CORRUPÇÃO NEGRA C1

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André abriu os olhos devagar, sentindo o peso de um sono profundo que ainda não queria soltar ele. O quarto estava tomado por uma luz dourada e quente que entrava pela janela sem cortinas, desenhando padrões luminosos sobre as caixas de papelão empilhadas contra as paredes. O ar cheirava a madeira nova, poeira de mudança e um leve toque de tinta fresca. Era a primeira manhã dele na casa nova, uma casa onde iam começar a construir o amor deles, a família deles, a felicidade deles.CORRUPÇÃO NEGRA C1Andres e Camila, pra eles um novo começo. Mesmo depois de tantos anos juntos, finalmente decidiram começar a vida a dois. Andrés esticou a mão pro lado esquerdo da cama, procurando o corpo quentinho da Camila. Só encontrou lençóis frios e amassados. Franzindo a testa de leve, ainda meio grogue do cansaço acumulado do dia anterior. Sentou-se na cama com um grunhido baixinho, passando a mão no cabelo bagunçado. Olhou pro relógio do celular: 6h30. Andres— Camila... murmurou com a voz rouca. Levantou-se, sentindo os músculos reclamando do esforço de ter carregado caixas até altas horas da noite. Caminhou descalço até a porta, pisando no chão frio de madeira. Andres— Camila? — chamou um pouco mais alto. Da cozinha veio a voz alegre e cantada dela, sempre cheia de energia: Camila— Amor, tô na cozinha! Um sorrisinho brotou nos lábios do Andrés. Essa era a sua Camila. Sempre ativa, sempre positiva, mesmo quando tudo ao redor era uma bagunça. Lembrou por um segundo como se conheceram, ainda uns pivetes, e como, nove anos depois, continuavam juntos, agora com o plano de virar marido e mulher. Já tavam planejando o casamento antes mesmo de chegar na casa nova. Esse pensamento aqueceu o peito dele. Foi pro banheiro, lavou o rosto com água fria pra acordar de vez e se olhou no espelho por um instante. Tinha umas olheiras leves, mas também um brilho de esperança. Saíram da cidade natal cheios de sonhos. Agora só faltava conseguirem se casar de vez e a vida dar uma chance pra eles. Caminhou até a cozinha, guiado pelos cheiros. O aroma do café passado na hora se misturava com ovos mexidos, bacon crocante, pão torrado e um toque doce de suco de laranja. Camila tava de costas.rabaoMovendo-se com aquela graça natural que sempre o tinha apaixonado. Ela usava um roupão, que ficava sexy e curtinho, e o cabelo escuro e lindo preso numa toalha bagunçada. Quando ouviu seus passos, virou-se com um sorriso radiante e correu até ele. Camila — Bom dia, meu amor! — exclamou, abraçando-o forte e dando um beijo suave na bochecha. Andrés a envolveu com os braços, aspirando seu cheiro de shampoo e de lar. Andrés — Bom dia, querida — respondeu com a voz ainda rouca de sono —. O que te deixou tão feliz hoje? Camila se afastou um pouco, olhando para ele com aqueles olhos brilhantes que ele tanto amava. Camila — O que me deixou feliz? — riu baixinho —. Finalmente temos nossa própria casa, Andrés. Já estamos, já moramos juntos… a única coisa que falta riscar da lista é... Ela apontando para o dedo anelar de um jeito fofo e brincalhão. Camila — o que pode ser melhor do que isso? Andrés olhou ao redor. A cozinha era pequena, as caixas ainda estavam empilhadas nos cantos e mal dava para se mexer. Mesmo assim, ela via tudo com otimismo. Andrés — Não acredito que você ainda está tão animada vendo toda essa bagunça pra arrumar — disse ele com um meio sorriso. Camila deu de ombros, ainda abraçada na