Isso tem um contexto, mas tem que começar por algum lugar. Tudo começa quando eu tava no 4º e 5º ano do ensino médio, anos em que ela dava aulas de matemática numa escola pública (bem bosta) e era muito comum vê-la quase todo horário. Ela era uma professora normal, sabia bastante, mas não tinha muita autoridade, dava pra perceber que era uma profe nova, talvez começando a carreira. Eu caía nas graças dela porque prestava atenção nas aulas e trocava umas conversas fora do assunto da escola na época.
Enfim, ela era uma profe atraente de um jeito meigo, e sempre me despertava uma certa atração aquela postura humilde dela, mas ao mesmo tempo, sempre que dava, eu reparava naquele bundão lindo, grande e carnudo, por causa do corpo magro dela, mas com uns quadris bem largos.
Eu adorava ver ela com aquele colete de lã vermelho intenso e a jeans azul desgastada que faziam os quadris dela parecerem uma sétima maravilha. Por razões óbvias, nunca passei de ver a bunda dela de vez em quando e bater uma punheta pensando numa gostosa daquelas (e imaginar uma vida com ela, já que estamos falando, hahaha). Questão que anos depois, conversando com uma amiga, ela me contou que a professora (vamos chamar de Anto daqui pra frente) ainda não estava dando aulas e tava trabalhando como garçonete num restaurante numa cidadezinha não muito longe de onde eu moro. Com essa informação e já um pouco mais velho, criei coragem pra ir lá e ver se era verdade que ela tava ali, depois de dias matutando na minha cabeça.
Anto tava lá, atendendo o balcão, com o cabelo liso castanho que na luz quase parecia avermelhado, que eu tanto lembrava. A princípio, ela nem me reconheceu, mas depois de pedir uns sanduíches e puxar conversa, ela lembrou de mim, ficou feliz e ficou falando como eu tinha mudado. Internamente, criei coragem e convidei ela pra um café depois que ela saísse do trabalho, com a desculpa de bater um papo e colocar a conversa em dia, como ela gostava de dizer. Ela aceitou sem muita complicação, a sorte tava do meu lado, e eu fui dar um rolê besta pela cidade até chegar a hora dela sair.
Durante essas horas, fiquei discutindo comigo mesmo se tava certo o que eu tava fazendo, mas como antes eu já tinha cobiçado ela em outras situações e tecnicamente esse era meu primeiro encontro com uma mulher (sim, muito virjão), eu disse que não ia ser a mesma coisa. Esperei ela sair, quando saiu fomos andando até uma cafeteria, comprei um café pra viagem com uns croissants. Nossa conversa continuava enquanto a gente andava por uma praça, mas internamente eu tava morrendo de vontade de fazer o que queria. Num momento, Anto me perguntou se eu tinha as fotos da formatura, eu disse que sim e que se ela quisesse eu passava. Ela passou o contato e eu mandei as fotos daquele dia. Quando já tínhamos contado tudo, ela me disse que precisava ir. ir e já estava ficando muito tarde, eu, num impulso de irracionalidade, dei um beijo na boca dela. Não aguentava mais e não queria desperdiçar nada. Anto se surpreendeu, eu tirei a boca pela confusão com que ela me olhava. Ela só disse um "bom, vou indo" apressada e eu fiquei ali frustrado, voltando pro colégio pensando em como tinha cagado tudo.
Passaram-se os dias e eu meio que já tinha esquecido do que aconteceu, quando chegou uma mensagem da Anto perguntando: "cê tá aí pra conversar um pouco?" Eu disse que sim e ela me mandou um endereço: "vem pra minha casa que a gente precisa conversar". Já esperava uma bronca. Fui pra casa dela, um apartamento pequeno, mas gigante pra uma pessoa só. Ela me fez entrar sem muita conversa e me deu um chá sem dizer muita coisa. "Cê acha que isso tá certo, Nicolás?" Com um tom de autoridade.
- Se eu disser que não pensei nisso, tô mentindo, Anto.
