História de uma escrava sexual nº 1

História de uma escrava sexual - primeira parte
 
Esta é uma história de tempos passados, numa era onde não existiam classificações de gênero nem orientação sexual, e a maior parte da população era escravizada pelo poderoso Império Romano. Então a imaginação não deixa limites entre a realidade e a fantasia, embora eu tenha certeza de que em algum momento da história os seguintes eventos aconteceram.
O inverno foi gelado e a vila sofreu algumas baixas por causa do frio, e a comida era escassa. O grupo de caçadores entrou na floresta sussurrante em busca de alimento, e ao se adentrarem no bosque denso, logo desapareceram de vista. Os aldeões restantes trabalharam nos campos, preparando-os para semear a terra. A primavera trouxe um calor que cobriu a terra com uma névoa ensolarada, e a vida selvagem parecia abundante e suficiente para todos, especialmente depois da crueldade do inverno. O grupo de caçadores voltou pouco antes do anoitecer, trazendo javalis e alguns coelhos da floresta, e, pela primeira vez desde o inverno, a carne estava na mesa; toda a vila celebrou e se regozijou pelas bondades da primavera. Então os fogos iluminaram o céu noturno enquanto os temíveis romanos irrompiam nas celebrações, abrindo caminho a machadadas e golpes entre os aldeões. Os líderes da vila foram executados, e as mulheres? As mais jovens foram acorrentadas, assim como os homens mais jovens e fortes. O resto foi passado a espada e a vila foi queimada. Enquanto nos levavam acorrentados, o brilho das chamas alaranjadas e a fumaça densa subiam na brisa como uma mancha laranja; foram ficando cada vez menores à medida que nos afastavam.
Uns meses depois, me encontrei como escrava na casa de Marcus Biggus Dickass! Acho que tive sorte, já que ele era um cidadão razoável de Roma; enquanto eu cumprisse meus deveres, era um patrão justo. Agora, vocês precisam entender que meus deveres diários eram completamente independentes dos meus deveres noturnos, e se eu mostrasse alguma forma de resistência, eu podia acabar sendo vendida na praça do mercado! Onde a maioria acabava sendo entretenimento para as massas na arena como carne de gladiador!
Minhas obrigações noturnas consistiam em massagear meu amo e sua esposa, depois do que eles ficavam excitados e era meu trabalho prepará-los para o sexo. Eu começava massageando o pau do amo, ele me fazia apalpar suas bolas e enfiar um dedo no cu dele, isso parecia excitá-lo muito, enquanto a esposa dele assistia! Ela me dava instruções sobre o que queria que eu fizesse, me fazia beijar suas bolas penduradas e chupar seu escroto, me fazia lamber seu pau comprido e chupar a ponta da rola dele, ela se deitava com as pernas abertas se esfregando na boceta molhada dela.
Quando o amo estava pronto, ele a pegava por trás como dois cachorros fodendo, eu tinha que me deitar debaixo dela e satisfazer o clitóris dela enquanto o amo a penetrava com força, também me obrigava a lamber o cu do amo, o que fazia ele gozar esperma vermelho e pegajoso dentro da esposa dele, me fazia lamber e chupar os sucos da rola dele e depois lamber a boceta escorrendo da esposa dele, o esperma dele era salgado e grosso e a esposa dele gostava de me ouvir chupar a boceta dela e sorver o esperma que escorria do buraco aberto dela.
Eram um casal bem ativo e eu já tinha me acostumado com o gosto tanto da boceta dela quanto do esperma do amo. Às vezes eu ficava excitada e me obrigavam a foder o cu da esposa dele em algumas ocasiões e em outras eu tinha que foder o cu do meu amo, o que a esposa dele curtia. Embora me obrigassem a limpar minha própria bagunça!

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