cintura dele. Camila — Não me importo. Olho pra isso e fico ainda mais feliz… porque estou com você. Andrés sentiu uma onda de carinho. Aproximou-se mais, beijando o pescoço dela com ternura enquanto sua mão descia devagar pelas costas, procurando a curva do quadril. Seus dedos roçaram a borda da camiseta, subindo um pouco pela coxa dela. Camila soltou uma risadinha e deu um tapinha suave na mão dele, virando-se com uma expressão entre meiga e brava, como uma mãe repreendendo carinhosamente seu filho. Camila — Ei… calma, você sabe que a gente não pode — disse com suavidade. Andrés levantou as sobrancelhas, fingindo inocência. Andrés — O que foi que eu fiz de errado? Ela olhou para ele com aquela doçura que o desarmava. Camila — Sei que já moramos juntos, somos adultos e que podemos ter um pouco mais de liberdade... mas você sabe como é, vou ser virgem até casar, ok? E além disso, a gente tem um monte de coisa pra fazer e a última coisa que a gente devia estar pensando agora é em sexo... não é hora pra pensar nisso. Andrés suspirou, mas não insistiu. Chegou mais perto de novo, mais calmo, e pediu com voz suave: Andrés — Pelo menos me dá um beijo na boca, vai? Camila revirou os olhos com carinho, ficou na ponta dos pés e deu um beijo curto, mas cheio de afeto. Depois sorriu feito uma criança. Camila — Te amo — sussurrou. Andrés — Acho que não tanto quanto eu te amo — respondeu ele. Camila serviu os pratos. A ilha da cozinha estava tão cheia de caixas que mal cabiam dois. Enquanto comiam, o celular de Camila tocou sem parar. Ela procurou no meio da bagunça, agitada mas animada, e atendeu. Camila — Alô? Sim, é ela... Sim, eu me candidatei pra vaga... Sério? Hoje mesmo? — Os olhos dela brilharam —. Perfeito! Sim, estarei lá. Muito obrigada. Desligou e soltou um grito de alegria, pulando no lugar. Andrés olhou pra ela com um sorriso enorme. Camila — Me aceitaram! — exclamou, se jogando nos braços dele — É a equipe de basquete juvenil! Vou ser fisioterapeuta deles! Andrés abraçou ela forte, contagiado pela felicidade dela. Andrés — Tô muito orgulhoso de você, amor. Você merece. Camila se afastou um pouco, olhando toda a bagunça ao redor. Camila — Desculpa te deixar sozinho com tudo isso... Andrés — Não se preocupa — interrompeu ele com carinho —. Eu cuido disso. Além do mais, tenho três entrevistas virtuais hoje. Vai lá e brilha. Ela deu um beijo carinhoso e demorado nele, cheio de gratidão, e correu pra tomar banho e se arrumar. Andrés terminou de tomar café, lavou os pratos e se preparou pras entrevistas. Enquanto Camila cantava no chuveiro, pura emoção, ele sorriu com carinho. Tudo ia dar certo. Tinha que dar certo. Depois de se despedirem e sair correndo porque tava atrasada, Camila estacionou o carro na frente do moderno centro esportivo da equipe.interracialO coração dela batia forte. Ela se olhou uma última vez no espelho retrovisor: o cabelo solto, mas com aquele tom dourado brilhando espetacularmente, um vestido xadrez cinza que se ajustava discretamente às curvas dela e uma blusa branca simples, mas elegante. Respirou fundo, pegou a bolsa e desceu. O lugar era imponente. O prédio principal tinha janelões enormes que deixavam ver as quadras iluminadas. O cheiro de borracha das quadras, suor limpo e desinfetante pairava no ar quente da tarde. Dava pra ouvir sons distantes de bolas quicando, apitos e gritos de incentivo. Ninguém a esperava na entrada. A recepcionista indicou onde ficava a sala do diretor, e Camila caminhou sozinha pelo corredor. Ao passar por uma sala enorme, onde se ouvia o som de uns pesos se movendo com a porta entreaberta, o olhar dela parou sem querer.cuck
