Minha namorada virtual me feminizou

Parte 1: A convivência e o primoMeus pais tinham ido pro exterior atrás de uma oportunidade financeira que não podiam recusar, me deixando largado durante o período escolar na casa da minha tia. O pior não foi a mudança de casa, mas o espaço que me deram: eu teria que dividir quarto com meu primo.

Não demorou nem três dias pra eu me encher dele. Era um cara gordo, o retrato vivo do fracasso, que passava as vinte e quatro horas do dia trancado, vidrado na tela do celular entre anime e pornografia barata. A falta de vergonha na cara que ele tinha num espaço tão pequeno me dava nojo.

Uma noite, com o brilho da tela dele iluminando o teto e os gemidos abafados saindo do fone mal encaixado, não aguentei mais.

— Dá pra dar uma segurada? — falei, virando na cama com raiva — Tô aqui do lado, tem um pouco de decência.

Ele virou a cara obesa pra mim, com os olhos semicerrados e um sorriso idiota meio apagado.

— Ah, foi mal... desculpa — murmurou com uma voz preguiçosa e falsa.

Virou de lado, fingindo que se ajeitava pra dormir. Sabia perfeitamente que era teatro. Dez minutos depois, o rangido do colchão e o brilho sutil debaixo do cobertor denunciavam que ele já tava na dele de novo.

