Os fatos que vou contar agora são totalmente reais. Pra preservar a intimidade de uma das pessoas envolvidas, a identidade dela foi trocada pelo nome de Diana, a pedido dela mesma. Tirando essa mudança e uns pequenos ajustes na narrativa pra facilitar a leitura, tudo aconteceu bem parecido com o que tá aqui. Essa história é a primeira de muitas que já vivi; se eu ver que vocês tão gostando, vou continuar atualizando. Era uma daquelas tardes de junho em que o calor parecia ter parado o tempo. Em Los Reyes, Estado do México, o ar mal se mexia e até as persianas pareciam conformadas em deixar passar a luz de um sol que já tava castigando o asfalto há horas. Eu e a Nadia também não tínhamos muito o que fazer. A gente já tava há um tempão pulando de um aplicativo pra outro no celular, sem conseguir me entreter com nada. Com meus sessenta anos, e dividindo a vida com a Nadia, a gente já não procurava mais as mesmas coisas que os outros. No fim, acabamos abrindo um daqueles aplicativos pra conversar com estranhos, procurando uma terceira peça pro nosso quebra-cabeça. Não era algo que a gente fizesse sempre desse jeito. Mas naquela tarde a gente queria algo diferente. Uma conversa que quebrasse a monotonia. Uma faísca inesperada. Uma submissa. Os primeiros minutos foram exatamente o que a gente esperava. Perfis vazios. Gente que não sabia o que queria. Conversas que mal duravam uns segundos antes de a gente deslizar o dedo e passar pra próxima. Quando a gente já tava pensando em fechar o aplicativo, apareceu uma mensagem simples. — Oi. Não tinha nada de especial. Nem uma frase engraçada nem uma foto chamativa. Só um cumprimento. Mas bastaram umas trocas de mensagens pra nossa intuição de anos dizer que, dessa vez, do outro lado tinha uma mina de verdade. As apresentações tiveram que botar as cartas na mesa. — Gilberto e Nadia. Sessenta anos. Somos de Los Reyes, EdoMex. Ela respondeu com uma mistura de surpresa e naturalidade. Era uma jovem de Toluca, de pele branca e quente, muito bonita e com um corpo lindíssimo que contrastava com nossa maturidade. Por questões de privacidade, nessa história vou chamá-la simplesmente de Diana. Não sabíamos praticamente nada mais sobre ela. E, mesmo assim, tinha algo na timidez dela que fazia a gente não querer passar para o próximo chat. Nunca gostamos de conversas intermináveis para chegar ao mesmo lugar. Preferimos que a outra pessoa saiba desde o início quem tem na frente e o que a gente procura. Então fui direto, com a Nadia lendo do meu lado. — Você topa brincar com a gente? A resposta dela demorou uns segundos. Ela não disse que sim. Também não disse que não. Respondeu que não era algo que costumava fazer, muito menos com um casal mais velho e desconhecido. Depois acrescentou uma pergunta. — Que tipo de brincadeira vocês estão procurando? Eu e a Nadia sorrimos sem perceber. Era exatamente a pergunta que esperávamos. Respondi com sinceridade, sem rodeios, falando pelos dois. Disse que procurávamos uma garota submissa com vontade de gozar para a gente, me confessei como um homem dominante que, junto com a esposa, queria curtir uma putinha jovem e obediente. A conversa ficou em silêncio de novo. Um silêncio curto. Mas suficiente. Finalmente apareceu uma única palavra. — Porra. Aquela resposta dizia muito mais do que qualquer explicação. Não era uma recusa. Era surpresa. Era curiosidade. E, talvez, também o reflexo de uma porta que a Diana mantinha fechada há muito tempo e que acabava de se entreabrir diante da maturidade e da autoridade da nossa proposta. Com o passar dos minutos, entenderíamos que a Diana sempre foi uma mulher tímida, mas com um vulcão de verdade entre as pernas. A pele branca e quente dela escondia uma curiosidade enorme por descobrir partes de si mesma que nunca tinha tido chance de explorar, e a ideia de se submeter a um casal experiente a desconcertava tanto quanto a excitava. Não precisávamos perguntar, dava para perceber pelo jeito que ela escolhia cada palavra, nas pausas. Nos mensagens que eu escrevia e apagava