cuckoldLá dentro, um cara alto e extremamente musculoso tava fazendo exercício de tronco. Tava sem camisa, só com um short preto de basquete. Os ombros largos e os braços cheios de veias ficavam tensos a cada repetição. O suor brilhava na pele escura dele. Era uma visão imponente, quase animal. Camila ficou uns segundos olhando pra ele, impressionada com a potência e disciplina que ele passava. O cara virou a cabeça de leve e os olhos deles se encontraram por um instante. Ela desviou o olhar rápido, sentindo um nervosismo leve, e continuou andando. Chegou na sala do diretor. O homem, uns 50 anos, recebeu ela com um sorriso profissional. Diretor — Camila, bem-vinda. Senta aí, por favor. Durante quase quarenta minutos, eles falaram sobre os termos do contrato. Ele explicou o salário, os horários, a responsabilidade na recuperação dos jogadores e a possibilidade de fazer sessões privadas na casa dos caras mais importantes quando eles tivessem lesões, também pagas. Também confirmou que ela teria acesso total à academia, piscina e todas as instalações. Diretor — Além disso, você vai viajar com o time quando precisar — completou o diretor —. Tá de acordo com tudo? Camila concordou com a cabeça, animada mas nervosa. Camila — Sim, senhor. Tô pronta pra começar. Ela assinou os documentos e o diretor se levantou. Diretor — Beleza. Vamos, vou te apresentar pro time. Enquanto caminhavam pra quadra principal, o diretor falou com um tom casual Diretor — Mesmo usando o uniforme oficial, te recomendo se vestir um pouco mais… confortável. Os caras respondem melhor quando sentem proximidade. Camila franziu a testa de leve, mas não falou nada. Quando chegaram na quadra, o treino tava a todo vapor. O barulho era ensurdecedor: tênis rangendo, bolas batendo no aro, gritos de incentivo. Os jogadores eram jovens, altos, atléticos e cheios de energia. Quando o diretor parou o treino pra apresentar a nova fisioterapeuta, ele a apresentou, vários olharam com interesse descarado. Alguns assobiaram baixinho, outros sorriram com malícia. Diretor —Ela é a Camila, nossa nova fisioterapeuta. Sei que é gostosa, mas tratem ela com respeito— disse o diretor ironicamente. Camila sorriu com ironia, mas com profissionalismo, e falou com voz clara: Camila —Estou aqui pra ajudar vocês a render ao máximo e se recuperar o mais rápido possível. Qualquer incômodo, por menor que seja, podem me falar sem problema. O treino continuou. Camila ficou de lado observando. Ficou realmente impressionada com a intensidade e o talento que via. Um dos jogadores se destacava claramente dos outros, era o homem que horas antes ela observou impressionada na academia da instalação, aquele era o Darius. Era rápido, poderoso, dominante na quadra. Cada vez que atacava a cesta parecia imbatível. De repente, numa jogada explosiva, Darius fez um corte rápido em direção à cesta. Teve um mal apoio. Ouviu-se um grito seco de dor.humilhacaoDarius —Ahh! Porra!
Darius caiu no chão segurando a parte interna da coxa direita, perto da virilha. Camila reagiu na hora e correu até ele.
Camila —Tirem ele do campo —ordenou com voz firme.
Levaram ele até um banco lateral. Darius estava suado, respirando ofegante, com o rosto contraído. Camila se ajoelhou na frente dele.
Camila —Sou a Camila, a nova fisioterapeuta. Onde exatamente tá doendo?
