Cielo Riveros dando pra um preto 11

—Boa tarde, senhor... Meu nome é Lupe, disse a garota, estendendo sua mão branca.
—Aprende, seu idiota... Isso são boas maneiras, disse Dom Severiano ao enteado enquanto pegava a mão macia de Cielo Riveros e, sorrateiramente, a levava para apertar contra o próprio pau, ao mesmo tempo que batia nela. Soprou um beijo no rosto dela, quase colado nos lábios; a estudante, pela tensão do momento, não percebeu nada, só sentiu os bigodes pontudos que arranhavam sua face.
O velho Severiano, enquanto continuava bloqueando a porta de saída, começou a estudar a mulher suculenta que seu enteado tinha como namorada. Calculou que ela tinha pelo menos 1,70m de altura, olhos verdes, peitos normais e empinados, pernas torneadas e coxas dos sonhos, e, para completar, uma bunda grande e caprichosa, bem redonda e empinada. Aquele moleque tinha uma verdadeira monumento de mulher, pensou consigo mesmo.
Seria desnecessário descrever como esse velho tarado e sem-vergonha forçou Rodrigo e Cielo Riveros a ficarem para o jantar, situação que o velho aproveitou para estudar à vontade. Ele achava que era muita carne e muita mulher para o viadinho que tinha como enteado; aquela fêmea merecia dar para um macho de verdade, e ele se declarou o melhor candidato para isso, mas teria que ter cuidado para alcançar seu objetivo. No entanto, ele iria comer ela de qualquer jeito, pensou enquanto não parava de devorá-la com os olhos.
Assim que terminaram o jantar e enquanto o casal se despedia, o garanhão italiano (segundo ele) prometeu a si mesmo que, de algum jeito, conseguiria comer a linda estudante.
Lupe, e como já foi dito, sem perceber, nesse curto tempo, já tinha se acostumado a ver Dom Severiano, já que as oportunidades em que seu namorado a convidava para ir à casa dele eram frequentes, e claro, desde que o padrasto tarado conheceu a namorada atraente do filho, ele conseguia ficar em casa o máximo possível. Além disso, o velho nos bares ele... frequentado tinha descoberto as fofocas sobre a garota da escola que andava nas mãos de velhos tão horríveis e depravados quanto ele, então com o que Lupe sabia, ele sentiu que talvez não fosse para ele. Seria tão difícil dormir com ela, mas ele optou pelo caminho mais difícil, tentaria seduzi-la a qualquer custo. Eles esquentaram isso e inflamaram até a loucura.
Nem preciso dizer que, quando Dom Severiano, na frente e na paciência de Dona Mara e Rodrigo, começou a elogiá-la por como ela era gostosa e jovem, ou que se fosse mais novo seria o menino mais feliz da terra se uma garota tão meiga e inocente como ela tivesse aparecido, coisas que ele dizia com o olhar vermelho de febre e fixo na buceta ou nos peitos dela, uma situação que deixava o pobre Rodrigo quase louco de ciúmes com a impotência de não poder falar nada, já que ele e a mãe dependiam financeiramente de Dom Severiano.
Lupe percebeu tudo isso, mas também não ousava fazer um escândalo ou botar ele no lugar dela, porque sabia que aí a coitada da senhora e também o namorado dela acabariam pagando o pato. A coisa é que, com o tempo, a menininha meiga já estava começando a se acostumar com as palavras lisonjeiras que Dom Severiano fazia para ela, o que se combinava com a seca de rola que Dom Pedro tinha deixado nela, a tal ponto que ela já não conseguia se negar que às vezes até gostava de um velho tão odioso e machista quanto o primeiro falava pra ela, mas esse outro sem precisar tratá-la como uma puta igual Dom Pedro fazia.
Dom Severiano, por sua vez, media muito bem o terreno que pisava, embora soubesse das brigas que a garota da escola tinha tido com velhos conhecidos da cidade, e assim poder chantagear a namorada do enteado, ele queria que o dia em que a pegasse fosse por acaso e com o consentimento total dela. Em outras palavras, o que o velho libidinoso queria era tirar a dele limpinho. A namorada do enteado, e se ele realmente tivesse conseguido, estaria até disposto a mandar Rodrigo e Dona Mara embora de casa pra viver como marido e mulher com aquela peça feminina tão tremenda e cheia de vida, já tinha se tocado inúmeras vezes imaginando como eles a comiam e ela se deixava fazer toda mimada, esse era o comentário dos fregueses nos bares da cidade.
Era um sábado daquele mesmo mês quando Dom Severiano estava celebrando seus 58 anos. Ele andava de um lado pro outro como uma fera enjaulada, apesar de estar num clima bem festivo entre quase todos os parentes, inclusive amigos. Os convidados já tinham começado a chegar, as rancheras e cumbias já estavam animando o ambiente há um tempinho, mas o velho só pensava que seu enteado idiota tinha ido buscar Cielo Riveros há mais de duas horas e ainda não tinha trazido ela, nessas condições o velho tarado não conseguia relaxar nem aproveitar o dia.
Até que finalmente os olhos antipáticos de Dom Severiano puderam ver o que ele tanto esperava, a porta se abriu e como num passe de mágica a jovem fêmea entrou nos aposentos dele, deixando-o louco com uma febre doentia e animalesca. Ele viu que ela vinha entre envergonhada e sorrindo, segurando a mão do enteado.
O que Dom Severiano, seus parentes homens e amigos viram no momento em que a garota apareceu quase caiu num estado letárgico de admiração quente pelo que viram naquela hora, a tremenda fêmea que acabava de entrar pela porta era um verdadeiro monumento esculpido em homenagem à feminilidade, aquela jovem e linda deusa feita mulher apareceu diante deles num vestido preto de uma peça só que era meio justo na cintura, o que destacava deliciosamente as curvas do quadril, a parte de baixo da roupa soberba que a gostosa estava usando era mais solta, o vestido que ela usava chegava um pouco acima das coxas deliciosas e apetitosas, os velhos estavam morrendo porque eles Viram que aquela jovem gordinha tinha um rosto lindo: metade feminina, metade idiota, com olhos verdes intensos e lindos, pele morena, o cabelo liso e escuro penteado para um lado do rosto, com uma bunda empinada e avantajada que estava ali pra excitar uma cidade inteira, eles calculavam. Com olhares cheios de tesão, com umas chuchotas não tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras — toda essa conjunção de atributos físicos e femininos requintados declarava que aquela mina tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Perceberam, resumindo, que a colegial já era mais do que gostosa pra caralho, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, que passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.

