Os três se sentaram no sofá. Papai foi pegar uma garrafa d'água e mamãe segurou minha mão, como se agradecesse pelo que tínhamos feito com ela. "Você vai dormir com a gente esta noite?", ela perguntou. Não sei por que disse que não, talvez fosse cansaço ou sei lá, o que aconteceu é que fui dormir sozinho. Na manhã seguinte, quando Yuli já estava fazendo aniversário de maioridade, numa sexta que não tínhamos trabalho nem escola, acordamos um pouco tarde, mas imediatamente lembrei da conversa do dia anterior sobre a Yuli, embora não soubesse exatamente o que ia acontecer naquele dia. Mesmo assim, não podia perder, então levantei da cama e fui pra sala ver "televisão". Mamãe saiu do quarto dela lá pelo meio-dia. Martina, minha mãe, usava uma camisola preta super curta, claro que dava pra ver metade da bunda dela. "Oi, filho, já acordou?", ela me cumprimentou enquanto sentava no meu colo e me beijava a bochecha. A camisola da minha mãe era transparente na parte da frente, então dava pra ver os peitos dela completamente. Depois, quase em segredo, ela sussurrou no meu ouvido: "Hoje vou sair pra você e seu pai ficarem sozinhos com a Yuli. Ele já tá tomando banho. Vou preparar um pouco de comida pra vocês e vou embora. Cuida da sua irmã, você sabe como seu pai é bruto." Finalmente, ela sorriu pra mim e foi pra cozinha. Meu pai e eu comemos em silêncio, sem dizer nada. Eu ainda não sabia o que ia acontecer, mas meu pai comia muito rápido. "Come direito, Rodri. Hoje vamos precisar de muita energia", ele disse mais de uma vez. Enquanto isso, Yuli continuava dormindo, ou pelo menos era o que eu pensava, porque ela não saía do quarto dela. Finalmente, terminamos de comer. Meu pai levantou da mesa, ia pegar os pratos, mas me parou: "Deixa isso pra depois, garoto. Já é hora de comer a sua irmãzinha", disse meu pai, rindo de forma sarcástica. Caminhávamos pelo corredor quando ele me avisou: "Você só olha. Eu te digo quando intervir." Concordei com a cabeça. Em seguida, ele abriu a porta do quarto da Yuli. Ela estava deitada de bruços, como se estivesse dormindo. Papai a descobriu. Yuli estava usando A calça de flanela rosa dela e uma camiseta branca sem manga, papai apontou pra uma cadeira e me ordenou energicamente: "você, senta aí". Eu ouvi a respiração da Yuli começar a acelerar, tava claro que ela não tava dormindo, só fingia por algum motivo. Papai tirou as meias dela primeiro: "olha que pés lindos que você tem, slutty". Era assim que meu pai chamava a Yuli desde que me lembro, de "slutty". Depois, ele começou a baixar devagar a calça rosa dela até os joelhos, parou ali pra ver a bunda dela. Ela tava usando umas calcinhas com estampas. Papai baixou também, enquanto a Yuli continuava sem se mexer ou falar nada. Papai não hesitou em tirar a pica dele pra fora, sem tirar os olhos da bunda da minha irmã. A Yuli nem percebia a pica que tava atrás dela, ela continuava imóvel. Papai se deitou em cima da Yuli e começou a esfregar a pica dele na bunda dela. "Vou meter a pica toda em você, princesa, você vai engolir tudo", ele dizia. A Yuli apertava os lábios e aguentava os movimentos do nosso pai, que cada vez ficavam mais fortes. Eu via o reflexo do rosto dela no espelho que a Yuli usa pra se pentear. "Vira, Yuli, que você vai me chupar", ele falou meio agressivo. Depois, virou ela. Nunca vou esquecer a cara da Yuli, era de espanto, mas isso excitava mais o velho, que dizia: "você tem a mesma cara de puta que a sua mãe". Logo em seguida, ele colocou o pau dele nos lábios da Yuli. "Não abre, princesa, ainda não. Só beija a pica do papai." A Yuli tava totalmente imóvel. "Vamos, beija, princesinha", papai insistia, mas não acontecia