Fala, galera! Quero contar uma história que me arrependo, mas ao mesmo tempo não. Contexto: dois anos atrás, transei com minha mãe, ela chama Carmen, e juro que não queria fazer, mas a tentação me venceu. Minha mãe não tava no juízo perfeito porque tava até o talo de bêbada. Ela é daquelas que quando enche a cara muda de personalidade, não sabe o que faz ou fala, e no dia seguinte não lembra de nada. Minha mãe sempre curtiu bagunça, zoação, é do tipo festeira, mas como isso aconteceu? Bom, uma tarde, umas 4h da tarde, cheguei em casa porque tava treinando basquete com meus amigos numa quadra perto de casa. Quando chego, vejo minha mãe se maquiando, usando um vestido roxo não tão curto. Perguntei pra onde ela ia, e ela disse: "Vou numa festa, meu bem." Eu: "Vai sozinha? Meu pai não vai?" Carmen: "Falei pra ele, mas ele não quis, você sabe como ele é. Lembra que ele tá no turno da noite? Não deram folga pra ele." Meu pai é daqueles que não curte barulho, e ainda trabalha de noite, por isso ela falou isso. Aí minha mãe disse que não ia chegar tarde, e foi embora. E olha, ela demorou pra caralho, tive que fazer minha janta sozinho. Bateu 8h, 9h, 10h, e nada dela chegar. Eu já tava quase dormindo até que ouvi baterem na porta. Levantei, abri a porta, e lá estava minha mãe, muito bêbada, mas com outra senhora. Vieram deixar ela porque minha mãe não conseguia voltar sozinha. A outra senhora não tava bêbada e disse que veio deixar ela aqui em casa. Agradeci, e a senhora foi embora de táxi. Tive que carregar minha mãe apoiada nos meus ombros porque ela tava cambaleando e rindo sem parar. Não entendia o que ela falava, e a boca e o vestido dela fediam a álcool. Não tenho certeza, mas acho que até vomitou, porque senti o vestido dela molhado, ou não sei se derrubaram uma dose nela. Tive que levá-la até a cama dela. Aqui começa a parte quente: comecei a tirar a roupa dela... O vestido dela não era pra eu me aproveitar, mas pra ela dormir sem ficar fedendo. Mas quando tirei, me surpreendi: ela tava de sutiã e calcinha branca de renda, e vamos dizer que minha mãe tinha um corpaço. Parei de olhar com tesão, mas ela tava me encarando de olho semicerrado e rindo, ainda bêbada.
Carmen: "Safado, o que cê tá fazendo comigo? Por que cê tá me pelando? Cê gosta do meu corpo?"
Eu comecei a rir de nervoso, com medo dela ficar brava, mas não foi assim. Tentei me soltar, mas ela me puxou e me enlaçou com as pernas. Tentei me afastar, mas ela não deixava eu ir. Ela só ria igual criança, como se fosse uma brincadeira. Aí ela tirou o sutiã e eu vi os dois peitões dela, grandes, macios e lindos. Eu já tava começando a ficar excitado e o pau subiu, e ela percebeu porque começou a esfregar o quadril.
Carmen: "O que foi, coração? Não gostou dos peitos da mamãe? São seus, docinho."
Nesse ponto, eu me deixei levar e peguei nos peitos dela. Ela começou a suspirar e gemer baixinho. Ela tentou tirar minha camisa, e eu deixei. Já tava muito excitado e não ligava mais pra nada. Fiquei nu e tirei a calcinha dela. E, nossa, a buceta dela tava molhada e peluda. Subi em cima dela, e ela me enlaçou de novo com as pernas. Enfiei só a pontinha, e ela começou a gemer.
Carmen: "Mete tudo, docinho."