antes de enviar. Havia interesse, mas também medo. A conversa foi avançando com uma naturalidade que nenhum dos três esperava. Entre uma pergunta e outra, acabamos nos descrevendo mais a fundo. Ela nos detalhou seu corpo lindo, aquela juventude que incendiava nosso sangue. Aos poucos, fui marcando o ritmo, sob o olhar cúmplice de Nadia. Pedi para Diana acariciar a buceta dela por cima da calcinha; não queria que ela tirasse ainda, queria que se sentisse suja, que a entreperna sentisse todo aquele calor contido, toda aquela umidade desejando ser dominada por dois adultos que sabiam exatamente o que estavam fazendo. Diana, usando dois dedos, levou a mão direto ao clitóris. Riscar o tecido da calcinha preta fio-dental contra a pele branca dela foi uma descarga genuína. Não era a primeira vez que ela se tocava, nem a primeira vez que imaginava ser dominada, mas essa era a primeira vez que obedecia de verdade a um casal, que não precisava pensar em nada, só ler a tela do celular e acatar o que uma mulher e um homem de sessenta anos mandavam do outro lado do estado. Nessa altura, a buceta dela já era um rio. Diana confessou que sentia pulsar, que tinha pequenas contrações. Ela não chega ao orgasmo assim tão fácil, mas a gente soube encontrar cada palavra para fazê-la se sentir suja, e era exatamente disso que ela precisava; há anos reprimia seu verdadeiro eu. Pedi que ela tirasse a calcinha, que contasse como sentia a buceta. Diana confessou que estava encharcada, que a mão deslizava sem problema pela pele quente. Mandei ela enfiar dois dedos; a resposta foi um: *"pffff que delícia como entram, tá tudo tão molhado"*. Meu pau nessa altura já estava durasso, cheio de líquido pré-ejaculatório, e Nadia me acariciava com impaciência. Já fazia um tempo que a gente tinha decidido que gozaria para ela. Quis dar mais um passo e, com o apoio de Nadia, ordenei açoitar a buceta dela. Acho que esse foi o antes e o depois de tudo. Naquele momento, Diana começou a entender que já não era só uma brincadeira de garotos da idade dela. Sem pensar muito, levantou uma mão e, timidamente, se açoitou. Eu, convencido de que aquele tapa não tinha sido o mais forte que ela aguentava, sem olhar pra ela, falei que não; que queríamos que ela se açoitasse de verdade, que obedecesse aos mais velhos. No segundo tapa, ela não hesitou. Levantou o braço e, com a palma da mão, bateu com violência na buceta dela. O som da mão batendo na carne aberta e molhada, a dor que aos poucos se transformou em prazer, fez ela perder o sentido. Seguindo as ordens de dois desconhecidos, Diana começou a açoitar a própria buceta com violência, entregando a juventude e a submissão dela à nossa experiência. Ela sentia a virilha ardendo; o clitóris completamente inchado recebia cada tapa com vontade. Diana não aguentou mais e confessou que ia gozar, que não dava mais. Mas ainda não era a hora dela. Falei que, se quisesse gozar, teria que pedir permissão pra nós dois, que pra isso, naquele momento, ela era nossa putinha. Simplesmente esperei, ordenando que ela não parasse de tocar o clitóris, que continuasse, mas que nem pensasse em gozar ainda. Não tínhamos pressa nenhuma. No fim, tivemos pena dela. Ela tinha se comportado bem e, pra uma garota tão nova e pouco acostumada com essas coisas, tinha merecido a recompensa. Dei sinal verde e a buceta dela não demorou a começar a se contrair, gozando como uma putinha no cio, ofegante, com as pernas tremendo e faltando ar no quarto dela lá em Toluca. Naquele instante, quando os espasmos ainda não tinham terminado, pedi uma foto do corpo lindo dela pra gozar por cima. Ainda tomada pela excitação e pelo orgasmo que acabara de ter, ela mandou sem hesitar. Na hora, liguei minha câmera e, com a Nadia do meu lado admirando a beleza branca da Diana na tela, segurei meu pau. Deixamos a Diana ver como, aos poucos, minhas bolas de sessenta anos foram soltando chicotadas de porra inundando a foto dela: o rosto, os peitos e todo o corpo jovem. Diana, ainda com a buceta encharcada, recebeu