Com o passar das semanas, o insuportável virou uma rotina mórbida. Virou costume noturno ouvir a respiração pesada dele e ver o vai e vem ritmado do lençol. No começo tentava ignorar enfiando a cabeça no travesseiro; afinal, eu também não era nenhum santo e batia uma punheta, mas tinha a decência de me trancar no banheiro e fazer aquilo em particular.Parte 2: A noiva e a garota popularTer namorada nessas condições virou um inferno. Passávamos quase todo o tempo juntos, mas a intimidade tinha virado um luxo impossível desde que me mudei pra casa da minha tia. Ela morria de vontade de ficar a sós comigo, de se despir e se acabar comigo sem pressa, mas toda vez que tentávamos nos trancar no quarto, o idiota do meu primo tava lá enfiado.
—Não atrapalho, juro. Se eu tô de fone, nem percebo — ele dizia com a voz monótona, grudado no computador jogando ou vendo anime.
Mas era mentira. O corpo obeso dele transbordava a cadeira, e o eco da respiração pesada flutuava no ar, estragando qualquer tentativa de esquentar as coisas. Minha namorada odiava ele.
—Ele é nojento, amor. Me dá uma repulsa danada ele ficar ali respirando enquanto você me toca — ela sussurrava no meu ouvido, xingando ele sem filtro. Eu não segurava ela; pelo contrário, compartilhava a raiva porque aquele infeliz tava fudendo nossa vida sexual.
Por puro desespero, começamos a nos pegar na escola. Fugíamos das aulas chatas e nos trancávamos nos banheiros do andar de cima, onde quase ninguém ia. Esses momentos eram pura adrenalina e necessidade. Eu encurralava ela contra a parede dos cubículos, levantando a saia do uniforme enquanto ela desabotoava minha calça com as mãos tremendo de tanta pressa. Ela tinha uns peitos lindos, durinhos, que pulavam pra fora da blusa quando eu apertava com força, e um corpo perigosamente gostoso que me deixava louco. Minha pica enterrava nela com uma urgência selvagem, aproveitando a buceta apertada e molhada enquanto ela abafava os gemidos no meu pescoço pra não sermos descobertos. Naqueles dias, eu me sentia o cara mais sortudo do mundo. Mas o destino me guardou uma surpresa ainda mais filha da puta.
Tudo começou no Instagram. Do nada, a mina mais popular, gostosa e inalcançável da escola cravou os olhos no meu perfil. Quando vi a primeira mensagem direta dela, meu coração parou.Tô te observando muito ultimamente..., ela me escreveu. Me confessou que morria de vontade de se aproximar, mas que tinha pânico do que iam pensar e a timidez a travava na hora na frente dos outros. No entanto, por trás da tela, as palavras dela eram puro fogo: deixou bem claro que me desejava com uma intensidade que beirava a obsessão, como ninguém nunca desejou outro homem.
No começo, achei que era uma conta falsa ou uma zoeira de mau gosto, mas mandei prints pro meu melhor amigo e ele confirmou que a conta era cem por cento real. Era ela.
A partir daí, as noites mudaram de cor. Começamos a falar por horas no telefone, trocando fantasias cada vez mais sujas e explícitas. Pessoalmente, mantínhamos o pacto: ela cruzava meu olhar nos corredores com uma timidez fingida, preferindo que não nos vissem juntos até o fim do ano. Sabia perfeitamente que eu tinha namorada, e ela tava pouco se fodendo; na verdade, o perigo parecia excitá-la ainda mais. E eu... pra mim, a culpa não durava nem um segundo quando pensava no corpo dela. A fidelidade foi pro caralho. Faltavam só uns meses pra formatura e eu já só conseguia pensar numa coisa: meter a pica até o fundo e comer aquele cuzinho perfeito.Parte 3: A escalada dos fetiches e os desafiosCom o passar das semanas, as conversas noturnas no chat cruzaram uma linha sem volta. A timidez da garota popular se dissolveu completamente atrás da tela, e o tom ficou putamente obscuro e explícito. Ela me confessou que, por trás da fachada de aluna perfeita e mocinha de família boa, escondia uma mente torta, viciada nos fetiches mais extremos. No começo, eu perguntava por pura curiosidade e pra entrar na onda, mas as respostas dela deixaram minha pica dura. Ela falava com toda naturalidade sobre fantasias degangbang, do seu desejo obsessivo de ser usada por vários homens ao mesmo tempo, de ser banhada em porra até se afogar e de ser tratada como uma putinha submisso de verdade. Era uma loucura. Nos corredores do colégio, você via ela com o uniforme impecável, tirando as melhores notas, mas na intimidade do quarto dela, era uma completa e absoluta promíscua que transbordava safadeza pelos poros.
Imaginar o corpinho dela, miúdo e perfeito, submetido a essas barbaridades fez meus níveis de testosterona dispararem pra um ponto doentio. Comecei a bater uma como um maldito louco, procurando na internet exatamente o que ela me descrevia. Meu histórico encheu de vídeos hardcore: hordas de negões enormes com paus monstruosos destruindo as partes íntimas de minas magras mas gostosas, idênticas à minha namorada secreta. Ela mesma começou a agir como minha fornecedora de pornô; toda semana me recomendava categorias novas, deixando claro o gosto doentio dela por ver paus gigantescos arrebentando mulheres indefesas.
Logo viramos dois viciados, dois doentes alimentando a depravação um do outro com links, áudios picantes e confissões sujas. Foi aí que ela me apresentou ao mundo dos PMV (Porn Music Videos): clipes frenéticos de sexo hardcore editados no ritmo de música pesada e alucinante que te derretiam o cérebro.
— Isso é só o começo, love... — ela sussurrou uma noite num áudio que me fez tremer —. Quero que a gente leve isso pro próximo nível. Quero ver se você é mesmo o homem que diz ser.
Aceitei sem pensar duas vezes, completamente cego pela luxúria. Assim começaram as semanas dos desafios, uma dinâmica de controle e submissão digital que me deixava à beira do abismo.
Enquanto isso, manter minha vida normal virou um tormento. Eu tava tão superestimulado que já não conseguia controlar minhas ereções nem minha vontade de gozar a toda hora. A necessidade de me aliviar era física e dolorosa. Com minha namorada de verdade, a coisa virou puramente animal; toda vez que A gente se via, e eu já arrastava ela pra foder com uma urgência que assustava e excitava ela ao mesmo tempo. A desesperação até me fez quebrar meus próprios limites na casa da minha tia: quando o tesão batia forte e a gente não podia sair, eu tirava notas da carteira e pagava pro meu primo idiota desocupar o quarto por umas horas. Ele pegava o dinheiro com aquele sorriso de bosta e vazava, deixando o cômodo livre pra eu meter a pica na minha mina na mesma cama onde, noites antes, o ar tava pesado de tanto tesão. Eu tava perdendo o controle, e o pior é que eu tava adorando.Parte 4: Mudanças e o cinto de castidadeO excesso de estimulação começou a cobrar um preço fodido no meu corpo. Uma parada estranha e frustrante tava rolando: toda vez que eu tava com minha namorada de verdade, eu penava pra manter a pica dura. A simples presença do corpo nu dela, que antes me deixava louco, já não bastava pra ativar meu cérebro derretido pelo pornô extremo. Pra conseguir dar conta e ficar firme, fui obrigado a apelar pra truques desesperados: deixava o celular ligado de fundo com os vídeos hardcore no mudo ou colocava a música frenética dos PMV pra que o ritmo acendesse meu cérebro. Pra piorar, quando conseguia meter nela, eu gozava em dois minutos. Era patético.

Minha namorada, claro, não demorou pra perceber a mudança.

— Amor... o que que cê tem? Tá durando nada — ela falou uma tarde, me olhando entre preocupada e frustrada enquanto limpava o esperma da barriga.

— É o estresse da escola, a pressão das provas finais e o isolamento na casa da minha tia, juro. Tá me queimando a cabeça — menti, me safando como dava. Ela acreditou, mas a culpa durou pouco. Minha mente já pertencia a outra pessoa.

Os desafios semanais com minha namorada virtual tinham virado um vício incontrolável. Ela me obrigava a cumprir missões cada vez mais bizarras, arriscadas e excitantes. Mandava eu ir pra escola sem cueca, sentindo o roçar da calça do uniforme direto na minha pica hipersensível durante as aulas; me mandava bater uma contra o relógio nos banheiros públicos do colégio ou me trancar nos chuveiros depois da educação física pra gozar pensando nela. O desafio mais tarado era na minha própria casa: tinha que esperar meu primo terminar de bater uma, ouvir os gemidos dele, e bem na hora que ele se limpava e se ajeitava pra dormir, eu tinha que começar a me tocar na minha cama, inundando o quarto com o cheiro fresco da nossa porra acumulada. Eram humilhações bestas na aparência, mas deixavam minha pica dura igual pedra.

