Naquela manhã, minha esposa não tomou café comigo porque ia tomar com minha irmã na casa dela. Dia perfeito para pedir home office. Ela foi embora e eu rapidamente me instalei na sala. Abri em outra aba as câmeras da casa da minha irmã, esperando minha esposa chegar.
Minha irmã a esperava de novo com um pijama nada sexy. Saiu do quarto, por uns momentos sumiu das câmeras. Aparecia e sumia da sala levando café, sucos, torradas e mais coisas pro café da manhã.
As duas apareceram na sala, tomaram café e conversaram sobre modelos, roupas e coisas sem importância do trabalho das duas.
Até que minha esposa se aproximou por trás dela e começou a fazer massagens.
Minha irmã fala pra minha esposa: "Pensei que você vinha bem servida de casa."
– Eu tô sim, mas você me parece que tá carente de atenção.
– Então sobe pra se preparar, assim não.
Minha esposa subiu pro quarto da minha irmã, abriu um armário e descobri que minha irmã tinha muita roupa de homem e que era toda minha. Camisas, shorts de futebol, camisetas, até cuecas minhas que há tempos não via e que achava que a Vicky tinha jogado fora.
Ela se despiu, ficando só com uma calcinha fio dental branca, e não consegui evitar ficar excitado, meu pau deu uns pulos. Os peitos grandes dela, um pouco caídos pelo próprio peso, com os mamilos marrons, me excitavam pra caralho. Ela vestiu uma camiseta minha e uma cueca por cima da calcinha e desceu.
Na sala, minha irmã tinha se deitado no sofá de três lugares.
– Celi, tira essa camiseta velha que vou te fazer umas massagens.
– É, irmão, faz tempo que você não me faz massagens.
Dizendo isso, ela tirou a camiseta e os peitos balançaram de um jeito descomunal. Os mamilos dela eram bem maiores que os da minha esposa, duros e empinados.
Minha irmã tinha uma fixação por mim e tinha projetado isso na minha esposa, que topava o jogo sem problema. De alguma forma, essa putaria me excitava pra caralho. Me colocava numa situação privilegiada, as duas mulheres mais importantes da minha vida transando e eu... era o protagonista dessa fantasia.
–Que lindo, irmão, não perdeu a mão pras massagens, adorei. Antigamente, quando éramos crianças, não tinha problema você me ver pelada assim, mas agora sua irmã cresceu e, se eu ficasse de barriga pra cima, você ia se surpreender com as tetas que eu tenho.
–Celi, eu queria massagear suas nádegas, posso tirar seu short de dormir?
–Claro
Ela tinha uma calcinha de jovem larga e com florzinhas. E o elástico das bordas fino e rosado, que marcava na pele dela.
–Linda calcinha, você é uma menina linda.
–Pode apertar e acariciar, Mati.
–Você gosta assim?
–Continua assim, irmão.
Minha mulher esfregava a bunda da minha irmã sem cerimônia, recuou um pouco pra dar espaço pra Celi. Ela dobrou os joelhos e ficou de quatro, com as pernas juntas.
–Quer tirar minha calcinha? Vai me encontrar um pouco molhada.
–Adoraria
Vicky abaixou a calcinha e apareceu uma vulva fechada, rosada, depilada e brilhosa. Era linda, a buceta fechada emoldurada por umas nádegas redondas maravilhosas, formavam um coração. Com as duas mãos, ela separou as nádegas e passou a língua pelo ânus dela. Um suspiro da minha irmã a incentivava a continuar. Depois, separando um pouco os joelhos, permitiu que ela chegasse ao clitóris, que se adivinhava entre o capucho, agora bem vermelho de excitação. Minha mulher devorou toda a buceta da minha irmã, brincando com a língua.
Não consegui me segurar e me despi da cintura pra baixo e comecei a bater uma lentamente na frente do computador. Tirava toda a glande e guardava de novo dentro da pele que a cobre. Cuspi numa das mãos, com a outra tirei meu capucho de novo e molhei com minha saliva. Queria que deslizasse igual deslizaria na buceta molhada da minha irmã.
Fantasiava que minha mulher me ajudava a penetrar minha irmã. Eu tava ali entre elas e minha esposa chupava a vulva da minha irmã e meu pau pra molhar nós dois bem, e depois, separando os lábios vaginais da Celi, me ajudava a penetrar ela.
–Lembra que um tempo atrás, sua Irmão, ela passou a língua na minha bunda e enfiou dois dedos ao mesmo tempo… como você imaginou?