nada. Então, ele apertou as bochechas dela com as mãos pra ela abrir um pouco a boca, e a Yuli mal conseguia chupar a ponta. Não cabia tudo na boca dela, mas pelo menos ela tentava. "Você vai ser mais puta que sua mãe, Yuli, eu te prometo. Olha só como sua irmã chupa, Rodri", papai dizia, montado nela. Depois, batia a pica dele nas bochechas da Yuli, que tava toda corada de vergonha. "Rodri, chupa a bucetinha da Yuli que já é hora de eu comer ela." Eu levantei da cadeira enquanto... papai levantava as pernas dela pra eu chupar a buceta da minha irmã, não dava nem três lambidas quando Yuli começou a gemer e se molhar toda. "Vão meter em mim?", perguntou Yuli com a voz trêmula. Eu não podia deixar meu pai comer ela primeiro com a brusquidão e a falta de jeito dele, Yuli demoraria mais pra se acostumar a ter aquilo dentro. Então, sem pensar, virei pra olhar Yuli nos olhos, tirei a pica e, antes que meu pai dissesse qualquer coisa, enfiei tudo. Yuli soltou um grito, mas a puta já não era mais virgem. "Já era", disse papai depois. "Rodri, você não se segurou pra comer essa bucetinha, né?" No fim das contas, ele não levou tão mal. E ainda completou: "Olha só, a puta da sua irmã já não é mais virgem. Não é à toa que achei estranho você ficar tanto tempo fora de casa." Eu estava por cima de Yuli, bombando a bucetinha dela, e papai segurava ela pelos ombros, empurrando ela em minha direção. Os gemidos de Yuli eram agudos. "Aí, aí, aí, Rodri...", ela dizia a cada metida de pica que eu dava. Mas papai calou ela enfiando a pica na boca dela. Ali estava Yuli, no quarto dela, com dois homens penetrando ela sem piedade. Papai puxava Yuli pelo cabelo, e Yuli colocava as mãos nas pernas dele pra não se afogar com as metidas violentas que ele dava. Eu metia e tirava minha pica devagar, enquanto Yuli encharcava toda a minha pica com os sucos dela. Ver Yuli aguentar a surra que a gente tava dando me lembrou a frase do vô Marcos, que dizia que as mulheres da família eram umas putas de verdade. Yuli começou a pedir mais forte. "Mais forte, mais duro, Rodri, me dá mais duro", dizia a putinha da minha irmã. "Quer mais forte, putinha?", disse meu pai, pegando Yuli pela cintura depois de se levantar. Ele carregou Yuli de frente e começou a comer ela de pé. Eu só olhava as bundinhas da minha irmã engolindo aquela pica preta e grossa, e ela fechava os olhos, ofegante. "Assim, putinha, assim que você quer", dizia papai pra Yuli, que já tava totalmente fora de si. Não demorou muito pro primeiro orgasmo dela. yuli,, papiiiiiiiiiiiii vai me partir no meiotim!!!! gritou yuli seguido de um gemido forte,, papai não aguentou muito e gozou dentro de yuli que cravava as unhas nas costas de papai, os dois ficaram largados na cama a foda tinha sido fenomenal, mas eu ainda não tinha terminado com yuli largada na cama de barriga pra baixo aproveitei pra montar nela,, espera rodri espera ela dizia mas não liguei subi em cima dela e comecei a comer ela igual meu pai forte e rápido, de novo ela começou com o uivo aiiiiiiiii, aiiiiiii, aiiiiiii, mamãeeee, ouvir ela chamar mamãe me deixou bem excitado,, fala pra mamãe que tão te comendo eu disse,,, mamãe tão metendo a pirocaaa gritou yuli com voz trêmula,, eu gozei quando ela gritou isso mas deu tempo de sair e me esvaziei nas costas dela,, os três estavam exaustos depois da tremenda putaria dormimos no quarto de yuli,, lembro que antes de dormir yuli abraçou papai e deu um beijo nele, enquanto ele dava uns tapas na bunda dela, mas o melhor ainda estava por vir não sei que horas eram mas quando acordei, mamãe saía do quarto de yuli e eles já não estavam mais no quarto, fiquei olhando pro teto um tempo