Essa é a continuação de uma história enviada por um seguidor: Já se passaram alguns dias, dias agitados. Decidi dar um tempo antes de escrever outro post sobre isso, mas aqui estamos. Antes de tudo, estive lendo os comentários. Não esperava tanta interação da galera, mas fico feliz em ver que teve gente que curtiu me ler. Queria esclarecer algumas coisas. Primeiro: os nomes. Sim, os nomes da minha melhor amiga e da namorada dela são nomes anglo-saxões. Por quê? Porque sou um imigrante hispânico num país de língua inglesa. Obviamente não mencionei os nomes reais de ninguém envolvido, mas escolhi nomes que de alguma forma capturam a essência. Sobre isso, também li um comentário em inglês dizendo que era impossível uma garota branca de olhos azuis se chamar "Jemima". Bom, ele tem razão, é um nome comum em pessoas afrodescendentes, e escolhi assim porque o nome real da minha melhor amiga também é. Segundo ela me contou uma vez, a mãe dela colocou o nome da madrasta, que é uma mulher negra. Por outro lado, a veracidade do meu relato... Bom, sei que comecei dizendo algo como "Sei que parece inacreditável, mas usem isso pra entender como me senti". Pois é, amigos, meu gosto pela escrita jogou contra mim. Não peço pra ninguém acreditar em mim, se não quiserem, tudo bem, podem só pular o post e ignorar. Isso sai mais da minha necessidade de colocar em palavras o que acontece, do que buscar credibilidade ou julgamento alheio. A terceira e última coisa seriam os comentários sobre uso de IA. Amigos, se não quiserem acreditar na minha história, tudo bem, mas não digam que usei inteligência artificial pra escrever, porque 1: vocês sabem que IA não faz esse tipo de conteúdo, e 2: eu realmente sentei e escrevi eu mesmo tudo que aconteceu. Gosto de fazer isso, gosto de escrever, então não acredite em mim se não quiser, mas não me acuse de usar aquela ferramenta. E bem... Dito isso, acho que posso começar a contar o que aconteceu. Tudo o O dia seguinte ao meu primeiro post fiquei meio nervoso. Lia os comentários e opiniões... Gente me incentivando, me parabenizando, outros falando pra eu não fazer. Tenho que admitir que sentia uma espécie de cumplicidade ao ler coisas tipo "Deus, lembra que eu também sou teu filho", "Não seja idiota, faz isso", "Esse aí ganhou na loteria"... Sempre me masturbei pensando na Jemima, quase desde que a conheço, mas aquele dia foi diferente. Dava pra sentir um outro tipo de adrenalina... A proposta dela e os comentários do pessoal funcionavam como combustível pra fogueira que já era a minha libido. Evitei mandar mensagem antes do horário combinado, não queria que ela pensasse que eu tinha outras intenções além de fazer o favor. Quando cheguei na casa dela, mandei mensagem e esperei na porta enquanto milhares de cenários passavam pela minha cabeça. Quando a porta se abriu, lá estava ela: tão gostosa como sempre, com um top roxo e uma calça jeans folgada, descalça e com um sorrisinho safado nos lábios. - Entra... A casa dela tava diferente das outras vezes que eu tinha ido lá. O cheiro era outro, mais doce mas suave ao mesmo tempo, tipo canela e incenso. Quando sentamos no sofá dela, ela apoiou o cotovelo no encosto e falou: - Então... Você decidiu aceitar. - Disse brincando com uma mecha do cabelo. - Bom... Se alguém ia inseminar minha melhor amiga, pensei que era melhor eu mesmo fazer, haha... - Respondi sentindo uma mistura de tensão e tesão. - Acho fantástico... E então, o que você decidiu? Quer ser anônimo? Quer que a criança saiba quem é o pai? - Então... Quero ser anônimo, mas não quero que isso estrague nossa amizade, então vou ter que estar presente... Lembra que você mencionou aquela parada de ser o tio legal...? - O tio legal, hein? - Respondeu com aquela provocação que eu adorava ver nos olhos azuis dela... - Isso mesmo... - Bom, me dá um segundo. Ela sumiu por uns minutos. Eu fiquei lá na sala, sentado no sofá. Comecei a brincar com meus dedos pra aliviar um pouco o nervosismo. Fui lembrando como foi desde que nos conhecemos. Como eu disse, sou imigrante, então ela foi a primeira pessoa nessas terras com quem me senti confortável o suficiente pra chamar de "amiga". Quando ela voltou, tinha uns papéis na mão. Sentou e me entregou. — Lê com atenção, sem pressa. É