Foi nesse ponto sem volta quando a dinâmica deu uma virada sombria. Minha namorada virtual mudou as regras do jogo. Ela confessou que o novo fetiche absoluto dela era a dominação e submissão do homem. Eu, completamente cego pelo tesão e convencido de que tinha o controle total da situação por estar atrás de uma tela, entrei na dela sem hesitar.
—Fica tranquilo, você vai fazer exatamente o que eu mandar —ela ordenou num texto que arrepiou minha pele.
Começamos com coisas leves, testando minha resistência. Ela me proibiu de bater punheta a menos que ela desse a permissão explícita pelo chat; me mandou ignorar minha namorada de verdade por dois dias inteiros, inventando qualquer desculpa, e me obrigou a consumir pornô de submissão e empregadas. Mas a escala não parou por aí. O conteúdo que ela me enviava começou a mudar para ohipno-sissye o condicionamento mental. Nas telas dos vídeos já não tinham negrões de pau grande, mas sim imagens piscando, música hipnótica de baixa frequência e minas gostosas mas com pinto pequeno dando ordens diretas de humilhação. No começo, me convenci de que não era nada demais, que eram só mulheres com um plus e que eu ainda era o macho da história.Parte 5: O pacote e as mudanças físicasDurante aquelas semanas, o clima ficou pesado e distorcido. Uma tarde, enquanto tentava comer minha namorada de verdade num dos nossos encontros desesperados, notei no rosto dela uma careta de insatisfação e estranheza que me gelou o sangue. Ela se afastou um pouco, me olhando com desânimo.
—Não leva a mal, amor... mas tem algo estranho aí embaixo —ela soltou, arrumando a saia—. Não é mais a mesma coisa. Não sei explicar, mas você não me preenche mais, não chega tão fundo. É como se tivesse encolhido.
Senti um golpe direto no meu orgulho. Fiquei vermelho de raiva e vergonha, tentando disfarçar o pânico que tomou meu corpo.
—Você tá louca, tá viajando na maionese —respondi, tentando soar durão. Pra calar a boca dela e desviar o assunto, empurrei ela contra a cama e desci direto pra boceta dela. Fiz um oral selvagem e desesperado até ela gozar tremendo. Com isso consegui que ela se calasse, mas a dúvida ficou cravada na minha cabeça igual um parasita.
Poucos dias depois, chegou na casa da minha tia um pacote no meu nome. Ela tinha enviado, minha dominadora virtual. Com o coração acelerado no peito, me tranquei no quarto e rasguei o embrulho. O que encontrei lá dentro me deixou gelado, com a boca seca e o pau pulsando de puro medo: eram autênticos artefatos de submissão. Um cinto de castidade de plástico rígido e aço, um kit de dilatadores anais de silicone preto, um tubo de lubrificante grosso e um dildo enorme, com uma forma e veias esculpidas de um jeito perturbadoramente realista.
Escrevi pra ela na hora, com as mãos tremendo. A resposta dela chegou na mesma hora, carregada com a frieza e o sadismo de uma dominatrix absoluta.Você vai colocar esse cinto agora mesmo, sua putinha., ordenava o texto.«Você vai usar cada maldito segundo que não estiver com sua namorada. Acabou a punheta pra você. E se um dia quiser sentir o prazer de gozar de novo, vai ter que aprender a fazer por trás, igual as putas dos vídeos. Que nem a vadia que você é.»Fiquei olhando pra tela, paralisado. Qualquer homem com um pingo de dignidade teria mandado ela pra puta que pariu e jogado tudo no lixo. Mas eu... a ideia de me ajoelhar e me sentir completamente inferior àquela mulher tão perfeita e desejada me deu um curto-circuito na mente. A submissão me excitava num nível doentio. Obedeci. Tranquei meu pau no dispositivo de castidade, sentindo o frio do plástico anular minha masculinidade, e entreguei a ela o controle do meu prazer.

Mas o jogo não terminava ali. Ela me impôs uma nova regra obrigatória: toda noite eu tinha que dormir reproduzindo uns vídeos que ela mesma editava com áudios de hipnose. Eram clipes estranhos, hipnóticos; mostravam mulheres lindas de corpos perfeitos, peitos redondos e bundas oleosas dançando na frente da câmera, mas nunca tinha penetração convencional. A única coisa que se via, uma e outra vez de forma frenética, eram garotas gostosas ajoelhadas, chupando paus monstruosamente grossos, venosos e suculentos, enquanto uma voz distorcida repetia no meu ouvido como era prazeroso se render a um pau grande.

Não dei importância no começo, achando que era só porno bizarro. Mas depois de algumas semanas de encerramento na castidade, de estimulação anal com os dilatadores e de engolir aquela hipnose noturna, o espelho me devolveu uma realidade aterrorizante e excitante.

