Mario não perdeu tempo admirando a obra. Com um movimento brusco, agarrou Penélope pela nuca e a levantou do chão como se fosse um saco de roupa suja. Ela gemeu, as pernas cederam sob o peso do próprio corpo e da humilhação, mas o homem a segurou firme, arrastando-a até as portas de correr da sacada. Ao deslizar o vidro, o barulho do trânsito da cidade invadiu o quarto com violência, um rugido constante de motores e sirenes que contrastava com o silêncio tenso do quarto. Mario a empurrou contra o parapeito, forçando-a a apoiar a barriga no metal frio. A altura e o vento gelado fizeram Penélope tremer, não só pelo frio, mas pela exposição total do corpo nu para os prédios em frente.
Sem aviso, Mario alinhou o pau, ainda meio duro mas endurecendo rápido com a visão daquela bunda oferecida, e enfiou tudo nela de uma só vez, seco. Penélope gritou, um som agudo que se perdeu no caos urbano, enquanto ele segurava seus quadris com uma força que deixava marcas roxas na pele. Lá dentro do quarto, Juan tinha se levantado com o celular na mão, filmando cada estocada. O enquadramento da câmera focava o contraste brutal: a cara de prazer dolorido de Penélope, iluminada pela luz da rua, e a silhueta de Mario destruindo ela contra o vazio. Os gemidos dela, rítmicos e forçados, competiam com a buzina de um táxi lá embaixo, criando uma trilha sonora dissonante de depravação urbana. Mario não mostrava piedade; cada pancada ecoava no peito de Penélope ao esmagá-la contra o parapeito, usando ela como um mero objeto para o próprio alívio. Com um grunhido profundo, Mario se tensou e gozou dentro dela pela segunda vez, enchendo ela de porra quente até o excesso começar a escorrer pelas coxas, pingando no chão da sacada.
Mario se retirou bruscamente, deixando Penélope caída contra o Corrimão, ofegante e tremendo à beira do colapso. Ele fechou a calça com calma, indiferente ao show de fraqueza na frente dele, e se virou para ela com um olhar calculista.
— Esta noite — disse com voz rouca —, veste a roupa mais de foxy que tiver. Aquela que você usa quando quer que te olhem como o que você é. Vou levar vocês a um lugar especial.
Sem esperar resposta, saiu do quarto, deixando Juan pegando o celular e Penélope lutando para se levantar.
Horas depois, a noite já tinha caído completamente sobre a cidade. Penélope desceu as escadas do prédio transformada. Vestia uma minissaia de couro preto que mal cobria a bunda dela, sem calcinha nenhuma, umas meias de rede com rasgos intencionais e um top decotado que mostrava mais do que escondia. A maquiagem dela era exagerada, com lábios vermelho-carmim e olhos delineados até parecer uma caricatura de luxúria. Subiram no carro de Juan, com Mario no banco do carona e Penélope no banco de trás, cheirando a perfume barato e sexo. A viagem foi curta, em silêncio, marcada só pelos olhares gananciosos que Mario dava nela pelo retrovisor.
O carro parou na frente de um posto de gasolina meia-boca, onde as luzes de neon piscavam e o asfalto estava manchado de óleo. Não tinha ninguém além de uns poucos caminhões estacionados na penumbra. Mario apontou com a cabeça para o prédio dos banheiros.
— Ali — ordenou.
Os três desceram do carro. O ar cheirava a gasolina e umidade. Entraram no bloco de serviços, e Mario empurrou Penélope para o último cubículo do banheiro masculino. O lugar era nojento, com cheiro de mijo parado e grafites vulgares cobrindo as paredes de azulejos quebrados. Mas o que chamou a atenção de Penélope foram os buracos ovais nas paredes laterais, na altura do quadril, desgastados pelo uso. Era um gloryhole.
Mario fechou a porta com tranca e se virou para Juan.
— Grava tudo. Quero que apareça bem a cara de puta dela. vadia, que é a sua esposa.