depois peguei minha cueca e quando saí do quarto finalmente mamãe estava em cima de yuli chupando a bucetinha dela, enquanto papai comia mamãe de quatro no chão da sala, yuli toda perdida fazia um esforço pra não abaixar as pernas, enquanto estava deitada no sofá toda aberta de pernas,, essa bucetinha tem que ficar bem limpinha pro papai dizia mamãe pra yuli enquanto chupava ela,,, papai metia o pau no cu de mamãe que só fechava os olhos quando entrava tudo, yuli me viu parado no quarto rodri vem, quero chupar pau deixa eu chupar teu pau, ela dizia, eu não reconhecia minha irmã naquele momento ela tinha virado uma puta igual mamãe, quer chupar pau sua filha disse dona martina pra dom roberto que não hesitou em satisfazer a filha,, yuli engolia ele com desespero e papai fechava os Parecia que já não aguentava mais com tanta vitalidade daquela jovem mulher que ele adorava curtir. "Rodri, vem e mete a pica em mim", começou a dizer dona Martina, com a boca escorrendo os sucos da Yuli. Fiquei atrás da Martina e a vista era espetacular: na frente estava Yuli nua, de pernas abertas, chupando igual uma puta, e o cuzão imenso da mãe escancarado bem na minha frente. Não conseguia acreditar. "Abre mais, Martina, quero ver bem aberto", eu dizia. A mãe abriu as nádegas com as duas mãos — era enorme o pedaço de cu que eu ia foder naquela noite. "Mexe pra mim, mãe." Ela começou a fazer movimentos circulares enquanto eu continuava hipnotizado com aquelas nádegas enormes. Enfiei inteira. O cu da mãe estava ardendo e apertava minha pica igual à bucetinha da Yuli, ou talvez mais. "Ah, Rodri, já fechou porque você demorou pra meter." O reclame dela me deixou tão excitado que meti com tudo. "Agora vou abrir esse cu, sua puta. Agora vou abrir esse cu, puta de rabão." Não sei por que xingar a mãe me deixava mais excitado, mas ela adorava. "Sou a puta da casa. Abre o cu da puta mais vagabunda da casa", dizia a mãe, empurrando as nádegas contra mim ao sentir toda a minha pica dentro. Papai pegou Yuli pelo cabelo e também a colocou de quatro, igual à mãe. "Agora é sua vez de abrir o cu, puta." Yuli, excitada, levantou as nádegas como pôde. Papai cuspiu nelas e colocou a ponta entre as nádegas dela. "Você está bem fechada, Yuli, preciso que você abra." Yuli olhou para a mãe e depois abriu as nádegas com as duas mãos. "Assim, papai? Assim, igual à mamãe? Quer que eu abra?" "Sim, assim, putinha." Papai colocou a pica de novo e, aos poucos, foi entrando em Yuli. Enquanto isso, eu segurava a mãe pelo cabelo e cavalgava nela. Dona Martina gritava: "Quero sua pica, Rodri, quero sua pica mais fundo. Dá a pica pra sua mãe", ela dizia. De repente, um grito ecoou pela sala toda. "Você está rasgando minha buceta!", gritou Yuli. Papai agarrava Yuli pela cintura e comia com tudo. Forças... Nós dois montávamos naquelas duas putas que eram elas. Mamãe se aproximou da Yuli e beijou ela na boca, enquanto Yuli, com os olhos revirados, só uivava: "Aííí, aííí, aííí... aí, meu tiny ass, aí, meu tiny ass". Papai gozou várias vezes dentro da Yuli, mas nunca tirou o pau. No final, ele sentou no sofá e a Yuli, largada no mesmo lugar, tentava recuperar o fôlego. Peguei mamãe pelo cabelo com mais força e meti com tudo. "Assim, assim, assim... me come duro, me come duro", ela dizia. Quando soltei toda a porra dentro daquele cu enorme dela, o leite escorria pelas nádegas. Eu, igual ao papai, me joguei no sofá enquanto mamãe lambia minha rola pra me limpar. Depois de um tempo, papai pegou a Yuli no colo e a levou pro quarto dela. "Deixem a gente sozinho", ouvi o velho dizer, enquanto mamãe beijava minha pica e se oferecia pra dormir comigo...