Meti tudo e comecei a comer ela. A buceta dela apertava meu pau, e os gemidos dela eram agudos e engraçados. Mas também senti que ela tava abusando, porque começou a arranhar minhas costas. Como ela tinha unhas postiças, ardia pra caralho. Mas eu devolvi na mesma moeda: chupei os dois peitos e mordi eles. Comi ela com força, tanto que nossos corpos começaram a bater e fazer barulho. Ela não parava de me apertar com as pernas e gemer. Peguei nas bochechas dela e toquei os lábios. Ela mordeu meu dedo e chupou. Não aguentei mais e beijei ela na boca. Ela correspondeu ao beijo, mas me deu um pouco de nojo porque a boca e os lábios dela tinham gosto de álcool. Mas depois... A puta me mordeu os lábios e eu devolvi, mordendo os lábios dela também. A gente transou uns 30 minutos, mas percebi uma coisa: ela foi ficando com sono aos poucos, acho que por causa do álcool. As pernas dela foram afrouxando, mas eu não deixei cair. Levantei uma perna dela e continuei metendo até que ela apagou de vez. Dava pra manipular o corpo dela, então continuei comendo ela com força, dava tapas na bunda e beijava quando queria, até que gozei dentro dela. E aí começou minha preocupação. Enchi a buceta dela de porra e me toquei. Tirei meu pau na hora, mas acabei jorrando na barriga dela. Fiquei pensando numa possível gravidez, um monte de coisa passou pela cabeça, mas quase não dei importância, achando que não era possível. Minha mãe continuava dormindo, sem saber de nada. Eu queria continuar comendo ela, então olhei pra bunda e pro cu dela. Tentei ir por ali, coloquei meu pau no cu dela e tentei enfiar, mas não consegui. Abri a bunda dela, mas sei lá, não deu, haha. Aí comecei a me masturbar do lado dela, tocando o corpo dela, enfiando meus dedos na buceta e pegando nos peitos dela, e tive a ideia de jogar minha porra na cara dela. Primeiro foi nos lábios, depois no rosto, e aí nos peitos. Ela continuava dormindo, num sono pesado. Eu já tava suado e cansado, meu pau já tava doendo um pouco, haha. Olhei a hora e já era o dia seguinte, umas 1:20 da madrugada. Deitei abraçando ela. Aí começa a parte difícil, porque quando acordei, eram 6:00 da manhã e minha mãe já não tava mais na cama, nem a roupa dela. Eu me toquei, levantei rápido e me vesti. Procurei minha mãe e ela tava no banho. Não falei com ela e fui pra cozinha. Quando ela me viu, falou comigo, mas sem vontade, muito seco. A voz dela tava rouca, acho que de ressaca, mas percebi várias coisas: ela me olhava de canto, não puxava mais conversa e tava distante. Quando a gente comeu, ela não quis falar comigo nem sobre o assunto, mas eu queria saber o que tava rolando.
Eu: Mãe, cê tá bem?
Carmen: Tô bem, come, por favor.
Eu: Cê tá puta? Pelo que aconteceu ontem, Carmen: "Não quero falar sobre isso, por favor, come logo!" Se ela estava puta, e acreditem, achei que ela fosse contar pro meu pai. Eu já estava suando frio e me dei por morto, mas não, não sei se ela teve pena de mim. Minha mãe não quis falar comigo por duas semanas, e acho que até fez terapia, porque dizia pro meu pai que ia numa psicóloga. Na terceira semana, eu já tava de saco cheio e, quando ficamos sozinhos, encarei ela. Ela não queria nem me olhar, e começamos a discutir feio. Falamos um monte de coisas, coisas que não vou escrever, mas insisti em recuperar nosso vínculo, jurando que não ia se repetir. Ela não acreditou, e naquele dia não consegui nada. Mas continuei insistindo, sendo gentil e tratando ela bem. No aniversário dela, dei um vestido bonito, e aí, finalmente, a raiva dela começou a diminuir. Não desisti e, aos poucos, voltamos a nos falar, até que conversamos direito sobre o assunto. Ela se desculpou pela nossa briga anterior, mas também pediu desculpas por ter se comportado daquele jeito bêbada. Juramos nunca mais tocar no assunto e superar isso. Hoje, dá pra dizer que estamos de boa, mas notei outra coisa: ela não bebe mais álcool. Bebe, sim, mas quantidades mínimas. Parece que o ponto fraco dela é a bebida, e olha que ela era de tomar umas 4 garrafas de cerveja mega. Foi um parto nos reconciliarmos, ficamos uns dois meses brigados. Juro que achei que nunca mais íamos nos falar. Mas vou contar uma coisa óbvia: adoraria repetir isso com ela, mas não sei mais como. Falar bonito ou beber cerveja definitivamente não funciona mais. E se eu conseguir, seria pra brigar de novo, e não quero isso. Melhor eu arrumar uma mina. Mas me digam vocês, o que acham?
Carmen: "Safado, o que cê tá fazendo comigo? Por que cê tá me pelando? Cê gosta do meu corpo?"
Eu comecei a rir de nervoso, com medo dela ficar brava, mas não foi assim. Tentei me soltar, mas ela me puxou e me enlaçou com as pernas. Tentei me afastar, mas ela não deixava eu ir. Ela só ria igual criança, como se fosse uma brincadeira. Aí ela tirou o sutiã e eu vi os dois peitões dela, grandes, macios e lindos. Eu já tava começando a ficar excitado e o pau subiu, e ela percebeu porque começou a esfregar o quadril.
Carmen: "O que foi, coração? Não gostou dos peitos da mamãe? São seus, docinho."
Nesse ponto, eu me deixei levar e peguei nos peitos dela. Ela começou a suspirar e gemer baixinho. Ela tentou tirar minha camisa, e eu deixei. Já tava muito excitado e não ligava mais pra nada. Fiquei nu e tirei a calcinha dela. E, nossa, a buceta dela tava molhada e peluda. Subi em cima dela, e ela me enlaçou de novo com as pernas. Enfiei só a pontinha, e ela começou a gemer.
Carmen: "Mete tudo, docinho."
