas se moveram para o sofá da recepção, um móvel de couro gasto onde Vero descansava entre os programas. Carolina se deitou, e Vero se ajoelhou sobre ela, um joelho de cada lado do quadril dela.

Vero beijou o pescoço de Carolina, mordiscou o lóbulo da orelha dela, sussurrou: "Sabia quantas vezes pensei em você enquanto me tocava?"

"Em mim?" gemeu Carolina, as mãos subindo pelas costas de Vero, entrando por baixo da camiseta preta.

"Em você. Nessa mãe que eu via nas reuniões da escola, com seus biquínis, com seu jeito de olhar como se soubesse todos os meus segredos."

Vero desceu as mãos até o decote do vestido de Carolina. Não perguntou. Simplesmente puxou para baixo, e os peitos de Carolina ficaram expostos, grandes, com mamilos escuros e eretos, o tipo de peito que só mulheres que amamentaram têm e que aprenderam a amar seus corpos apesar das mudanças.

"Perfeitos," murmurou Vero, e pegou um na boca.

Carolina arqueou as costas, um grito abafado saindo da garganta dela. Vero chupava forte, usando a língua em círculos, depois suave, depois forte de novo, alternando. A outra mão dela brincava com o segundo mamilo, beliscando, massageando a carne pesada.

"Sua boca," gemia Carolina, "sua boca é..."

"O quê?" perguntou Vero, soltando o mamilo com um som molhado.

"É perfeita. É exatamente... ali... bem ali..."

Vero tinha deslizado a mão livre pela barriga de Carolina, encontrando a borda da calcinha — fio dental, notou, sentindo o cordãozinho — e foi descendo, até encontrar o calor, a umidade, a abertura.

Carolina estava encharcada. Não de excitação recém-despertada, mas daquela umidade profunda, daquela necessidade que se acumula durante dias de fantasia.

"Por favor," implorou Carolina.

Vero não fez esperar mais. Desceu pelo corpo de Carolina, beijando a barriga, o umbigo, a linha dos pelos pubianos. Tirou a regata, ficando só no sutiã preto, e posicionou o rosto entre as coxas de Carolina.

A primeira lambida foi longa, da entrada até o clitóris, pegando todo o gosto de Carolina, salgado, metálico, único. Carolina gritou, um som que Vero teria gravado para o programa dela.

Vero usou a língua com precisão. Devagar, rápido, pontuda, chata. Desenhou o alfabeto no clitóris de Carolina, e quando encontrou a letra que a fazia tremer — o "S", curvo e longo — repetiu uma e outra vez.

"Vou gozar," avisou Carolina, as mãos no cabelo ruivo de Vero.

"Goza," ordenou Vero contra a boceta dela, e a vibração da voz foi o empurrão final.

Carolina gozou com uma série de espasmos que Vero sentiu contra a língua, contrações rítmicas, fortes, longas. Não foi um orgasmo silencioso; Carolina gritou o nome de Vero, e depois desabou, ofegante, com lágrimas escorrendo pelo rosto.

💋 Capítulo IV: A Devolução e a Casa

Vero limpou a boca com as costas da mão, subiu pelo corpo de Carolina, e a beijou. Carolina pôde sentir o próprio gosto nos lábios de Vero, e Isso a excitou de novo.
"Tua vez," sussurrou Carolina.

Se vestiram desajeitadamente, rindo. No carro de Carolina, Vero colocou a mão na coxa dela, subindo, descobrindo que ela não tinha colocado calcinha.

"Você sempre anda sem calcinha?" perguntou Vero, acariciando.

"Desde que te conheci, sim," respondeu Carolina.

Chegaram ao apartamento de Carolina no centro, um apartamento antigo com tetos altos e uma cama king-size que ocupava a maior parte do quarto. Não foram direto pra cama. Na sala, contra a parede, Carolina devolveu o favor.

Vero estava de pé, com a calça arriada até os tornozelos, a calcinha preta de lado, e Carolina estava ajoelhada na frente dela, com o rosto enterrado na buceta dela, lambendo com aquela delicadeza madura que só as mulheres que aprenderam a esperar têm.

"Caro... por favor..." gemeu Vero, apoiada na parede.