Com olhos verdes intensos e lindos, pele morena, o cabelo liso e escuro penteado para o lado do rosto, com uma bunda empinada e avantajada que estava ali pra excitar uma cidade inteira, eles calculavam com olhares cheios de tesão, com umas chuchotas não tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras — toda essa conjunção de atributos físicos e femininos requintados declarava que aquela mina tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Perceberam, resumindo, que a colegial já era mais do que gostosa pra caralho, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, que passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.

Com olhos verdes intensos e lindos, pele morena, o cabelo liso e escuro penteado para o lado do rosto, com uma bunda empinada e avantajada que estava ali pra excitar uma cidade inteira, eles calculavam com olhares cheios de tesão, com umas chuchotas não tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras — toda essa conjunção de Atributos físicos e femininos tão refinados deixavam claro que aquela mulherzinha tinha um corpo de dar inveja, mais bem dotado do que qualquer modelo de TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem torneadas que eram. Perceberam, em resumo, que a colegial já era mais que uma gostosa — era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.

De pele morena, o cabelo escuro e liso penteado para um lado do rosto, com um rabo empinado e saliente que existia pra excitar uma cidade inteira — calculavam com olhares lascivos —, com umas tetas que não eram enormes, mas deliciosas, parecendo sedosas e duras. Toda essa conjunção de atributos físicos e femininos tão refinados deixava claro que aquela mulherzinha tinha um corpo de dar inveja, mais bem dotado do que qualquer modelo de TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem torneadas que eram. Perceberam, em resumo, que a colegial já era mais que uma gostosa — era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.