Ao sair do banho, fiquei congelado olhando meu reflexo. Algo na minha anatomia tinha mudado. Não sei se era o efeito psicológico do pornô, os hormônios da obsessão ou o próprio cinto, mas meu corpo já não era mais o mesmo. Minha silhueta tinha ficado meio sensual, curvada; a pele dos meus ombros e abdômen estava porra de lisa ao toque, meus mamilos tinham inchado formando uns peitinhos nascentes e provocantes, meus traços faciais estavam mais finos, estilizados, e meus quadris tinham alargado sutilmente, dando à minha bunda uma forma redonda e provocante. Eu Olhava para as mãos e depois para os quadris, assustado, mas com uma ereção frustrada e presa que queimava por dentro. Eu estava me transformando no que ela queria.Parte 6: A ruptura e a submissão analUma parte de mim sabia que tudo aquilo não fazia sentido, que eu estava cruzando limites perigosos e que devia cortar aquilo pela raiz. Mas o vício psicológico era forte demais; a satisfação intensa e torta de ser dominado por uma mulher tão gostosa me mantinha completamente acorrentado.

A crise estourou uma tarde no quarto. Minha namorada de verdade e eu estávamos prestes a transar. Na minha cabeça, estimulado pelo tesão, eu sentia que tava durasso, mas quando ela passou a mão procurando minha virilha, a expressão dela mudou completamente. Ela apalpou confusa.

— Já tá duro, amor? — ela perguntou, me olhando com uma mistura de decepção e estranheza.

— Tô... bom, mais ou menos — respondi, engolindo seco.

Meu pau sempre foi pequeno quando mole, daquele tipo "time sangue", então precisava de muita estimulação pra chegar no tamanho real. Usando o cinto de castidade tantas horas por dia, eu não tinha notado uma mudança drástica a olho nu, mas era nos momentos de intimidade com ela que a verdade nua e crua aparecia: meu negócio tava atrofiando, ficando visivelmente menor e mais fraco por causa do confinamento.

Enquanto a gente ficava os dois em silêncio, encarando de forma patética minha ereção meia-bomba, a porta se abriu de repente. Era meu primo, que vinha saindo do banho com uma toalha mal amarrada na cintura; a gente não tinha percebido que ele tinha voltado mais cedo da faculdade. O descuido foi fatal. Quando viramos, a toalha do meu primo se abriu com o movimento, deixando a virilha dele à mostra por uns segundos.

Minha namorada cravou o olhar ali e os olhos dela se arregalaram. A decepção no rosto dela se transformou em algo pior quando ela confirmou, ao vivo e a cores, que o pau do meu primo era visualmente muito maior que o meu. Bem, na real não era questão de comprimento, mas ele era "time carne" e o negócio dele quando mole era grosso, pesado e massivo. O O contraste com minha rola pequena e frustrada foi devastador.
—O que foi, idiota?! Sai daqui! — gritei pro meu primo, descontando minha humilhação. Ele gaguejou uma desculpa com aquela cara de otário e fechou a porta na hora.
O estrago já tava feito. Minha namorada me olhou com um desprezo que me cortou até os ossos. O silêncio no quarto era sufocante.
—Acho melhor a gente dar um tempo — ela disse com uma voz gelada, cheia de frustração e raiva, enquanto se vestia às pressas.
Ver o desprezo dela me fez sentir estranho pra caralho, deu um curto-circuito na minha mente: eu tava tão anulado que nem reagi pra implorar ou me oferecer pra cuidar do prazer dela com a boca. Só fiquei ali, paralisado, vendo ela ir embora. Nos dias seguintes no colégio, ela me tratou com uma distância total. A comparação dolorosa com meu primo gordo tinha destruído minha imagem pra ela; claramente ela tinha parado de me ver como um macho, como um homem capaz de satisfazer ela.
Afundado na frustração e com a masculinidade em pedaços, busquei o único refúgio que me restava: meu romance virtual. Entrei naquela mesma noite e confessei pra minha dominatrix que tinha sido largado. Longe de ficar puta, a resposta dela foi estranhamente reconfortante, com uma doçura sádica.Tranquilo, minha putinha..., ele me escreveu.«Agora que aquela mulher te largou por não ser homem o suficiente, vamos fazer algo pra te animar e lembrar qual é o teu verdadeiro lugar»Em seguida, inundou o chat com vídeos tutoriais explícitos pra dilatar o cu e artigos detalhados que explicavam os benefícios prostáticos, o prazer da submissão e o quão gostoso era se entregar por completo. Me explicou passo a passo como usar o kit de silicone que tinha me mandado, me preparando psicologicamente pra quebrar minha última barreira de resistência. Sem namorada, humilhado e com o corpo se transformando, a ideia de me abrir e ser possuído pelos brinquedos da minha dona virou minha única e obsessiva prioridade.Parte 7: Descoberta do prazer anal e o colapsoNo começo, eu custava a processar o que estava fazendo, mas os tutoriais eram claros: explicavam com detalhe científico e tarado que o ânus masculino esconde uma zona erógena capaz de provocar orgasmos tão intensos que fariam qualquer experiência sexual convencional ser esquecida. Guiado por essa promessa e pela submissão cega à minha dona, dediquei as semanas seguintes a seguir as instruções à risca. Toda noite, enquanto meu primo dormia a poucos metros, eu me despia da cintura para baixo no escuro e começava a explorar minha própria anatomia.