–Sim, queria que você fizesse isso em mim, Mati.
Minha mulher então enfiou o dedo médio e o anelar na buceta da Celi e passava a língua na bunda dela. Começou devagar, pelo que eu podia perceber. Mas minha irmã pedia pra ela fazer com mais força e mais fundo. Ela teve que se afastar um pouco dela e notei que parou de chupar o cu dela pra perguntar se ela queria três dedos lá dentro.
–Enfia tudo que couber e esfrega meu clitóris que eu tô perto de gozar e quero fazer isso com teus dedos dentro.
–Lindo como você se molha e fica putinha. Gosto que você me peça pra te comer com minhas mãos.
–Sim, não para que eu já tô perto de gozar. Continua, continua, continua.
Naquele momento, senti que ia gozar junto com ela. Queria gozar dentro da minha irmã e encher ela de porra. Queria que minha mulher me ajudasse a fazer ela gozar, tava completamente louco.
Me levantei e, de frente pro computador, aumentei a velocidade da minha punheta.
Minha irmã gozou com um grito alto e gemidos de prazer. Minha mulher tirou os dedos de dentro dela e levou à boca.
–Você é uma puta linda e tem a buceta mais gostosa que já vi. Deixa eu tirar uma foto assim aberta do jeito que tá, brilhosa e vermelha.
Foi pegar o celular dela e, voltando atrás da minha irmã, tirava fotos enquanto dizia: abre bem com as duas mãos. Minha irmã obedeceu.
Não aguentava mais, queria gozar, a sacanagem delas tirando fotos e transando juntas era demais pra mim. Já tinha passado aquele dilema moral de me masturbar com minha irmã.
Comecei a gozar em cima da mesinha de centro da sala, gozei um monte de porra. Na madeira marrom.
–Gozou muito, linda.
–Sim, adoro como você me toca, queria sentir você dentro de mim.
–Quer espiar ele? Tenho o aplicativo das câmeras.
Naquele momento, minha irmã se levantou e ficou olhando o celular da minha mulher. Me surpreendi e não soube como reagir. Tava com meu… pau meia dura e a mesa de centro toda cheia de porra.
—Tá se masturbando na sala!
—Não acredito! Tá vendo pornô?
Olhei instintivamente pra câmera que tava me filmando. Como eu não tinha percebido isso, elas também podiam me ver.
Minha irmã a esperava de novo com um pijama nada sexy. Saiu do quarto, por uns momentos sumiu das câmeras. Aparecia e sumia da sala levando café, sucos, torradas e mais coisas pro café da manhã.
As duas apareceram na sala, tomaram café e conversaram sobre modelos, roupas e coisas sem importância do trabalho das duas.
Até que minha esposa se aproximou por trás dela e começou a fazer massagens.
Minha irmã fala pra minha esposa: "Pensei que você vinha bem servida de casa."
– Eu tô sim, mas você me parece que tá carente de atenção.
– Então sobe pra se preparar, assim não.
Minha esposa subiu pro quarto da minha irmã, abriu um armário e descobri que minha irmã tinha muita roupa de homem e que era toda minha. Camisas, shorts de futebol, camisetas, até cuecas minhas que há tempos não via e que achava que a Vicky tinha jogado fora.
Ela se despiu, ficando só com uma calcinha fio dental branca, e não consegui evitar ficar excitado, meu pau deu uns pulos. Os peitos grandes dela, um pouco caídos pelo próprio peso, com os mamilos marrons, me excitavam pra caralho. Ela vestiu uma camiseta minha e uma cueca por cima da calcinha e desceu.
Na sala, minha irmã tinha se deitado no sofá de três lugares.
– Celi, tira essa camiseta velha que vou te fazer umas massagens.
– É, irmão, faz tempo que você não me faz massagens.
Dizendo isso, ela tirou a camiseta e os peitos balançaram de um jeito descomunal. Os mamilos dela eram bem maiores que os da minha esposa, duros e empinados.
Minha irmã tinha uma fixação por mim e tinha projetado isso na minha esposa, que topava o jogo sem problema. De alguma forma, essa putaria me excitava pra caralho. Me colocava numa situação privilegiada, as duas mulheres mais importantes da minha vida transando e eu... era o protagonista dessa fantasia.
–Que lindo, irmão, não perdeu a mão pras massagens, adorei. Antigamente, quando éramos crianças, não tinha problema você me ver pelada assim, mas agora sua irmã cresceu e, se eu ficasse de barriga pra cima, você ia se surpreender com as tetas que eu tenho.