Os três se sentaram no sofá. Papai foi pegar uma garrafa d'água e mamãe segurou minha mão, como se agradecesse pelo que tínhamos feito com ela. "Você vai dormir com a gente esta noite?", ela perguntou. Não sei por que disse que não, talvez fosse cansaço ou sei lá, o que aconteceu é que fui dormir sozinho. Na manhã seguinte, quando Yuli já estava fazendo aniversário de maioridade, numa sexta que não tínhamos trabalho nem escola, acordamos um pouco tarde, mas imediatamente lembrei da conversa do dia anterior sobre a Yuli, embora não soubesse exatamente o que ia acontecer naquele dia. Mesmo assim, não podia perder, então levantei da cama e fui pra sala ver "televisão". Mamãe saiu do quarto dela lá pelo meio-dia. Martina, minha mãe, usava uma camisola preta super curta, claro que dava pra ver metade da bunda dela. "Oi, filho, já acordou?", ela me cumprimentou enquanto sentava no meu colo e me beijava a bochecha. A camisola da minha mãe era transparente na parte da frente, então dava pra ver os peitos dela completamente. Depois, quase em segredo, ela sussurrou no meu ouvido: "Hoje vou sair pra você e seu pai ficarem sozinhos com a Yuli. Ele já tá tomando banho. Vou preparar um pouco de comida pra vocês e vou embora. Cuida da sua irmã, você sabe como seu pai é bruto." Finalmente, ela sorriu pra mim e foi pra cozinha. Meu pai e eu comemos em silêncio, sem dizer nada. Eu ainda não sabia o que ia acontecer, mas meu pai comia muito rápido. "Come direito, Rodri. Hoje vamos precisar de muita energia", ele disse mais de uma vez. Enquanto isso, Yuli continuava dormindo, ou pelo menos era o que eu pensava, porque ela não saía do quarto dela. Finalmente, terminamos de comer. Meu pai levantou da mesa, ia pegar os pratos, mas me parou: "Deixa isso pra depois, garoto. Já é hora de comer a sua irmãzinha", disse meu pai, rindo de forma sarcástica. Caminhávamos pelo corredor quando ele me avisou: "Você só olha. Eu te digo quando intervir." Concordei com a cabeça. Em seguida, ele abriu a porta do quarto da Yuli. Ela estava deitada de bruços, como se estivesse dormindo. Papai a descobriu. Yuli estava usando A calça de flanela rosa dela e uma camiseta branca sem manga, papai apontou pra uma cadeira e me ordenou energicamente: "você, senta aí". Eu ouvi a respiração da Yuli começar a acelerar, tava claro que ela não tava dormindo, só fingia por algum motivo. Papai tirou as meias dela primeiro: "olha que pés lindos que você tem, slutty". Era assim que meu pai chamava a Yuli desde que me lembro, de "slutty". Depois, ele começou a baixar devagar a calça rosa dela até os joelhos, parou ali pra ver a bunda dela. Ela tava usando umas calcinhas com estampas. Papai baixou também, enquanto a Yuli continuava sem se mexer ou falar nada. Papai não hesitou em tirar a pica dele pra fora, sem tirar os olhos da bunda da minha irmã. A Yuli nem percebia a pica que tava atrás dela, ela continuava imóvel. Papai se deitou em cima da Yuli e começou a esfregar a pica dele na bunda dela. "Vou meter a pica toda em você, princesa, você vai engolir tudo", ele dizia. A Yuli apertava os lábios e aguentava os movimentos do nosso pai, que cada vez ficavam mais fortes. Eu via o reflexo do rosto dela no espelho que a Yuli usa pra se pentear. "Vira, Yuli, que você vai me chupar", ele falou meio agressivo. Depois, virou ela. Nunca vou esquecer a cara da Yuli, era de espanto, mas isso excitava mais o velho, que dizia: "você tem a mesma cara de puta que a sua mãe". Logo em seguida, ele colocou o pau dele nos lábios da Yuli. "Não abre, princesa, ainda não. Só beija a pica do papai." A Yuli tava totalmente imóvel. "Vamos, beija, princesinha", papai insistia, mas não acontecia nada. Então, ele apertou