Meti tudo e comecei a comer ela. A buceta dela apertava meu pau, e os gemidos dela eram agudos e engraçados. Mas também senti que ela tava abusando, porque começou a arranhar minhas costas. Como ela tinha unhas postiças, ardia pra caralho. Mas eu devolvi na mesma moeda: chupei os dois peitos e mordi eles. Comi ela com força, tanto que nossos corpos começaram a bater e fazer barulho. Ela não parava de me apertar com as pernas e gemer. Peguei nas bochechas dela e toquei os lábios. Ela mordeu meu dedo e chupou. Não aguentei mais e beijei ela na boca. Ela correspondeu ao beijo, mas me deu um pouco de nojo porque a boca e os lábios dela tinham gosto de álcool. Mas depois... A puta me mordeu os lábios e eu devolvi, mordendo os lábios dela também. A gente transou uns 30 minutos, mas percebi uma coisa: ela foi ficando com sono aos poucos, acho que por causa do álcool. As pernas dela foram afrouxando, mas eu não deixei cair. Levantei uma perna dela e continuei metendo até que ela apagou de vez. Dava pra manipular o corpo dela, então continuei comendo ela com força, dava tapas na bunda e beijava quando queria, até que gozei dentro dela. E aí começou minha preocupação. Enchi a buceta dela de porra e me toquei. Tirei meu pau na hora, mas acabei jorrando na barriga dela. Fiquei pensando numa possível gravidez, um monte de coisa passou pela cabeça, mas quase não dei importância, achando que não era possível. Minha mãe continuava dormindo, sem saber de nada. Eu queria continuar comendo ela, então olhei pra bunda e pro cu dela. Tentei ir por ali, coloquei meu pau no cu dela e tentei enfiar, mas não consegui. Abri a bunda dela, mas sei lá, não deu, haha. Aí comecei a me masturbar do lado dela, tocando o corpo dela, enfiando meus dedos na buceta e pegando nos peitos dela, e tive a ideia de jogar minha porra na cara dela. Primeiro foi nos lábios, depois no rosto, e aí nos peitos. Ela continuava dormindo, num sono pesado. Eu já tava suado e cansado, meu pau já tava doendo um pouco, haha. Olhei a hora e já era o dia seguinte, umas 1:20 da madrugada. Deitei abraçando ela. Aí começa a parte difícil, porque quando acordei, eram 6:00 da manhã e minha mãe já não tava mais na cama, nem a roupa dela. Eu me toquei, levantei rápido e me vesti. Procurei minha mãe e ela tava no banho. Não falei com ela e fui pra cozinha. Quando ela me viu, falou comigo, mas sem vontade, muito seco. A voz dela tava rouca, acho que de ressaca, mas percebi várias coisas: ela me olhava de canto, não puxava mais conversa e tava distante. Quando a gente comeu, ela não quis falar comigo nem sobre o assunto, mas eu queria saber o que tava rolando.
Eu: Mãe, cê tá bem?
Carmen: Tô bem, come, por favor.
Eu: Cê tá puta? Pelo que aconteceu ontem, Carmen: "Não quero falar sobre isso, por favor, come logo!" Se ela estava puta, e acreditem, achei que ela fosse contar pro meu pai. Eu já estava suando frio e me dei por morto, mas não, não sei se ela teve pena de mim. Minha mãe não quis falar comigo por duas semanas, e acho que até fez terapia, porque dizia pro meu pai que ia numa psicóloga. Na terceira semana, eu já tava de saco cheio e, quando ficamos sozinhos, encarei ela. Ela não queria nem me olhar, e começamos a discutir feio. Falamos um monte de coisas, coisas que não vou escrever, mas insisti em recuperar nosso vínculo, jurando que não ia se repetir. Ela não acreditou, e naquele dia não consegui nada. Mas continuei insistindo, sendo gentil e tratando ela bem. No aniversário dela, dei um vestido bonito, e aí, finalmente, a raiva dela começou a diminuir. Não desisti e, aos poucos, voltamos a nos falar, até que conversamos direito sobre o assunto. Ela se desculpou pela nossa briga anterior, mas também pediu desculpas por ter se comportado daquele jeito bêbada. Juramos nunca mais tocar no assunto e superar isso. Hoje, dá pra dizer que estamos de boa, mas notei outra coisa: ela não bebe mais álcool. Bebe, sim, mas quantidades mínimas. Parece que o ponto fraco dela é a bebida, e olha que ela era de tomar umas 4 garrafas de cerveja mega. Foi um parto nos reconciliarmos, ficamos uns dois meses brigados. Juro que achei que nunca mais íamos nos falar. Mas vou contar uma coisa óbvia: adoraria repetir isso com ela, mas não sei mais como. Falar bonito ou beber cerveja definitivamente não funciona mais. E se eu conseguir, seria pra brigar de novo, e não quero isso. Melhor eu arrumar uma mina. Mas me digam vocês, o que acham?
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5 comentários - Fodi minha mãe e estraguei tudo