De pele morena, o cabelo escuro e liso penteado para um lado do rosto, com um rabo empinado e saliente que existia pra excitar uma cidade inteira — calculavam com olhares lascivos —, com umas tetas que não eram enormes, mas deliciosas, parecendo sedosas e duras. Toda essa conjunção de atributos físicos e femininos tão refinados deixava claro que aquela mulherzinha tinha um corpo de dar inveja, mais bem dotado do que qualquer modelo de TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem torneadas que eram. Perceberam, em resumo, que a colegial já era mais que uma gostosa — era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.

O cabelo escuro e liso dela estava penteado para um lado do rosto. Rosto, com bundas proeminentes e bem empinadas que estavam ali para excitar uma cidade inteira, eles avaliavam com olhares cheios de tesão, com umas chuchotas que não eram tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras. Toda essa conjunção de atributos físicos e femininos requintados declarava que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. Suas pernas lisas e coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Perceberam, em suma, que a colegial já era mais que gostosa, que era o que a matilha de machos pensava em uníssono, que, atordoados, passavam por ela e a devoravam com os olhos.

Seu cabelo liso e escuro, comprido, estava penteado para um lado do rosto, com bundas proeminentes e bem empinadas que estavam ali para excitar uma cidade inteira, eles avaliavam com olhares cheios de tesão, com umas chuchotas que não eram tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras. Toda essa conjunção de atributos físicos e femininos requintados declarava que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. Suas pernas lisas e coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Perceberam, em suma, que a colegial já era mais que gostosa, que era o que a matilha de machos pensava em uníssono, que, atordoados, passavam por ela e a devoravam com os olhos.

Com bundas proeminentes e bem empinadas que estavam ali para excitar uma cidade inteira, eles avaliavam com olhares cheios de tesão, com umas chuchotas que não eram tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras. Toda essa conjunção de atributos físicos e femininos requintados declarava que aquela mulherzinha usava um corpaço mais bem equipado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. Suas pernas lisas e coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Em suma, a colegial já era mais que gostosa, que era o que a matilha de machos pensava em uníssono, que, atordoados, passavam por ela e a devoravam com os olhos. Andavam atordoados por ela e devoravam ela com os olhos. Com aquela bunda empinada e bem definida, feita pra enlouquecer uma cidade inteira, eles avaliavam com olhares cheios de tesão, com umas peitudas que não eram tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e durinhas. Toda essa combinação de atributos físicos e femininos requintados mostrava que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Resumindo, a estudante já era mais que gostosa, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto andavam atordoados por ela e devoravam ela com os olhos.

Toda essa combinação de atributos físicos e femininos requintados mostrava que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Eles notaram, resumindo, a estudante já era mais que gostosa, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto andavam atordoados por ela e devoravam ela com os olhos.

Toda essa combinação de atributos físicos e femininos requintados mostrava que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Eles notaram, resumindo, a estudante já era mais que gostosa, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto andavam atordoados por ela e devoravam ela com os olhos.

Resumindo, a estudante já era mais que deliciosa, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto andavam atordoados por ela e devoravam ela com os olhos.