aquele vídeo sem esperar. Ver a imagem dela coberta de porra de um homem maduro, com o consentimento da mulher dele, fez uma nova descarga inundar ela. A vontade de ter toda aquela experiência dentro dela fez ela ficar puta de novo. A coisa já tinha chegado ao fim e a comunicação ia acabar. Os dois lados sabiam que, uma vez que desconectássemos, talvez nunca mais nos encontrássemos, mas Diana não podia deixar isso acontecer. Pela primeira vez, ela se sentiu viva, entregue a uma maturidade que a dominava sem julgá-la. Antes de desconectar, ela deixou o contato dela; não pediu nada, só deixou ali, caso um dia Gilberto e Nadia quisessem ter de novo uma novinha submissa para eles no Estado do México. Eu anotei o contato enquanto Nadia sorria ao meu lado. A gente tinha que esperar e dar tempo ao tempo. Se quiséssemos conhecer e moldar Diana de verdade, teríamos que fazer devagar. Muito devagar. ### A Entrada e as Novas Regras A viagem desde Toluca tinha sido um percurso cheio de silêncios e pulsações aceleradas. Diana chegou em Los Reyes ainda vestindo o uniforme da escola que acabara de largar: a saia plissada, a blusa branca bem enfiada e as meias escolares. Aquele uniforme representava tudo que ela estava deixando para trás: as aulas, as expectativas da família e o futuro que outros tinham planejado para ela. Ao cruzar a porta da casa de Gilberto e Nadia, o peso da decisão fez ela tremer, mas a pele branca e quente dela já mostrava os estragos de uma excitação submissa que não conseguia conter. Gilberto e Nadia esperavam por ela. Aos sessenta anos, o casal irradiava uma autoridade tranquila, calejada pela experiência e pelos anos de trabalho. Eles ganhavam a vida nos mercados da região, vendendo lingerie e roupas íntimas, um negócio que dava a eles não só o sustento, mas um olho Clínico absoluto para os tamanhos, os tecidos e os corpos. —Tira isso —ordenou Gilberto, quebrando o silêncio assim que deu duas voltas na fechadura. Diana piscou, intimidada pela presença física dos dois. Nadia se aproximou, deu uma volta em volta dela, avaliando-a com o olhar, e assentiu. —Você não é mais uma estudante, Diana. Essa roupa não te pertence mais, nem a vida que ela representa —disse Nadia com voz firme, mas calma—. Se despir. Aqui você começa do zero. Com as mãos trêmulas e sob o olhar severo dos seus donos, Diana começou a desabotoar a blusa. Deixou a saia e as meias caírem no chão, ficando só de calcinha e sutiã no meio da sala. Gilberto pegou o uniforme escolar, colocou num saco preto de lixo e amarrou com força. O despojamento era total. Nadia voltou do quarto com uma caixa de plástico média. Era mercadoria de feira: pechinchas, sobras de lingerie que não tinham vendido por pequenos defeitos ou peças escolhidas especialmente para o corpo da garota. —Essa vai ser sua farda daqui pra frente —disse Nadia, tirando um conjunto de renda preta, uma camisola de alças bem justa e um par de sandálias simples—. Nessa casa você não precisa de roupa de rua. Vai usar o que a gente vende, o que a gente escolhe pra você. Diana vestiu as peças de saldo sob a supervisão de Nadia, que ajustou as alças com uma brusquidão profissional. A renda barata, mas provocante, contrastava com o calor da pele branca dela. Ela se sentia exposta, marcada como uma posse. Gilberto, sentado na poltrona, contemplava a cena com profunda satisfação; a juventude de Diana se encaixava perfeitamente no molde que eles tinham desenhado. Foi então que Gilberto tirou umas folhas impressas e as colocou sobre a mesa. —Vem de joelhos, Diana. É hora de você conhecer o regulamento e suas obrigações —ordenou o Dono. A garota não hesitou. Apoiou os joelhos no chão e avançou até os pés de Gilberto. Com o olhar baixo, assimilando seu novo papel. Nadia se colocou de pé ao lado do marido, cruzando os braços. Gilberto começou a ler as regras com voz pausada:
* **Primeiro: A Identidade.** Sua vida anterior em Toluca está morta. Não tem celular, não tem redes sociais, não tem ligações para a família sem supervisão e permissão prévia.