–Celi, eu queria massagear suas nádegas, posso tirar seu short de dormir?
–Claro
Ela tinha uma calcinha de jovem larga e com florzinhas. E o elástico das bordas fino e rosado, que marcava na pele dela.
–Linda calcinha, você é uma menina linda.
–Pode apertar e acariciar, Mati.
–Você gosta assim?
–Continua assim, irmão.
Minha mulher esfregava a bunda da minha irmã sem cerimônia, recuou um pouco pra dar espaço pra Celi. Ela dobrou os joelhos e ficou de quatro, com as pernas juntas.
–Quer tirar minha calcinha? Vai me encontrar um pouco molhada.
–Adoraria
Vicky abaixou a calcinha e apareceu uma vulva fechada, rosada, depilada e brilhosa. Era linda, a buceta fechada emoldurada por umas nádegas redondas maravilhosas, formavam um coração. Com as duas mãos, ela separou as nádegas e passou a língua pelo ânus dela. Um suspiro da minha irmã a incentivava a continuar. Depois, separando um pouco os joelhos, permitiu que ela chegasse ao clitóris, que se adivinhava entre o capucho, agora bem vermelho de excitação. Minha mulher devorou toda a buceta da minha irmã, brincando com a língua.
Não consegui me segurar e me despi da cintura pra baixo e comecei a bater uma lentamente na frente do computador. Tirava toda a glande e guardava de novo dentro da pele que a cobre. Cuspi numa das mãos, com a outra tirei meu capucho de novo e molhei com minha saliva. Queria que deslizasse igual deslizaria na buceta molhada da minha irmã.
Fantasiava que minha mulher me ajudava a penetrar minha irmã. Eu tava ali entre elas e minha esposa chupava a vulva da minha irmã e meu pau pra molhar nós dois bem, e depois, separando os lábios vaginais da Celi, me ajudava a penetrar ela.
–Lembra que um tempo atrás, sua Irmão, ela passou a língua na minha bunda e enfiou dois dedos ao mesmo tempo… como você imaginou?
–Sim, queria que você fizesse isso em mim, Mati.
Minha mulher então enfiou o dedo médio e o anelar na buceta da Celi e passava a língua na bunda dela. Começou devagar, pelo que eu podia perceber. Mas minha irmã pedia pra ela fazer com mais força e mais fundo. Ela teve que se afastar um pouco dela e notei que parou de chupar o cu dela pra perguntar se ela queria três dedos lá dentro.
–Enfia tudo que couber e esfrega meu clitóris que eu tô perto de gozar e quero fazer isso com teus dedos dentro.
–Lindo como você se molha e fica putinha. Gosto que você me peça pra te comer com minhas mãos.
–Sim, não para que eu já tô perto de gozar. Continua, continua, continua.
Naquele momento, senti que ia gozar junto com ela. Queria gozar dentro da minha irmã e encher ela de porra. Queria que minha mulher me ajudasse a fazer ela gozar, tava completamente louco.
Me levantei e, de frente pro computador, aumentei a velocidade da minha punheta.
Minha irmã gozou com um grito alto e gemidos de prazer. Minha mulher tirou os dedos de dentro dela e levou à boca.
–Você é uma puta linda e tem a buceta mais gostosa que já vi. Deixa eu tirar uma foto assim aberta do jeito que tá, brilhosa e vermelha.
Foi pegar o celular dela e, voltando atrás da minha irmã, tirava fotos enquanto dizia: abre bem com as duas mãos. Minha irmã obedeceu.
Não aguentava mais, queria gozar, a sacanagem delas tirando fotos e transando juntas era demais pra mim. Já tinha passado aquele dilema moral de me masturbar com minha irmã.
Comecei a gozar em cima da mesinha de centro da sala, gozei um monte de porra. Na madeira marrom.
–Gozou muito, linda.
–Sim, adoro como você me toca, queria sentir você dentro de mim.
–Quer espiar ele? Tenho o aplicativo das câmeras.
Naquele momento, minha irmã se levantou e ficou olhando o celular da minha mulher. Me surpreendi e não soube como reagir. Tava com meu… pau meia dura e a mesa de centro toda cheia de porra.
—Tá se masturbando na sala!
—Não acredito! Tá vendo pornô?
Olhei instintivamente pra câmera que tava me filmando. Como eu não tinha percebido isso, elas também podiam me ver.
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