Resumindo, a estudante já era mais que deliciosa, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto andavam atordoados por ela e devoravam ela com os olhos.
Dom Severiano, cujo coração e alma já estavam saindo pela boca de tão excitado que ficou com aquela visão, pegou rapidamente uma bandeja com copos servidos e se dirigiu aos recém-chegados, passando estrategicamente a fonte com copos para o enteado. Para te avisar,
— Toma conta desse filho da puta... Você serve meus convidados com tudo que precisam e depois ajuda sua mãe com tudo que ela precisar, eu vou cuidar de apresentar sua namorada pra família, hahaha... E sem esperar resposta do jovem, ele simplesmente colocou uma das mãos peludas na cintura de Cielo Riveros para levá-la e fazer as apresentações, especialmente com seus amigos. O jovem estava muito à vontade com todo mundo conhecendo a linda colegial, ele fazia isso como se fosse o sortudo pegador que tinha conquistado uma tremenda gostosa.
Assim os eventos iam se desenrolando e a música alta convidava todos os convidados a dançar, a atitude festiva de Dom Severiano estava dando resultado, já que com isso a jovem inocente não o via mais como antipático, seu futuro sogro estava sendo muito atencioso com ela e para cada copo de bebida que o velho astuto bebia, ele não perdia tempo em reabastecê-lo, uma situação que fazia a garotinha tonta se sentir bem, o que realmente a incomodava naquele momento era que ela estava se divertindo tanto e seu pobre namorado mal tinha tempo de aproveitar a festa, então seu sogro aproveitou a oportunidade para continuar diminuindo a distância entre ele e ela,
— Senhorita Lupe... Você me daria a honra de dançar comigo?, o velho sem-vergonha perguntou enquanto a olhava abertamente dos pés à cabeça...
— É que não sei se é certo, Dom Seve..., além disso, fora o Rodrigo, a esposa dele está ali, o que ela pensaria de mim?... Ele pode ficar bravo se nos ver dançando...
— Ela não vai falar nada... Quem manda aqui sou eu! O velho disse isso com a febre já saindo pelos olhos quando percebeu que a colegial ia lhe dar uma dança a qualquer momento na frente de todos os seus Familiares e amigos, que já há muito tempo notavam que o velho não se separava por um centímetro da namorada do enteado por nada neste mundo — repito, docinho, nesta casa tudo o que eu falo é feito, além do mais somos quase família, hahahaha —, o velho exaltado repetiu de novo, tentando manter a calma para não assustar a moça.
— Tá bom... vamos dançar, mas eu sou só uma novata...
Dom Severiano, que já não cabia em si de contente, virou o copo de uma vez só e agarrou a moça pela cintura para levá-la até o terraço, onde tinha a pista de dança improvisada, já cheia de casais dançando animadamente.

No caminho, o velho fez sinais pro cara que cuidava da música, e de repente a sequência de cumbias mudou pra um monte de baladas românticas, começando com a música “Si nos dejan” do Alejandro Fernández, e depois outras do mesmo estilo, mas agora do Marco Antonio Solís.

Já na pista, o velho segurou firme a cinturinha dela pra puxar o corpo dela contra o dele. A menina nervosa, enquanto sentia o corpo de Dom Severiano tão perto pela primeira vez, olhava pra todos os lados tentando ver onde Rodrigo estava. Cielo Riveros e Dom Severiano dançavam bem juntinhos, e não porque a garota quisesse, mas porque o velho tarado a apertava com força. As mãos grandes e suadas dele estavam bem no limite entre o quadril e o começo da bunda dela. O velho já tava doido pra descer elas e sentir aquela bundona que, pela primeira vez, estava quase toda à disposição dele.

A menina, na semi-escuridão do terraço e protegida pelos outros casais que dançavam e talvez escondessem eles do olhar do Rodrigo e da dona Mara, sentiu a barba por fazer grossa de Dom Severiano e a maciez das bochechas dele arranhando ela. As mãozinhas trêmulas dela foram colocadas nos ombros do parceiro de dança peculiar, enquanto ele começava... começar a sentir e esfregar sorrateira e lentamente aqueles peitos duros que suas mãos estavam sentindo, ele os erguia e abaixava, sentindo centímetro por centímetro dos quadris até a cintura e vice-versa, e o que mais o deixava com tesão era saber que quem ele estava tocando era a própria namorada do filho, aquela fêmea doce e jovial que o tinha cativado desde o primeiro dia que a viu em sua casa. Ela ainda não estava convencida de que era a mesma que, segundo as histórias, adorava foder velhos. Dom Severiano queria medir seu progresso.