* **Segundo: A Palavra.** Você está proibida de falar a menos que te perguntem algo diretamente ou precise relatar o cumprimento de uma tarefa. Você vai se dirigir a nós como 'Amo Gilberto' e 'Ama Nadia'.
* **Terceiro: A Postura.** Na intimidade da casa, você vai ficar nua ou vestindo apenas a lingerie de saldo que a Ama Nadia te designar. Seu corpo está disponível para o prazer do Amo no momento em que ele decidir.
Nadia tomou a palavra para explicar as tarefas da casa, o preço que Diana devia pagar pela estadia e pela proteção:
— A gente sai muito cedo pro tianguis pra montar a barraca. Suas obrigações começam às cinco da manhã — sentenciou Nadia. — Você vai cuidar da limpeza total da casa: varrer, passar pano, tirar o pó e deixar a comida pronta pra quando a gente voltar. Além disso, você mesma vai lavar, remendar e dobrar a roupa de saldo e a lingerie que a gente trouxer do tianguis pra venda do dia seguinte. Se uma única peça estragar sob seus cuidados, vai ter castigo.
Diana, com o peito ofegante pela submissão e a camisola de saldo roçando suas curvas, assentiu do chão.
— Entendeu as regras, Diana? — perguntou Gilberto, estendendo a mão para que ela depositasse um beijo em seus dedos em sinal de submissão.
— Sim, Amo Gilberto. Sim, Ama Nadia — respondeu com um fio de voz, sentindo o vulcão na sua buceta acender de novo, completamente entregue à maturidade dos seus novos donos em Los Reyes.
### O Primeiro Dia e a Disciplina do Cinto
A madrugada em Los Reyes foi gelada pra Diana, acostumada com o clima de Toluca, mas o frio não era nada comparado ao reviravolta que sua vida deu em menos de vinte e quatro horas. Às cinco da manhã, Nadia a acordou com um toque firme no ombro. Não houve bom dia. Nadia, agindo como uma mentora severa e absoluta, livre de qualquer traço de ciúmes, começou a educação de sua nova submissa. — Hoje você vai aprender a servir, Diana. Um corpo gostoso não adianta nada se não sabe ser útil — sentenciou Nadia enquanto entregava a ela uma camisola de liquidação de renda branca, tão curta que mal cobria a bunda de pele clara e quente —. Primeiro, o café. O Amo Gilberto toma forte; eu, com um toque de porra. Mantenha o olhar baixo. Você não tem direito de olhar nos nossos olhos a menos que a gente mande. Minutos depois, a cozinha se encheu do aroma do café. Com as pernas tremendo pelo frio da manhã e os nervos à flor da pele, Diana se ajoelhou na frente do sofá onde Gilberto, o patriarca e amo absoluto, esperava com sua presença imponente de sessenta anos. Com as mãos trêmulas, Diana se inclinou para limpar os sapatos de trabalho de Gilberto com um pano, sentindo o olhar fixo do homem sobre sua nuca. Ao terminar, se levantou para servir as xícaras na mesa onde Nadia observava cada movimento com rigidez maternal, avaliando a postura da jovem, garantindo que ela mantivesse os ombros caídos em sinal de submissão. — Vão pro mercado tranquilos. A casa vai estar impecável — sussurrou Diana, com a voz baixa como tinha sido ordenado. Durante o dia todo, enquanto os amos trabalhavam na barraca vendendo lingerie, Diana se dedicou às tarefas de casa. Lavou à mão montanhas de roupa de liquidação e lingerie que o casal tinha trazido para consertar. Suas mãos, antes acostumadas a lápis e cadernos da escola, se desgastaram com o sabão em barra. Limpou, passou pano e preparou a comida, mantendo a camisola de liquidação que a fazia se sentir completamente exposta na casa vazia. O vulcão entre as pernas pulsava forte; o medo de falhar e a vontade de agradar seus Maduros amos se misturavam numa submissão