importante. Era basicamente um contrato. Nele, eu era isento de toda responsabilidade financeira e parental com a criança gerada entre ela e eu. Dizia explicitamente que íamos transar com o propósito de procriar e que minha função terminava assim que ela engravidasse. Meu nome e minha identificação já estavam anotados. Antes de perguntar de onde ela tirou meu documento, lembrei que era ela quem passava minhas informações pro contador que fazia nossos impostos, então ela tinha tudo no e-mail dela. A única coisa que faltava era a assinatura dela e a minha. — Vamos fazer um igual pra Lilly, caso eu não engravide e a gente tente com ela. — Ela completou quando eu baixei os papéis e olhei pra ela. — Devo te amar demais pra aceitar isso. Sabe disso, né? — Sei, por isso que escolhemos você... Nenhuma das duas era lésbica. As duas eram bissexuais e eu sabia de uns "rolos" delas antes do relacionamento. Poderiam ter falado com qualquer um daqueles idiotas, mas entre todos os idiotas que conhecem, decidiram pedir pra mim... O mais idiota de todos. — Me dá a caneta. Nós dois assinamos onde devia. Assim, o trato estava selado. Eu ia dar um filho pra elas, e ali terminava meu dever. Tenho que admitir que, embora nunca tenha tido nada contra gays e bissexuais, sempre tive minhas dúvidas sobre casais do mesmo sexo terem filhos. No país onde a gente mora, é legal, mas nunca vi de perto... E agora que tava contribuindo pra isso, simplesmente parei de pensar. Não pensei se era certo ou errado... Só tava fazendo. Quando os Os papéis ficaram prontos, ela os juntou e me olhou com um semblante radiante. Dava pra ver a emoção nos olhos dela, como se eu tivesse acabado de salvar a vida dela. — Bem... Me dá um momento, ok? Preciso que você fique de olho no celular. Quando eu te escrever, você vem pro quarto... Já sabe onde é. Essa frase foi um tiro certeiro. Já era realidade, a gente ia fazer aquilo, tava a instantes de acontecer. Depois de concordar e ficar sozinho na sala, peguei meu celular e reli meu post anterior. Tava com vontade de falar algo, mas preferi não fazer, só lia os comentários. Talvez de forma irresponsável, mas decidi focar só naqueles que me empurravam, que quase me exigiam fazer aquilo... E aí chegou a mensagem dela. Um simples e curto "vem". Com passos nervosos, andei pelo corredorzinho e cheguei no quarto onde ela e a Lilly dormem. Fiquei parado na frente da porta por um tempo, pensando no que estava prestes a fazer... Aí pensei de novo naqueles comentários e abri a porta... Nunca vou esquecer, nunca na minha vida. A cena era digna da revista mais ousada da história. Minha melhor amiga, sentada na cama, vestindo um conjunto de renda preta que combinava com as tatuagens no ombro dela e que mal sugeria, cortado por arneses que apertavam a silhueta dela com precisão, e nas pernas, umas meias de arrastão pretas que iam até um pouco abaixo dos joelhos... — Caralho... — Sussurrei fechando a porta atrás de mim. Obviamente me perdi nas linhas pretas de tecido e tinta sobre a pele branca e lisa dela. — Vamos... Senta aqui. — Sussurrou dando um tapinha no lado dela na borda da cama. Obedeci. Ela podia notar meu nervosismo, mas ao mesmo tempo deve ter notado o volume que já tinha começado a se formar debaixo da minha calça. Uma vez ao lado dela, ela colocou a mão na minha perna. — Hoje você me deu o melhor presente que ninguém mais na vida vai poder me dar... Quero... Te agradecer como se deve. — Sussurrou no meu ouvido enquanto a mão dela ia se aproximando do centro da minha calça. Ela me deu um beijo forte e intenso na bochecha, enquanto a mão dela perdeu a vergonha e apertou com cuidado a direção que implorava pra ser libertada da minha calça. Meu coração acelerou, mas meu corpo travou. Na minha mente, aqueles comentários que me empurravam pra isso se repetiam, enquanto minha respiração ficava ofegante... Talvez ela tenha se irritado por eu não fazer mais... Por isso ela disse: - Vamos, Leo... Sei que você me acha gostosa... Já vi como você me olha o tempo todo. Acha que eu não percebia? Acha que a Lilly não te viu cheirando meu suéter naquela vez que esqueci no trabalho? Tudo isso ela soltava enquanto os lábios dela percorriam meu pescoço até minha bochecha, até que finalmente se chocaram com os meus