— Como você dança bem, princesa... Aposto que já te disseram isso antes — disse o velho, sentindo que sua ferramenta já estava dura como um ferro incandescente, falou com ela quase comendo uma de suas orelhas perfumadas, o que fez Lupe sentir, para seu pesar, um calafrio delicioso. A colegial, que estava numa situação triste e quase aproveitando as delícias daquele calafrio gostoso, não respondeu nada. O velho, acreditando ter ouvido um leve suspiro dos lábios de sua encantadora parceira de dança, a puxou mais para perto do corpo. Ele tomou cuidado para colocar a altura do pau bem no meio da garota. Queria que ela sentisse que ele estava duro e parou para ver qual seria a reação dela.

A jovem sentiu a ponta dura da ferramenta do sogro colocada perfeitamente bem na curva da pélvis dela. Imaginou que, se não estivesse com o vestido e a calcinha, assim como o velho estava com as calças, eles já estariam prontos para penetrá-la de novo. Assustada, olhou ao redor, mas viu que os outros casais dançavam despreocupados com a forma como ela estava fisicamente acoplada ao aniversariante da festa, e pensando em Rodrigo, quis dar um fim àquela dança ousada em que Dom Severiano a tinha.

— Ah, Dom Seve... Acho que a gente devia parar de dançar, a qualquer momento vão servir o jantar...

A garota, apesar de sentir pena de que seu odioso sogro estivesse tocando ela no meio da festa e perto de Rodrigo enquanto dançavam, não conseguia não pude deixar de me sentir lisonjeada pelas palavras do sogrão. A imagem de Dom Pedro já dominava sua mente, mostrando a ele seu pau bem durinho e brilhante. Ainda nervosa e sem saber direito o que dizer, ela continuou a conversa...

— Dom Seve... vou ficar devendo o presente de aniversário dele... O Rodrigo me avisou em cima da hora e não deu tempo de trazer nada... Depois eu trago alguma coisa, disse a garota no ouvido do velho, já que a música alta fazia o casal buscar o ouvido um do outro para conseguir falar.

— Que tal você me dar esse seu cuzinho do demônio, sua puta... esse seria o melhor presente que você poderia me dar, sua vagabunda que esquenta pau... — pensou o velho consigo mesmo depois de ouvir as doces palavras da namorada do enteado, situação que o encorajou a continuar com seu truque.

— Sabe, Lupecita?... você é uma menina muito gostosa, gosto muito de você... hehehe... então não se preocupe por não ter me trazido presente, vai ter tempo pra você me dar um agradinho, hehehehe.

— Olha, que tal a gente dar uma passada lá no fundo do quintal por um instante... Tem uma parte escura lá...? só pra gente conversar antes do jantar, não é justo eu estar te falando essas coisas e seu namorado e minha mulher ficarem nos olhando...

— Ah, acho que não, Dom Seve... isso não seria certo... mas se você tem mais alguma coisa pra me dizer, pode falar aqui mesmo...

— Vamos lá pro fundo, gostosa... naquela parte que parece escura... vai ser só um instantinho... Vou te contar umas coisinhas que quero que você saiba e aí a gente volta pro jantar, hehehehe...

A menina, que já estava realmente pensando em sair com o velho por alguns minutos na direção daquela parte escura no fundo da casa do velho, já começava a gostar da ideia, mas ainda resistia.