Comecei me lubrificando com paciência, enfiando um dedo aos poucos, sentindo o anel de carne ceder com resistência. Em poucos dias, já eram dois dedos, e depois três. Em questão de semanas, meu corpo se adaptou por completo; aprendi a dominar os músculos do meu esfíncter, a relaxar sob pressão, a me higienizar perfeitamente e a me dilatar com uma facilidade que me assustava. Logo, os dedos já não eram suficientes e passei a usar osplugsanãis de silicone, deixando eles enfiados por horas enquanto eu estudava ou batia papo.
Paralelamente, minha mente acabou de se corromper. Meu consumo de pornô mudou completamente: agora meu histórico estava inundado exclusivamente de paus monstruosos, eretos e cheios de veias. Não me interessava mais por mulheres; a única coisa que conseguia acender os circuitos do meu cérebro viciado eram esses membros colossais. Eu me convencia de que me excitavam porque imaginava minha namorada virtual interagindo com eles, mas a verdade era mais sombria: me excitavam pelo puro desejo de ser eu quem os recebesse. Graças a essa morbidez doentia, consegui enterrar a lembrança da minha ex-namorada.
Os tamanhos dos brinquedos foram aumentando drasticamente. Teve noites inteiras em que não preguei o olho, consumido por sessões de masturbação anal que duravam horas. O ar do quarto ficava denso com o cheiro de lubrificante e o suor do meu corpo transformado. Eu enfiava e tirava os dedos e os plugs ritmicamente, provocando barulhos obscenos de sucção molhada, enquanto mordia o travesseiro e gemia bem baixinho, com o coração na boca, tomando cuidado para não acordar o idiota do meu primo. A voz do vídeo de hipnose tinha razão: eu tinha descoberto meus pontos mais sensíveis, e a estimulação direta na próstata era uma viagem de puro prazer elétrico e proibido.
Confessei cada avanço para minha dominatrix. Ela me encheu de elogios degradantes, me chamando de sua "putinha perfeita", e começou a me recomendar novas posições e vídeos de treinamento. Porém, chegou um ponto em que os dedos e os plugs médios já não saciavam o vazio da minha retaguarda. Chegou a hora de encarar o brinquedo principal: o enorme pau de plástico.
Até aquele momento, eu não tinha coragem de tocar nele. Uma parte do meu antigo orgulho masculino gritava que eu preferia morrer a me empalar com uma rola de borracha, mas agora minha realidade era completamente diferente. Não tinha namorada, carregava uma depressão profunda por causa da solidão e o abandono da minha família, minha ama virtual exigia que eu progredisse na minha submissão, e meu cu estava perfeitamente dilatado, lubrificado e pronto pra receber aquele calibre.
Eu me tranquei no banheiro com o ferrolho. Peguei o dildo e coloquei na borda da pia, bem ao lado do meu próprio pau. Ver aquele monstro de plástico superando completamente em grossura e tamanho a minha pequena e atrofiada rola me deu uma ereção instantânea e dolorosa debaixo do cinto de castidade. Levei ele até o rosto, admirando suas veias marcadas e sua textura; não era tão comprido quanto os dos vídeos extremos, mas era maciço, largo e perigosamente realista.
Lubrifiquei bem a virilha e a entrada do cu com bastante saliva e gel. Coloquei os fones de ouvido, tocando no volume máximo um PMV frenético cheio de paus latejantes que liquefazia meu senso de realidade. Nas telas, as garotas se entregavam por completo, e naquele transe, eu já não me sentia um homem; me via como mais uma gostosa, como uma extensão submissa da minha própria namorada virtual.
Completamente alucinado pelas imagens da tela, perdi a noção dos meus atos. Comecei me estimulando com os dedos pra abrir caminho, e num surto de pura luxúria, enfiei dois brinquedos pequenos de uma vez enquanto levava a base do pau de plástico à boca, chupando ele com desespero e babando ele todo. Quando o tesão me dominou, tirei os brinquedos do fundo do cu de uma só vez e encostei a cabeça enorme do dildo direto na entrada do meu ânus. Esfreguei ele umas duas vezes, sentindo o calor da minha própria carne pulsar, e simplesmente deixei meu peso cair sobre ele.
O dildo deslizou pro fundo das minhas entranhas sem a menor resistência, entrando por completo com um som molhado e delicioso que me fez revirar os olhos. Tirei ele com urgência, e senti claramente as paredes do meu cu se contraindo, sugando o vazio com um desespero animal. Me virei Completamente louco. Perdi o controle e comecei a meter e tirar de forma selvagem, bombando minha própria bunda contra a parede do banheiro, obcecado pela pressão massiva que batia na minha próstata no ritmo da música. O prazer ficou insuportável, uma onda de calor extremo que adormeceu minhas pernas. E então, de repente...Bam!Sem ninguém tocar na minha testa, com meu pau ainda preso e inútil, meu corpo desabou num espasmo violento. Minha mente explodiu em mil pedaços enquanto eu experimentava meu primeiro orgasmo.Travestipuramente anal: uma descarga involuntária, prolongada e devastadora que me deixou de joelhos no chão do banheiro, tremendo, escorrendo lágrimas de prazer e completamente quebrado.Parte 8: A traição e o clímaxO arrependimento me atingiu quase na hora. Depois daquele colapso no banheiro, me apressei pra guardar tudo, tomei um banho frio e tentei me convencer de que aquele seria o limite. Já tinha cumprido o desafio da minha dona virtual; era pra o jogo acabar ali. Mas o condicionamento já tava cravado na minha mente. Não aguentei nem uma semana antes de cair de novo. Uma vez por semana, eu me entregava ao prazer com aquele pau de plástico, consumido por uma rotina obscura da qual já não queria mais sair.
