Aprendendo a engolir porra parte II

[Esta história continua de "Aprendendo a tomar gozo na boca I"] Lá pelas 22h, fui cozinhar umas milanesas com macarrão e acordei ele. Tava todo desorientado. Levantou calado e foi pro banheiro. Eu tava na mesa com tudo servido esperando ele. Chegou e sentou. — Que soneca você tirou, hein haha — É, fiquei todo explodido haha... que horas são? — 22h20 — Nossa, tarde pra caralho... comemos e vamos dormir? (Segunda ele acordava às 6h pra trabalhar). — Beleza. Quer ver alguma coisa enquanto come? — Sim. Jantamos e fomos deitar. Já na cama, ele tava mais acordado e a gente conversou sobre o sexo que tinha rolado mais cedo. Falei que as palmadas tinham sido gostosas, mas que não exagerasse em dar toda hora. Também pedi pra ele realizar uma fantasia minha: pedi pra ele parar de raspar os pelos pubianos (porque pelo me dá um tesão do caralho haha). Ele estranhou, mas topou. Também me disse que gozou na minha boca porque eu tinha pedido pra ele fazer isso sempre pra eu me acostumar. Falei que tava de boa. Também perguntou se eu queria que ele gozasse na minha garganta, falei que sim, mas que ainda não tava pronto, então ia ser mais pra frente. A gente falou de outras besteiras e fomos dormir (ou pelo menos eu dormi). Depois de um tempão, sinto ele me chamar e me sacudir. — Que foi? O que que tem? — Não consigo dormir — ele fala — Tá bom — respondo e continuo dormindo... ele me sacode de novo... — Não consigo dormir, faz um boquete em mim. — ... Essas palavras meio que me acordaram, mas mesmo assim não me mexi. — Quando não consigo dormir, bato uma e me ajuda. Ia fazer isso, mas lembrei que posso mandar minha putinha me chupar, ou não? — ... cê tem razão — falei, e me enfiei debaixo dos lençóis. — Se importa se eu ver pornô enquanto você me chupa? — Não, tudo bem... Ele subiu um pouco e eu me meti debaixo das cobertas entre as pernas dele, com as minhas dobradas porque já não tinha tanto espaço na cama. Por sorte, mais cedo no banheiro eu não tinha batido uma e não baixou a libido, então que a situação me deixou um pouco excitado. Comecei a fazer o boquete, de boa. Dava pra ouvir os vídeos que ele tava vendo no celular. De vez em quando ele colocava a mão pra segurar minha cabeça e marcar o ritmo, mas depois soltava. Ele me deixou assim por um tempão, até eu tava cansando de só balançar a cabeça naquela posição, mas ficava repetindo pra mim mesma "essa é sua função", "ele tem o direito de te usar assim", "cumpre seu papel de puta" e por aí vai. Depois de uns 30 minutos de boquete, ele abaixou a mão e tirou a minha do pau dele (eu tava segurando na base o tempo todo) e aí me pegou pelo cabelo e me fez chupar mais rápido e mais fundo ("ele vai gozar", pensei). Depois de um tempo, ele mandou eu abrir bem a boca, aí parou de mexer minha cabeça e começou a mexer o quadril pra foder minha boca. Eu já não aguentava mais a mandíbula e tava doida pra acabar, mas também tava feliz porque era isso que eu esperava que ele fizesse comigo agora que a gente tinha "oficializado" a relação. No final, ele tirou o pau, largou o celular e abaixou a mão pra bater uma. Ouvi ele falar "vai tomar o leite" e enfiou na minha boca pra gozar. Com uma mão ele segurava minha nuca e com a outra o pau dele. Ele me prendeu e eu tive que aguentar até ele terminar, por sorte ele já tinha gozado um monte antes, então não foi tanta porra, mas mesmo assim me deu nojo. Quando ele terminou e tirou o pau, usou a mão que segurava o pau dele pra tampar minha boca. — Engole, vai! Engole, engole, engole! Foi super difícil. Tive ânsia com a porra na boca e forcei pra sair, mas ele não soltou e continuou repetindo pra eu engolir. — Vai, puta, engole de uma vez! Finalmente consegui, mas me deu um nojo danado. Também tava morrendo de calor por ter ficado uns 45 minutos debaixo das cobertas, então saí rápido de lá, todo ofegante. — Muito bem, puta, agora vou conseguir dormir — ele falou todo feliz. Eu nem conseguia falar de tão ofegante, demorei pra controlar a respiração. Quando consegui, fui no banheiro me lavar. Nessa altura, já não tava mais excitado, tava doendo a cabeça e a garganta, e me perguntava se realmente tava gostando do que tava fazendo. Voltei pro quarto, tomei outro ibuprofeno e dessa vez consegui dormir. Dormimos abraçados. Ele levantou às seis pra ir embora, a gente conversou um pouco antes dele sair. Falei que ia voltar pra minha casa porque precisava descansar (tinha ficado no apartamento dele o fim de semana inteiro). Naquele dia eu não trabalhava, então levantei pra ir embora umas 9h (tenho a chave do lugar). Depois disso, a gente só se viu na terça (mas conversamos muito pelo WhatsApp). Já tava me sentindo melhor e com saudade dele. A gente se viu um pouco à tarde, percebi ele meio tenso, então obviamente perguntei se ele queria um boquete, aí ele relaxou. Foi tranquilo, ele gozou na minha boca e foi difícil, mas eu engoli. A gente se viu meio que picado durante a semana, ele aproveitava e gozava na minha boca, eu tava me acostumando a engolir, então ele tava feliz. Finalmente no fim de semana ele ficou na minha casa e a gente transou de novo pra valer. Já me sentia pronto pra ir pro próximo nível, mas isso fica pra próxima... Por enquanto é isso, valeu por ler! Se der, vou postando mais partes dessa história, falou!

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