que a consumia. Às sete da noite, a porta se abriu. Gilberto e Nadia voltaram arrastando o cansaço da feira, exigindo na hora sua recompensa: ser atendidos e venerados pela sua submissa. Diana correu pra cozinha servir o café quente pra aliviar o cansaço dos seus donos. O esgotamento e o nervosismo pregaram uma peça nela. Ao se aproximar do sofá da família, a mão tremeu demais e umas gotas de café fervendo saltaram da xícara, derramando direto na calça de Gilberto e na saia de Nadia. O silêncio que tomou a sala foi de cair o cu da bunda. —Você é uma inútil! —exclamou Nadia, cuja disciplina de mãe virou pura severidade—. É assim que cuida de quem te dá um teto? Falta aprender respeito e cuidado. Gilberto não disse uma palavra. Levantou com o peso e a autoridade dos seus sessenta anos, desabotoou o cinto de couro grosso e o barulho da fivela de metal saindo das presilhas fez Diana cair de joelhos, soluçando, com a pele branca arrepiada de terror. —Deita no sofá, Diana. De barriga pra baixo —ordenou Gilberto com uma voz gelada, sádica, que não aceitava resposta. Diana obedeceu na hora, subindo no móvel e levantando a camisola curta de liquidação, deixando as nádegas brancas, limpas e duras completamente à mostra. Nadia se posicionou na frente, segurando as mãos dela pra mantê-la firme na posição, observando e comandando a cena com um brilho de controle absoluto nos olhos. A primeira cintada rasgou o ar e bateu com violência nas nádegas de Diana. —Ahg! Desculpa, Amo! —gritou a jovem, arqueando as costas enquanto a dor ardente se espalhava pela pele, deixando uma marca vermelha na hora. —Silêncio. Não te dei permissão pra falar —berrou Gilberto antes de soltar a segunda cintada, seguida de uma terceira e uma quarta. O castigo foi implacável. O cinto de couro castigava a juventude de Diana, Transformando a dor numa humilhação tão profunda que acabou acendendo a submissão dela de forma masoquista. As nádegas dela ardiam, cobertas de linhas vermelhas e quentes, enquanto a Nadia a obrigava a ficar parada, lembrando com voz calma por que ela merecia cada golpe. Quando o Gilberto terminou, a Diana estava ofegante, com lágrimas escorrendo pelas bochechas e a buceta completamente encharcada, tendo gozado só da pura dor e submissão diante da maturidade dos donos dela. — Isso vai te manter atenta — disse o Gilberto, guardando o cinto. — Agora, pro seu lugar. A Nadia pegou ela pelo braço e a guiou pro quintal dos fundos. A noite tinha caído em Los Reyes. Num canto do concreto, debaixo do céu frio, a Nadia tinha arrumado uma casinha de plástico pequena, daquelas de brinquedo pra criança. — Esse é o seu espaço a partir de hoje, Diana — disse a Nadia, apontando pra estrutura de plástico onde mal caberia ela enroscada. — Cachorras que não sabem servir não dormem debaixo do mesmo teto que os donos. Entra. A Diana, com as nádegas doloridas das cintadas do Gilberto e vestindo só a camisola de renda toda arruinada, se arrastou de quatro pra dentro da casinha de plástico. Se encolheu contra o chão frio do quintal, tremendo, mas com o coração batendo descontrolado. Sabia que a vida dela em Toluca tinha desaparecido pra sempre; agora era só uma propriedade, a submissa do Gilberto e da Nadia, pronta pra ser moldada na base de porrada e lingerie barata. Essa história é real, é mais um tipo de anedota. Se você gostou, pode me escrever em srnorbertovelazquez@gmail.com
* **Primeiro: A Identidade.** Sua vida anterior em Toluca está morta. Não tem celular, não tem redes sociais, não tem ligações para a família sem supervisão e permissão prévia.