Juan assentiu, apoiando-se numa esquina com o celular pronto, enquanto Mario desabotoava a calça de novo e se aproximava de Penélope, que estava de pé no centro do espaço apertado, tremendo de antecipação e medo. Juan também abaixou o zíper, puxando a ereção pra fora. Mario agarrou Penélope pelo cabelo e a forçou a se ajoelhar no chão sujo.
— Abre a boca, gostosa. Chupa a gente dois.
Penélope obedeceu, pegando os dois paus nas mãos e alternando entre eles, lambendo as cabeças e enfiando na garganta com um desespero que fingia e que ao mesmo tempo sentia lá no fundo. A câmera de Juan capturava como os lábios dela esticavam, como a saliva banhava os dois membros, o som molhado da chupada ecoando no cubículo.
De repente, uma sombra escureceu um dos buracos da direita. Um pau grosso e pálido apareceu pelo orifício, procurando contato. Penélope parou um segundo, surpresa, mas Mario deu um chute na coxa dela.
— Não deixa ela esperando. Faz o que sabe, vadia.
Penélope se virou e pegou o membro desconhecido com a mão, levando à boca com avidez. Quase ao mesmo tempo, outro pau, mais comprido e fino, surgiu do buraco da esquerda. Era o começo da avalanche. Não deu mais tempo pra pensar. Penélope se movia de um lado pro outro como uma possessa, atendendo os paus que brotavam das paredes como se fossem maná do céu.
A cena virou um turbilhão de carne anônima. Penélope chupava, masturbava com as duas mãos e, quando algum dos caras do outro lado da parede insistia, virava de costas pra esfregar a buceta ou o cu no buraco, deixando que penetrassem do outro lado, sentindo como usavam ela sem ver os rostos. Mario e Juan observavam, filmando e participando de vez em quando, enfiando os paus na boca dela quando ela virava a cabeça procurando ar. Penélope, com a maquiagem borrada pelo suor e o porra de estranhos, fazia siriricas com as tetas, apertando os paus entre os peitos enquanto lambia a ponta, mergulhada num frenesi de luxúria que a apagava de qualquer outra realidade. Naquela noite, naquele banheiro nojento, Penélope atendeu paus sem conta, perdendo a conta de quantas vezes a encheram de leite, quantas vezes sentiu o gosto de desconhecidos na língua, aceitando seu papel de receptáculo de prazer pra qualquer um que passasse por ali.
Sem aviso, Mario alinhou o pau, ainda meio duro mas endurecendo rápido com a visão daquela bunda oferecida, e enfiou tudo nela de uma só vez, seco. Penélope gritou, um som agudo que se perdeu no caos urbano, enquanto ele segurava seus quadris com uma força que deixava marcas roxas na pele. Lá dentro do quarto, Juan tinha se levantado com o celular na mão, filmando cada estocada. O enquadramento da câmera focava o contraste brutal: a cara de prazer dolorido de Penélope, iluminada pela luz da rua, e a silhueta de Mario destruindo ela contra o vazio. Os gemidos dela, rítmicos e forçados, competiam com a buzina de um táxi lá embaixo, criando uma trilha sonora dissonante de depravação urbana. Mario não mostrava piedade; cada pancada ecoava no peito de Penélope ao esmagá-la contra o parapeito, usando ela como um mero objeto para o próprio alívio. Com um grunhido profundo, Mario se tensou e gozou dentro dela pela segunda vez, enchendo ela de porra quente até o excesso começar a escorrer pelas coxas, pingando no chão da sacada.
Mario se retirou bruscamente, deixando Penélope caída contra o Corrimão, ofegante e tremendo à beira do colapso. Ele fechou a calça com calma, indiferente ao show de fraqueza na frente dele, e se virou para ela com um olhar calculista.
— Esta noite — disse com voz rouca —, veste a roupa mais de foxy que tiver. Aquela que você usa quando quer que te olhem como o que você é. Vou levar vocês a um lugar especial.
Sem esperar resposta, saiu do quarto, deixando Juan pegando o celular e Penélope lutando para se levantar.