Minha mente acabou de vez quando chegou o próximo pacote: roupas femininas. Quando experimentei na frente do espelho, a transformação física ficou inegável. Minha silhueta, meus traços, a maciez da minha pele... já quase não sobrava nada do garoto de antes. Quando ela exigiu fotos explícitas usando as roupas e os brinquedos, a vergonha se dissolveu em pura excitação. Na minha cabeça, os limites da minha identidade se desconfiguraram: eu fantasiava que ela e eu acabaríamos sendo duas putas dividindo paus grandes e suculentos no futuro. Tava completamente alienado.
A partir daí, as missões no colégio ficaram ousadas. Eu me obrigava a ir pras aulas usando calcinha de mulher, levando oplugoculto ou controlado pelo vibrador que ela comandava à distância. Até me mandava entrar no banheiro feminino pra me masturar analmente, porque meu próprio pau já era totalmente inútil, uma rolinha atrofiada pela prisão da castidade.
Em casa, enquanto isso, tudo parecia seguir seu rumo normal. Eu continuava com meu vício doentio de me tocar logo depois que meu primo terminava o dele, sem me importar que o ar do quarto ficasse pesado. Mas o equilíbrio dessa convivência quebrou uma tarde. Minha tia me mandou chamar ele pra almoçar. Quando abri a porta, peguei ele de pau duro vendo pornô.femboyNós dois nos assustamos; ele tentou esconder o pau de forma desengonçada — que, apesar da gordura dele, era enorme, grosso e pesado, um verdadeiro "time da carne" — e gaguejou que só estava checando os músculos dele. Eu xinguei ele e fui embora, mas naquela noite não consegui dormir. Lembrando da humilhação com a minha ex-namorada, fiquei obcecado com o tamanho do meu primo. O tesão mudou de alvo: a presença real que dormia a dois metros de mim virou minha fixação mais obscura.
Então, o golpe final veio do mundo virtual: ela parou de responder. Do dia pra noite, a conta sumiu. OghostingFoi total. Fiquei desesperado, preso num corpo que eu já não reconhecia (com quadris largos, pele lisa e peitões avantajados) e com uma mente feita pra submissão. O vazio me arrastou a buscar alívio no quarto compartilhado. Os incidentes se multiplicaram: eu pegava meu primo pelado toda hora, ou dormindo nu com o pauzão dele caído na perna. Teve noites em que eu gozei usando o consolo só de ficar olhando pra silhueta dele. Sentia nojo de mim mesmo, mas não parei.
A loucura chegou ao ponto crítico numa madrugada. Deslizei da minha cama num silêncio absoluto e me aproximei da dele. Ao ver o membro dele pulsando, ainda com restos da sessão noturna, minha masculinidade evaporou. Me perguntei qual seria o gosto de uma pica tão usada e fedida. Peguei com cuidado; era tão grosso que minha mão mal conseguia envolver. Puxei o prepúcio, revelando uma cabeça imponente, e cheirei, absorvendo o calor que irradiava. Não aguentei mais: beijei ternamente e desci a língua até as bolas pesadas dele. Comecei a chupar com um cuidado extremo pra não acordá-lo, até que ele, meio dormindo, gozou direto na minha boca. O gosto grosso e quente me fez reagir; parei e fui dormir, convencido de que meu orgulho me salvaria de ir além.
Mas a resistência durou pouco. Na noite seguinte repeti o ritual, e assim por semanas, transformando aquilo no meu vício secreto... até que um dia, meu brinquedo de plástico sumiu. O terror me paralisou. Quem tinha pego? Minha tia? Meu primo? Passei dias insensível, morrendo de medo mas também de abstinência, até que minha vontade quebrou de vez.
Sem meu brinquedo, a necessidade me arrastou de novo pra cama dele na escuridão. Me escafedi no silêncio e, depois de lamber pra preparar, montei nele. Usando toda a experiência e a flexibilidade que meu cu tinha ganhado nesses meses, fui deslizando sobre o pau do meu primo com movimentos sutis mas brutais. A diferença com O plástico era uma loucura; cada estocada de verdade parecia um choque elétrico. Acelerei o ritmo, dando sentadas frenéticas, tapando a boca com a mão pra abafar os gemidos enquanto minha piroquinha soltava o pouco de esperma que restava. Meu cu ficou totalmente aberto, pulsando e pedindo mais, mas meu corpo não aguentava mais. Desci de quatro, terminei de limpar com uma última mamada até ele gozar de novo, e me mandei pra minha cama.
Voltei pros lençóis tremendo de prazer, certo de que tinha cometido o crime perfeito. Adormeci com a boca amarga e o corpo destruído, convencido de que tinha me aproveitado do sono pesado dele e que ele nunca, jamais, tinha descoberto o que rolava naquela escuridão.Parte 9: A revelação e o destino finalNa sexta-feira à tarde, o silêncio da casa parecia diferente. Meu primo, com aquele jeito desajeitado dele, coçando a nuca e sem olhar nos meus olhos, soltou o aviso: minha tia tinha viajado no fim de semana e só voltaria no sábado. Estávamos completamente sozinhos. Eu ignorei, como vinha fazendo ultimamente, e caminhei pelo corredor que levava ao nosso quarto. Foi aí que eu congelei. Jogado no chão, em plena luz do dia, estava meu brinquedo desaparecido.