Ela balançou a cabeça em sinal de desaprovação. Eu não queria continuar naquela situação, então apostei em algo que podia me foder ainda mais: dei outro beijo nela, dessa vez colocando minha mão no rosto dela. Dessa vez ela não se mexeu, até fechou os olhos e seguiu o fluxo. Não podia acreditar naquele momento. Me aproximei um pouco mais pra me acomodar e ela até colocou uma das minhas mãos na cintura dela. Nessa altura, eu já tava completamente duro. Continuamos um pouco mais e eu parei.
- Eu te desejo, Anto.
- Faz em mim, Nico.
Ela me pegou pela mão e me levou pro quarto dela. Uma cama linda de casal que parecia que ainda ia ser estreada. Ela se deitou de barriga pra cima e eu me acomodei por cima, tirando a blusa vinho dela. Mexi no sutiã dela pra ver os peitos pequenos, mas deliciosos. Chupei eles por um tempo, mas já tava pensando no que queria: aquela bunda carnuda que tantas tentações me deu, cara. Tirei a calça dela e vi uma calcinha rosadinha que me fazia babar de tesão.
Baixei minha calça junto com a cueca pra tirar meu pauzão durasso e lá estava ela, na situação que tanto sonhei. Puxei a calcinha dela pro lado e enfiei meu pau na bucetinha apertada dela. Era tão gostoso sentir meu pau entrando e saindo no ritmo dos gemidos dela. Ficamos assim um tempão, ela deitada de bruços recebendo meu pau e eu acariciando e beijando o pescoço dela enquanto sentia o cheirinho gostoso do cabelo dela. Me senti apaixonado naquele momento pela experiência que tava vivendo. Infelizmente, tudo acabou quando eu não aguentei mais e gozei dentro dela, deixando ela cheia da minha porra, que dessa vez terminei dentro mesmo. Ficamos deitados nos olhando, eu besta com a beleza dela e pensando que agora ela era minha. Eu não queria ir embora, mas tive que ir, e fui com a satisfação de ter ficado com a professora pra quem eu tanto olhei a bunda na época. Depois continuamos em contato, e ela me manda mensagem dizendo que quer repetir de novo e com outras coisas novas. Já tô ansioso pra voltar a comer ela e deixar ela cheia da minha porra. ESPERO QUE TENHAM GOSTADO, QUEM DERA EU TIVESSE FOTOS REAIS DA BUNDA QUE TANTO ME FASCINA, MAS FAZ O QUÊ, SE VIRAM COM ISSO AÍ KKKKKK
Enfim, ela era uma profe atraente de um jeito meigo, e sempre me despertava uma certa atração aquela postura humilde dela, mas ao mesmo tempo, sempre que dava, eu reparava naquele bundão lindo, grande e carnudo, por causa do corpo magro dela, mas com uns quadris bem largos.
Eu adorava ver ela com aquele colete de lã vermelho intenso e a jeans azul desgastada que faziam os quadris dela parecerem uma sétima maravilha. Por razões óbvias, nunca passei de ver a bunda dela de vez em quando e bater uma punheta pensando numa gostosa daquelas (e imaginar uma vida com ela, já que estamos falando, hahaha). Questão que anos depois, conversando com uma amiga, ela me contou que a professora (vamos chamar de Anto daqui pra frente) ainda não estava dando aulas e tava trabalhando como garçonete num restaurante numa cidadezinha não muito longe de onde eu moro. Com essa informação e já um pouco mais velho, criei coragem pra ir lá e ver se era verdade que ela tava ali, depois de dias matutando na minha cabeça.Anto tava lá, atendendo o balcão, com o cabelo liso castanho que na luz quase parecia avermelhado, que eu tanto lembrava. A princípio, ela nem me reconheceu, mas depois de pedir uns sanduíches e puxar conversa, ela lembrou de mim, ficou feliz e ficou falando como eu tinha mudado. Internamente, criei coragem e convidei ela pra um café depois que ela saísse do trabalho, com a desculpa de bater um papo e colocar a conversa em dia, como ela gostava de dizer. Ela aceitou sem muita complicação, a sorte tava do meu lado, e eu fui dar um rolê besta pela cidade até chegar a hora dela sair.