as bochechas dela com as mãos pra ela abrir um pouco a boca, e a Yuli mal conseguia chupar a ponta. Não cabia tudo na boca dela, mas pelo menos ela tentava. "Você vai ser mais puta que sua mãe, Yuli, eu te prometo. Olha só como sua irmã chupa, Rodri", papai dizia, montado nela. Depois, batia a pica dele nas bochechas da Yuli, que tava toda corada de vergonha. "Rodri, chupa a bucetinha da Yuli que já é hora de eu comer ela." Eu levantei da cadeira enquanto... papai levantava as pernas dela pra eu chupar a buceta da minha irmã, não dava nem três lambidas quando Yuli começou a gemer e se molhar toda. "Vão meter em mim?", perguntou Yuli com a voz trêmula. Eu não podia deixar meu pai comer ela primeiro com a brusquidão e a falta de jeito dele, Yuli demoraria mais pra se acostumar a ter aquilo dentro. Então, sem pensar, virei pra olhar Yuli nos olhos, tirei a pica e, antes que meu pai dissesse qualquer coisa, enfiei tudo. Yuli soltou um grito, mas a puta já não era mais virgem. "Já era", disse papai depois. "Rodri, você não se segurou pra comer essa bucetinha, né?" No fim das contas, ele não levou tão mal. E ainda completou: "Olha só, a puta da sua irmã já não é mais virgem. Não é à toa que achei estranho você ficar tanto tempo fora de casa." Eu estava por cima de Yuli, bombando a bucetinha dela, e papai segurava ela pelos ombros, empurrando ela em minha direção. Os gemidos de Yuli eram agudos. "Aí, aí, aí, Rodri...", ela dizia a cada metida de pica que eu dava. Mas papai calou ela enfiando a pica na boca dela. Ali estava Yuli, no quarto dela, com dois homens penetrando ela sem piedade. Papai puxava Yuli pelo cabelo, e Yuli colocava as mãos nas pernas dele pra não se afogar com as metidas violentas que ele dava. Eu metia e tirava minha pica devagar, enquanto Yuli encharcava toda a minha pica com os sucos dela. Ver Yuli aguentar a surra que a gente tava dando me lembrou a frase do vô Marcos, que dizia que as mulheres da família eram umas putas de verdade. Yuli começou a pedir mais forte. "Mais forte, mais duro, Rodri, me dá mais duro", dizia a putinha da minha irmã. "Quer mais forte, putinha?", disse meu pai, pegando Yuli pela cintura depois de se levantar. Ele carregou Yuli de frente e começou a comer ela de pé. Eu só olhava as bundinhas da minha irmã engolindo aquela pica preta e grossa, e ela fechava os olhos, ofegante. "Assim, putinha, assim que você quer", dizia papai pra Yuli, que já tava totalmente fora de si. Não demorou muito pro primeiro orgasmo dela. yuli,, papiiiiiiiiiiiii vai me partir no meiotim!!!! gritou yuli seguido de um gemido forte,, papai não aguentou muito e gozou dentro de yuli que cravava as unhas nas costas de papai, os dois ficaram largados na cama a foda tinha sido fenomenal, mas eu ainda não tinha terminado com yuli largada na cama de barriga pra baixo aproveitei pra montar nela,, espera rodri espera ela dizia mas não liguei subi em cima dela e comecei a comer ela igual meu pai forte e rápido, de novo ela começou com o uivo aiiiiiiiii, aiiiiiii, aiiiiiii, mamãeeee, ouvir ela chamar mamãe me deixou bem excitado,, fala pra mamãe que tão te comendo eu disse,,, mamãe tão metendo a pirocaaa gritou yuli com voz trêmula,, eu gozei quando ela gritou isso mas deu tempo de sair e me esvaziei nas costas dela,, os três estavam exaustos depois da tremenda putaria dormimos no quarto de yuli,, lembro que antes de dormir yuli abraçou papai e deu um beijo nele, enquanto ele dava uns tapas na bunda dela, mas o melhor ainda estava por vir não sei que horas eram mas quando acordei, mamãe saía do quarto de yuli e eles já não estavam mais no quarto, fiquei olhando pro teto um tempo depois peguei minha cueca e