Horas depois, a noite já tinha caído completamente sobre a cidade. Penélope desceu as escadas do prédio transformada. Vestia uma minissaia de couro preto que mal cobria a bunda dela, sem calcinha nenhuma, umas meias de rede com rasgos intencionais e um top decotado que mostrava mais do que escondia. A maquiagem dela era exagerada, com lábios vermelho-carmim e olhos delineados até parecer uma caricatura de luxúria. Subiram no carro de Juan, com Mario no banco do carona e Penélope no banco de trás, cheirando a perfume barato e sexo. A viagem foi curta, em silêncio, marcada só pelos olhares gananciosos que Mario dava nela pelo retrovisor.
O carro parou na frente de um posto de gasolina meia-boca, onde as luzes de neon piscavam e o asfalto estava manchado de óleo. Não tinha ninguém além de uns poucos caminhões estacionados na penumbra. Mario apontou com a cabeça para o prédio dos banheiros.
— Ali — ordenou.
Os três desceram do carro. O ar cheirava a gasolina e umidade. Entraram no bloco de serviços, e Mario empurrou Penélope para o último cubículo do banheiro masculino. O lugar era nojento, com cheiro de mijo parado e grafites vulgares cobrindo as paredes de azulejos quebrados. Mas o que chamou a atenção de Penélope foram os buracos ovais nas paredes laterais, na altura do quadril, desgastados pelo uso. Era um gloryhole.
Mario fechou a porta com tranca e se virou para Juan.
— Grava tudo. Quero que apareça bem a cara de puta dela. vadia, que é a sua esposa.
Juan assentiu, apoiando-se numa esquina com o celular pronto, enquanto Mario desabotoava a calça de novo e se aproximava de Penélope, que estava de pé no centro do espaço apertado, tremendo de antecipação e medo. Juan também abaixou o zíper, puxando a ereção pra fora. Mario agarrou Penélope pelo cabelo e a forçou a se ajoelhar no chão sujo.
— Abre a boca, gostosa. Chupa a gente dois.
Penélope obedeceu, pegando os dois paus nas mãos e alternando entre eles, lambendo as cabeças e enfiando na garganta com um desespero que fingia e que ao mesmo tempo sentia lá no fundo. A câmera de Juan capturava como os lábios dela esticavam, como a saliva banhava os dois membros, o som molhado da chupada ecoando no cubículo.
De repente, uma sombra escureceu um dos buracos da direita. Um pau grosso e pálido apareceu pelo orifício, procurando contato. Penélope parou um segundo, surpresa, mas Mario deu um chute na coxa dela.
— Não deixa ela esperando. Faz o que sabe, vadia.
Penélope se virou e pegou o membro desconhecido com a mão, levando à boca com avidez. Quase ao mesmo tempo, outro pau, mais comprido e fino, surgiu do buraco da esquerda. Era o começo da avalanche. Não deu mais tempo pra pensar. Penélope se movia de um lado pro outro como uma possessa, atendendo os paus que brotavam das paredes como se fossem maná do céu.
A cena virou um turbilhão de carne anônima. Penélope chupava, masturbava com as duas mãos e, quando algum dos caras do outro lado da parede insistia, virava de costas pra esfregar a buceta ou o cu no buraco, deixando que penetrassem do outro lado, sentindo como usavam ela sem ver os rostos. Mario e Juan observavam, filmando e participando de vez em quando, enfiando os paus na boca dela quando ela virava a cabeça procurando ar. Penélope, com a maquiagem borrada pelo suor e o porra de estranhos, fazia siriricas com as tetas, apertando os paus entre os peitos enquanto lambia a ponta, mergulhada num frenesi de luxúria que a apagava de qualquer outra realidade. Naquela noite, naquele banheiro nojento, Penélope atendeu paus sem conta, perdendo a conta de quantas vezes a encheram de leite, quantas vezes sentiu o gosto de desconhecidos na língua, aceitando seu papel de receptáculo de prazer pra qualquer um que passasse por ali.
0 comentários - Gloryhole do Velho Zelador, Pt. 9