Carolina usou os dedos enquanto lambia, entrando devagar, procurando o ponto exato. Vero gozou com um grito que devia ter acordado os vizinhos, um orgasmo que subiu pela espinha e explodiu na cabeça dela, fazendo-a ver estrelas.

Se arrastaram até a cama, se despindo completamente, e passaram as horas seguintes se explorando, se provando, se memorizando. Carolina sentou na cara de Vero, e sem hesitar Verônica lambeu ela por baixo, sentindo o peso do corpo dela, o poder da entrega. Depois Vero fez o mesmo em Carolina, e se revezaram, uma e outra vez, até as duas ficarem exaustas, suadas, marcadas pelo sexo.

💋 Capítulo V: A Filha do Espelho

Eram seis da manhã quando Sofia chegou.

Sofia Luján, vinte e cinco anos, filha mais nova de Carolina, com a borboleta tatuada na barriga, o cabelo escuro e comprido, a atitude provocadora que cultivava desde os quinze. Vinha de uma noite de festa em Cosquín, ainda com a saia xadrez e o top preto que mostrava o umbigo e a tatuagem.

Tinha a chave do apartamento da mãe —"pra emergências"— mas nunca tinha precisado usar. No entanto, naquela manhã, algo a fez ir. Talvez um pressentimento, talvez a mensagem da mãe dizendo que não voltaria pra casa.

Ela usou a chave escondida no vaso e entrou no apartamento.

O cheiro a atingiu primeiro: sexo, suor, perfume misturado, o cheiro inconfundível de duas mulheres que passaram horas transando. Depois ouviu os sons: gemidos, respirações pesadas, o barulho molhado de línguas na carne.

Sofia devia ter ido embora. Devia ter fechado a porta.

Em vez disso, seguiu o som.

Da porta entreaberta do quarto, viu a cena que mudaria tudo.

A mãe dela estava na cama, completamente nua, pernas abertas, o cabelo escuro espalhado como um leque sobre os lençóis brancos. E entre as pernas dela, ajoelhada, estava a Vero. A locutora. A mulher que ela tinha visto nas redes, que a mãe mencionou em algum jantar.

Vero estava fazendo um oral na mãe dela com uma dedicação que fez Sofia sentir uma onda de calor instantânea entre as pernas. A língua de Vero entrava e saía, brilhante de fluidos, e a mãe se contorcia, agarrando os lençóis, ofegando, pedindo mais.

Sofia tirou o celular automaticamente. Abriu a câmera, desligou o flash, e começou a filmar.

Na tela, ela via a mãe como nunca tinha visto. Não como a mulher que fazia janta pra ela, que a xingava pela bagunça. Via uma deusa, arqueada, desfeita, recebendo prazer de outra mulher. Os peitos da mãe balançavam a cada respiração, os mamilos eretos, a barriga se contraindo.

E a Vero... era um espetáculo. O cabelo ruivo brilhante contra a pele clara da mãe, os músculos das costas se flexionando, o som molhado obsceno que chegava até onde Sofia estava parada.

Sofia baixou a mão livre, enfiou por baixo da saia, descobrindo que estava encharcada. Se tocou por cima da calcinha, pressionando o clitóris, enquanto continuava Filmando.

"Aí... bem aí... ai, Deus, não para..." gemia Carolina, a voz rouca, estranha para Sofia, uma voz de mulher sexual, não de mãe.

Sofia não conseguiu se segurar. Um gemido escapou da garganta dela, baixo, involuntário, o som de uma jovem à beira do orgasmo.

Vero parou.

O corpo dela ficou tenso, mas não se afastou de entre as pernas de Carolina. Devagar, muito devagar, levantou o rosto da buceta da amiga, e um fio de saliva — misturada com os fluidos da mãe solteira — caiu do queixo dela, esticando, brilhando na luz da manhã, antes de se romper e cair na coxa de Carolina.

Vero olhou direto para a porta. Para onde Sofia estava.

Os olhos delas se encontraram.

Sofia deveria ter se assustado, saído correndo. Mas ficou paralisada, com a mão ainda debaixo da saia, o celular ainda gravando, a própria respiração ofegante preenchendo o silêncio.