* **Segundo: A Palavra.** Você está proibida de falar a menos que te perguntem algo diretamente ou precise relatar o cumprimento de uma tarefa. Você vai se dirigir a nós como 'Amo Gilberto' e 'Ama Nadia'.
* **Terceiro: A Postura.** Na intimidade da casa, você vai ficar nua ou vestindo apenas a lingerie de saldo que a Ama Nadia te designar. Seu corpo está disponível para o prazer do Amo no momento em que ele decidir.
Nadia tomou a palavra para explicar as tarefas da casa, o preço que Diana devia pagar pela estadia e pela proteção:
— A gente sai muito cedo pro tianguis pra montar a barraca. Suas obrigações começam às cinco da manhã — sentenciou Nadia. — Você vai cuidar da limpeza total da casa: varrer, passar pano, tirar o pó e deixar a comida pronta pra quando a gente voltar. Além disso, você mesma vai lavar, remendar e dobrar a roupa de saldo e a lingerie que a gente trouxer do tianguis pra venda do dia seguinte. Se uma única peça estragar sob seus cuidados, vai ter castigo.
Diana, com o peito ofegante pela submissão e a camisola de saldo roçando suas curvas, assentiu do chão.
— Entendeu as regras, Diana? — perguntou Gilberto, estendendo a mão para que ela depositasse um beijo em seus dedos em sinal de submissão.
— Sim, Amo Gilberto. Sim, Ama Nadia — respondeu com um fio de voz, sentindo o vulcão na sua buceta acender de novo, completamente entregue à maturidade dos seus novos donos em Los Reyes.
### O Primeiro Dia e a Disciplina do Cinto
A madrugada em Los Reyes foi gelada pra Diana, acostumada com o clima de Toluca, mas o frio não era nada comparado ao reviravolta que sua vida deu em menos de vinte e quatro horas. Às cinco da manhã, Nadia a acordou com um toque firme no ombro. Não houve bom dia. Nadia, agindo como uma mentora severa e absoluta, livre de qualquer traço de ciúmes, começou a educação de sua nova submissa. — Hoje você vai aprender a servir, Diana. Um corpo gostoso não adianta nada se não sabe ser útil — sentenciou Nadia enquanto entregava a ela uma camisola de liquidação de renda branca, tão curta que mal cobria a bunda de pele clara e quente —. Primeiro, o café. O Amo Gilberto toma forte; eu, com um toque de porra. Mantenha o olhar baixo. Você não tem direito de olhar nos nossos olhos a menos que a gente mande. Minutos depois, a cozinha se encheu do aroma do café. Com as pernas tremendo pelo frio da manhã e os nervos à flor da pele, Diana se ajoelhou na frente do sofá onde Gilberto, o patriarca e amo absoluto, esperava com sua presença imponente de sessenta anos. Com as mãos trêmulas, Diana se inclinou para limpar os sapatos de trabalho de Gilberto com um pano, sentindo o olhar fixo do homem sobre sua nuca. Ao terminar, se levantou para servir as xícaras na mesa onde Nadia observava cada movimento com rigidez maternal, avaliando a postura da jovem, garantindo que ela mantivesse os ombros caídos em sinal de submissão. — Vão pro mercado tranquilos. A casa vai estar impecável — sussurrou Diana, com a voz baixa como tinha sido ordenado. Durante o dia todo, enquanto os amos trabalhavam na barraca vendendo lingerie, Diana se dedicou às tarefas de casa. Lavou à mão montanhas de roupa de liquidação e lingerie que o casal tinha trazido para consertar. Suas mãos, antes acostumadas a lápis e cadernos da escola, se desgastaram com o sabão em barra. Limpou, passou pano e preparou a comida, mantendo a camisola de liquidação que a fazia se sentir completamente exposta na casa vazia. O vulcão entre as pernas pulsava forte; o medo de falhar e a vontade