— Eles não precisam perceber, além do mais, a gente não vai fazer nada de errado... Me escuta, coisinha deliciosa, agora a gente vai se separar... Você vai sair de fininho pra aquela área e Espera aí por mim enquanto vou pegar umas bebidas e meus cigarros pra gente conversar um pouco, te juro que ninguém vai notar... Cielo Riveros, vendo que todo mundo naquela festa tava simplesmente na deles, mordendo sem querer o lábio inferior sensual a caminho do fundo da sala sem ser vista por ninguém até a silhueta dela sumir na escuridão.
Vídeos da Lupe pequena
Dom Severiano, depois de atravessar a pista de dança e tomando cuidado especial pra ninguém reparar onde ele tava indo, sorrateiramente e de um jeito manhoso, se enfiou nas sombras do fundo do pátio onde a namorada inocente do enteado dele tava esperando. Quando ele quase chegou no lugar escuro, olhou com uma risada de malandro pra confirmar que ninguém tava olhando ele, até a figura deformada e áspera dele também sumir na escuridão.
— E o que era aquilo que eu queria falar comigo mesmo?... — perguntou Cielo Riveros pra ele, ao mesmo tempo que levava aos lábios a mistura única que ele tinha preparado pra ela. Dom Severiano olhou pra ela com o coração batendo a mil por hora. — O quê? — a garota perguntou, fazendo uma carinha safada pra ele enquanto continuava bebendo a bebida deliciosa dele.
O velho, percebendo que Cielo Riveros já tinha esvaziado o copo de licor, simplesmente se jogou em cima dela e pegou ela desprevenida pela cintura, apertando ela com força contra o corpo grotesco dele, fazendo a garota deixar cair o copo já vazio.
— Como eu te falei antes, sua gostosa... A pura verdade é que desde que te vi pela primeira vez, eu te quero — o velho falou pra ela com uma cara de tarado e olhando pros lábios dela enquanto falava.
Lupe, que foi pega de surpresa, não teve tempo de se proteger; em segundos, se viu agarrada por Dom Severiano, que já tava apertando ela contra o peitão largo dele e com as mãos colocadas nas ancas dela, bem perto da carne que dava forma à bunda linda dela. O velho já achava que tava sentindo os elásticos. de sua cueca fina por baixo do tecido do vestido
— -Nãão, Dom Severiano... o que o senhor está fazendo!? Podem nos ver...!!
O velho percebeu na hora que a garota estava mais preocupada em não serem vistos do que com ele apalpando ela à vontade nos fundos do pátio
— -Não se preocupa, gostosa... Ninguém vai nos ver aqui, hehehehe, e se alguém vier, a gente fala que você passou mal e veio tomar um ar, hehehehe...
O velho tentava de novo fazer ela sentir o pau dele enquanto dizia: — -Tava pensando, meu bem... sobre o presente que você falou, hehehehe...
— -E que tal você me dar um beijo na boca... Assim a gente fica quite e você não me deve nada, o velho falou tudo isso mirando os lábios rosados e brilhantes dela, a agora assustada mocinha desviava como podia, os bigodes italianos dele já arranhavam o rosto dela, e ela já sentia o pau do velho mais duro do que quando dançavam
O velho, por sua vez, se sentia nas nuvens ao sentir aquele corpo majestoso se apertar contra o dele, mas pra tristeza dele, percebeu que a garota tava resistindo e se ela começasse a gritar, chamaria a atenção dos convidados, então tentou acalmá-la de algum jeito,
— -Não se preocupa, princesa, se você não quiser me beijar, tudo bem, mas só me deixa te abraçar um pouquinho... É minha única chance de ficar assim com uma menina tão gostosa quanto você, o velho falou com uma voz como se estivesse realmente sofrendo, — -Só mais um pouquinho, meu bem... seu corpo é uma delícia, vai, dá uma moral pra esse velhinho, nem que seja no aniversário dele... Não seja ruim...
— -Bem... mas só por um pouquinho e só porque é ani... ver... sá... rio... de... pois... a... gente... vai... pra... onde... tão... os... con... vi... da... dos..., a garotinha falou de forma entrecortada e com as mãozinhas apoiadas entre o peito duro e os ombros do assediador
A colegial, com os olhos semiabertos, tentava ver de onde vinham os sons vindo de lá. Foi quando ela sentiu que a mão de um velho estava descendo sorrateiramente, quase tocando a bunda dela. Mesmo sentindo e já sabendo o que o velho queria apalpar, ela não disse nada pra ele, achou que quase não fazia diferença, que aquilo não ia melhorar nem piorar a situação dela. Depois de alguns minutos daquela situação estranha que ela tava vivendo, já sentiu outros roçares escondidos de tentativa e erro nas saliências da carne traseira dela, e aí decidiu que esses roçares não eram mais de tentativa e erro, o Seu Severiano simplesmente tava segurando ela com força pela bunda e esfregando junto com ela. ouvindo a música romântica do M. A. Solis.

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