Vero sorriu. Um sorriso lento, perverso, dominador. Sem tirar os olhos de Sofia, levou o dedo indicador aos lábios — os lábios brilhando com o sexo de Carolina — e chupou limpo, fazendo um som molhado, obsceno, deliberado.

Depois, com aquele mesmo dedo molhado, fez um gesto.

Vem.

Um único movimento do dedo, curvando para dentro, convidando, ordenando.

Carolina, ainda ofegante, confusa com a parada, abriu os olhos e seguiu o olhar de Vero. Viu a filha ali parada, com a mão entre as pernas, o celular na outra mão, os olhos vidrados de tesão e vergonha.

"Meu amor..." sussurrou Carolina, mas não soou como bronca. Soou como... reconhecimento.

"Ela quer ficar," disse Vero, a voz rouca, autoritária. "Não é, Sofia?"

Sofia não conseguiu falar. Só assentiu, tremendo.

"Então fica," ordenou Vero, voltando a mergulhar o rosto entre as pernas de Carolina, mas dessa vez mantendo os olhos abertos, olhando para Sofia enquanto lambia, enquanto chupava, enquanto fazia a mãe gemer de novo. "Mas se Você fica... você se toca. Aqui. Na nossa frente."

Sofia, paralisada pela ordem, abaixou a saia completamente, deixando à mostra sua calcinha preta, e enfiou a mão lá dentro, encontrando o clitóris inchado, sensível, pronto.

Começou a se tocar no ritmo das lambidas de Vero, vendo a língua da locutora entrar e sair da sua mãe, vendo Carolina se contorcer, como os peitos dela balançavam, como a barriga se contraía com a proximidade do orgasmo.

"Filma isso," ordenou Vero contra a buceta de Carolina. "Filma sua mãe gozando. Pra ela nunca esquecer quem é."

Sofia levantou o celular com a mão trêmula, focando no rosto da mãe, capturando o momento exato em que Carolina arqueou as costas, gritou o nome de Vero, e gozou com uma força que fez o corpo inteiro sacudir, convulsionar, enquanto Vero continuava lambendo, engolindo cada gota.

E Sofia, vendo aquilo, sentindo o poder da mãe virar prazer desfeito, gozou também, apertando as coxas contra a própria mão, mordendo o lábio pra não gritar.

💋 Capítulo VI: O Impulso

Mas não parou por aí.

Os gemidos da mãe, a visão de Vero entre as pernas dela, o cheiro de sexo no ar, a transgressão absoluta de estar ali, filmando, se tocando... tudo criou em Sofia um impulso que ela não conseguiu controlar.

Deixou o celular cair em cima da cômoda, ainda gravando. Arrancou a saia de uma vez, deixando cair no chão. Tirou a calcinha, revelando a própria buceta molhada, os lábios inchados de tesão, a tatuagem de borboleta na barriga subindo e descendo com a respiração acelerada.

Vero viu ela fazer aquilo e sorriu, antecipando, incentivando com os olhos.

Sofia caminhou até a cama. Carolina ainda estava ofegante, se recuperando do orgasmo, os olhos vidrados, a boca entreaberta. Sofia subiu na cama, passando por cima de Vero, e se posicionou sobre o rosto da mãe.

"Caro..." sussurrou Vero, um aviso suave, um convite. Carolina abriu os olhos e viu a filha sobre ela, a buceta da Sofia suspensa a centímetros da sua boca, brilhante, molhada, os pelos aparados, a borboleta tatuada olhando pra ela de cima.

Por um segundo, um segundo de eternidade, Carolina hesitou. A mãe dentro dela gritou que aquilo era errado, que era a filha dela, que não podia.

Mas a mulher dentro dela, a mulher que a Vero tinha despertado, que a tinha feito sentir viva pela primeira vez em anos, essa mulher viu o desejo nos olhos da Sofia, viu a necessidade, viu o reflexo da própria sexualidade dela.

E sem culpa, sem remorso, só com fome, Carolina levantou a cabeça e enfiou a língua na buceta da filha.

Sofia gritou.