Antes que eu pudesse processar a surpresa ou o medo de ter sido descoberto, meu primo falou de trás. A voz dele continuava a mesma de sempre, meio baixa e desajeitada, mas dessa vez não tinha dúvida nas palavras. Gaguejando um pouco, com uma timidez quase infantil, ele me olhou de lado e me chamou de "puta".

Eu me virei, indignado, tentando manter a compostura e me fazer de desentendido, mas ele avançou em direção ao objeto. Com as mãos meio trêmulas de nervoso, abaixou a calça. Quando ficou exposto à luz do dia, o impacto me deixou sem fôlego. Não era só a impressão de ver a anatomia massiva dele a seco; foi o baque de realidade ao perceber que a forma, as veias e o design do meu brinquedo favorito eram uma réplica exata, só que sutilmente reduzida, do próprio pau dele.

— D-desculpa se te fiz isso... — ele disse, olhando pro chão de um jeito preguiçoso e esfregando o braço —, mas já era. Vingança cumprida.

A confusão me deixou tonto. Num segundo, todas as peças do quebra-cabeça se encaixaram da forma mais torta possível. Ele sabia de tudo. Com a mesma cara de bobo, começou a confessar que me invejava desde o primeiro dia, que não entendia como alguém com um pau menor que o dele podia pegar uma mina daquele jeito. Me explicou, de um jeito bem ingênuo mas macabro, que tinha me visto bater punheta várias vezes e que descobriu meu potencial.femboy, que era seu fetiche mais sagrado. Com toda naturalidade, me contou que por isso criou a namorada falsa, pra me separar da minha parceira, e que ficou surpreso de eu topar todos os desafios. Ele mesmo tinha planejado toda minha transformação mental e física durante a convivência, misturando o próprio sêmen e estrogênio no meu café da manhã.

O peso da traição me encheu de uma raiva cega. Quis pular em cima dele, quebrar a cara dele na porrada, mas meu corpo já não era o mesmo. Quando tentei avançar com violência, minhas pernas fraquejaram e acabei tropeçando, caindo de joelhos no chão, completamente indefeso e com o rosto a centímetros do pau dele. O calor da presença física dele me inundou. Ele, meio assustado com minha queda mas sem se afastar, esfregou o membro na minha cara de um jeito sutil.

Eu estava tremendo, um turbilhão de culpa e desejo colidindo na minha cabeça. Antes que eu pudesse processar, o pau vigoroso dele roçou meus lábios, deslizando com firmeza dentro da minha boca. Aceitei com uma mistura de surpresa e submissão; assim que senti o gosto salgado e masculino dele, desabei por completo. Comecei a chupar desesperadamente, me entregando ao ritmo do quadril dele. Ele, com uma contradição deliciosa entre o rosto arrependido e a firmeza dos atos, acariciou meu cabelo e sussurrou:

— Muito bem... muito obrigado. Continua assim, você é uma putinha boa.Sou uma boa puta., repeti mentalmente pra mim mesmo, sentindo um arrepio de puro prazer. Segundos depois, ele gozou lá no fundo da minha garganta. Engoli cada gota daquele leite grosso com uma devolução absoluta.
Quando terminou, me levantou do chão. Com aquela timidez que ainda carregava, começou a me dar instruções precisas, imitando exatamente o comportamento da minha namorada virtual.
—Vista como a minhawaifufavorita —ordenou com voz trêmula, mas firme—. Coloca o colar e o plug.
Obedeci satisfeito, sentindo minha identidade se dissolver. Já não era eu; tinha me tornado seu brinquedo submisso. Quando voltei, ele me segurou pela cintura, arrancou o plug com um puxão seco e substituiu de imediato pela dureza do pau dele. Cambaleei com a invasão, mas ele me segurou, metendo com força de cima pra baixo. Abracei ele com desespero enquanto me possuía, meu rosto refletindo uma expressão de pura degeneração e felicidade.
No meio do clímax, a campainha ecoou pelas paredes. Longe de parar, ele me carregou com as pernas enroladas na cintura dele, andando até a entrada sem tirar a rola de dentro. Antes de abrir, me fez descer de joelhos pra continuar chupando a cabeça do pau, uma técnica que eu já dominava perfeitamente.
Do outro lado da madeira, a voz da minha namorada rompeu o silêncio. Ela veio cobrar, com o mesmo tom de desprezo de sempre:
—Tá aí? Quero que a gente resolva as coisas... Já vem o baile e não tenho com quem ir. Não me deixa no ridículo.
Naquele instante, meu primo abriu a porta de par em par. A cena ficou completamente exposta: eu, de joelhos no chão, com um sorriso lascivo e o pau grosso do meu primo enchendo minha boca, olhando fixo pra ela. O desprezo da minha namorada se transformou em puro terror. Ela soltou um grito abafado e saiu correndo, traumatizada.
Meu primo bateu a porta com força, me olhou de cima a baixo enquanto o membro dele ainda pingava saliva na minha boca, e coçando a nuca, disse:
—Pô... desculpa por isso.
Tirei devagar a cabeça do pau dos lábios, deixando um fio de saliva, e sorri pra ele com devoção:
—Sem problema nenhum. Vamos, continua... Quero que você me encha de novo com todo seu leite.
Meu primo não se fez de rogado. Ao ver minha submissão total depois do escândalo com minha namorada, os olhos dele escureceram, perdendo qualquer traço da timidez de antes. Ele agarrou o colar de couro que eu tava usando, me forçando a levantar a cabeça enquanto a saliva dele ainda escorria dos meus lábios, e me arrastou de volta pra sala.
—Se comportou feito uma puta bem corajosa ali na porta —sussurrou com a voz rouca, colando o corpo no meu—. Você merece que eu te encha bem.
Me empurrou contra o encosto do sofá, me deixando de quatro. O plug que ele tinha tirado antes tava no chão, mas meu corpo já tava todo lubrificado e receptivo, pulsando de antecipação. Ele se posicionou atrás de mim. Dava pra sentir o calor escaldante da rola grossa dele roçando nas minhas nádegas, procurando a entrada. Com um único empurrão firme e decidido, ele se enterrou em mim até o talo.
Um gemido agudo escapou da minha garganta. A sensação de ser preenchida foi tão intensa que minha visão ficou turva. Ele não esperou eu me acostumar; começou a me meter com um ritmo selvagem, quase violento, fazendo meus peitos balançarem e o som molhado dos nossos corpos se chocando ecoar pelo quarto inteiro. Era um eco deliciosamente sujo.
—Se olha... —ofegou ele, me dando um tapa forte na bunda que deixou a marca vermelha dos dedos na minha pele—. Com a roupa do meuwaifuRota, aberta pro teu primo. Que puta safada você é.Sim, sou sua putinha... pensava, cravando as unhas na almofada do sofá enquanto minha mente se afogava em puro prazer doentio. A humilhação de saber que minha namorada acabara de nos ver só funcionava como um afrodisíaco perfeito, acendendo cada fibra do meu corpo.
Ele mudou o ângulo, me inclinando mais para o chão e puxando meu cabelo pra trás pra me obrigar a olhar pra ele. As estocadas agora eram curtas, rápidas e profundas, batendo na minha área mais sensível uma e outra vez. Eu mantinha uma expressão de completa loucura, com os olhos semiabertos e a língua pra fora, ainda saboreando o gosto da gozada anterior dele.
O calor no quarto era sufocante, o ar cheirava a sexo, suor e fluidos. Senti o orgasmo me tomando; minhas paredes internas começaram a se contrair espasmodicamente em volta do pau dele, aprisionando ele. Ele percebeu. A respiração dele ficou irregular e as batidas ficaram desesperadas.
— Vou gozar... — ele grunhiu, enfiando uma última vez com toda força, cravando os dedos nas minhas cadeiras—. Vou gozar dentro, putinha!
Um segundo depois, senti a maravilhosa e ardente invasão. Meu primo se contraiu contra minhas costas, gemendo alto enquanto o pau gordo dele pulsava dentro de mim, descarregando jato após jato de porra quente no fundo do meu cu. Eu gozei junto, tremendo sem controle, desabando no sofá num clímax que me deixou sem forças.
Ficamos assim por uns momentos, juntos, ouvindo só nossas respirações ofegantes. Quando ele finalmente se retirou com um som molhado, um fio branco e grosso começou a escorrer lentamente pelas minhas coxas. Virei de costas, exausta mas com um sorriso de total satisfação, pronta pra o que ele quisesse me pedir depois.

fim

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