lábios. Minha melhor amiga e eu estávamos nos beijando. - Você tem razão... Então reagi. Minhas mãos envolveram a cintura dela e, sem muito esforço, a levantei, colocando-a sobre minhas pernas. Naqueles breves segundos, pude ver a satisfação no sorriso dela. Com ela em cima, minhas mãos foram da cintura dela até a bunda dela. Enquanto meus lábios devoravam os dela e meu pau se esfregava por baixo da roupa na intimidade dela, minhas mãos massageavam e apertavam as nádegas brancas dela, que começaram a ficar vermelhas depois das palmadas que comecei a dar. E assim, sem perceber, já estava envolvido num beijo selvagem com a Jemima. Minha boca devorava a dela enquanto todo tipo de remorso desaparecia. Não existia culpa, não existiam opiniões duras e diretas, só ela de lingerie sobre minhas pernas comendo minha boca... Ela me empurrou num momento, fazendo eu me deitar na cama. As mãos dela foram pra minha calça e a desabotoaram. - Vamos ver o recipiente onde meu futuro filho mora.. Meu pau estava duro, pulsando, desejando atenção. Ela olhou pra ele e sorriu. Segurando ele pela base, deixou um beijo na ponta e começou a ir de cima pra baixo. O pré-gozo ajudava na lubrificação, mas não era suficiente, então enfiando a glande inteira na boca, deixou saliva suficiente pra eu conseguir mover minha mão mais rápido. Aí ela me olhou nos olhos, se ajeitou e sentou entre minhas pernas. — A vantagem de ser sua melhor amiga é que eu sei exatamente o que você gosta... Ela esticou as pernas até que os pés dela ficassem no meu rosto. Tavam cobertos com meia arrastão, mas ainda assim me deixava acesso à pele dela. Aproveitei o toque macio da pele dela, e comecei a beijar... Beijos que viraram chupões nos dedos dela... — Seu safadinho... Espero que nosso bebê não saia tão atrevido quanto o pai... Essas palavras me incendiavam por dentro. Jemima era fogo. Nenhuma das minhas namoradas ou "peguetes" tinha me feito sentir o que ela tava fazendo agora. Ela recolheu as pernas e segurou meu pau com os pés. Com aqueles olhos azuis cravados em mim, começou a subir e descer. — Lembra daquela mexicana que você tava saindo...? — Ela perguntou com um suspiro. — A Yuri ou a Irasema...? — A que largou dois filhos lá quando veio... — Yuri... — Essa... — O que que tem? — Lembro quando você me contou que ela fez isso contigo... Me diz... Ela faz tão bem quanto eu...? — Não seja ridícula... — Me diz... — Óbvio que não... Nossa... Mimi... Você é incrível... Dessa vez a satisfação no rosto dela era diferente, parecia mais maliciosa, mais sacana, mais ousada. — Tô praticando...~ — E nenhum dos seus cobaias você pediu pra fazer o favor que eu tô fazendo pra você?~ — Você mesmo disse... "Cobaias"... Eles não merecem inseminar meu útero... Meu pau já tava pulsando forte. Quando ela percebeu, soube que era a hora. Ela se colocou por cima de mim. Só tirou a calcinha de renda, deixando a buceta molhada e brilhante à mostra... Se eu fosse contar tudo que rolou naquela tarde, nunca ia terminar. Foi minha primeira vez sentindo o que era o interior molhado e quente de uma mulher de verdade... Sem nada cobrindo meu pau... O orgasmo foi outra parada. Impossível descrever a satisfação de saber que meu esperma percorria o interior da minha melhor amiga até o ventre dela... E se eu tivesse sorte, falhava nessa primeira tentativa... Assim a gente podia tentar de novo e de novo e de novo... E foi assim nos dias seguintes. Depois do nosso primeiro encontro, as coisas ficaram divertidas. Na casa dela, a gente se deitava na cama e ela usava aquela lingerie que eu adorava, no trabalho a gente se escondia nos banheiros, no meu carro a gente ia pra algum lugar isolado pra estacionar e continuar... E é isso que tem sido meus últimos dias. Às vezes paro pra pensar nisso tudo, se fiz a coisa certa, mas na maior parte do tempo, como eu disse, evito pensar na moral... E mesmo que não me orgulhe de dizer, decido focar só no prazer. Será que tô errado? O tempo vai dizer, mas até lá, quero que saibam – gente que me pedia pra fazer isso – que eu atendi o pedido de vocês... E que cada jato vai em nome de um de vocês... Vou ler os comentários de vocês, e vou contando o que acontece depois.
2 comentários - Minha melhor amiga me pede pra engravidar ela (2)
van 10