quando saí do quarto finalmente mamãe estava em cima de yuli chupando a bucetinha dela, enquanto papai comia mamãe de quatro no chão da sala, yuli toda perdida fazia um esforço pra não abaixar as pernas, enquanto estava deitada no sofá toda aberta de pernas,, essa bucetinha tem que ficar bem limpinha pro papai dizia mamãe pra yuli enquanto chupava ela,,, papai metia o pau no cu de mamãe que só fechava os olhos quando entrava tudo, yuli me viu parado no quarto rodri vem, quero chupar pau deixa eu chupar teu pau, ela dizia, eu não reconhecia minha irmã naquele momento ela tinha virado uma puta igual mamãe, quer chupar pau sua filha disse dona martina pra dom roberto que não hesitou em satisfazer a filha,, yuli engolia ele com desespero e papai fechava os Parecia que já não aguentava mais com tanta vitalidade daquela jovem mulher que ele adorava curtir. "Rodri, vem e mete a pica em mim", começou a dizer dona Martina, com a boca escorrendo os sucos da Yuli. Fiquei atrás da Martina e a vista era espetacular: na frente estava Yuli nua, de pernas abertas, chupando igual uma puta, e o cuzão imenso da mãe escancarado bem na minha frente. Não conseguia acreditar. "Abre mais, Martina, quero ver bem aberto", eu dizia. A mãe abriu as nádegas com as duas mãos — era enorme o pedaço de cu que eu ia foder naquela noite. "Mexe pra mim, mãe." Ela começou a fazer movimentos circulares enquanto eu continuava hipnotizado com aquelas nádegas enormes. Enfiei inteira. O cu da mãe estava ardendo e apertava minha pica igual à bucetinha da Yuli, ou talvez mais. "Ah, Rodri, já fechou porque você demorou pra meter." O reclame dela me deixou tão excitado que meti com tudo. "Agora vou abrir esse cu, sua puta. Agora vou abrir esse cu, puta de rabão." Não sei por que xingar a mãe me deixava mais excitado, mas ela adorava. "Sou a puta da casa. Abre o cu da puta mais vagabunda da casa", dizia a mãe, empurrando as nádegas contra mim ao sentir toda a minha pica dentro. Papai pegou Yuli pelo cabelo e também a colocou de quatro, igual à mãe. "Agora é sua vez de abrir o cu, puta." Yuli, excitada, levantou as nádegas como pôde. Papai cuspiu nelas e colocou a ponta entre as nádegas dela. "Você está bem fechada, Yuli, preciso que você abra." Yuli olhou para a mãe e depois abriu as nádegas com as duas mãos. "Assim, papai? Assim, igual à mamãe? Quer que eu abra?" "Sim, assim, putinha." Papai colocou a pica de novo e, aos poucos, foi entrando em Yuli. Enquanto isso, eu segurava a mãe pelo cabelo e cavalgava nela. Dona Martina gritava: "Quero sua pica, Rodri, quero sua pica mais fundo. Dá a pica pra sua mãe", ela dizia. De repente, um grito ecoou pela sala toda. "Você está rasgando minha buceta!", gritou Yuli. Papai agarrava Yuli pela cintura e comia com tudo. Forças... Nós dois montávamos naquelas duas putas que eram elas. Mamãe se aproximou da Yuli e beijou ela na boca, enquanto Yuli, com os olhos revirados, só uivava: "Aííí, aííí, aííí... aí, meu tiny ass, aí, meu tiny ass". Papai gozou várias vezes dentro da Yuli, mas nunca tirou o pau. No final, ele sentou no sofá e a Yuli, largada no mesmo lugar, tentava recuperar o fôlego. Peguei mamãe pelo cabelo com mais força e meti com tudo. "Assim, assim, assim... me come duro, me come duro", ela dizia. Quando soltei toda a porra dentro daquele cu enorme dela, o leite escorria pelas nádegas. Eu, igual ao papai, me joguei no sofá enquanto mamãe lambia minha rola pra me limpar. Depois de um tempo, papai pegou a Yuli no colo e a levou pro quarto dela. "Deixem a gente sozinho", ouvi o velho dizer, enquanto mamãe beijava minha pica e se oferecia pra dormir comigo...
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