Darius —Aqui… —ele rosnou, apontando pro adutor—. Senti um puxão forte.esposa putaEla começou a examiná-lo com profissionalismo. As mãos dela apalpavam o músculo com cuidado. Ao mexer a perna dele pra avaliar o movimento, os dedos dela roçaram sem querer a área bem perto da virilha dele. Ela sentiu claramente o volume grosso e pesado por baixo do short. Levantou o olhar por um segundo e deu de cara com os olhos intensos do Darius. Nenhum dos dois disse nada. Camila engoliu seco, desviou o olhar e continuou a avaliação, mantendo a expressão o mais profissional possível. Camila —Parece uma distensão no adutor. Vamos aplicar gelo e compressão agora mesmo. Amanhã te avalio melhor. Você devia descansar o resto do treino. Darius encarou ela por mais alguns segundos, com um sorrisinho arrogante. Darius —Valeu, doutora… —falou com a voz baixa e rouca. Camila se levantou, sentindo um arrepio descendo pelo pescoço, mas atribuiu aquilo ao nervosismo do primeiro dia. Depois que o treino terminou, Camila saiu do centro esportivo com uma mistura de empolgação e cansaço. O sol da tarde ainda esquentava o estacionamento. Entrou no carro, fechou a porta e soltou um longo suspiro, apoiando a cabeça no volante por alguns segundos. Ainda sentia nos dedos o calor da pele do Darius quando examinou ele. Balançou a cabeça, tentando se livrar daquela sensação estranha; ela achava que era nojo o que sentia, mas pelo visto não era. Pra parar de pensar, discou o número do Andrés. Andrés —Amor? —atendeu ele no segundo toque, com a voz cansada. Camila —Oi… já saí —falou ela, tentando soar animada—. Como foram as entrevistas? Andrés soltou uma risada seca e amarga. Andrés —Sete entrevistas… e nada. Me falaram de tudo: que sou muito novo, que não tenho experiência suficiente, que procuram perfis mais seniores… Tô de saco cheio, Camila. Como é que você conseguiu trampo tão rápido e eu não? Camila sentiu uma pontada no peito. Talvez ele não tivesse falado no tom que ela ouviu, mas sabia o quanto o Andrés tava se esforçando. Camila —Tranquilo, meu amor… isso é só o começo. Algo bom vai sair, você vai ver. Hoje foi muito bem no primeiro dia e me falaram que tem bônus por viagens e sessões privadas. Vamos ficar bem. Andrés suspirou Andrés —Tomara. Aliás, minha mãe confirmou o jantar de amanhã. Ela disse que nos espera às 20h. Você vai conseguir? Camila —Sim, claro, depois que chegar do trabalho me troco e a gente vai. Andrés —Tá bom, o que você vai fazer agora? Camila —Só vou chegar em casa, me trocar e dar uma organizada. Não se preocupa. Andrés —Te amo —disse ele com a voz mais suave. Camila —Te amo mais —respondeu Camila com um sorriso. Desligou e ficou uns segundos olhando pela janela. Depois ligou o carro e foi pra casa. Ao chegar, a casa ainda era uma bagunça de caixas, mas ela colocou a mão na massa com energia. Arrumou a cozinha, pendurou alguns quadros, fez a cama do quarto principal. Enquanto trabalhava, não conseguia evitar lembrar do momento em que revistou Darius, disse que o que estava pensando não era certo e que tinha que ir se confessar. Camila —Foi só um toque. Não significa nada —disse pra si mesma. Às 19h30, Andrés chegou depois, visivelmente exausto. Tomou um banho rápido e desceram juntos pra jantar. No jantar, Camila foi carinhosa e participativa, mas na mente dela estava meio estranha. Andrés, alheio a tudo, só conseguia pensar em como arrumar um trampo decente pra não se sentir tão inútil. Naquela noite, enquanto se deitavam na casa nova, Camila olhando pro teto do novo lar, abraçada de lado com Andrés, deu um beijo suave nele. Camila —Tudo vai melhorar —sussurrou ela. Depois se virou pra dormir de conchinha.valentaoContinua... Espero que tenham gostado e que tenha sido do agrado de vocês, espero que possam me apoiar com seus pontos e comentários, abraços 🔥🔥

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