Durante essas horas, fiquei discutindo comigo mesmo se tava certo o que eu tava fazendo, mas como antes eu já tinha cobiçado ela em outras situações e tecnicamente esse era meu primeiro encontro com uma mulher (sim, muito virjão), eu disse que não ia ser a mesma coisa. Esperei ela sair, quando saiu fomos andando até uma cafeteria, comprei um café pra viagem com uns croissants. Nossa conversa continuava enquanto a gente andava por uma praça, mas internamente eu tava morrendo de vontade de fazer o que queria. Num momento, Anto me perguntou se eu tinha as fotos da formatura, eu disse que sim e que se ela quisesse eu passava. Ela passou o contato e eu mandei as fotos daquele dia. Quando já tínhamos contado tudo, ela me disse que precisava ir. ir e já estava ficando muito tarde, eu, num impulso de irracionalidade, dei um beijo na boca dela. Não aguentava mais e não queria desperdiçar nada. Anto se surpreendeu, eu tirei a boca pela confusão com que ela me olhava. Ela só disse um "bom, vou indo" apressada e eu fiquei ali frustrado, voltando pro colégio pensando em como tinha cagado tudo.
Passaram-se os dias e eu meio que já tinha esquecido do que aconteceu, quando chegou uma mensagem da Anto perguntando: "cê tá aí pra conversar um pouco?" Eu disse que sim e ela me mandou um endereço: "vem pra minha casa que a gente precisa conversar". Já esperava uma bronca. Fui pra casa dela, um apartamento pequeno, mas gigante pra uma pessoa só. Ela me fez entrar sem muita conversa e me deu um chá sem dizer muita coisa. "Cê acha que isso tá certo, Nicolás?" Com um tom de autoridade.
- Se eu disser que não pensei nisso, tô mentindo, Anto.
Ela balançou a cabeça em sinal de desaprovação. Eu não queria continuar naquela situação, então apostei em algo que podia me foder ainda mais: dei outro beijo nela, dessa vez colocando minha mão no rosto dela. Dessa vez ela não se mexeu, até fechou os olhos e seguiu o fluxo. Não podia acreditar naquele momento. Me aproximei um pouco mais pra me acomodar e ela até colocou uma das minhas mãos na cintura dela. Nessa altura, eu já tava completamente duro. Continuamos um pouco mais e eu parei.
- Eu te desejo, Anto.
- Faz em mim, Nico.
Ela me pegou pela mão e me levou pro quarto dela. Uma cama linda de casal que parecia que ainda ia ser estreada. Ela se deitou de barriga pra cima e eu me acomodei por cima, tirando a blusa vinho dela. Mexi no sutiã dela pra ver os peitos pequenos, mas deliciosos. Chupei eles por um tempo, mas já tava pensando no que queria: aquela bunda carnuda que tantas tentações me deu, cara. Tirei a calça dela e vi uma calcinha rosadinha que me fazia babar de tesão.
Baixei minha calça junto com a cueca pra tirar meu pauzão durasso e lá estava ela, na situação que tanto sonhei. Puxei a calcinha dela pro lado e enfiei meu pau na bucetinha apertada dela. Era tão gostoso sentir meu pau entrando e saindo no ritmo dos gemidos dela. Ficamos assim um tempão, ela deitada de bruços recebendo meu pau e eu acariciando e beijando o pescoço dela enquanto sentia o cheirinho gostoso do cabelo dela. Me senti apaixonado naquele momento pela experiência que tava vivendo. Infelizmente, tudo acabou quando eu não aguentei mais e gozei dentro dela, deixando ela cheia da minha porra, que dessa vez terminei dentro mesmo. Ficamos deitados nos olhando, eu besta com a beleza dela e pensando que agora ela era minha. Eu não queria ir embora, mas tive que ir, e fui com a satisfação de ter ficado com a professora pra quem eu tanto olhei a bunda na época. Depois continuamos em contato, e ela me manda mensagem dizendo que quer repetir de novo e com outras coisas novas. Já tô ansioso pra voltar a comer ela e deixar ela cheia da minha porra. ESPERO QUE TENHAM GOSTADO, QUEM DERA EU TIVESSE FOTOS REAIS DA BUNDA QUE TANTO ME FASCINA, MAS FAZ O QUÊ, SE VIRAM COM ISSO AÍ KKKKKK
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