Necessidades da Lara

Sou a Lara, uma professora do ensino fundamental de 25 anos. Faz só dois anos que dou aulas, e mesmo amando meu trabalho, às vezes me sinto sozinha. Adoro me vestir de forma elegante, mas também dar um toque provocante no visual. Meus alunos me adoram, e acho que é porque me esforço pra deixar cada aula interessante e divertida.

Hoje, depois de terminar as aulas, sinto um leve mal-estar no estômago. A saia lápis que escolhi de manhã está desconfortável. Saio correndo, me despedindo do último aluno. O peso da minha bolsa, cheia de livros e papéis, não ajuda a aliviar a tensão nos meus ombros.

O sanduíche que comi no recreio parece ter virado uma pedra no meu estômago. O ar da tarde não me refresca; pelo contrário, me sinto mais cansada e vulnerável. Enquanto ando, penso em como minha casa é longe. As ruas parecem intermináveis, e cada esquina que viro me lembra o quanto ainda falta.

Paro por um instante pra recuperar o fôlego, me apoiando num poste de luz. Fecho os olhos e respiro fundo, tentando acalmar meu estômago embrulhado. Só quero chegar em casa, tirar esses sapatos desconfortáveis e deitar na cama. Com um suspiro, retomo o caminho, decidida a chegar o mais rápido possível.

No entanto, sinto como se algo dentro de mim lutasse pra sair, e meus intestinos roncam e se contraem. O suor começa a formar gotas na minha testa, e minha respiração acelera. A pressão na minha barriga é quase insuportável, e sinto uma urgência crescente que me faz querer parar. Minhas mãos tremem levemente enquanto aperto minha bolsa contra o corpo, como se isso pudesse aliviar a dor. Meus passos ficam mais instáveis. Fecho os olhos, sinto uma onda de náusea subindo pela garganta, e consigo engolir.

A ideia de chegar em casa desaparece, substituída pela urgência. Olho ao redor, desesperada, procurando algum lugar. As ruas parecem um labirinto do qual não consigo escapar. posso escapar. No meio do meu desespero, uma lembrança surge na minha mente: um terreno baldio perto daqui, cheio de entulho e lixo. Não é o lugar mais bonito, mas agora parece a opção mais razoável pro meu sofrimento.

Vou pra lá, meus passos mais rápidos e urgentes. O suor continua escorrendo pelo meu rosto. A pressão no meu esfíncter é tremenda, como se meu corpo tivesse birra com minha mente. Mal consigo me segurar, tentando evitar o inevitável. A sensação de que meu cu vai ceder é iminente.

Consigo sentir uma dureza empurrando minhas paredes, tocando o fio da minha tanga. Nessa hora, me arrependo fundo de ter escolhido uma peça tão mínima. Uma calcinha mais coberta teria sido bem melhor, mas agora é tarde pra se arrepender.

Finalmente entro no terreno baldio, meus olhos varrendo desesperados em busca do melhor lugar, preciso achar um canto que dê um mínimo de privacidade. Meus olhos param num grupo de arbustos que oferecem uma pequena barreira visual. Com um último esforço, vou pra lá, minhas pernas tremendo a cada passo.

Com urgência máxima, jogo minha bolsa no chão e levanto minha saia o mais rápido que posso, porque minha bunda não aguenta mais e meu corpo não dá trégua. Abaixo minha tanga de um puxão rápido e desleixado, ficando no meio da perna. Noto como o fio fino ficou sujo, mas não dá tempo. Tudo aconteceu em segundos, e agora tô de cócoras.

A sensação de alívio é imediata, como uma pequena batalha vencida que sabe a glória. O momento passa rápido, substituído por uma necessidade ainda mais intensa. Meus intestinos se contraem com força, e sinto uma onda de calor subindo pelo meu corpo. Meu cu, que já tava parcialmente aberto, se rende e se alarga, desenhando o contorno de uma massa compacta e dura. Cada centímetro que sai parece rasgar o anel da minha bunda, uma sensação de queimação e pressão. que me faz apertar os dentes.

Um gemido escapa de mim, talvez um lamento, porque ao fazer força, encontro um prazer estranho no meio da dor. É uma sensação contraditória, onde o alívio se mistura com o tormento. Meus músculos se tensionam e relaxam num ritmo frenético, cada contração empurrando cada vez mais o que meu corpo vinha segurando.

Minhas pernas tremem, e me agarro com força aos meus joelhos, tentando manter o equilíbrio enquanto meu corpo se liberta. Uma visão externa daria a impressão de que tenho uma bunda de animal, longa e marrom, que não para de crescer nem se corta. A sensação é obscena, e percebo o quão vulgar é tudo isso, mas nesse momento, não me importo. Meu corpo precisa disso, e estou dando tudo, sem reservas.

Um lampejo de consciência aparece quando sinto o primeiro corte que meu cu faz, como se meu próprio corpo estivesse me marcando com sua pegada. Olho para baixo, surpresa com o tamanho do que saiu de mim. É como uma cobra, que jaz inerte, misturada com a própria terra. Entendo que era impossível aquilo continuar dentro de mim.

Nesse momento de relaxamento, sinto o líquido amarelado jorrar da minha buceta, intenso até no cheiro, batendo rápido no chão. Minha bexiga decidiu acompanhar esse momento vergonhoso. Me sinto quase orgulhosa da quantidade de merda que soltei. Meu cu se ativa de novo, acompanhando em sincronia, mas agora é menos avassalador. Outro pedaço sai de mim. É como se meu corpo estivesse celebrando e cada contração fosse um lembrete do que passei.

Fico de cócoras, observando a cena com uma mistura de nojo e fascinação. A terra debaixo de mim está manchada, e tudo parece perfeito.

Levanto-me devagar. Procuro algo que possa usar para me limpar, e por sorte, entre minhas coisas, encontro um rolo de papel higiênico. Com mãos trêmulas, arranco algumas folhas e começo a me limpar, começando pela minha buceta. Secco o rastro de urina e O suor que se aloja nos meus pelos pubianos, perfeitamente desenhados e curtos.

Me inclino um pouco pra frente, esticando o corpo pra limpar direitinho aquela bunda tão generosa que eu nem sabia que tinha. Agora, fechada e comprimida, consigo sentir cada dobrinha através do papel, uma sensação estranha, mas satisfatória. Vou com calma, garantindo que não sobre nada. Por último, limpo a tirinha da minha calcinha fio dental, que saiu ferida de batalha.

Com um sorriso no rosto, jogo os restos de papel em cima da minha obra anterior, coroando ela com um toque final. Subo minha calcinha, ajustando no lugar, e depois abaixo minha saia até que fique impecável, como se nada tivesse acontecido.

Fujo daquele lugar, voltando pra rua. Só eu e aquele espaço sabemos a marca que deixei. Meus passos estão mais leves agora, e embora a lembrança do que rolou ainda esteja fresca na minha mente, sinto uma espécie de satisfação perversa misturada com um pouco de vergonha.

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