Não um grito de dor, mas de libertação absoluta, de fantasia realizada que nem ela sabia que tinha. Sentiu a língua da mãe — a mesma língua que tinha brigado com ela, que tinha dito "te amo" mil vezes — agora entrando nela, lambendo, chupando, explorando o interior dela com uma familiaridade que era completamente nova e completamente tabu.

"Mãe..." gemeu Sofia, se agarrando na cabeceira da cama, mexendo os quadris, se esfregando contra a boca da Carolina. "Mãe, por favor..."

Carolina não respondeu com palavras. Respondeu com a língua, encontrando o clitóris da filha, chupando ele com a mesma dedicação que a Vero tinha chupado o dela. Sofia se movia sobre o rosto dela, usando a mãe como a Vero tinha usado ela, e Carolina deixava, guiava com as mãos nas coxas dela, acariciando, incentivando.

A Vero observava de baixo, a própria buceta pulsando de tesão ao ver a cena. Viu como Carolina lambia a filha, viu a borboleta tatuada da Sofia contra a barriga da mãe, e soube que estava testemunhando algo sagrado e profano ao mesmo tempo.

Ela se levantou, subiu na cama, e se posicionou atrás da Sofia, que estava de quatro sobre a mãe, ainda recebendo o oral.

A Vero envolveu o corpo dela em volta da Sofia por trás, pressionando os peitos dela contra as costas da jovem, sentindo seu calor, seu tremor. Enfiou uma mão entre as pernas de Sofia, encontrando a boca de Carolina ali, e começou a tocar as duas, mãe e filha ao mesmo tempo, unindo-as com os dedos.

"Vem," sussurrou Vero no ouvido de Sofia. "Vem pra sua mãe. Deixa ela sentir como é a filha dela gozando na boca dela."

Sofia não conseguiu resistir. Com a língua de Carolina no seu clitóris, com os dedos de Vero entrando e saindo dela, com o corpo da mãe debaixo dela, gozou com uma força que fez ela ver escuridão, que fez ela gritar um "mãe!" que soou como súplica e gratidão.

Carolina engoliu os fluidos da filha, sentindo o orgasmo de Sofia contra sua língua, e gozou de novo ela mesma, sem ser tocada, só pela excitação do que estava fazendo, da transgressão absoluta.

💋 Capítulo VII: O Beijo e o Jantar

Quando Sofia desabou, Vero a pegou, virou ela, e a beijou.

Foi um beijo profundo, apaixonado, cheio do gosto de Carolina que ainda persistia na boca de Sofia. Vero enfiou a língua, explorando, reivindicando, e Sofia respondeu, ainda tremendo, ainda em choque, mas devolvendo o beijo com fome.

Carolina sentou na cama, olhando a filha e a amante se beijando, e sorriu. Um sorriso de mulher completa, satisfeita, sem culpa.

Quando se separaram, Vero segurou o rosto de Sofia entre as mãos, olhando nos olhos dela.

"Domingo," disse Vero, a voz rouca, autoritária mas carinhosa. "Você vem jantar. As duas. Quero ver isso de novo. Quero ensinar sua mãe a chupar você melhor. E quero que você aprenda a fazer o mesmo com ela."

Sofia assentiu, ainda sem fôlego.

"Você aceita?" perguntou Vero, beijando a testa dela, as bochechas, o queixo.

"Sim," sussurrou Sofia. "Sim, eu vou vir. As duas vão vir."

Carolina riu, um som feliz, e se aproximou, abraçando a filha de um lado, enquanto Vero a abraçava do outro. As três mulheres deitaram na cama, nuas, entrelaçadas, marcadas pelo que tinham compartilhado.

"Te amo, mãe," sussurrou Sofia, e pela primeira vez, a frase soou diferente, mais completa, incluindo todos os aspectos da sua mãe, até mesmo esse, o aspecto sexual, o aspecto que Vero tinha libertado.

"Eu também te amo, meu amor," respondeu Carolina, beijando o ombro da filha. "E obrigada por... por isso. Por me enxergar. Por me deixar te enxergar."

Vero sorriu, a terceira na roda que as tinha unido, e soube que isso era só o começo de algo que nenhuma das três podia prever, mas que todas desejavam.

FIM 💋

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