de agradar seus Maduros amos se misturavam numa submissão que a consumia. Às sete da noite, a porta se abriu. Gilberto e Nadia voltaram arrastando o cansaço da feira, exigindo na hora sua recompensa: ser atendidos e venerados pela sua submissa. Diana correu pra cozinha servir o café quente pra aliviar o cansaço dos seus donos. O esgotamento e o nervosismo pregaram uma peça nela. Ao se aproximar do sofá da família, a mão tremeu demais e umas gotas de café fervendo saltaram da xícara, derramando direto na calça de Gilberto e na saia de Nadia. O silêncio que tomou a sala foi de cair o cu da bunda. —Você é uma inútil! —exclamou Nadia, cuja disciplina de mãe virou pura severidade—. É assim que cuida de quem te dá um teto? Falta aprender respeito e cuidado. Gilberto não disse uma palavra. Levantou com o peso e a autoridade dos seus sessenta anos, desabotoou o cinto de couro grosso e o barulho da fivela de metal saindo das presilhas fez Diana cair de joelhos, soluçando, com a pele branca arrepiada de terror. —Deita no sofá, Diana. De barriga pra baixo —ordenou Gilberto com uma voz gelada, sádica, que não aceitava resposta. Diana obedeceu na hora, subindo no móvel e levantando a camisola curta de liquidação, deixando as nádegas brancas, limpas e duras completamente à mostra. Nadia se posicionou na frente, segurando as mãos dela pra mantê-la firme na posição, observando e comandando a cena com um brilho de controle absoluto nos olhos. A primeira cintada rasgou o ar e bateu com violência nas nádegas de Diana. —Ahg! Desculpa, Amo! —gritou a jovem, arqueando as costas enquanto a dor ardente se espalhava pela pele, deixando uma marca vermelha na hora. —Silêncio. Não te dei permissão pra falar —berrou Gilberto antes de soltar a segunda cintada, seguida de uma terceira e uma quarta. O castigo foi implacável. O cinto de couro castigava a juventude de Diana, Transformando a dor numa humilhação tão profunda que acabou acendendo a submissão dela de forma masoquista. As nádegas dela ardiam, cobertas de linhas vermelhas e quentes, enquanto a Nadia a obrigava a ficar parada, lembrando com voz calma por que ela merecia cada golpe. Quando o Gilberto terminou, a Diana estava ofegante, com lágrimas escorrendo pelas bochechas e a buceta completamente encharcada, tendo gozado só da pura dor e submissão diante da maturidade dos donos dela. — Isso vai te manter atenta — disse o Gilberto, guardando o cinto. — Agora, pro seu lugar. A Nadia pegou ela pelo braço e a guiou pro quintal dos fundos. A noite tinha caído em Los Reyes. Num canto do concreto, debaixo do céu frio, a Nadia tinha arrumado uma casinha de plástico pequena, daquelas de brinquedo pra criança. — Esse é o seu espaço a partir de hoje, Diana — disse a Nadia, apontando pra estrutura de plástico onde mal caberia ela enroscada. — Cachorras que não sabem servir não dormem debaixo do mesmo teto que os donos. Entra. A Diana, com as nádegas doloridas das cintadas do Gilberto e vestindo só a camisola de renda toda arruinada, se arrastou de quatro pra dentro da casinha de plástico. Se encolheu contra o chão frio do quintal, tremendo, mas com o coração batendo descontrolado. Sabia que a vida dela em Toluca tinha desaparecido pra sempre; agora era só uma propriedade, a submissa do Gilberto e da Nadia, pronta pra ser moldada na base de porrada e lingerie barata. Essa história é real, é mais um tipo de anedota. Se você gostou, pode me escrever em srnorbertovelazquez@gmail.com
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